História Battle of Dominance - Capítulo 1


Escrita por: e jihanxxx

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Johnny, Lucas
Tags Choking Kink, Dirty Talk, Hard Lemon, Johncas, Johnny, Lucas, Pwp
Visualizações 705
Palavras 5.298
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Lemon, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


⚠ Essa fanfic não tem o intuito de fazer apologia ao estupro e nem à violência, o ato e o tratamento utilizados na estória são feitos sobre consentimento — ou seja, o Lucas da estória gosta de ser tratado dessa maneira, isso NÃO É um estupro. Isso é um fetiche, caso tenha dúvidas procure saber sobre. Caso não goste desse estilo de escrita pesada, aconselho que não leia.

Boa leitura ♥

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Yukhei deixou um gemido sôfrego escapar dentre os lábios ao sentir suas costas baterem com violência contra a parede, provocando um baque surdo que reverberou pelo quarto. Mas não teve muito tempo para reclamar ao sentir a boca macia de Youngho contra a sua. Os dedos longos se entrelaçaram aos cabelos macios do americano, que segurou com firmeza sua cintura, apertando-a sem nenhuma discrição. Não fazia questão de medir sua força, tendo plena consciência de que provavelmente deixaria marcas de seus dedos na cintura do chinês, mas ele não via problema nisso, ele queria que qualquer outra pessoa pudesse olhar os hematomas em sua pele e ver que foram adquiridos em uma noite prazerosa, com direito a camas batendo sem qualquer cuidado contra a parede e gritos emitidos pela boca gostosa de Lucas. Queria que vissem que todos vissem que Lucas tinha um dono, que sabia fodê-lo da forma a que era digno.

“Hmm, v-vai com calma”, pediu com a voz quebrada quando se separaram, gemendo baixo ao sentir o lábio inferior sendo sugado por Johnny, que desceu a boca pelo pescoço de pele amorenada de Lucas, distribuindo beijos apressados superfície macia, fazendo com que Yukhei se acabasse em arfares e ofegos necessitados quando acabava por chupar a cútis entre os dentes, mas não com força suficiente para deixar uma marca escura. Seo sentia o corpo mais leve e seu sistema nervoso parecia acalmar-se à medida que inspirava o cheiro natural do corpo de Lucas.

“Foda-se”, disse apenas, encarando rapidamente para os olhos de Yukhei, não se demorando em desviar o olhar para a boca gostosa do chinês, lambendo os próprios lábios vermelhos, enchendo-se de vontade de beijá-lo mais uma vez. E juntando outra vez os lábios, já pedindo passagem com a língua e explorando a boca de Lucas com sensualidade em meio a pressa. Johnny desceu as mãos até as coxas cobertas pela calça jeans justa, impulsionando o corpo de Lucas para cima, até que este estivesse com as pernas entrelaçadas ao redor de sua cintura, com os braços ao redor de seu pescoço.

“Eu senti tanta saudade, hyung...”, resmungou com um tanto de manha no tom de voz, sendo jogado na cama do quarto logo em seguida. Johnny não demorou em sentar em cima de suas coxas e a beijar seu pescoço com vontade novamente, enquanto Yukhei deslizava a jaqueta xadrez pelos ombros largos do mais velho.

“Pensei que sua puta estava te saciando. Qual o nome dele? Marcus?”, ajudou Lucas a tirar a jaqueta, já que estava com as mãos meio trêmulas, aproveitando para tirar a sua camiseta juntamente da de Lucas, que bagunçou mais os fios macios de Johnny quando agarrou seus cabelos ao senti-lo deixando beijos pelo peitoral do chinês, que tremeu nas mãos do americano quando a respiração dele chegou próxima de seu mamilo.

“Hmm, você sabe que não... Nenhum outro pode me satisfazer como você, Johnny-ah”, deixou um gemido escapar de sua garganta ao sentir o mais velho contornar a língua torturantemente ao redor de seu mamilo, puxando-o com cuidado entre os dentes e chupando-o com força em seguida. Passara a deslizar a língua pelo botão, sempre mantendo o contato visual com Lucas, aproveitando para soprar o local molhado, tendo uma reação imediata de Yukhei, que ergueu as costas e gemeu todo manhoso.

