História Batalha Mortal: Volume 1 A Verdade. - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 4.422
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Adolescente, Luta, Magia
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoal, é minha primeira vez usando este APP, também é a primeira vez que escrevo uma história deste porte. Desculpem por qual quer erro ortográfico ou similares e desde já obrigado.

Capítulo 1 - Piloto: Onde tudo começa.


Fanfic / Fanfiction Batalha Mortal: Volume 1 A Verdade. - Capítulo 1 - Piloto: Onde tudo começa.

Há dois mil anos atrás, em uma época onde uma criança havia nascido e morrido como "Herói dos Necessitados" e a "Salvação dos Homens", em que todos pensam saber a historia completa mas na verdade não sabem, ocorreu uma batalha entre o bem e o mau, junto trazendo caos e destruição.

Esta é a verdadeira historia de um homem e como ele salvou toda a raça humana de uma viagem eternamente dolorosa ao inferno.


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Há cem anos a.c, Deus ao ver seu grande reino de seres-humanos serem escravizadas por uma grande éra de fome e cede por causa de uma maldição de Lúcifer, em que Deus concordou para ver quem são seus verdadeiros discípulos e quem poderia mudar, decidiu que suas preciosas pessoas começariam a ter seu verdadeiro livre-arbítrio mas haveria uma luta entre o bem e o mau, também haveria uma criança que seria nomeado seu filho que viveria para salvar toda a raça humana por dois mil anos, mas isso aconteceria apenas se seu filho vivesse a tal luta. Haveria um prazo de um século para reunir poderes, sabedoria e conselheiros para conseguirem as almas.
Cem anos se passaram e então Deus fez sua parte, deu a uma virgem seu primogénito que nasceu em vinte e cinco de dezembro do ano um, pois a partir do seu nascimento seria corrido a data do devido acordo de dois mil anos.
O menino, nomeado Jesus sempre teve seu brilho e esplendor e principalmente bondade, sempre ajudava os mais necessitados mesmo que não tivesse como, mas ele não sabia do seu risco de vida pois a luta entre o bem e o mau logo viria. Anos se passaram e o menino Jesus se tornou um adolescente com seus dezeseis anos, mas já havia feito muito, quando a guerra chegou ele ficou no meio de toda a luta mas ainda assim o bem venceu, Jesus sobreviveu e assim a raça humana foi salva por dois mil anos.
Ele então viveu até seus trinta e três anos, mas o mesmo povo que ele arriscou a própria vida, em uma batalha sendo o bem sua única proteção e arma, o crucificaram e mataram.
E assim os homens foram salvos e condenaram quem os salvou, mas dois mil anos se passariam e tudo estaria nas mãs do futuro.


2.000 Anos Depois.


"Sai da minha frente idiota", disse Brian um garoto alto, forte e um dos jogadores do time de futebol, também nomeado valentão da escola 'London high school', enquanto passava por Ethan que sempre era sua vítima, ele era um pouco menor que Brian, mais magro também e sempre que algo como empurrões ou quando seus materiais eram derrubados acontecia, ele simplesmente se recumpunha e continuava seu caminho.
Ethan não tinha amigos, era muito anti-social, mas era muito inteligente, tirava sempre notas boas e sempre pensava em seu futuro, talvez seja isso que o fazia levantar todos os dias da cama.
Geralmente ia direto pra casa depois da escola, mas aquele dia era diferente, passou no mercado e usou toda sua mesada daquele mês comprando um bolo de chocolate branco, o preferido de Arthur seu irmão mais novo. Quando chegou em casa correu pro quarto de seu irmão,  abriu a porta com tanta rapidez que acabou assustando o jovem garoto dentro do quarto "Feliz Aniversario!" gritou Ethan, mas viu um Arthur com uma cara triste "O que foi Arthur?" Ethan perguntou deixando o bolo no criado mudo ao lado da cama de Arthur, "Minha dor de cabeça aumentou", "Mas o que o pai e a mãe disseram?" Ethan disse enquanto cortava o bolo, "Nada só me deram remédios e foram trabalhar", "Era um pouco óbvio, só isso o que eles fazem, trabalho, trabalho e mais trabalho..." e os dois deram de obros. O assunto havia acabado ali, mas Ethan não saiu do lado de seu irmão e passaram a noite no mesmo quarto.
Logo na manhã do outro dia Ethan acordou cedo mas seus pais adotivos acordaram primeiro para ir pro trabalho, fez o café da manhã e acordou seu irmão para comerem juntos e logo irem para escola.
