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História Batalha de sedução - Capítulo 3


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Notas do Autor


Oi, tudo bom?
Demorou uns dias né?
Valeu a pena, não queria que ficasse um cap pequeno.
Desculpem qualquer erro
E espero que tenham uma boa leitura! =3

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Batalha de sedução - Capítulo 3 - Capítulo 3

B A K U G O 


Midoriya está atrasado. E se aconteceu algo? Não, logo agora não pode. Devem estar de sacanagem comigo. Não deveria pensar muito nisso, mas já estou à espera faz quase 10 minutos e nada. 


Fui até à sala e não o vi com a cara de bolacha ou Iida. É estranho, então lhes perguntei onde ele estava. 


Uraraka- Deku-kun foi no banheiro e disse que voltava jaja, porquê a pergunta?


Não lhe vou responder. Nenhum de nós é assumido, então muito menos seria a nossa relação. Perdi a paciência, vou lá ter com ele. Saí da sala, já estando a deixar de ouvir os gritos daquele bando de animais imundo. Desci as escadas um pouco apressadamente e fui em direção ao banheiro. 


A última coisa que eu queria ver naquele momento era O PAVÊ A DAIR DE LÁ. Passo por ele sem dizer nada. Não posso. Não vou brigar com ele sem provas que esteve com o Deku. E mesmo que estivesse, eu não tenho direito algum de estragar a amizade deles, por mais que queira. Esse não seria eu mesmo.


Mas não estava lá ninguém. Abri todas as cabines e todas elas estavam vazias. Seria possível ele depois ter ido para a biblioteca enquanto eu estava na sala? Provavelmente. Não vou ficar aqui. Mais vale voltar, mesmo que não o encontre.


Estava eu a caminho da biblioteca, DE NOVO, quando o vi lá à porta. Tinha um ar nervoso, bem fofo de qualquer forma. Realmente parecia mesmo um brócolis.


M I D O R I Y A


Quando cheguei ao local marcado pelo loiro, não tinha lá ninguém. Fiquei na porta à espera uns minutos e quando me apercebi, ele me olhava do fundo do corredor. 


- Kacchan!! O que querias de mim?


Kacchan- Entra, não iremos ficar aqui fora


E então eu entrei, que mais faria? Ele veio logo a seguir a mim e fechou a porta. Nos encaramos por um bom bocado. Eu olhei nos seus carmesins e notei que eles estavam passeando pelo meu corpo. É constrangedor, eu sei. Então ele se aproximou e me abraçou. Apenas isso. Ele me abraçava levemente, e eu mantenho a minha cabeça escondida no seu peito. Levantou ligeiramente a minha cabeça e beijou a minha testa me fazendo fechar os olhos.


Ele parou com as carícias. Estranhei e abri os olhos.


Kacchan- Deku… 


- Oi?


 


 


 


 


 


 


 


Kacchan- O que tens no pescoço?


Congelei. Era o pior que podia acontecer, uma marca. Muito obrigadinho, hein, Todoroki Shouto. Eu também fiz por isso, agora tenho que sofrer as consequências. 


- K-kacchan é que e-eu…


Kacchan-  Não preciso de justificações. Foi o Pavê?


- S-Sim mas não te preocupes com nada. Não é que eu g-goste dele, mas…


Kacchan- Deku, você tem todo o direito de estar com quem quiser e tals, mas isso é demais para mim, não posso suportar isso de novo. Promete-me que nunca mais aceitarás estes toques de ninguém que não seja eu, muito menos dele. Até porque é o único que já nos pegou beijando. Lembre-se que enquanto estiver comigo, você é meu. 


- Claro, me desculpe. Eu não queria.


Silêncio reinava ali. Não gostei daquele momento, fez-me ficar nervoso. Analisei atentamente a situação. Eu estava um pouco ansioso e confuso. À frente do meu namorado que parecia bravo, apesar da sua cara relaxada. Os seus cabelos loiros e bagunçados faziam-lhe parecer mais… atraente? Combinavam perfeitamente com a sua personalidade explosiva. Depois os seus olhos de tom vermelho bem escurinho, bem chamativos, bicudos e sedutores (hehehe estou meio que tonta agora). Estava vestindo o uniforme de um jeito mal arranjado, bem à Katsuki. Só tinha eles dois na biblioteca, o que dava um clima meio estranho.


Kacchan- Anda aqui.