“Isso mesmo, amor. Porque nenhum outro garoto da sua idade sabe te foder como eu sei. Sabe por que? Porque eu sou o seu homem”, sussurrou próximo de seu ouvido, continuando a estimular o outro mamilo ao arrastar a pontinha da unha por ele. “Você não se contenta com pouco, não é? Te mimei para ser uma vadia gulosa, boneca”, xingou, levando a mão grande até o pescoço de Lucas, pressionando-o sem exercer muita força.

“Ahm..., mas o Mark não é de todo ruim, sabia Johnny?”, resolveu provocar com um sorriso de lado no rosto, colocando as mãos sobre a do americano, mas sem a real intenção de retirá-la dali. Seu maior fetiche era ser asfixiado. “Ele me fode com força enquanto aperta meu pescoço sem dó. Ele não me tortura ou vai lento, ele só me come com a força que eu mereço, hyung. Ele enfia bem fundo e não reprime meus gemidos... Ele me asfixia até eu gozar enquanto eu quico no pau dele sem parar...”, a medida que as palavras iam se desprendendo de suas cordas vocais, a pressão ao redor de seu pescoço ia aumentando, de forma que perdesse a respiração facilmente, ao passo que tinha de lutar para levar ar aos seus pulmões. Seus membros se debatiam na cama, mas o seu pau pulsava dentro da cueca, deixando-a molhada com o pré-gozo que pingava de sua fenda.

“Cala a boca, sua vadia de merda!”, cuspia as palavras em seu rosto enquanto levantava a cabeça do chinês segurando pelo pescoço até que os lábios estivessem a uma distância mínima. Apenas alguns milímetros para que pudessem se tocar... “Eu sei que você está blefando para me deixar puto e te destruir agora. Pois saiba que você conseguiu me irritar. Mas sabe por que sei que está fazendo isso, hm?”, perguntou mesmo sabendo que Yukhei não teria condições de responder. Este que apenas negou em um movimento de cabeça. “Porque ninguém consegue te fazer gritar como eu faço. Porque ninguém pode te levar ao delírio ou fazer você se desesperar e contorcer todinho na cama, doidinho por um pau enfiado bem fundo nessa sua bunda, ‘tá entendendo? Ouviu porra?!”, gritou para larga-lo com brutalidade na cama, puxando sem qualquer cuidado sua calça para baixo. Devido à brecha, o chinês pôde respirar normalmente, puxando o oxigênio com tanta força para dentro de seus pulmões que sentiu o órgão arder.

Olhou rapidamente para um espelho que fazia em frente a cama, vendo as marcas arroxeadas ao redor do pescoço, tocando-as com as pontas dos dedos e sentindo todo o corpo estremecer ao relembrar como foram feitas. Quando recobrou os sentidos, já se encontrava somente de boxer, com Johnny sobre si apenas vestido com uma calça, fitando-o com uma raiva palpável. Os olhos do castanho pareciam brilhar e sua expressão tornou-se chorosa, pidona... submissa. Seo franziu o cenho, tentando ler as írises do mais novo, frustrando-se ao não conseguir fazê-lo, apenas via um olhar que esboçava sujeição. E embora isto não fosse nada comum para Yukhei, Johnny não poderia estar gostando mais dessa situação como agora.

“Sim, hyung, eu estava blefando... E-Eu só queria te provocar. Por favor, me deixe desculpar-me apropriadamente com você. Prometo sentar com força no senhor”, deixou pequenas lágrimas se acumularem em seus olhos, fitando Youngho todo pedinte e afetuoso, segurando na nuca do moreno com ternura, não desviando o olhar em nenhum momento durante o pedido. Youngho sentiu o coração acelerar dentro das costelas ao ver o rostinho bonito com expressões tão verdadeiras e delicadas, implorando para que pudesse fazer algo, coisa que nunca tinha feito antes – digamos que implorar não era do feitio de Yukhei. “P-Por favor, hyung, por favor...”, continuou suplicando, aproximando ambos os rostos, como se necessitasse do beijo, dos toques e do pau de Johnny empalando-o o mais fundo que conseguia para que pudesse sobreviver. O americano encontrava-se perdido, completamente levado pelas emoções. Não conseguiu manter a postura dominante ao sentir o coração amolecer e a vontade e afobação de foder Lucas crescendo com cada vez mais intensidade em seu corpo.