Ethan estava em direção a sua escola agora, mas por alguma razão desconhecida se sentia bem, como se algo novo fosse acontecer a qualquer momento.
Chegou na escola um pouco atrasado, mas entrou mesmo com uns minutos de atraso e sem detenção, algo difícil nesta escola. Fez as atividades que não havia feito por causa do atraso e terminou as atuais também, e então se perdeu em pensamentos como sempre fazia, e pensando sempre em seu futuro, no grande cientista que poderia se tornar ou médico neurologista, estava com algumas duvidas. E então a porta se abriu bruscamente, tanto que Ethan se assustou, e então adentrou um homem alto moreno e sem nenhum fio de cabelo branco em meio a seus cabelos negros feito sombras, era o diretor. "Bom dia alunos!", disse o homem com a voz grave feito trovão.
"Muito bem galera, não é costume meu visitar as salas de aula e não é por isso que estou aqui hoje, vim apenas anunciar a chegada de uma aluna, dê as boas vindas a aluna Katherine Belcourt Lucifair", logo depois entrou uma garota pequena que no máximo media um metro e sessenta e cinco de altura, cabelos negros avermelhados e lisos jogados sobre seus ombros, olhos tão negros quanto o cabelo e levemente puxados, sua pele era parda e parecia ser bem suave, "Seja bem vinda!" todos, menos Ethan disse em coral.
Depois que o diretor saiu a pequena menina olhou em volta, mas não havia nenhuma carteira sobrando na frente, então se sentou perto de Ethan, no fundo, o garoto ficou a encarando por muito tempo e precisou começar a fingir que estava ocupado, fingiu estar desenhando no caderno, pois assim jogou seus lápis e canetas em cima da mesa e começou. Ele ficava a encarando pelo canto do olho, logo depois que ela havia se sentado, olhava-a vasculhando suas coisas na procura de algo sem sucesso de encontrar, de repente a garota parou de vasculhar, olhou para Ethan e para algo em sua mesa, pensou um pouco e começou a se levantar, Ethan por sua vez se concentrou em seu desenho. "Hey você, como é seu nome?" disse ela chegando perto, mas Ethan não a ouviu pois estava ouvindo música nos fones de ouvidos, -vantagem de sentar no fundo- em seguida Ethan sentiu uma mão o balançando, e quando olhou para o lado levou um susto pois não esperava que a garota estivesse tão perto. "Desculpa! Disse algo?" disse Ethan se recompondo do susto "Perguntei qual o seu nome?" "Ah sim, Ethan Rosales Montgomery e o seu?" a garota o olhou com um olhar de duvida e Ethan entendeu o que significava "É mesmo, me desculpe de novo! É Katherine não é ?" ele disse querendo esconder o rosto de vergonha, "Sim, mas pode me chamar de Kath. Então, minha mãe arrumou meus materiais e esqueceu do meu estojo, típico, você pode me emprestar uma caneta?" disse ela mexendo em uma das mechas de seu cabelo, "Claro que posso, só escolher!" a garota olhou para aquele monte de canetas e pegou uma de cor roxa, agradeceu e voltou a o seu lugar deixando Ethan voltar a sua atuação.
Logo daria o sinal para o recreio e assim como os outros estudantes Ethan arrumou seus materiais, quando o sinal bateu o garoto foi direto para seu armário arrumar seus materiais, mas como sempre perdido em seus pensamentos e ouvindo músicas em seus fones de ouvidos, pensava sobre a dor de cabeça de seu irmão, fazia um tempo que seu ele a sentia, no começo era fraca e foi aumentando, e Ethan por sua vez ficava com dó de seu irmão sem poder fazer nada, seus pais adotivos trabalhavam muito para fazer algo também e chegavam muito cansados.
