História Bbh 004 - Capítulo 13


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lu Han, Sehun
Tags Anime, Baekhyun!bottom, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol!top, Drama, Elfen Lied, Ficção, Fluffy, Gore, Lemon, Luta, Menção Hunhan, Menção Kaisoo, Shortfic, Super Power, Yaoi
Visualizações 669
Palavras 3.301
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - "Entendido"


Fanfic / Fanfiction Bbh 004 - Capítulo 13 - "Entendido"

“Hunnie”

Se o Park estava chamando o amigo por aquele apelido, era por que a coisa estava séria mesmo. O Oh arregalou os olhos. Sempre que o maior o chamava, era o ofendendo, ou só como “Sehun” mesmo, mas naquele momento o mesmo parecia estar um tanto carente e debilitado. Estava destruído, em menos de dez minutos.

— T-tem certeza?! Vai que ele tá por aqui ainda só brincando de pique esconde ou sei lá, pode ser isso–

— ELE SUMIU MESMO, OH SEHUN! — Chanyeol gritou, fechando os punhos, fazendo o outro pular de susto, e o Park apenas dar as costas, e colocar ambas as mãos entre os fios do couro cabeludo, enquanto se sentava no chão de mármore. Sehun já estava pronto para tocar no ombro do amigo e tentar consolá-lo, sentindo a agonia do mesmo, mas Luhan foi mais rápido e o impediu, segurando seu braço com um bico nos lábios e fazendo que não com a cabeça.

O chinês estava certo. Deviam dar um tempo para o maior, mesmo que Sehun apenas quisesse que ele chorasse em seu ombro. Mas também sabia no fundo do coração que, com certeza Chanyeol não deixaria barato. Ia atrás de Baekhyun sem se importar se era apenas um mero ser humano qualquer perante cientistas renomados e pessoas com super poderes.

Apesar de ter medo, era com isso que Sehun contava, e com certeza apoiaria o amigo. Ele estava tão feliz com o rosado, essa felicidade não podia acabar agora assim, sendo arrancada dele! Ah, mas ajudaria a achar Baekhyun nem se tivesse que burlar seguranças, arranjar alguém que entenda do assunto, processar alguém, ou qualquer coisa.

Estava determinado.

 

(...)

 

— O que há de errado com ele? — um dos seguranças perguntou, segurando uma arma apenas por segurança, encarando seriamente o garoto de mechas rosas que parecia um tanto amedrontado e já chorando.

— Só um tempinho na vida real e já ficou sensível. Deveríamos nos aproveitar disso. — um outro segurança com a cabeça raspada disse, com um sorriso perverso no rosto. Baekhyun negou fortemente com o beiço trêmulo.

— Ele entendeu o que a gente disse? E tá... Chorando? — o primeiro segurança indagou meio retoricamente, completamente confuso, fitando o outro bem de perto, mas então deu de ombros. — Ah, tanto faz. — e se aproximaram, enquanto o menor se debatia, tentando se libertar daquelas correntes, completamente temeroso e querendo apenas fugir pra longe dali, e D.O sentia a agonia do outro Diclonius, mas tentava não prestar atenção na situação e mantinha-se com aquela pose impassível, impenetrável.

Os seguranças provocavam o garoto, alisando suas pernas, braços e rosto, apenas o fazendo continuar chorando em silêncio, impossibilitado de usar os poderes temporariamente, naquele tempo de viagem.

Os homens logo pararam, e pegaram um canivete, e um deles gritou:

— Isso é pelos homens que você matou quando fugiu! — e então, deslizou a faca pela perna alheia, e o rosado apenas espremeu os olhos com força. Aquilo ardia como o inferno e não parecia ter sido muito raso. Sangue jorrava e pingava até o chão, e o outro segurança tratou de fazer careta.