Arregalei os olhos, surpreendido. Imediatamente obedeci. Cheguei-me perto dele e senti tomar meus lábios. De novo esta sensação, mas agora estaria à vontade. Retribuí o beijo, me aproximei mais e ajeitei-me, me modo a fazer com que nossas bocas fizessem um encaixe perfeito. Pediu-me passagem para a língua e eu cedi prontamente, depois começando a brincar com a língua dele. Arfou e empurrou-me contra uma mesa, me deixando deitado. 


Beijou de novo a minha boca, desta vez de um jeito mais feroz. Logo desabotoou o meu uniforme e recomeçou, mas agora no pescoço. Depois na clavicula… Tão bom, e ele nem sabe o quanto isso me afeta. Afastou-se e encaramo-nos durante um bom bocado.


Aiai, tem sempre algo a interromper os meus momentos, seja eu lembrar-me de algo importante a fazer, TIPO TER AULAS.


- Kacchan, precisamos ir…


Kacchan- Vais deixar-me aqui assim para ires às aulas, seu nerd? Não está afim de faltar?


Parece bruto, mas o jeito que ele falava não era de estar bravo. Eu não teria deixado de novo alguém duro, né? Olhei lá para baixo e não, não tinha nada no meio de suas pernas. Glória, Jesus amado, ainda bem, eu não estava mesmo afim de faltar. 


- Vamos indo?


Kacchan- Você primeiro, para não levantar suspeitas.


Qualquer dia eu vou me assumir gay, e o Kacchan também, já estou farto da ideia de termos estado escondidos este tempo todo e ainda assim continuarmos a guardar isto igual um segredo. Talvez quando eu estiver preparado para enfrentar alguns maus olhares seria melhor.


Subi as escadas e deparei-me com Iida-kun. Parecia preocupado com algo.


Iida- POOOUXA MIDORIYA-KUN, VOCÊ ESTEVE TANTO TEMPO NO BANHEIRO QUE O PROFESSOR AIZAWA TEVE DE ME FAZER IR TER COM VOCÊ PARA VER SE ESTAVA TUDO BEM. A GENTE TEM PROVA HOJE!!


Dizia tudo sem pausas e a fazer aqueles gestos estranhos com a mão que mais ninguém fazia. Não era a primeira vez que estava muito atrasado para uma prova. Mesmo assim era importante. Voltamos os dois apressadamente para a aula e fizemos a prova, que me correu bem já que estudei. 


O Kacchan não apareceu. De vez em quando ele vai no terraço matar aula. Depois quando acabei, fiquei à espera que o tempo passasse. Tudo ficou tão aborrecido de repente. Ochaco-chan parecia desesperada para fazer tudo. Iida já havia acabado e Tsuyu também. Todoroki estava quieto a olhar para o nada. O que se passava na mente dele? Porque parecia ele sempre tão carrancudo e mal humorado? Que raio aconteceu no banheiro hoje? E a briga? Haviam mais perguntas do que respostas, o que, se certa forma, me preocupa.


É tudo demais para um dia. Quando tudo acabar, vou direto para casa descansar. Que demora.

O sinal tocou e fomos embora, finalmente. Não quis falar com mais ninguém, apenas me despedi de meus amigos. 

Cheguei a casa e fui para a cozinha. Minha mãe havia deixado um bilhete a dizer que chegaria tarde hoje. Não era trabalho, obviamente. Vou deixa-la divertir-se, anda a precisar. Ultimamente tem sido só trabalho, casa, trabalho e casa. Talvez lhe anime sair um bocado. 

Peguei num miojo e pus a aquecer. Esperei um bocado e depois fui comer para a sala.

Era uma divisão um pouco grande e aquecida. Liguei a TV e sentei-me no sofá a comer. Estava a dar um filme de romance, daqueles bem clichés.

A senhorita estava a chorar enquanto um homem bonitão falava umas coisas quaisquer, também chorando. Depois de repente, ela gritou "PORQUE EU TE AMO!!" Ele disse também e bla bla bla bla. No final houve um beijo e acabou logo. Notei que meu miojo também tinha acabado.

Secante. Tem de haver algo melhor para fazer. 




Notas Finais


Dia cansativo, hein, Izuku?
Inko saiu e não fez jantar para o filho, coitado. Mas miojo também não é uma má opção.
Até ao próximo cap <3


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