Inverteu então as posições, ficando por baixo do chinês, que ajeitou as pernas ao redor de seu tronco, sentado perfeitamente em cima de seu colo. “Eu vou pegar o lubrificante, okay?”, avisou com a voz calma, recebendo um aceno de Johnny que murmurou um “seja breve”. Yukhei abaixou-se, até que sua mão alcançasse a gaveta onde estava o lubrificante. Abriu-a e pegou algo que certamente não era o tubo que continha o líquido transparente. Johnny ouviu um som metálico muito suspeito e perguntou irritado que merda estava havendo, mas subitamente teve os braços imobilizados e juntos contra a cabeceira da cama. Tudo aconteceu tão rápido que só foi perceber que estava preso quando escutou o clic das algemas ao redor de seus pulsos.

“Que merda ‘cê ‘tá fazendo, Lucas?!”, perguntou completamente puto, agitando o corpo e fazendo um barulho alto devido o atrito do metal contra a madeira da cabeceira. Sua calça também fora puxada com brusquidão para baixo, que nem fora feito momentos antes com Yukhei, que sentiu a boca salivar ao ver a ereção bem marcada na boxer branca.

“Calminha aí, bonitão. Ou vai acabar se machucando, babe”, no momento que Johnny provavelmente o xingaria de todas as palavras de baixo calão existentes nas línguas que conhecia, Lucas calou-o com um beijo, tão tendo problemas em rebolar o quadril para a frente e para trás sobre a ereção de Youngho enquanto chupava pornograficamente sua língua, enquanto segurava em seu queixo sem nenhuma diligência – chegando até mesmo a deixar as marcas em forma de meia lua de suas unhas na bochecha do mais velho.

Desfrutou do momento para tirar a própria cueca e coloca-la na boca de Youngho, tentado a calar todos os xingamentos que pudessem ser desferidos contra si. Segurava na cintura de Johnny como apoio para que tivesse mais mobilidade para prosseguir com os movimentos circulares no membro do americano, arfando em puro deleite ao sentir o pau duro arrastando-se de forma tão indecente pelo vão de suas nádegas, sentindo-se contrair quando a glande coberta pelo tecido acabava por resvalar em sua entrada. Podia vê-lo acalmando-se aos poucos quando os ombros relaxaram e parou de tentar livrar-se das algemas pela força bruta. Passou até a gemer contra a peça de roupa que servia como mordaça, rebolando também o quadril quando Lucas passou a imitar quicadas em cima de seu pau.

“Sabe, hyung...”, começou a dizer, parando completamente com seus movimentos, descendo o corpo até estar com o rosto tão próximo da altura do ventre de Johnny, que o moreno podia sentir seu nariz tocando-o. “Você sempre teve uma bunda gostosa demais para não ser fodida com força, sabia?”, perguntou retoricamente, erguendo o quadril o mais alto que sua coluna disponibilizava, ficando com a bunda bem empinada, tentando Johnny de forma que este teve de erguer o pescoço para observá-lo rebolando o quadril suavemente. Deslizou a língua pelo volume coberto pela boxer, sentindo a umidade na ponta do músculo. “Fica de quatro”, mandou.

O americano negou em um movimento de cabeça, sendo teimoso em não aceitar as ordens vindas de Yukhei, que apenas riu sarcasticamente e passou a mão pelos cabelos sem paciência.

“É melhor você se virar logo e empinar bem essa bunda enquanto eu estou com paciência, ‘tá me entendendo? Agora deixa de ser uma puta mimada e se vira”. Johnny choramingou por estar ferindo daquela forma todo o seu ego. Acabou por virar-se do jeito que dava por conta das algemas – que com a troca de posição, fizeram seus pulsos arderem. Esses que já deveriam estar ficando marcados por conta da fricção da pele sensível contra o metal frio –, pondo-se sobre os joelhos e expondo-se para Lucas, que sorriu safado e não mediu forças em dar-lhe um tapa na nádega direita, recebendo um grito surpreso como resposta. “Isso, baby, assim”, colocou a mão sobre as costas de Johnny, empurrando-a para baixo até que ele ficasse com o tronco rente à cama, mas o quadril bem empinado em sua direção.

