História BBB - Battle Better Bands - Capítulo 10


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Categorias Bon Jovi, Guns N' Roses, Led Zeppelin, Metallica, Mötley Crüe, Nirvana, Skid Row, The Beatles
Tags Bbb
Visualizações 70
Palavras 2.983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então, né?
Cá estamos nós novamente.
Mals o atraso, sugiro que não façam faculdade na vida d vcs.

Seguinte. Tô cansada de organizar os parzinhos, então vou colocar só os das garotas, q é oq importa e foda-se.

Espero que gostem desse cap ❤️

Capítulo 10 - Baby Let's Play House


Fanfic / Fanfiction BBB - Battle Better Bands - Capítulo 10 - Baby Let's Play House

Antônia - SS / James - M

Cassandra - SS / Pat - MB

Débora - SS / Izzy - GNR 

Kurt - N / Evellyn - SS

Vince - MC / Giovana - SS

Rob - SR / Isabella - SS

Kirk - M / Isadora - SS




Eve / Sunset Strip

- Tá bom. - A Dory revirou os olhos. - Finge que eu concordo com você.

- Devia concordar. - A Tônia deu de ombros. - Eu tô certa.

- Minha filha, absolutamente NADA supera os Sex Pistols. - A Dory disse prendendo o cabelo na frente do espelho enquanto a Tônia tirava a maquiagem. - Talvez Misfits, mas NADA SUPERA SEX PISTOLS!

- The Clash. - A Tônia disse dando de ombros.

- Ramones ganha de todos. - Dei de ombros esperando elas liberarem o espelho.

- Tenho sérias dúvidas. - A Dory abriu um lugar pra mim e fui pro espelho tirar o resto da minha maquiagem.

- Até parece. - A Tônia deu de ombros. - The Clash é melhor. Aceitem.

- Eu prefiro The Cure. - A Cass disse saindo do banheiro.

- CALA A BOCA, CASSANDRA! - Nós três falamos em uníssono, até a nossa porta ser aberta.

- Me ajuda. - O Kurt disse se escondendo atrás da porta.

- O que você aprontou? - A Tônia perguntou confusa.

- COBAIN! - O James gritou do lado de fora. - CADÊ VOCÊ, SEU IDIOTA?! VOCÊ É UM HOMEM MORTO! 

- Isso. - O Kurt respondeu com um sorriso amarelo.

- Eu vou lá acalmar ele. - A Tônia disse prendendo o cabelo em um coque. - Boa noite, pra vocês.

- Eu vou também. - A Cass disse prendendo o cabelo em Maria Chiquita. - Sou curiosa.

- E eu vou porque não quero segurar vela. - A Dory disse rindo.

- DORY! - Repreende ela com os dentes trincados.

- Mas é, ué. - A loira deu de ombros rindo e saiu do nosso quartinho de malas.

- Segurar vela? - O Kurt ergueu uma sobrancelha pra mim.

- Bobagem delas. - Revirei os olhos.

- Elas tem que ter algum motivo pra fazer essa brincadeira. - Ele sorriu de lado, se aproximando. - Olha, até que o quarto de vocês tá mais organizado que o nosso.

- Cala a boca. - Falei rindo fraco. - Pronto. Podemos ir dormir.

- Na verdade, eu queria esperar mais um pouquinho antes de sair do quarto. - Ele disse abrindo outro sorriso amarelo.

- O que você fez? - Perguntei com tédio.

- COBAIN! - A voz irritada do Vince saiu de outro quarto, ecoando pela casa. - CADÊ VOCÊ, FILHO DA PUTA?!

- Eu tinha tinta sobrando. - Ele disse rindo baixo. - Os quatro ficaram de frescura a tarefa inteira. Eu, o Robert, o Eric, as garotas e o Sebastian fizemos tudo sozinhos.

- Os quatro? - Ergui uma sobrancelha e ele sorriu amarelo de novo.

