História BasketBall - Markhyuck - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Tags Basquete, Haechan, Mark Lee, Markhyuck, Nct, Nct 127, Nct Dream
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Palavras 1.115
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sejam bem vindos. Espero que gostem! ❤

Capítulo 1 - One Shot


Fanfic / Fanfiction BasketBall - Markhyuck - Capítulo 1 - One Shot

— Você é um idiota que não sabe perder! — Donghyuck gritou depois de ouvir as reclamações de Mark. O canadense veio para seu lado, o empurrando e o Lee mais novo deu um sorriso debochado. — É só isso que você sabe fazer, Mark Lee?!

— Idiota é você, Lee Donghyuck, que fica se achando e não é nada! — O maior revidou e Donghyuck avançou para cima dele, mas foi segurando por Jaemin e Jisung. — Aposto que não aguenta uma briga...

Ao conseguir se desvencilhar dos dois amigos, partiu para cima de Mark, lhe deferindo um soco no rosto, este que foi retribuído de imediato, então os dois entraram numa briga entre si, Donghyuck caindo por cima de Mark mas este não se deixando ser vencido. Alguns do time tentavam separar, mas os dois acabam os chutando ou batendo ser querer. Só foram separados quando o treinador puxou o Lee menor de cima de Mark.

Os dois foram encaminhados para a diretoria, mesmo com os rostos cheios de sangue e cortes. Não dava para dizer se um dos dois se saiu melhor, afinal, ambos estavam basicamente na mesma situação. Levaram por fim uma suspensão de 5 dias. Caminharam junto do treinador até a enfermaria e lá foram deixados. A enfermeira não se encontrava ali, então ficaram aguardando, cada um sentado em uma maca.

— Isso foi sua culpa... — O coreano resmungou.

— Foi você quem começou.

— Você é que não sabe perder e fica chorando! — apontou, se levantando e ficando em frente ao outro, que levantou também.

— O que está acontecendo aqui?! — A mulher chegou, jogando alguns livros que estava em seus braços em cima de uma mesa de alumínio, o que causou um barulho alto. — Lee Donghyuck, vá para sua maca!

O coreano resmungou algo mas se sentou como havia sido pedido. A enfermeira trouxe uma caixa de primeiros socorros e tirou alguns remédios e gases de lá, entregando para os dois.

— Já que ficam tão felizes em machucarem um ao outro, devem ficar também limpando o machucado um do outro. — Suspirou. Parecia estar brava. — Comece você, Lee Minhyung.

Donghyuck se segurou para não rir, afinal, sabia que Mark odiava aquele nome.

— Meu nome é Mark Lee, Srta. Choi.

— Não importa, apenas comece!

Ela explicou o que era para ele fazer e assim ele seguiu, vez ou outra apertando mais forte, o que Donghyuck fazia questão de reclamar para que ele levasse uma bronca. Minutos depois o rosto do coreano estava limpo e com curativos.

— Sua vez, Lee Donghyuck. — ela lhe entregou as coisas e ele, mesmo emburrado, começou.

O barulho do celular da mulher chamou sua atenção e ela abriu a mensagem, avisando que já voltava e que era para ele continuar. Donghyuck parou no exato momento em que ela passou pela porta, jogando o algodão na cara de Mark.

— Não vai terminar com isso?! Eu limpei todo o seu. —o canadense reclamou. — Além do mais foi você quem fez esse estrago.

— Um ótimo estrago, não acha? Como da última vez — debochou.

Era verdade. Já havia sido a segunda briga mais seria entre eles, mas ambos viviam trocando farpas, dentro e fora de campo. Jaemin dizia para Donghyuck que era amor em forma de ódio, assim como Renjun dizia para Mark. Óbvio que eles sabiam que era mentira. Nunca iriam sentir atração um pelo outro!

— Se tivesse um espelho, eu até faria o trabalho sozinho para você não precisar encostar essas suas mãos em mim, mas infelizmente não tenho. — Mark argumentou, estendendo o algodão. — E provável que se a Choi voltar e ainda não estiver tudo limpo, vai com certeza encher nosso saco.

Donghyuck bufou mas se sentou na maca novamente e voltou a limpar o rosto do maior, vez ou outra se vingando por ele ter apertado seus machucados. Mark ficou perdido em pensamentos enquanto ele passava o remédio em seu rosto e quando percebeu já estava olhando para a boca do garoto. Donghyuck a mordia enquanto passava o remédio, tão concentrado que não percebeu que o canadense a admirava e se perguntava o porquê dela parecer tão boa naquele momento.

— Seria uma loucura se... — Começou, se aproximando um pouco mais e fazendo o coreano parar o que estava fazendo e olhar em seus olhos.

— Se? — O menor já estava com a respiração descompassada devido a aproximação repentina, mas não sabia o que fazer e sentia que seu corpo não o obedecia. Queria sair dali mas queria ao mesmo tempo ficar e saber o que viria a seguir.

— Se eu te beijasse agora? — Terminou a frase em voz baixa, com os lábios roçando os de Donghyuck.

— Por que não testa? — O menor respondeu e sentiu seus lábios serem grudados.

Mark passou seu braço na cintura dele, o puxando mais para si, Donghyuck derrubou o tubo de gel, passando os braços em volta do pescoço do canadense. O beijo pegou fogo quando as duas línguas se encontraram e brincaram entre si, fazendo os garotos esquecerem completamente qualquer rivalidade que havia entre eles naquele momento. Donghyuck empurrou Mark de repente, que o olhou confuso.

— Tem alguém vindo! — comentou, pegando o tubo do chão rapidamente e voltando a passar no rosto de Mark. Sua respiração, assim como a do maior, estava ainda descompassada. — Tente fingir que nada aconteceu.

Ao voltar a enfermeira perguntou o que havia acontecido, já que os dois estavam calados e ainda não tinham terminado o que ela os deixará fazendo e Mark falou que Donghyuck quem ficou se enrolando. Minutos depois os dois foram liberados e saíram da sala, ainda não entendo o que havia acontecido a momentos atrás.

— Não podemos falar para ninguém sobre o que houve aqui, ok? — Donghyuck avisou, mesmo que soubesse que ao encontrar Jaemin já iria contar tudo.

— Tudo bem. — Mark concordou. — Vou voltar para sala.

Os dois concordaram entre si e começaram se afastar, mas sem conseguir tirar o pensamento do que havia acontecido. Mark parou e se virou, na esperança que o outro fizesse o mesmo e para sua sorte, Donghyuck também parou e se virou.

— Talvez eu tenha uma ideia melhor... — Mark falou e o coreano sorriu, se aproximando dele e abraçando seu pescoço, antes de lhe dar um beijo rápido. — Que tal darmos uma escapada?

Tentaram ao máximo discutir nos demais dias, mas não era como antigamente e todos podiam ver claramente isso. Mas e quem iria adivinhar que aqueles dois que viviam discutindo matavam aulas apenas para ficar aos beijos em baixo da arquibancada?



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