Ethan sentiu mãos o tocando, mãos que o tirou de seus devaneios, jogando-o contra os armários com um grande estrondo acompanhado de dor, "Olá, resto de aborto!" aquela voz que Ethan tinha que aturar todos os dias, era Brian, com seu tom de saudação, "Hey, Brian!" Ethan disse se abaixando para pegar o material que havia caído, e enquanto ele se abaixava Brian chegava mais perto dos armários "Oh me deixe te ajudar com isso!" o mesmo então enfiou uma de suas mãos dentro do armário de Ethan e puxou todos os seus materiais a baixo para o chão. "Não tem outro coitado pra você fazer de vitima hoje não?" Ethan disse apenas levantando a cabeça, "Como você ousa faltar com respeito aos mais velhos? Vou lhe dar uma lição que não lhe fará esquecer!" e então Brian ergueu um de seus pés e chutou a barriga de Ethan como se ele fosse um cão de rua perseguindo-o, Ethan por sua vez deitou no chão contorcendo-se de dor, "Acho que isso não é suficiente!" Brian então o pegou pela blusa, o levantou como um saco de batatas, quando o garoto puxou seu braço para trás para socar o rosto de Ethan uma voz feminina e alta apareceu, era Katherine, segurando o braço de Brian "Para com isso ou...", "Ou então o que? Vai me bater com pétalas rosas?" Brian soltou Ethan e virou de frente para Katherine "Sim. Exatamente isso que farei, e o pior é que você seria humilhado por uma garota na frente da escola toda!" Katherine disse soltando o braço de Brian. O garoto alto por sua vez puxou seu braço para traz e o arremessou em direção a garota, a mesma agora estava com o rosto virado e com os olhos fechados. "Você tem sorte que eu não bato em garotas indefesas!" disse Brian parando seu punho em frente ao rosto de Katherine que estava apenas com um olho aberto agora, então Brian saiu andando levando sua gangue junto com ele. Imediatamente Katherine se abaixou para ajudar Ethan que estava de joelhos "Você está bem?" disse ela esticando suas mãos para levanta-lo, "Não, mas vou ficar..." disse Ethan em meio a uns gemidos de dor enquanto se levantava. "Aliás, obrigado pela ajuda" Ethan já havia pego todos seu materiais e guardado agora, "Não foi nada, só vim devolver sua caneta e guardar meus materiais" então Katherine abriu o armário ao lado do de Ethan, "Hum, então somos vizinhos de armário?" Ethan tentou ser engraçado, mas a dor não ajudou muito "Pois é... Posso te perguntar algo?", "Claro!" Ethan tentou ser agradável mas ficou um pouco tímido "Por que aquele garoto te chamou de resto de aborto? Quero dizer, há tantos outros insultos por que este em especial?", Ethan então respirou fundo e respondeu "Porque eu sou adotado, meus pais adotivos Martin e Adele Rosales Montgomery me encontraram quando eu era recém nascido na lixeira de um hospital, com apenas um manto em meio aos lixos do hospital e então decidiram me adotar, mas nunca se soube do paradeiro da minha mãe biológica", "Ah sim, e por que você não se defendeu daquele valentão?", agora já estavam em direção ao refeitório, "Porque os pais dele são uns dos maiores contribuidores da escola, ou seja, ele é da realeza".
E com todas as perguntas de Katherine respondidas eles se dirigiram para o refeitório e acabaram passando o intervalo juntos, já que eles não tinham nenhum amigos.
Logo o recreio se passou e todos retornaram para suas devidas aulas, mas Ethan e katherine não iam ter a mesma aula agora, então tiveram de se separar. Logo o dia de aulas acabaria e Ethan estava feliz por duas coisas, primeira que conseguiu pelo menos uma amizade nequela maldita escola e estava louco com a vontade de dizer a seu irmãozinho, e segundo que é quinta então só teria que ir para a escola mais um dia e logo após chegaria o fim de semana e ele precisava muito descansar. O sinal toca e como sempre todos saíram em disparada como se fossem uma manada de cavalos, mas enquanto estavam a frente, Ethan estava lá atrás com seus pensamentos nas nuvens, "Eles parecem até vândalos não é?" Ethan ao ouvir a voz virou-se para trás para ver a dona da mesma, "Foi exatamente o que pensei..." e dali juntos caminharam em direção a saída da escola "Os seus pais vão vir te buscar?" Ethan perguntou desejando que não, pois poderiam conversar mais, "Não, eu me mudei para aqui perto." a garota disse olhando para frente, e Ethan logo abriu um sorriso sem conseguir disfarçar muito.
Papo vai, papo vem e eles já se afastaram duas quadras da escola, Katherine se afastou do outro menino, "Aqui é a minha parada!" um acenou para o outro e continuaram seu caminho, mas antes que Ethan chegasse ao fim da rua a garota gritou " O que você vai fazer amanhã a noite?", "Nada, por quê ?" Ethan perguntou um pouco receoso, "Que bom, porque queria que você viesse a uma festa comigo amanhã, não se preocupe, é na casa de uma antiga amiga minha, aceita?" parecíamos loucos gritando no meio da rua, " Sim, não acabando muito tarde!", "Não se preocupe... Até amanhã, tchau." o garoto se despediu novamente, e voltou para o caminho rumo de casa com um grande sorriso de orelha a orelha.