- EU VOU TE MATAR, SEU DESGRAÇADO! - Foi a vez da voz do Axl ecoar por toda a casa. - CADÊ VOCÊ, SEU IMBECIL?! EU VOU ACABAR COM A SUA RAÇA!

- Aliás. - O Kurt disse rindo fraco, quase sussurrando. - Avisa a Cassandra que a tinta rosa e o Glitter dela acabaram.

- Kurt. - Sorri negando com a cabeça. - O que você aprontou?

- COBAIN! - O Jon saiu irritado, batendo a porta de um dos quartos. - CADÊ VOCÊ, SEU IDIOTA?!

- Digamos que agora as princesas tem cabelos de unicórnios. - Ele disse rindo.

- É sério? - Arregalei os olhos com um sorriso de orelha a orelha. - Você é maluco!

- Eles mereceram. - O Kurt deu de ombros. - Podemos dormir aqui? Amanhã eu penso em alguma coisa.

- Daqui a pouco a gente vai pro quarto. - Ri negando com a cabeça. - Caralho, você é o meu herói.

- Eu sei. - Ele riu mostrando as mãos que pareciam ter feito a Cassandra de tão rosa brilhante.

- Como eles sabem que foi você? - Perguntei confusa.

- Digamos que os outros não sabiam abrir o quarto de vocês pra roubar as coisas da Cass.

- Kurt... - Ri negando com a cabeça. - Vai ali no banheiro lavar a mão que eu te espero.

- Valeu. - Ele riu indo pro nosso banheiro.

- Você sabe que eles vão atrás de você agora, né? - Perguntei me escorando na porta.

- Sei sim. - Ele riu secando as mãos numa toalha. - Mas eu já tô preparado. Eu convivo com o Dave. Eles mereceram, vai.

- Não sei, eu não tava lá. - Dei de ombros, sorrindo se lado.

- Então vai ter que confiar em mim. - Ele sorriu de lado e me colocando contra a parede.

- E se eu não confiar? - Sorri desafiadora, passando a mão no pescoço dele.

- É claro que confia. - Ele sorriu vitorioso, segurando a minha cintura. - Ou você já teria me denunciado.

- Já te falaram que você é muito filho da puta? - Perguntei perdendo o controle da minha respiração.

- Já. E eu sei que você gosta.

Nem tive tempo de responder antes dele juntar nossos lábios num beijo quente. E eu também não demorei a retribuir e arranhar um pouco seu pescoço. Sua mão escorregou da minha cintura até a minha coxa, me puxando pro seu colo.

- Olha... - Sussurrei me separando em busca de ar. - Já que você vai ter que se esconder mais um tempinho, a gente pode matar esse tempo, né?

- Com prazer. - Ele disse me puxando pra dentro do banheiro e fechando a porta. 

Me apoiei na pia depressa, subindo de novo no colo dele e o beijando com urgência. As mãos dele não perderam nem um pouco de tempo em arrancar a blusa do meu pijama e aproveitar que eu dormia sem sutiã. 

E a noite tava só começando. 



Tônia / Sunset Strip

Saí do quarto seguida pela Cass. Não sabia direito o que esperar até ver o James com o cabelo rosa cheio de glitter, assim como suas mãos.

- Minhas coisas! - A Cass disse olhando pra ele e colocando as mãos na frente da boca.

- Que porra é essa? - Perguntei arregalando os olhos, sem conseguir falar direito.

- O Kurt fez isso. - Ele disse com raiva. - Eu vou matar aquele cara!

- Mas por que ele... - A Cass começou a perguntar, mas foi interrompida.

- COBAIN! - O Vince saiu de outro quarto com o cabelo igual do James. - CADÊ VOCÊ, FILHO DA PUTA?! 

Okay, agora o Cobain tava deixando de ser filho da puta e se tornando meu herói. Agora as coisas estavam começando a ficar interessantes.

- Ai meu Elvis... - A Cass disse colocando mão na frente da boca, olhando pro cabelo do Vince. - Quanta tinta desperdiçada...

