História Batidas do Coração- Jikook - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Namjin
Visualizações 72
Palavras 3.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente que capaz bad e lindo..... Sou indecisa em relação ao que sinto com essa fic, sempre choro com ela😭😭😭😭mas amo tanto ela.....

Capítulo 14 - Capítulo 14


Fanfic / Fanfiction Batidas do Coração- Jikook - Capítulo 14 - Capítulo 14

JIMIN


I know I don’t know you

But I want you so bad

Everyone has a secret locked

But can they keep it?

Oh, no, they can’t.

(Maroon 5, “Secret”)


Estou na recepção da agência de publicidade da minha família, aguardando meu avô terminar uma reunião. Uso uma bermuda beji, e uma polo branca. O All Star preto foi presente da vovó.

A recepcionista diz que posso entrar, e assim que ele coloca os olhos em mim seu sorriso surge.

— Anjo, sabe que fico triste quando preciso ligar para que você venha aqui. — Ele me abraça e a razão de eu fugir está aí. Seu cheiro, sua postura e seu tom de voz são iguais aos de meu pai, apesar de serem pessoas diferentes, tanto em personalidade quanto em aparência. — Sua avó também está com saudades. Você e seu irmão não podem se isolar assim. Aliás, não gostei nada do seu irmão cancelar o almoço. Ele disse que passa em casa depois, mas fiquei decepcionado.

— É uma fase complicada. — Eu o observo se sentar outra vez e apontar para a cadeira vaga de frente para a sua. — A gente não ia almoçar?

— Vamos, sim. Só estou esperando uma pessoa.

Eu me sento, ajeito a bermuda, passo os olhos pela mesa perfeitamente organizada e vejo a foto de minha família, que antes ficava na mesa do meu pai.

— Como está sua mãe? — ele pergunta, entrelaçando os dedos e descansando as mãos sobre o colo.

— Daquele jeito... — O que dizer?

— Ainda acho que devíamos mandá-la para uma clínica. Assim ela receberia todo apoio possível. — Ele se inclina mais para perto de mim, tentando segurar minha mão sobre a mesa.

— Ela não aceitaria. — Eu me afasto. Ninguém vai internar minha mãe.

— Podemos fazer isso sem a autorização dela. — Ele quer me convencer.

— Não. — Fico ereto na cadeira, na defensiva.

— Hoje é um dia especialmente difícil para a sua mãe.

Expresso confusão ao olhar para ele. Não sei do que está falando.

É o dia em que ela e o seu pai se conheceram.

Eu não fazia ideia. Meu vô tem uma memória surpreendente.

— Ela estava a mesma quando saí. — Não que isso seja bom. — Vou voltar para casa depois do almoço e passar o resto do dia por perto.

— Soube que você tem saído bastante... — ele comenta, aproveitando o tema. Vovô é muito bom em jogar o tema certo na hora certa, preparando a pessoa para tocar no assunto que ele quer.

— Na verdade, passei o último mês praticamente todo em casa.

— Exceto pelos últimos dois dias. — Ele pega algumas folhas de papel. — O relatório de entrada e saída da casa mostra horários preocupantes.

— Vovô, você sabe que é errado controlar nossos horários. Meu pai nunca fez isso. Não somos mais crianças. — Meu tom é brando e cuidadoso. Se eu despertar sua curiosidade, será pior.

— Vocês sempre serão minhas crianças. E já perdi uma esse ano, não quero perder outra. — Ele se refere, claro, a meu pai, tocando bem no ponto fraco.

Ai, Deus. Está para nascer homem mais esperto que esse.

Encaro seus olhos castanho-claro por trás dos óculos de leitura enquanto ele os ajeita. Os cabelos cinzentos lhe dão um ar austero que poucos têm coragem de enfrentar.

— A gente se cuida bem.

— Ah, sim. Chegando completamente alcoolizado de manhã, como o seu irmão, ou na garupa de uma moto de madrugada, como você — ele diz tranquilo, como se me oferecesse um algodão-doce quando eu era mais novo.

Ai, droga! Ele quer me pegar.

— Um amigo me deu carona. Você sabe que eu não sei dirigir.

— Certo... E suponho que o cartão com limite nas alturas que você tem não dava para pagar o táxi.

Ele me pegou. Não posso dizer que estava em um local em que seria perigoso esperar um táxi ou ele arranca meu couro. E dizer que quis voltar com Jungkook da segunda vez seria ainda pior.

— É só um amigo. — Estou tão aflito que quero apertar as mãos, mas, se eu fizer isso, o ninja/agente secreto/superprotetor do meu avô vai perceber que estou mentindo.

— Não quero a meu netinho montado na moto de amigos. Muito menos de madrugada.