Logo chegou em sua casa, e como sempre foi direto para o quarto de Arthur, mais não ficou muito feliz com o que viu, o gaorotinho estava dormindo com suas roupas encharcadas de suor, Ethan chegou mais perto e pousou sua mão sobre a testa de seu irmãozinho, o mesmo estava muito quente, logo seu Arthur acordou, estava com os olhos fundos em seu rosto e estava um pouco pálido. Ethan desceu até a cozinha, pegou um pano e o molhou com água fria, logo depois pegou um termómetro na caixa de primeiros socorros e subiu novamente pro quarto de Arthur.
Colocou o pano na testa do menino menor e mediu sua febre, como esperado, estava muito alta. "Você esta com dor Arth?", Ethan perguntou segurando o choro em ver seu irmão naquele estado, "Não, só estou com muito frio!" o outro menino respondeu com o queixo trémulo, então Ethan o deitou em seu peito com o pano ainda em sua testa e começou a contar tudo sobre seu dia até os dois caírem no sono.
Nem bem amanhecia e Arthur já estava acordado balançando seu irmão na tentativa de acorda-lo que no caso, foi bem sucedida.
Ethan logo acordou esfregando os olhos, mas ficou muito feliz quando viu seu irmão todo alegre, rapidamente desceram para a cozinha para fazerem o café da manhã. Depois de comerem foram para a escola, e assim que Ethan chegou avistou Kath em frente ao seu armário arrumando suas coisas para a primeira aula, Ethan foi até seu armário fazer o mesmo, "Oi Kath!" a cumprimentou enquanto chegava, "Oi, era você mesmo que estava procurando, a festa ainda está de pé, certo?" disse ela fechando seu armário e o encarando.
"Sim, mas que tipo de festa é esta?" Ethan fez uma cara de preocupação, "É uma festinha de despedida, essa minha velha amiga vai se mudar para outra cidade." Kath respondeu com um pouco de tristeza em seus olhos, mas logo seu olhar mudou "Então, vamos pra sala?" a garota perguntou, Ethan apenas acenou positivamente com a cabeça e assim fizeram.
O fim da terceira aula chegava e logo seria o intervalo, Ethan estava um pouco impaciente, então sacou o celular do bolso para olhar a hora, mas a única coisa que viu foi o celular sinalizando os quinze últimos por centos de bateria, assim que Ethan guardou o celular o sinal bateu e como sempre todos saíram em disparada para o intervalo.
Ethan estava agora em seu armário, com os pensamentos bem longe, sua cabeça pedalava milhões de coisas de uma só vez, mas o que mais o preocupava era a bateria de seu celular, não iria durar até o fim das aulas e era horrível ficar sem seu fone de ouvidos. Ethan estava tão longe com seus pensamentos que nem ao menos percebeu Kath se aproximar, ela abriu seu armário e logo em seguida começou a dizer "Queria ter o poder de ler mentes, assim poderia saber em qual mundo você esta vivendo ai dentro..." e então a garota fechou o armário e escorou-se nele ficando de frente para o garoto, o mesmo se sentiu estranho com alguém o encarando, então fechou o seu armário em seguida e começou a olhá-la também com um olhar de confusão, "Hey..." disse ele após alguns segundos, "E você não ouviu nada que eu disse, certo?" Kath disse rindo um pouco, "Não ouvi, desculpas, era algo importante?" falou Ethan começando a andar para o refeitório, "Não, só queria te avisar para ir em casa umas oito horas da noite." Kath o acompanhou "OK, vou estar lá." o garoto disse olhando para a outra, então foram juntos para o refeitório.
O recreio já havia se passado e Ethan estava em sua penúltima aula, o mesmo estava zangado pois a bateria de seu celular já havia acabado e ele estava sem fone de ouvidos, ouvindo todo aquele barulho dos alunos. Ethan e Kath não tem esta e também não tem a última aula juntos, o que deixou o humor do garoto ainda pior, mas eram duas aulas de artes, então ele ao menos poderia se distrair um pouco até  que se passasse as aulas.