“Caso contrário o que você pensa, eu infelizmente não vou te foder hoje. Ah, o por quê? Eu quero te torturar um pouquinho, amor. Te deixar com um gostinho de quero mais. Quero que você implore para eu te foder, o que só vai acontecer se você se sentir necessitado. E algo me diz que você vai gostar muito de ter algo enfiado nessa sua bunda”, declarou, estapeando novamente as nádegas branquinhas, distribuindo uma série de tapas, admirando a pele clara tomar um tom avermelhado e adquirir a forma de sua mão pesada. “Está gostando, meu amor? De ser espancado como uma bela vadia desobediente, hm?”, perguntou com a voz grossa, esfregando o polegar sem qualquer vergonha contra a entrada do mais velho, sorrindo malicioso ao senti-la retraindo pelo contato.

Johnny fez um ruído, como se desejasse falar alguma coisa. Yukhei acabou por atender seu pedido, tirando a boxer de sua boca e jogando-a atrás de si. O americano molhou os lábios antes de falar.

“A única vadia aqui nessa cama é você, Lucas. Não sou eu que sento em um pau a noite toda sem nem hesitar”, o chinês riu totalmente coberto de ironia, mordendo o lábio inferior por estar sentindo raiva. Aproveitou a fala de Johnny para molhar três de seus dedos com lubrificante.

“Ah é? Mas parece que não sou eu quem está preso e todo exposto, não é? Você não tem a mínima condição de debochar de mim, hyung”, pronunciou o apelido com escárnio, “Mas não tem problema, Johnny, porque não vai demorar muito para você implorar por um pau te fodendo o quão fundo conseguir. E concederei esse pedido porque sou muito bonzinho com meu hyung, claro”, riu alto e enfiou o dedo médio em sua entrada, aproveitando para curvá-lo dentro de seu interior, acabando por resvalar apenas levemente na próstata de Johnny, mas o suficiente para fazê-lo arquear as costas e soltar um gemido alto. Puta merda, ele não podia imaginar que aquilo era tão bom. “Está gostando? Aparentemente sim, porque você rebolando tão gostoso no meu dedo, sabia?”, Youngho parou imediatamente o que fazia. Não havia se dado conta que o seu corpo parecia ter passado a se mover sozinho, seu subconsciente em uma busca desesperadora pelo próprio prazer. “Não precisa ficar com vergonha, meu doce, eu sei que é gostoso. Vamos, você pode pedir por mais”.

“Vai se foder, Yukhei”, conseguiu dizer com o resto de consciência que ainda tinha. “Vai ‘pra merda, seu filho da pu-Ah!”, Lucas colocou os dois dedos que restavam assim que perdeu completamente a paciência que ainda lhe restava. Não era à toa que era conhecido por ser um esquentadinho. Estocou forte a entrada apertadinha, não se importando em enfiar com força e rapidez, socando seus dedos no interior quente, sem o mínimo de vergonha ou piedade. Sentia apenas mais vontade de fodê-lo ao ver Johnny arquear as costas e se contorcer todinho na cama, pedindo para que Yukhei parasse bem baixinho, mas não parecia ter a mínima vontade de que isso acontecesse, já que todo o tesão que estava sentindo, fazia seu corpo controla-lo e leva-lo a rebolar discretamente contra os dedos longos e deixar gemidos altos escaparem entre seus lábios.

“Parece que você gostou... Quer mais, amor? Quer a minha língua chupando esse seu cuzinho guloso, hm?”, perguntou com desfeito no tom de voz, tratando-o exatamente da forma como gostava de ser tratado por Johnny. Tirou depressa os dedos no interior do americano, separando suas nádegas e lambendo o vão entre elas sem um pingo de vergonha. Podia sentir o lubrificante já quente na ponta da língua enquanto se empenhava em lamber toda a entradinha avermelhada, batendo com força contra a bunda branquinha, enchendo-a de tapas a medida que chupava o buraquinho do mais velho, que tentava morder o próprio lábio inferior com força desmedida, mas não poderia se importar menos com o filete de sangue manchando o travesseiro de fronha clara. Preocupava-se apenas de empurrar seu corpo para trás para sentir a língua de Lucas estocando mais fundo dentro de si. Era tão bom sentir o músculo molhado se arrastando de si, chupando-o e lambendo-o que sentia o orgasmo vir mais rápido, mas droga, ele estava com o orgulho tão ferido agora. Achava que era um idiota por se lembrar da porra de sua honra prestes a gozar bem gostoso com Lucas fodendo-o com a língua, mas não podia deixar de querer vingar-se. Só queria joga-lo naquela cama e meter nele até aprender quem mandava naquela porra de relação. Youngho queria provar para Yukhei que era o dominante, porém ambos sabiam que era só o castanho engatinhar todo manhoso em sua direção e pedi-lo para foderem, que Johnny o faria sem hesitar.