Cruzo os braços. O próximo passo é levantar o queixo para ele, mas ainda tenho amor à vida e me contenho.

— Só tenho que me preocupar, já que você terminou com o Taemin também.

— Eu não amo mais o Taemin, vovô.

— Tudo bem. É justo. Se não ama, não tem que ficar junto. Mas precisa sair com alguém tão oposto? — Não respondo. — Meu querido, acredite, eu sei como funcionam garotos assim. Como é que vocês dizem nos dias de hoje? Bad boy! — Ele dá uma risada, que de cômica não tem nada. — Você está falando com o pai de todos eles. A quem acha que seu irmão puxou? Não foi ao jeito tranquilo do seu pai. — Reviro os olhos. — Park Jimin!

Pronto, meu nome completo. Logo mais ele vai querer me deixar de castigo. Vai ficar querendo. Gostaria que a vovó estivesse presente. Ela já o teria contido. Ou meu pai... Meu pai resolveria tudo. Ele diria que não adianta querer segurar um jovem, que se aprende vivendo e que às vezes não dá para dizer que alguém vai bater a cabeça, quando a natureza da pessoa é ter vontade de arriscar.

— Desculpa, vô. Sei que você se preocupa, mas estou tomando cuidado e também estou acompanhando o Tae. Ele não chegou bêbado hoje, só chegou de manhã. É normal. Não é porque eu nunca fiz isso antes que não possa acontecer agora.

— Não, não pode. Vocês são crianças e precisam de rédeas. — Ele apoia as duas mãos na mesa.

— Sei que você se preocupa com a gente e agradeço por isso, mas dizer que somos crianças não funciona mais. A vida pouco se importou se éramos ou não crianças quando levou o nosso pai, e continua não se importando em nos deixar sem mãe. Somos adultos, vô. Fomos forçados a ser.

Enquanto falo, ele apenas me observa atentamente. Quando acho que vai dizer algo, a porta se abre e eu olho para trás.

— Tio Jaehyun! — digo enquanto abraço meu padrinho.

Algo que poucas pessoas sabem é que meu pai cursou dois anos de direito antes de mudar para publicidade, e foi lá que conheceu Min Jaehyun, que se tornaria seu melhor amigo, pai do Jin e do Yoongi e meu padrinho.

— Boa tarde, Jaehyun — vovô o cumprimenta, já em pé. — Vamos almoçar. Preciso que me ajude a colocar algum juízo na cabeça do meu neto.

Então, vovô tem um plano. Eu sabia!

Durante o almoço, a conversa flui mais tranquila. É um pouco difícil para tio Jae me dizer o que fazer, quando ele é pai do Jin e todo mundo sabe a liberdade que ele tem. Podemos dizer o mesmo de Yoongi, que, aos dezesseis anos, simplesmente deixou o país e foi morar com o tio na Inglaterra.

Por tio Jae, sei que eu teria mais liberdade. Ele me aconselharia muito, mas me deixaria viver. Já o vovô... Este quer me prender em uma torre.

Quando eles já estavam tomando café e eu mexia no celular para ver se tinha alguma mensagem, vovô soltou o que estava guardando:

— Então, Anjo, o que você perdeu no ponto cego ontem de madrugada e por que o seu amigo o ajudou a procurar?

Meu Deus! Sinto como se o restaurante estivesse em um vácuo e eu não conseguisse respirar.

Tio Jae olha de mim para o meu avô. Ele sabe. É claro que sabe.

— Sungmin, você está constrangendo o Jimin. É desnecessário. — Ele coloca a xícara de café vazia sobre a mesa.

— Oras, só quero saber. Tenho que zelar pelas pessoas que amo.

— Tem, mas não assim. — Tio Jae toca meu ombro e afasta meus cabelos, algo que meu pai sempre fazia. — Chim, estamos preocupados. É a nossa obrigação. O Yoongi também está. — Yoongi devia ser preso por fofocar. — Não queremos que você se machuque.

— Eu não estou fazendo nada de mais, tio. É só um amigo. — Eu sei que não é totalmente verdade, mas o que nós somos? — Ele entende o que eu sinto. — Se pudesse, meu avô soltaria fogo pelos olhos. — Estamos nos conhecendo.

— Eu sei. Só tome cuidado. E, se vocês saírem desse “nos conhecendo” — ele faz um sinal de aspas com as mãos —, quero que marque um almoço para que eu possa conhecer o rapaz. Não do mesmo jeito que você, é claro.

Muito amor por tio Jae, que conseguiu fazer um momento horrível explodir em risadas.

Meia hora depois, eu me despeço dos dois. Meu avô ainda está contrariado, mas não há nada que possa fazer. Estou me afastando quando o escuto dizer a tio Jae:

— Você é mole demais. Hora de acionar o plano B, Jaehyun.