Logo o sino para o final das aulas toca, e Ethan sentiu uma grande sensação de alívio, não porque ele não gostava da escola e sim porque esta semana foi muito puxada para ele, era difícil de acreditar que um garoto da sua idade passava por tanto stress.
Estava em direção à saída da escola, mas Kath gritou de longe pedindo para ele espera-la e assim foi feito, foram embora juntos assim como no dia anterior, conversaram bastante e também aproveitaram para planejar como iriam a tal festa.
Assim que Ethan chegou em casa foi direto para cozinha procurar algo para comer, pegou dois pacotes de bolacha um para ele e um para seu irmãozinho, logo depois subiu para o quarto do mesmo, mas ficou surpreso quando não viu ninguém no local. Foi para seu quarto, pegou um carregador e conectou ao celular, logo em seguida pegou o notebook e colocou alguma série qualquer para ver, abriu o pacote de bolacha e começou a comer, sem demorar muito o mesmo caiu num sono.
A cama tremia e a música 'Symphony By Zara Larsson' tocava alto ao fundo, era como se a cama quisesse dançar, alguns segundos depois Ethan desperta e abre os olhos, passa a mão pelo colchão em busca do celular e quando acha passa o dedo pela tela e o leva a orelha.
"Alô?" Ethan diz sem saber quem é, pois não olhou a tela do celular "Ethan, é a mamãe, tá em casa?" disse uma voz feminina, era Adele, "Sim mãe, por que?" disse o garoto sentando na cama, "Vamos demorar pra voltar, pois passamos na frente de um parque de diversões e agora seu irmão quer ir, quer que a mãe vá te buscar?" ouvindo o que sua mãe dizia Ethan lembrou da festa, e logo olhou as horas, por sorte ele tinha uma hora pra se arrumar e ir pra casa da Katherine, "Então mãe, eu queria ir em uma festa hoje, posso?" perguntou Ethan com um tom de insegurança, "Pode, só não volta muito tarde, OK?", "OK mãe, obrigado, te amo!" e então Ethan encerrou a chamada e correu para o banheiro.
Meia hora havia se passado e Ethan estava indeciso sobre qual camisa usar, ele queria parecer legal e não aquele garoto antissocial e sozinho igual na escola, pegou o celular para ver as horas, ele tinha apenas vinte minutos para chegar a casa de Kath, desesperado ele pegou qualquer camisa do guarda roupas e correu ao banheiro para arrumar o cabelo.
Assim que terminou, colocou uma pulseira, dois anéis e um colar com um pingente em formato de pena, pegou o celular e saiu do quarto em direção a porta de saída da casa. Estava a caminho da casa de Kath agora, seus pensamentos voando a cada passo a frente, Ethan foi apenas em festas de aniversário e casamentos, nunca em festas de adolescentes, não fazia ideia de como agir ou do que fazer nelas.
A casa de Kath tinha um lindo jardim a sua frente, Ethan pode ver de perto, pois já estava tocando a campainha da casa. Levou a mão á campainha para toca-la novamente, foi quando ouviu um grito de dentro da casa "Já estou indo!" era Kath, e logo após ouviu barulhos de passos corridos em uma escada, a porta foi aberta e havia uma Kath totalmente diferente daquela que ele via na escola todos os dias. Ela estava deslumbrante em um vestido negro com seu volume até o meio da coxa que misturado aos olhos era como ver um brilho negro, o que fazia sentido na mente de Ethan, seus acessórios eram todos pratas o que a deixava com um brilho ainda maior e o par de sapatos também negros que haviam um pequeno salto.
Depois de uma pequena discussão entre Kath e sua mãe sobre ela pegar o carro emprestado os garotos estavam em fim rumo a festa. Alguns minutos se passaram e enfim estavam no local da festa, uma casa grande, um pouco maior que a de Ethan, o som estava bem alto com umas músicas remixadas, haviam algumas pessoas fora da casa, Ethan pegou o celular para ver a hora e descobriu o porque já havia bastante pessoas no lugar, Ethan e Kath estavam quase meia hora atrasados, Ethan também viu que no local não havia sinal, ou seja ele não podia receber ou fazer ligações.
Kath depois de estacionar o carro se direcionou a entrar na casa e Ethan a seguiu, viram algumas pessoas conhecidas e então sem hesitar entraram na casa, cumprimentaram algumas pessoas e uma delas era a dona da casa que convidou Kath.
