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História Baylor high School - Fillie - Capítulo 15


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Notas do Autor


EIIIIIIIIIII um pouquinho atrasado mas aqui.
Esse ep nao foi revisado aiinda, entao me desculpem pelos possiveis erros de portugues
espero que curtam de coração <3

boa leitura

Capítulo 15 - Fifteen


Fanfic / Fanfiction Baylor high School - Fillie - Capítulo 15 - Fifteen

Deixe as suas esperanças,

e não os seus medos 

moldarem o seu futuro.

'Robert H. Schiller

 

 

Finn

EU SOU ESTUPIDO!

Que porra eu estava pensando?

Eu simplesmente beijei a Millie e joguei uma desculpa esfarrapada.

Eu falei que tinha ouvido passos, quem caralhos ouve passos e beija alguém?

Entro no chuveiro e jogo uma água gelada em meu rosto, sinto as gotículas de água respingarem sobre meu corpo, entro embaixo do chuveiro finalmente molhando meu corpo inteiro, a água gelada normalmente me fazia acordar mas hoje, estou à beira de desmaiar de sono.

Fecho meus olhos e flashs do rosto de Millie, de seus lábios nos meus, suas mãos em meus cabelos...ok, péssima hora para lembrar de Millie, se é que me entende.

Saio do box rapidamente me seco e visto uma roupa qualquer.

Nos finais de semana e feriados nós podemos ir para casa, o que é uma droga para mim, já que meu pai não para em casa, e quando está em casa só me dá dor de cabeça. 

Desço as escadas e vou em direção a cozinha, meu pai estava sentado na mesa lendo um jornal e tomando acredito eu que era um café.

-Finn! Bom dia. –Ele fala estranhamente animado.

-É...bom dia, eu acho.

-Sente-se. –ele aponta para uma cadeira a sua frente

Me sento na mesma.

-Bom, como esse é seu último ano de escola, eu já consegui vagas em várias faculdades em Seattle, você só precisa fazer as provas e assinar alguns papéis se comprometendo a ficar na faculdade de direito até segunda ordem.

Direito?

Só nos seus sonhos.

-Pai, eu não vou fazer direito. Eu realmente não me interesso nada por essas área. Sinto muito. –Me levanto da mesa.

Ia me dirigir ao meu quarto mas sinto a mão de meu pai agarrar meu braço.

-Quem você pensa que é para falar desse jeito? –Ele se levanta e para em minha frente, apertando meu braço cada vez mais. -Você não vai jogar sua vida fora por um hóqueizinho idiota.

-Você não entende que eu não vou ser feliz todo engravatado defendendo ladrões?  -Falo um tom acima.

-Olha aqui seu mesquinho. –Ele aperta meu braço ainda mais. –Até quando você viver as minhas custas vai fazer o que EU quero, na hora que EU quero, quando EU quero. –Ele sussurra.

É aterrorizante oque meu próprio pai pode fazer para me torturar mentalmente.

Mas eu digo: não dessa vez diabo.  

-Tudo bem, eu tenho o dinheiro suficiente para alugar um apartamento e viver sozinho. –Falo tirando meu braço de seu punho e me afastando do mesmo.

Sua expressão parecia confusa, mas ainda indiferente.

-Vá! Vejamos quanto tempo aquenta sem o sustento de seu pai, voltara rastejando aos meus pés.

Saio de perto dele o mais rápido o possível.

É horrível o que meu pai faz, ele simplesmente me jogou para o mundo.

Subo as escadas e arrumo minhas malas levando uns poucos objetos que tenho, praticamente todas as roupas estão na escola então não tem muitas.

Saio de casa e pego minha BMW motorrad, pelo menos minha moto foi comprada em meu nome.

Passo o final do dia em um hotel.

Provavelmente me acabei de beber e dormi, porque acordei om um monte de garrafas de bebida a minha volta e com uma puta ressaca.

 

                                                     ***

 

SEGUNDA:

 

Millie

 

-Eu sinto muito. –Falo após Finn me contar tudo que rolou com seu pai.

-Tudo bem, já encontrei um AP para mim, não é muito grande mas serve.

-Que bom.

-Ah...-Ele dá um leve suspiro. –Já que o velho já não está mais em meu pé, nosso falso namoro pode acabar.

Sinto uma onda de tristeza me invadir.

QUE CARALHOS?

Eu deveria estar feliz, mas não sei o motivo dessa guerra no meu coração (Autora: Quem pegou a referência pegou.). É como se eu quisesse continuar com isso eu...gosto da companhia de Wolfhard.

MILLIE FOCO!

-ah...e-é tudo bem. Era só um estupido namoro falso. Né?

NÃO TINHA NINGUYEM.

Ele me beijou muitas vezes por uns cantos dando a desculpa que havia passado alguém perto de nós, mas não, nunca tinha ninguém.

Como eu fui idiota de pensar que poderia rolar alguma coisa de verdade.

Ele é só mais um cara escroto.

 Como todos os outros.

-Mills? Tá tudo bem? –Ele me pergunta com um olhar confuso.

Mills? Sínico!

-Está, claro. –Digo me levantando do banco que estávamos sentados. –Não esquece que você me deve um favor ainda Wolfhard.

-Como me esquecer? Você me lembra a cada duas horas. –Ele dá um sorriso debochado.

-Que seja. –Saio.

Caminho em direção aos corredores, indo para o pavilhão feminino abrir todo o jogo a Sadie, me senti mal de ter mentido a ela todo esse tempo.

Asso pela frente da sala do nosso professor de história, Ethan Brown, devo dizer que ele é meu chara de sobrenome?

Rio de meus pensamentos.

Gritos altos vindo da sala do mesmo me tiram de meus devaneios.

Normalmente eu não faria isso mas a curiosidade invadiu meu corpo.

Encosto minha orelha na porta para ouvir melhor.

-Você não pode não é seu direito. –Uma voz familiar grita do outro lado da porta com voz chorosa.

Espera...

É a voz da minha mãe.

QUE PORRA ESTÁ ACONTECENDO?

Continuo ouvindo.

-Na verdade o direito é todo meu, todo e exclusivamente meu. –A voz de Ethan ecoa pelo local.

-você não vai contar nada a Millie, entendeu? Nada!

A mim?

Oque eu tinha haver com tudo isso.

Oque eu ouvi a seguir.

Mudou tudo.

Me fez desabar por completo.

 

 

 

Continua...                                       

 

 

 

 


Notas Finais


Oque sera que ela ouviu? façam teorias.

ansiosa para postar o próximo.
sai provavelmente sábado.

obrigada por ler <3


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