🎸

Lanço um olhar irritado para os seguranças quando entro em casa. Na sala, Tae está deitado no sofá, me esperando.

— E aí, como foi? — ele pergunta.

— Passei no interrogatório, por enquanto, mas só porque o tio Jae estava lá. — Eu me sento a seu lado, mas logo me levanto. — Tae, você viu a mãe hoje? O vô disse que hoje é aniversário do dia em que ela conheceu o pai e estou preocupado.

— Passei pelo quarto dela mais cedo. Tudo fechado.

Sinto um calafrio.

— Vou lá ver como ela está. — Eu me levanto e subo a escada rapidamente, com Tae atrás de mim.

A porta está fechada, como sempre, e batemos algumas vezes, sem resposta. Giro a maçaneta devagar. Escuridão e silêncio. A luz do corredor penetra no quarto como fantasmas em trevas.

Eu me aproximo da cama lentamente, piso em algo duro, quase caio e seguro em meu irmão.

Minha mãe está deitada na cama; toco seu braço e a chamo baixinho. Ela não responde. Troco um olhar com Tae e encosto a ponta dos dedos no rosto dela. Tão gelada...

— Tae, acende a luz! — digo e me sento ao lado da minha mãe, já chacoalhando seus ombros, precisando que ela fale comigo. Mais silêncio.

A luz revela uma verdade assustadora: vários frascos de comprimidos caídos no chão. Desesperado, eu me ajoelho e os pego. Estão vazios. Olho para Tae, estendendo um deles. Ele me olha boquiaberto, entendendo, mas não querendo entender. Eu me viro para a cama outra vez e vejo o braço da minha mãe caído para o lado.

Dou um pulo e toco sua pele fria e extremamente pálida. Seu rosto tão bonito não é mais do que um espectro do que já foi um dia. Minha mãe... Cubro a boca, implorando a Deus que não me deixe entrar em choque.

— Chama uma ambulância, Taehyung Agora!

Meu irmão pega o telefone correndo e o derruba no chão, assustado. A bateria vai parar do lado oposto do quarto. Ele corre à procura de outro aparelho.

Continuo tentando acordar minha mãe. Tento infinitas vezes, as lágrimas turvando minha visão. Não, de novo não. Não posso perder outra pessoa. Minha mãe não pode nos deixar também.

Eu imploro, choro, grito, mas ela não abre os olhos.



JUNGKOOK


How I wish

How I wish you were here

We’re just two lost souls

Swimming in a fish bowl.

(Pink Floyd, “Wish You Were Here”)


Um barulho ensurdecedor me acorda. Como se milhares de sinos estivessem tocando juntos. Eu me levanto devagar e empurro a garrafa para o lado com mais força do que desejava. Ela se choca contra o chão e se quebra.

O barulho não para. Não para. Não para.

Eu me levanto em um pulo, sentindo a cabeça doer e um gosto horrível na boca. Então vou rápido até a porta e piso em um caco. O vidro corta minha pele. Uma lembrança da dor que o seu conteúdo ajudou a levar para longe na madrugada.

O relógio mostra onze horas da manhã. É cedo.

O telefone — agora sei que é daí que vem o som — não para. Levanto o pé, arranco o caco e caminho pingando sangue até o aparelho.

— Alô.

— Filho, desculpa te acordar. Sei que você trabalha à noite.

Minha mãe. Toda a culpa que preciso agora.

— Não tem problema, mãe. Tá tudo bem?

Meus olhos ardem com a luz e pisco várias vezes para me acostumar.

Baek está dormindo como uma rocha no sofá. Preciso comprar um sofá- cama.

— Está sim, anjo, não se preocupe. É uma boa notícia. Sabe o Zico, que trabalha no posto de gasolina perto do seu trabalho, filho da Young, minha amiga?

— Sei. — Se minha mãe ligou para falar da vida alheia, eu me jogo pela janela.

— Ele disse que tem uma vaga de dia lá pro Baek. Que quer conversar com você primeiro, que precisa de um favor. Só não me disse o que era.

Eu sei o que o Zico quer, e ele tem que ser muito filho da puta para usar minha mãe para me pedir droga.

— Vou lá falar com ele, mãe, mas tô tentando arrumar algo fixo pro Baek no bar.

— Ah, filho, eu prefiro que ele trabalhe de dia.

— E eu prefiro que ele trabalhe perto de mim.

Nem a pau que ele vai ficar com o Zico. Não sou uma boa influência, mas o Zico é conhecido em todos os pontos de drogas e isso não é nada bom.

— Você pode, pelo menos, ir falar com ele?

