História Bastardos Inglórios - Interativa - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Guerra, Interativa, Survival, Twd
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Palavras 696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu tinha que trazer esse capítulo, minha nossa nossa nossa.

Capítulo 3 - One - 12. 12 noites sem dormir, 12 dias longe da luz


"12, um número de matar."

Flashback

Hanna andará mais inquieta e preocupada do que o comum, afinal, a quantidade de mortes repentinas na Colônia 12 havia se tornado mais do que alarmante. Seu ótimo senso de humor e espontaneidade pareciam ter congelado durante esse tempo, afinal ela não estava segura ali, ninguém estava seguro ali. Adentrou um galpão cheio de macas e cadeiras, todas ocupadas. Sentiu-se vazia ao ver todas aquelas pessoas com semblantes cansados, grandes olheiras, magros ao extremo e com a pele quase cinza de tão doentes. Tentava ajudar a todos, porém sabia que o estoque de medicamentos da colônia não passava nem perto do da Capital. Viu um médico de média estatura se aproximar, sua feição era preocupante.

━ Hanna, tem alguém querendo falar com você...━ ele olhou pra baixo e mordeu o lábio inferior, sabia que não era nada bom.

━ Quem, Gatten ? ━ perguntou calmamente, seu coração acelerava pouco a pouco a cada segundo em que homem continuava em silêncio.

━ O General Robb ━ a garota ficou em choque. Robb era um de seus pacientes terminais, o qual ela tinha muito apego. Muito tempo antes de ser contaminado, Robb fora um veterano de guerra, um general, um guerreiro e mesmo sozinho e em meio a uma guerra, ele conseguiu criar sua filha única, qual o tinha deixado a muito tempo. Hoje era um senhor de idade, próximo aos 83 anos, já em seu leito de morte.

Os dois andaram a passos largos, até chegarem em uma marca mais distante das outras, onde um senhor repousava tranquilamente, segurando a antiga farda que em um dia usará. Ele estava acabado, magro e pálido.

━ Senhor Robb, queria falar comigo ? ━ disse pacificamente, sentando-se em uma cadeira próxima.

━ Eu ainda quero, menina ━ disse com a voz rouca, acompanhada de uma tosse rouca que lhe raspava a garganta ━ quero lhe agradecer.

━ Por tudo, minha jovem, por tudo ━ ele riu de canto ao ver uma incógnita triste no rosto daquela que sempre alegrava seu dia, com todo o bom humor. Voltou a falar ━ por ter cuidado de mim durante esse tempo em que ninguém mais quis...agora, eu estou velho e a beira da morte ━ sua voz desaparecia ao poucos e a tosse aumentava. Ele estava de fato falecendo.

━ Não, o senhor não vai morrer ! Nós encontraremos uma cura...

━ Eu tenho um último pedido, minha jovem...não esqueça quem tu és ! ━ em fração de segundos, o homem fechou os olhos e por fim, viu a luz. Hanna fez silêncio por uma questão de respeito. Ela havia perdido mais um paciente, perdido mais uma vida.

Passou quieta pelo galpão, sem seu sorriso tão conhecido dessa vez. Saiu e sentiu o vento lhe gelar o corpo e cortar-lhe a pele, caminhou até o grande portão escuro, gélido, leu o nome da número 12 e murmurou para si mesma: " 12, um número de matar. Nós não estamos seguros."

 

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A Capital

Rowena repousava em sua enorme sala, próxima a lareira. De fato o lugar era digno de um rei, tinha carpetes, lustres, pratarias e enfeites de luxo, uma ostentação que não deveria existir naquele momento tão complicado do mundo. Brincava e bebia tranquilamente com um vinho puro, deixando que o sabor percorresse por toda a sua boca. Logo ouviu a grande porta de ébano abrir e um homem alto e de terno entrar.

━ Senhora, eu tenho uma notícia...

━ Eu já falei milhares de vezes que não é permitido me perturbar enquanto estou em meu descanso. Fale logo. ━ disse ríspida, sem virar o se levantar de sua poltrona pra olhar o homem.

━  Perdão senhora, mas a Colônia 12 mandou uma mensagem avisando que vosso pai faleceu ━ ele disse rapidamente, sem demonstrar nenhum tipo de sentimento.

━ Fora daqui ! ━ ordenou friamente, ainda sem nem se virar, estava com os olhos imersos no fogo da lareira. O homem saiu sem dizer nenhuma palavra. Rowena queria se conter, mas foi impossível não deixar lágrimas quentes rolarem por seu rosto, diante aquela situação. Seu pai estava morto, não havia mais família pra ela. 


Notas Finais


Então pessoinhas ! Hoje venho aqui trazer a personagem da nossa amada @DriRevil e trazer algumas revelações importantes para o enredo.


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