“P-Para, para! Para, Lucas!”, pediu, jogando seu corpo para a frente, sentindo-o sair de dentro de si. Apenas enterrou o rosto no travesseiro e fechou as pernas, tentando expor-se menos. Odiava ter que fazer aquilo, mas teria de fingir-se de submisso e enganar Lucas assim como este fizera consigo. Bom, pelo menos ele iria tentar. “D-Desculpe... É só que eu estava prestes a gozar e eu não queria que acabasse agora”.

“Vira”, mandou, sendo obedecido sem resistência dessa vez, ouvindo apenas uma reclamação baixinha pela posição extremamente desconfortável. Segurou o rosto bonito pelo queixo, lambendo a linha do maxilar de forma libidinosa, fazendo-o cravar o olhar em seus olhos e ansiar por um beijo. “Resolveu falar todo mansinho comigo agora, hyung?”.

“Me solta, Lucas”, pedira com a voz calma, com uma expressão apelativa no rosto. O chinês arqueou uma sobrancelha em sua direção. Johnny engoliu em seco antes de continuar a frase. “Por favor...”.

“Olha, ‘tô gostando de ver. Mas por que eu o faria?”, perguntou sendo cruel, querendo ver Youngho pedir. Ele queria vê-lo implorar. Mas talvez fosse muito cedo para ele e para seu fodido orgulho.

“Por favor, Yuk... Sério, por favor”, pediu, sentindo algumas lágrimas se formarem no canto de seus olhos, mas não as derramaria nem sobre pena de morte. Poderia estar sendo exagerado, mas droga, Lucas sabia como era com seu brio. De repente sentiu um barulho vindo das algemas, afirmando que havia sido solto. Sua visão percorreram o rosto do chinês até chegarem nos olhos irônicos, que o encaravam como se dissesse: “E aí? Não vai se vingar?”. E com Johnny e toda a sua previsibilidade – pelo menos para Yukhei, que o conhecia como a palma de sua própria mão –, em questão de segundos ficara por baixo do americano, que se sentara em seu abdômen.

“Você poderia pagar um boquete ‘pra mim...”, disse de forma vaga, abaixando seu prepúcio e esfregando a glande contra os lábios de Lucas, que os abriu e colocou a língua para fora. “Hm, tão obediente, já sabe das minhas ordens..., mas acredito que você não esteja merecendo a minha porra, não é?”, declarou, movendo o quadril para a frente e para trás, batendo e roçando a pontinha do membro que gotejava pré-gozo na língua aveludada, jogando a cabeça para trás e gemendo rouco ao sentir a sensação maravilhosa.

Segurou nos cabelos castanhos de Lucas, que o encarou nos olhos, fazendo questão de chupar apenas a glande inchada, coletando as gotinhas do líquido transparente. Johnny encarou-o hipnotizado, enfiando mais um pouco de seu pau na cavidade apertadinha, mas puxou os fios macios para trás rapidamente, fazendo-o emitir um ruído de descontentamento e o som do pau molhado saindo de dentro da cavidade bucal de Yukhei reverberar pelo quarto quente.

“Vira e empina bem a bunda ‘pra mim. Agora é a minha vez”, mandou, pegando o potinho de lubrificante esquecido e despejando uma boa quantidade em seu pau. Lucas ainda ia virar a cabeça e perguntar o que ele pretendia fazer, mas parece não ter sido rápido o suficiente quando Youngho segurou em sua cintura e empurrou-se com tudo para dentro de Yukhei, ouvindo-o emitir um gemido alto e suas costas arquearem-se. “Não foi tão difícil entrar. Andou brincando com seu cuzinho esses dias? Sentiu saudades, não foi, babe?”, perguntou investindo de maneira áspera uma única vez contra o interior de Lucas, levando-o a gemer entrecortado. “Vamos, eu lhe fiz uma pergunta. Me responda, sua puta! Você acabou completamente com a minha paciência”.