Meus motivos são diferentes dos dela, mas eu vou, sim.

— Daqui a pouco eu saio. Vou só tomar um banho. — E beber mais para não aumentar a ressaca.

— E quando vem me ver?

— Em breve, mãe, em breve.

🎸

Uma hora depois, estaciono a moto no posto. Zico está conversando com um colega de trabalho e para quando me vê.

— E aí, Kook, quanto tempo...

Eu o pego pela camisa e o encosto na parede.

— O que aconteceu quando você me pediu pó da última vez?

— Eita! Calma! — ele ergue as mãos, assustado.

— O que aconteceu?

— Você não quis me dar. Ficou regulando.

— Não sou traficante, Zico! Porra! Te conheço desde moleque. Nunca que vou te dar droga.

— Mas você usa.

Eu o encaro tão violentamente que ele retira o que disse.

— Tá bom, tá bom. Foi vacilo meu.

— Depois você vai dizer pra minha mãe que se enganou e que a vaga já foi preenchida. Nem a pau que o meu primo vai trabalhar com você.

— Beleza, eu digo. — Ele não para de balançar a cabeça.

Eu o solto como se nada tivesse acontecido e começamos a falar de outros assuntos. Ele me apresenta para seu colega de trabalho e diz que não foi dessa vez. Eu entendo e quero descer a porrada nele por fazer propaganda de que eu ia trazer alguma coisa, mas relevo. É só mais um moleque perdido.

— Aproveita que tô aqui e abastece a moto pra mim — digo, bebendo um copo de água, sentindo meu corpo pedir mais líquido a cada segundo.

Depois de pagar, subo na moto, dou partida e estou quase saindo quando uma Ducati nova para perto de mim. Minha admiração pela moto se perde ao ver o motorista tirar o capacete. É o moleque que apostou um racha na avenida e causou a morte de quatro pessoas da minha família.

Nem penso. Desço da moto, tiro o capacete e dou um murro na cara dele. Ele desmonta no chão. O outro frentista tenta se meter e Zico o segura. Ele sabe que, se estou batendo, é porque o cara merece.

— Lembra de mim? — pergunto quando ele tenta se levantar, com o nariz quebrado, jorrando sangue e empapando a camisa de marca.

— Pode levar a moto — ele estende as chaves.

— Não é um assalto, seu filho da puta! — E lhe dou um chute no estômago.

Mal posso acreditar que ele não se lembra de mim. Como quatro vidas podem significar tão pouco a ponto de ele não ter meu rosto gravado na mente? Não é a primeira vez que ele apanha de mim.

Ele se levanta, cambaleando, e tenta me bater. Desvio e o acerto de novo. O sangue respinga na minha camiseta. Pouco me importa. Bato sem parar, até que ele cai outra vez. Subo em cima, disposto a matar o cara. Não consigo parar. Posso acabar preso, e ele nunca vai ser condenado pelo que fez. Isso me revolta ainda mais.

Algumas pessoas passam e observam, mas Zico trata de tirar todo mundo dali. Ele me conhece. Sabe o que pode acontecer. O moleque está caído, sem forças para tentar me acertar, e só penso em vê-lo morto. Se ele morrer minha dor vai passar? Se ele morrer minha

família terá sido vingada?

Meu celular vibra no bolso. Ignoro, mas ele não para. Sei que, se eu bater a cabeça desse garoto no chão, vou matá-lo. E estou a um passo disso quando escuto Jimin perguntar em minhas lembranças: Você já matou alguém?

Paro. Minha respiração está acelerada.

O moleque está caído.

O celular não para de tocar.

Estou perdido.

Estou morto.

Atendo.

Respiro.

É ele.

— Kook, minha mãe está no hospital. Ela tentou se matar. Não sabem se ela vai sobreviver. Vem pra cá, por favor. Vem pra cá.

Ele diz o nome do hospital e continua falando, mas não respondo.

Desligo.

Olho para o garoto caído, para minhas mãos cobertas com o sangue dele.

Preciso escolher entre arrebentar o cara que matou minha família — e talvez chegar a um limite que nunca ultrapassei — ou ir confortar Jimin.

  Parte de mim quer mandar tudo à merda e acabar com esse cara, não importa quanto tempo eu passe na cadeia por isso, mas outra parte sabe que, se eu ficar preso, Jimin vai ficar sozinho. Então não tenho dúvida: escolho ele.


Notas Finais


JIMIN: (Eu sei que não te conheço/Mas te quero tanto/Todo mundo tem um segredo guardado/Mas conseguem mantê-lo?/Ah, não, eles não conseguem.)


JUNGKOOK: (Como eu queria/Como eu queria que você estivesse aqui/Somos apenas duas almas perdidas/Nadando em um aquário.)


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