- EU VOU TE MATAR, SEU DESGRAÇADO! - O Axl saiu irritado de um dos quartos. Confesso que ele de cabelo rosa ficou engraçado. Eu queria ter pensado nisso antes. - CADÊ VOCÊ, SEU IMBECIL?! EU VOU ACABAR COM A SUA RAÇA!

- Que gritaria é essa? - O Pat disse subindo as escadas com uma cara confusa e congelando ao ver a cena. - Uou...

- COBAIN! - Uma porta batei com força e me virei depressa, encontrando o Jon com o mesmo cabelo rosa com glitter. - CADÊ VOCÊ, SEU IDIOTA?!

- Vocês mereceram. - O Robert disse rindo escorado no batente de uma das portas. - A ideia foi minha. O Kurt só colocou a mão na massa.

- Eu vou é acabar com a sua raça! - O Axl disse indo na direção do Robert, mas a Cass segurou ele.

Taí uma coisa que eu nunca pensei que veria. A Cass protegendo alguém do Led.

- Vem cá. - Ela disse calma, segurando o cabelo do Axl. - É tinta guache. É só tomar um banho de verdade que sai. Aliás, como isso foi parar no cabelo de vocês?

- Os quatro não fizeram nada hoje de tarde. - O Robert disse com tédio. - A gente carregou eles mas costas.

- Até parece. - O James disse com tédio.

- CHEGA! - Falei irritada, bufando. - James, vai lavar isso e vamos dormir logo, que eu não tô com paciência pra discutir agora.

- Não dá. - Ele disse bufando. - O Lars tá no nosso chuveiro.

- Cara, é só tinta guache! - A Cass disse revirando os olhos. - O glitter talvez demore alguns dias pra sair, mas a tinta rosa dá pra tira... HM!

A fala dela foi interrompida quando o Robert chegou por trás colocando a mão na boca dela e fazendo ela parar. 

- Olha, nada contra você. - Ele disse paciente, enquanto ela tentava a todo custo se soltar dele, mas de longe era visto que o Robert é muito mais forte do que a Cass. - Mas eles mereceram. Você concordaria comigo se estivesse lá de tarde, então deixa eles sofrerem um pouquinho. Juro que depois eu te pago pela tinta.

- Larga ela, cara. - O Pat pediu paciente. - Eu tô com sono e ela é minha colega de quarto.

- Beleza. - O Robert riu fraco e a Cass foi depressa abraçar o Pat. Nem vi o que os dois conversaram e também ignorei e eles entrando no quarto. Meu problema era maior.

- Como eu vou tirar essa merda, agora?! - O Vince perguntou irritado.

- Não sei e não me importa. - Disse séria, puxando o James. - Vocês três que se fodam. Você vem comigo.

Bufei puxando o James pra dentro de um dos quartos.

- Por que porras a Cassandra trouxe tinta pra cá?! - Ele perguntou irritado enquanto eu pegava uma touca de banho.

- Por que ela tá testando uma coisa nova pro nosso próximo clipe, e ela trouxe a tinta pra pedir a opinião dos Beatles e de outros caras. Não sei se você já viu aqueles shows que colocam tinta nos tambores e fica um efeito colorido durante a música. A Cass tá testando isso num tambor que não é plano. Rosa porque fica mais fácil de ver e guache porque é mais fácil se limpar. 

- Pra que isso? - Ele disse pegando a touca que estendi pra ele.

- Tô acostumada. Não se sai com a Cass sem algo que possa esconder o seu cabelo. Amanhã tu lava. - Dei de ombros me jogando na cama.

- Você parece cansada. - Ele disse deitando do meu lado com a Touca vermelha no cabelo.

- Tô estressada. - Bufei. - Nossa tarefa hoje foi uma merda e eu queria muito matar o Duff.

- Eu conheço um bom remédio pra aliviar a cabeça. - Ele disse sorrindo e passando a mão na lateral do meu corpo.