“Você me chama de puta, mas estava parecendo gostar enquanto eu fodia você, não é?”, murmurou enraivecido com o rosto enfiado no travesseiro. Youngho irritou-se e embrenhou seus dedos nos cabelos macios novamente, puxando-o para trás sem piedade, fazendo Lucas gemer sôfrego ao sentir o couro cabeludo arder. Puxou sua cabeça até que o chinês estivesse com as costas coladas em seu peitoral, apoiando-se na cama como um cachorro tentando manter o equilíbrio. Johnny aproveitou da proximidade para poder investir o pau com força contra Lucas, levando-o a gemer todo manhoso ao sentir a extensão grossa alargando a entradinha apertada, que contraía-se de forma enlouquecedora contra o membro de Johnny, que tratava de descontar a sensação fora do normal que sentia na pele de Lucas, chupando o pescoço e pele dos ombros, o que fazia Yukhei arfar baixinho pela dor sentida entre os gemidos escandalosos e prazerosos quando a cabecinha de Youngho resvalava em sua próstata. “Merda, merda, enfia mais forte, mais rápido, vai. Ou você sente pena de me destruir, hein? Você não é macho o suficiente? Você não é dominante o suficiente para sentir pena de uma putinha!? Mete sem piedade, porra! Isso!”, pediu entre provocações, fazendo com que Johnny sentisse todo o sangue que percorria seu corpo ferver.

“Chega de você pagar de dominante aqui. Cala a porra dessa sua boca e só abre ela ‘pra gemer. Se você falar mais alguma coisa, vai se arrepender”, disse antes de jogar o corpo sem nenhuma gentileza contra a cama, que arqueou as costas de forma que os ossos se tornaram protuberantes. O quadril de Johnny passou a se mover em um ritmo grosseiro, de maneira que ouvia-se pelo quarto o som da pélvis do americano se chocando sem piedade contra a carne macia da bunda de Yukhei, que se contorcia na cama e gemia alto, apertando os lençóis entre os dedos e choramingando ao senti-lo surrar sua próstata com brutalidade. Uma onda de prazer percorria o corpo de Lucas e de sua boca só partiam gemidos desesperados e gritos de satisfação. “Vai, você senta em mim agora. E tem que quicar o mais rápido que puder, como uma cadelinha obediente”, disse quando teve Lucas já de frente para si, proferindo as palavras chulas com acidez com seus lábios próximos. O chinês apenas encarou-o necessitado, lambendo a boca gostosa de Youngho e mantendo a língua estendida, para fazer uma expressão brincalhona. Johnny juntou ambos os lábios e iniciou um beijo totalmente pornográfico, chupando a língua de Lucas e o lábio inferior, enquanto tratava de puxar os fios da nuca e arranhá-la o quanto conseguisse.

“Nada de me prender agora, entendeu?”, prendeu os pulsos de Lucas atrás de suas costas com uma de suas mãos, quando este já estava em cima de si. Segurou em seu próprio membro para que ele pudesse descer. Yukhei gemeu com dengo ao sentir a cabecinha se arrastar em contato com a entrada sensível. Passou a descer na extensão grossa, sentindo o próprio interior alargar-se e as veias parecendo crescer e sobressaltarem a medida que o pau de Johnny ia sendo apertado pelo buraquinho estreito de forma surreal. “C-Cadê toda a sua dominância agora, hein? ‘Tá se acabando em um pau grosso do jeito que você gosta, né sua vadia imunda!?”, deu um tapa no lado direito da cara de Lucas, não se preocupando em pegar leve e dar um tapa fraco. Exerceu força suficiente para que o rosto de Yukhei se movesse para o lado e sua face passasse a se avermelhar e adquirir a forma dos dedos grossos de Youngho.

O chinês apenas sorriu-lhe safado, com a boca aberta de tanto tesão, permitindo que até mesmo um filete de saliva escorresse por seu queixo, o que foi limpado segundos depois pelas costas de sua mão.