"Tem bebida no freezer e alguns petiscos na cozinha" disse a garota para Kath, "Ah, já ia me esquecendo, este é Ethan o amigo da escola que te disse pelo telefone." Kath me puxou enquanto dizia rindo, "Prazer em conhece-la..." Ethan tentou dizer escondendo a vergonha das palavras, "O prazer é todo meu, eu me chamo Cãmile!" disse a menina com o nome de Cãmile esticando a mão em comprimento.
Ethan demorou um pouco para pegar a mão da garota, estava se perguntado qual era a origem de tal nome, quando soltou a mão de Cãmile a mesma começou a caminhar em direção a entrada da casa. Assim que ela saiu de sua vista, Kath o pegou pelo braço e o levou até o freezer, "Então o que vai ser?" diz ela pegando uma bebida que dizia lemon ice em seu rótulo, "Tem algo não alcoólico?" Ethan deu uma olhada para dentro do freezer que soltava algumas fumaças gélidas, "Lógico!" disse Kath sorridente, então Ethan fez um gesto de duvida para a garota ao mesmo tempo que não via nenhuma garrafa de refrigerante ou suco dentro da caixa congelante, "Tem água..." começou Kath rindo, "OK beba, você vai gostar." ela deu a garrafa que estava em sua mão para Ethan e pegou outra, desta vez com um coloração azul.
Os dois foram para perto do som e abriram as garrafas, Ethan deu um gole da bebida, tinha um gosto de limonada com gás e dava para sentir o álcool no final, logo o mesmo levantou a garrafa na altura dos olhos para olhar a quantidade de álcool no rótulo, em seguida ficou boquiaberto, naquela pequena garrafa de 350 ml's havia 13% de álcool.
Alguns minutos depois se passaram e os dois amigos estavam dançando com as garrafas vazias na mão, suas visões estavam rotativas como se estivessem em um tipo de brinquedo de parque de diversões.
Ethan depois de tomar sua segunda garrafa da bebida de limão precisou ir ao banheiro, Kath o acompanhou, pois o mesmo não sabia onde era o banheiro, assim que chegaram Ethan adentrou, mas antes que fechasse a porta Kath entrou também com rapidez e o empurrando. "Desculpa se te machuquei, mas estou querendo fazer isso a uma semana..." as palavras saíram da boca de Kath em um único suspiro, Ethan tentou interrompe-la, mas era tarde demais. Um vento quente pousou em seu rosto e seus olhos se fecharam automaticamente, lábios macios como seda alcançaram os dele e como se fosse mágica ele foi guiado a um beijo, o beijo de Katherine. Era incrível, ele havia beijado outras pessoas antes mas o dela era diferente, era como uma avalanche de sabores, sabores de emoções.
Seu bolso começou a vibrar, e como um sonho ele acordou do beijo, pegou o celular e viu várias chamadas perdidas de sua mãe, ela ligou novamente e sem hesitar ao menos um segundo ele atendeu colocando o objeto na orelha.
A conversa parecia seria, Ethan não dizia nada além de sons em sinal de afirmação, assim que ele desligou olhou para Kath com os olhos cheios de lágrimas "É tudo minha culpa!" disse ele guardando o celular, abrindo a porta do banheiro e correndo para o andar de baixo.
O garoto parecia desnorteado, andava sem ao menos olhar seu trajeto ou local, o mesmo tropeça em uma raiz de árvore e logo cai ao chão. Ficou alí deitado no chão por alguns segundos, acabou se sentando e olhando em volta, ele estava em uma praça, isso se percebia pois havia várias árvores a seu redor junto a alguns brinquedos, o local estava deserto, então Ethan juntou os joelhos para perto da barriga e começou a chorar, um choro desesperado e acompanhado de soluços.
Quando enfim havia conseguido se recompor seu celular começou a tocar, achando que era sua mãe pegou o celular rapidamente, mas logo a decepção tomou seu corpo, era apenas o alarme demonstrado ser meia noite. O garoto apenas desligou o alarme, deitou no chão e começou a olhar as estrelas, ele estava em um momento de reflexão, isso sempre acontecia quando ele chorava muito.
Alguns segundos depois, ele levantou e iria voltar para Kath leva-lo embora, ele precisava ver seu irmão, mas assim que seu corpo ficou ereto sobre seus pés uma enorme dor o consumiu levando Ethan para o chão novamente, um raio de luz azul alcançou seus olhos, "Arthur!!!" ele gritou antes de desmaiar.


Notas Finais


O prolixo capitulo está em andamento, mas enquanto isso comentem o que estão achando, grato por tudo.


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