História .bathroom of pervertion - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 58
Palavras 742
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 1 - Único.


Tínhamos duas aulas pela frente. Digo, o tempo de duas aulas para nos divertirmos. Fabrício e eu saímos logo após começar a primeira aula do dia e nos encontramos no banheiro do espaço dos estudantes. Normalmente haveria muitas pessoas por ali, mas estávamos em período de provas, então, por sorte, todos estavam mais preocupados com seus desempenhos na faculdade.

Nós já namoramos desde o começo do ano, cinco meses. Seus olhos azuis foram o que mais me chamaram atenção de início. Inventei desculpas para ter contato com ele, até que em uma das primeiras festas da faculdade nós ficamos. Seus amigos diziam que era bobagem namorar no início da faculdade, que festas como aquelas seriam fartas e que muitas garotas estão ali só para satisfazê-los. Bobagem é pensar dessa forma. Tenho certeza que nos divertimos muito mais juntos.

Como é normal em qualquer lugar que seja gerenciado por estudantes, aquele banheiro era um nojo. Banheiro para homens e mulheres, algumas cabines sem portas, outras com portas quebradas, aparede toda pixada, tábuas do vaso sanitário quase todas quebradas. Mas nada disso foi impeditivo.

Quando cheguei ele já estava lá. Olhando com aquele brilho irresistível, sugerindo todas as sacanagens que estávamos prestes a fazer. Fui correndo ao seu encontro, dando-lhe um beijo e um abraço bem quentes. Sentia seus braços fortes circulando meu corpo e sua mão ossuda agarrando minha carne farta.

Não sou gorda, mas sou meio cheinha. Tenho seios grandes, dos quais sei usar muito bem para conseguir o que quero. Longos cabelos negros e lisos e olhos castanhos. Mas o que mais se destaca em mim são minhas coxas grossas e minhas nádegas carnudas. Costumo usar calça legging, causando suspiros pelo campus.

Fabrício apertava cada centrímetro quadrado do meu traseiro com força, como se estivesse faminto. E com sua mão esquerda apertava minha nuca contra seu rosto. Eu mordia seus lábios sorrindo, cheia de tesão.

Ele tomou a iniciativa. Me virou de costas violentamente, apoiou-me no separador da cabine, abaixou minhas calças e, admiravelmente, veio ao encontro de meu antro, que nesse momento já vertia quantidades fluviais de minha essência. Sorveu cada mililitro cúbico do líquido, deixando sua saliva em troca. Minha respiração oscilava a cada vez que a aspereza de sua língua raspava em meu clitóris.

Eu estava em êxtase. Senti-me na necessidade de retrucar. Vire-me, desci suas calças e vi aquele falo de dimensões anormalmente grandes vindo em minha direção. No mesmo instante o envolvi com meus lábios úmidos. Succionava com força e estremecia a cada gemido dele. Suas mãos seguravam meus cabelos com força, fazendo o movimento de vai-e-vem.

Ele não podia gozar agora. A melhor parte estava por vir, ainda. Tirei minha boca aveludada do seu instrumento e me virei novamente, empinando minha bunda e sugerindo o que eu queria. Não precisei falar nada. Logo senti aquele membro duro atravessando a porta de entrada bem devagar. Tinha a impressão de sentir cada veia e imperfeição de seu pênis esgueirando-se em minhas paredes internas. Um calor imenso tomava conta de mim.

Com sua mão esquerda Fabrício encontrava-se com meu seio. Focava seus dedos no meu mamilo destacado pela camiseta. O som rítmico e contínuo de um “fap” ecoava pelos azulejos do local.

Certo momento senti um dedo circundando meu ânus. Tenho muito prazer nessa área. Embora não goste de sexo anal propriamente, um dedinho ali faz toda a diferença. Seu dedo estava molhado e quente. Deslizava com facilidade, porém não entrava mais que a pontinha. Comecei a massagear meu clitóris para obter o máximo de prazer possível.

Fabrício foi aumentando o ritmo e, ao som de conversas ao fundo, foi me deixando na reta final para um orgasmo sublime. Ele já estava quase gozando. Enquanto apertava meu seio com uma mão e acariciava meu orifício com a outra, respirava muito forte em meu pescoço. Dava umas lambidas e chupadas ocasionais. O som ao fundo aumentava gradualmente.

Não consegui segurar uns gemidos agudos e rápidos. Juro que podia ver as cores mais vivas nesse instante. Gozei como nunca. Molhei minha mão e suspirei mas Fabrício não parava. Estava muito rápido e murmurava palavras obscenas em meu ouvido. Foi quando percebi que ele saiu de mim bruscamente e senti seu esperma quente em pressão acertar minhas costas.

Muito rapidamente limpei seu leite quente com minha camiseta e vesti-me. As vozes finalmente chegaram ao local. Ficamos quietos escondidos dentro da cabine. Felizmente sairam de lá, aparentemente eram apenas alguns funcionários passando por perto. Ficamos assustados por um momento, mas então rimos e nos abraçamos. 


Notas Finais


Uma merda eu sei kk


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