“Sabe...”, começou a dizer quando teve os braços soltos pela mão forte de Johnny, apoiando ambas as mãos no peitoral do americano, tratando de subir e descer com força, arfando pelos movimentos rápidos. “Quando a g-gente escapou do culto para fodermos no banheiro da igreja, enquanto eu me engasgava no seu pau...”, teve uma pausa para respirar, “eu ouvi o pastor falando algo que ficou na minha cabeça. ‘Ao que te bate numa face, oferece-lhe igualmente a outra’. Então, se você bateu em uma face, tem que bater na outra. Não precisa pegar leve, já que sei que você tem pen-”, sua fala foi cortada por outro tapa, dessa vez no lado esquerdo de seu rosto. “Ahm, isso Johnny, é disso que estou falando...”, gemeu manhoso, quicando com força sobre o americano, que segurou em sua cintura e passou a investir também o quadril para cima, fazendo Yukhei gemer alto e choramingar ao senti-lo acertando tão veementemente sua próstata e o empalando bem fundo.

“Eu não tenho pena de putas como você, Lucas...”, deu outro tapa no rosto que estava meio vermelho tanto pelos tapas quanto pelo tesão. Mas dessa vez deu um leve, apenas para atiçá-lo e fazer com que quisesse mais. “Mas você é só meu. Meu e de mais ninguém. Eu não costumo dividir minhas propriedades, meu amor. Cada centímetro do seu corpo pertence a mim”, disse sussurrado, sem forças para falar quando o seu corpo apenas era impulsionado para poder foder a bunda gostosa de Lucas, que se contraía propositalmente ao redor de seu pau, fazendo com que o americano tivesse de cravar as unhas curtas em sua cintura para descontar o seu descontrole.

“Mas v-você sabe que não sou como qualquer puta que acata suas ordens. Você também é totalmente meu. Estamos fadados um ao o-outro, Johnny-ah. Só eu sei te satisfazer e só você sabe me satisfazer”.

“‘Tá bom, ‘tá bom. Linda estória de almas gêmeas e tudo mais, mas agora só quica no meu pau, vai”, pediu, sendo prontamente atendido por Yukhei que tratava de sentar com força e quicar com rapidez no pau de Johnny como se precisasse desse ato para que pudesse respirar. Poderia quase sentir a cabecinha ficando inchada e isso o dava ainda mais vontade de ir mais rápido. Os músculos de suas pernas estavam doendo e implorando para um descanso, mas sua mente só implorava por mais e mais prazer, fazendo com ele implorasse por mais e mais fundo.

“J-J-Johnny...”, chamou em meio a um gaguejo, tendo uma onda de prazer espalhada por seu corpo ao senti-lo acertando tantas vezes o pontinho que o fazia ver estrelas. “Eu estou tão perto, por favor, deixe eu...”.

“Não, Lucas. Você vai gozar somente com um pau enfiado nessa sua bunda gulosa. ”, respondeu, totalmente rude.

“M-Mas eu não consigo...”, choramingou, deixando as lágrimas que se acumulavam em seus olhos escorrerem por seu rosto, formando uma trilha molhada de puro prazer por sobre as feições angelicais.

“Você consegue sim. Eu sei que consegue. Vamos, concentre-se nas sensações, Lucas. Nas sensações”.

Johnny queria apenas tirar uma foto de Lucas agora e emoldurá-la para olhar todas as noites antes de dormir. Seu menino estava tão lindo suplicando para gozar. Os olhões cheios de lágrimas, a boca vermelhinha de dando ser maltratada pelos dentes de Yukhei que tentava reprimir os gritos de forma falha, a rostinho bonito de alguém que um dia fora inocente todo molhado e sujo de pré-porra em mistura com as lágrimas submissas. Tinha o pescoço já cheio de hematomas sendo apertado novamente pela mão forte de Youngho, prendendo sua respiração e fazendo com que mais pré-gozo partisse de sua fenda. Deixava partir de sua boca gemidos cheios de dengo e choramingos suplicantes, sentindo-se salivar ao encarar a expressão de Johnny, que tratava de olhá-lo com fúria nos olhos e xingá-lo da forma mais chula possível. Mas droga, ele gostava tanto de levar uns tapas na cara, de ser chamado de vadia suja e de ser fodido com força, sem nenhum resquício de carinho ou de amor que seja. Youngho sabia exatamente como tratá-lo.