- Eu tô precisando. - Mordi o lábio olhando pra ele e passando uma perna por cima da dele. 

- Eu imagino.

O sorriso malicioso dele era tudo que eu precisava. Estiquei a mão pro lado, desligando o abajur.

O quarto entrou em um breu total, apenas com a luz do luar entrando pela janela. Algumas pessoas ainda discutiam do lado de fora, mas nada que fosse me atrapalhar. 

Subi no colo do James, segurando os seus ombros com força e o beijando com vontade. As mãos dele nem passaram na minha cintura e foram direto pra minha bunda, me fazendo soltar um suspiro contra os lábios dele. 

- Eu tava louco pra fazer isso com você desde o primeiro dia... - Ele sussurrou e se virou na cama, me colocando por baixo. 

- Nem vem. - Sorri empurrando ele de novo e ficando por cima outra vez. - Deixa eu aliviar a sua cabeça e transformar is seus desejos em realidade... 

Sorri tirando a blusa do pijama e guiando as mãos dele até os meus seios. Não consegui segurar o gemido que escapou da minha boca quando a dele se encontrou com a minha pele. 

E aquilo estava bem longe de acabar.



Cass / Sunset Strip

Como eu me sentia com o Robert me segurando pela segunda vez sem a minha permissão? Não sei. Mas eu precisava sair dali! Puta que pariu, por que ele é tão forte?!

Nem prestei muita atenção na conversa, mas assim que ele me soltou não esperei nenhum segundo pra ir correndo abraçar o Pat.

- Você tá bem? - Ele perguntou passando a mão no meu cabelo e ouvi o Robert entrando no quarto de novo.

- Melhor agora. - Falei segurando uma lágrima rebelde e sentindo ele dar um beijo fraco na minha testa.

- Vem cá. - Ele disse me levando pra dentro de um dos quartos. Assim que ele fechou a porta, o abracei de novo, deixando uma lágrima descer. - O que foi?

- Eu tô com medo. - Sussurrei fechando os olhos. - Eles mexeram nas minhas coisas, ele me fez ficar quieta... Eu sou muito fraca pra ficar aqui...

- Não é não. - Ele sussurrou com calma, me guiando até a cama e sentando ainda abraçado em mim. - Você só tá assustada. Calma.

- Pat, é sério. - Respirei fundo, encostando a cabeça no ombro dele e secando o rosto com a manga. - Eu briguei com a Gio e a Bella, o Jon não quer olhar na minha cara e agora acho que o James, o Vince e o Axl também me odeiam. Onde que eu tava com a cabeça?!

- Cass. - Ele suspirou, me abraçando de forma protetora. - Relaxa. Eles tão de cabeça quente. Amanhã as coisas vão estar melhor. Sem contar que o Bohan, o Lars e o Tommy não vão deixar barato se acontecer alguma coisa com você.

- Por quê? - Ergui os olhos pra ele.

- Porque você é a única garota da nossa equipe. - Ele riu fraco. - Você é como a nossa irmãzinha mais nova. Entende? Deixar você se machucar seria como se alguém tivesse trapaceado.

- Mais ou menos. - Suspirei me aconchegando no abraço dele. - Queria que parassem de me ver como uma peça ou um objeto.

- Eu nunca te vi assim. - Ele disse e ergui os olhos, encontrando o corpo dele a uma distância muito pequena do meu. - Eu acho que você é uma garota especial.

- Sério?

- Sério. - Ele assentiu sorrindo. - Eu posso pedir pra você ser sincera comigo?

- Claro. - Falei olhando pra ele.

- Você tem medo do Robert?

O olhar do Pat me assustava e ao mesmo tempo me confortava. Eu sabia que por mais difícil que fosse, essa era a hora de contar tudo. 

- Tenho. - Falei respirando fundo. - O cara com quem eu dei o meu primeiro beijo era fã de Led Zeppelin a bastante tempo. Naquele dia, ele disse que a minha boca era muito linda e pediu pra mim...