E foi olhando para a face desse falso anjo que Johnny lembrou-se de como tirara a sua inocência dois anos antes. Yukhei era um garoto tímido, recluso e muito inteligente, esbanjando roupas de grife e em como tinha de pagar uma alta quantia na escola particular, apesar de ser humilde e tentar ser normal como qualquer outra pessoa — recusava até mesmo os convites do pai de levá-lo para a escola, porque tinha um puta carrão. E no fim, acabava indo a pé. Lucas era só um nerdzinho estudioso, mas ele era bonito e gostoso demais para que passasse despercebido pela visão de Johnny, que era o total contrário de Yukhei.

Era um vagabundo que não completara a escola porque sua mãe achava mais interessante gastar o dinheiro da pensão do pai em drogas e bebidas do que pagar uma escola. Cedo saiu de casa e começou a tentar se virar, arranjando bicos e até mesmo se prostituindo. E foi em uma dessas ocasiões, em que estava no bar, tentando relaxar depois de finalmente sair dessa vida nojenta de prostituição que o avistou todo envergonhado no canto da boate, enquanto segurava no braço de seu amigo tailandês. Parecia assustado com todo aquele clima do lugar, onde dava para sentir o cheiro de sexo e maconha ao inspirar somente uma vez. E foi no banheiro daquele mesmo lugar que Johnny tirou a virgindade do nerd gostosinho e transformou-o naquela bela cadelinha pedinte e muitas vezes desobediente que era hoje. E Youngho não podia se orgulhar mais de tê-lo ensinado melhor.

“Isso, isso, hyung... Eu ‘tô perto demais... F-Fode com força, vai”, choramingou, sentindo uma dor incômoda nos testículos. Queria apenas descer a mão até ali e bater uma gostoso, já que estava tão duro e molhado que só faltava um triz para que pudesse gozar da forma mais intensa da sua vida. Mas foi só uma apertada forte em seu quadril e umas três investidas em sua próstata, que seu membro estremeceu e gozou no abdômen de Johnny, sujando-o todo com a sua porra. O americano veio alguns minutos depois, respirando ofegante.

Yukhei suspirou dolorido, trazendo o ar para dentro de seu corpo novamente, sentindo a pele do pescoço arder, mas de um jeito gostoso, de forma com que tivesse vontade de repetir tudo de novo. Youngho pegou alguns lenços disponibilizados do lado da cômoda do motel para limpá-los e ao final tinha um Lucas todo cansadinho deitado em seu peito, recebendo um cafuné gostoso nos fios macios.

“Yukhei... Eu estava pensando aqui que já estamos na hora de oficializar esse lance que temos. Estamos a tanto tempo juntos e eu queria que todos vissem que você tem um... companheiro ao seu lado”, pegou uma caixinha de veludo vermelho que havia deixado escondida atrás de uma caixa onde ficavam as camisinhas. “Eu acho que não sou muito bom com romantismo, mas você me aceitou assim. Então, hm... Você aceita namorar comigo?”, questionou assim que abriu a caixinha, revelando dois anéis de prata.

“Oh meu bem, eu aceito sim”, respondeu totalmente feliz, sorrindo feito bobo quando teve o anel colocado em seu anelar direito. “Me sinto como se estivesse sendo pedido em noivado”, riu baixinho, fazendo o mesmo com Youngho, que sorriu de lado, tentando disfarçar o quanto seu coração batia acelerado ao ver o sorriso bonito do namorado. Nossa, essa palavra era boa mesmo de se falar. “Mas, babe, onde você conseguiu essas alianças? Você me disse que estava apertado esses tempos. Você sabe que eu podia ter pedido ‘pro papai e...”

“Não, não, Yuk. Eu dei meu jeito. E outra, essa é a nossa história, seus pais não têm que se meter nisso. Eles me odeiam, e eu não queria que você ficasse mentindo para eles ‘pra conseguir dinheiro”.

“Eu já fiz coisa muito pior por você. Eu era um garotinho inocente, não é, Johnny-ssi?”, chamou-o como costumava chamá-lo no passado. Engatinhou em sua direção e pôs os braços ao redor de seu pescoço, sentando em seu colo e deixando um selinho carinhoso em seus lábios. “Saiba que eu te amo, okay?”, disse, já distribuindo beijos pelo pescoço branquinho. Lucas não esperava que Youngho retribuísse a pergunta, já que não era muito bom com demonstrações de amor, mas derreteu-se todinho ao escutar um tímido: “Eu também te amo”.


Notas Finais


Só pra lembrar que a parte do carinho em uma relação também é muito importante, ok?


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