Não conseguia falar. As palavras travavam na minha garganta, fazendo mais lágrimas se formarem. 

- Que você se ajoelhasse? - O Pat perguntou e assenti com a cabeça, deixando algumas lágrimas escaparem.

- É. - Sequei o rosto com a manga do moletom. - Eu disse que não e ele me bateu. Só que eu meio que peguei trauma, porque a gente se beijou enquanto tocava um álbum do Led e... Bem, ele não pausou o disco.

-Tudo bem. - O Pat secou o meu rosto. - Isso explica porque você não gosta de Led. Mas não explica porque você tem medo do Robert.

- Depois que eu comecei a tocar bateria, todo mundo falava de Led Zeppelin, que o Robert é foda, não sei o que e toda vez que eu escutava o nome da banda eu lembrava do trauma. - Suspirei, dando uma fungada. - Eu aprendi a superar e coloquei na cabeça que não tinha nada a ver com a banda, mas aí eu vim pra cá e logo na primeira noite o Robert passou a mão no meu corpo e só não transou comigo porque ele pensou que eu tava no meu ciclo. E eu passei a noite toda pensando. Ele é foda, eu sou só a baterista de uma banda feminina. A minha palavra contra a dele. Se acontecesse alguma coisa, quem teria coragem de enfrentar o front Man da maior banda da casa? E não diga os Beatles, porque fisicamente os quatro são uns fracotes.

- Eu ouvi isso! - O George gritou no andar de cima, batendo no chão que no caso era o nosso teto.

- Você tá ouvindo tudo?! - O Pat perguntou indignado.

- Não. Só ouvi essa parte porque cheguei agora. Boa noite! - O George respondeu e ouvi o barulho de alguém se jogando numa cama.

- Enfim. - Falei negando com a cabeça. - Sim, eu tenho medo do Robert e de perder a minha virgindade num estupro.

O Pat respirou fundo e fechou os olhos, me abraçando com mais força. Fechei os olhos também, escorando a cabeça no ombro dele.

- É complicado. - Ele suspirou. - Mas eu juro que vou te proteger. Ninguém vai te machucar enquanto eu estiver aqui.

- Brigada. - Sorri fraco e continuei sentada, abraçada nele.

Respirei fundo olhando pro chão e sentindo a mão dele passear no meu cabelo. Me senti mais confortável e mais calma, soltando um sorriso fraco. 

- Pat...

- Fala. - Ele disse me abraçando e ergui o rosto pra ele.

- Você quer ficar comigo?

Pude perceber que a pergunta pegou ele de surpresa. Por alguns segundos ele ficou parado olhando pro meu rosto. Quando finalmente a sua cara de surpresa se transformou num sorriso fraco, ele segurou o meu pescoço, fazendo carinho e me puxando pra um selinho.

Pouco a pouco foi evoluindo. Não foi um beijo desesperado, nem lento demais. Foi no tempo quase perfeito. Quando me dei por mim, já estávamos deitados na cama por cima das cobertas e eu por cima dele. 

Completamente no calor do momento, segurei as mãos dele e as guiei pra barra do meu moletom, indicando que ele podia tirar. 

- Tem certeza disso? - Ele perguntou parando o beijo, sem separar as nossas testas.

- Absoluta. - Sussurrei contra o rosto dele. - Você disse que ia cuidar de mim...

- Pode deixar... - Ele me beijou de novo, descendo as mãos pras minhas coxas, ainda cobertas pelo pijama. - Vou garantir que seja especial pra você... 


Notas Finais


E aí, tavam com sdds d mim??
Não façam faculdade, não sobra tempo pra nada. É sério.

Tava na hora de uma pegaçãozinha, né? Kkkkkkk
E eu não sirvo pra hentai, entt sorry, ficamos nisso msm.

Até o próximo cap
Bjinhos da Cass 😘😘


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