— Droga, olha a sujeira que você fez. D.O, vem limpar isso aqui! — gritou, e o mesmo fora em passos rápidos, afinal, seus poderes também não funcionavam no avião que continha aquele maldito bloqueio, que também tinha no laboratório, mas falhava algumas vezes. Estava com um pouco de medo daqueles homens também, então apressou em fazer seu trabalho e ficar ali por perto, mas com a cabeça baixa, sem querer encarar a face agoniada e desesperada do 004.

C-Chan... — sussurrou, e o Do arregalou os olhos e o encarou por breves segundos. Tinha sido tão baixo que apenas ele tinha ouvido, ainda bem, por que se descobrissem que ele sabia falar agora, seria ainda pior.

A única coisa que se passava pela mente do 012 era: Se lhe disseram que 004 tinha dupla personalidade... Onde estava ela?

Ele pensava que era só “ativar” ou algo do tipo, mas infelizmente era só quando o mesmo ficava inconsciente ou se sentia realmente ameaçado, o que antes acontecia com frequência.

Mas de fato, conviver com humanos o deixou mais vulnerável.

Antes de terminarem aquela sessão de tortura, ainda lhe cortaram um pouco da outra perna, a bochecha e as palmas das mãos, sendo esta a parte mais dolorosa. D.O odiava demonstrar sentimentos, estava preparado para receber torturas daquele tipo e até pior, e tinha certeza que as do rosado também eram piores do que essa, mas algo dentro de si odiava ver o outro sofrer assim. Mas como seu vocabulário era limitado e nem lhe era permitido dizer nada para tentar confortar o outro, apenas limpou o sangue e seguiram viagem, finalmente chegando ao destino depois de apenas cinco minutos.

Não era tão longe assim, já que o Byun tinha chegado na casa dos humanos apenas nadando na praia, mas é claro, eles tinham que ficar um século parados no mesmo lugar, resolvendo não sei o quê.

A porta do avião se abriu, e a escada fora colocada para que descessem. D.O foi o primeiro, e então o subchefe, depois os seguranças, cuidadosamente, pois estavam locomovendo a maca do 004, e não podiam machucá-lo assim de propósito na frente dos outros cientistas. O 012 apenas foi direto pra dentro, onde lhe fora mandado ficar, não queria ficar vendo o que fariam com o outro Diclonius.

Assim que o subchefe pôs seus olhos no Byun, já dentro do recinto, arregalou os olhos de leve enquanto olhava o sangue já seco, porém num rastro espesso, nas pernas e bochechas do menor que se encontrava desacordado pela vacina que lhe deram antes de descer do avião.

— Que marcas são essas? — perguntou, olhando agora para os seguranças que coçavam a nuca, desconcertados.

— Nos vingamos pelos nossos colegas que ele matou, chefe! — o que começou com aquela ideia toda se pronunciou, curvando-se. O subchefe apenas revirou os olhos e deu tapinhas nas costas do homem.

— Entendo. Mas não façam mais isso sem minha permissão. Dispensados. — disse ainda calmo, e todos assentiram fortemente, e saíram em passos rápidos. Chamou uma assistente, que rapidamente veio, curvando-se e perguntando o que poderia fazer. “Leve-o para o lugar de sempre”, ordenou, e simplesmente saiu sem verificar se a mulher faria mesmo isso. Esta que pareceu meio perdida por alguns segundos, encarando o garoto e tendo um pouco de compaixão pelo mesmo, mas apenas balançou a cabeça quanto aos pensamentos, e o levou para o tal lugar de sempre.

 

(...)

 

— Jongin. Estou saindo ir procurar um amigo, se quiser fica aí, tem tudo o que quiser. Você nem se importa com minha presença mesmo. Até. — disse o Park, sério e parecendo mais inexpressivo e morto do que nunca. Seu amigo levantou-se rapidamente, de olhos arregalados e totalmente confuso, e segurou no braço do outro antes que fosse.

— Como assim, cara? O que tá acontecendo? Você parece acabado, por favor me dig–

— Lembra do garoto que estava aqui, baixinho de cabelo loiro e mechas cor-de-rosa? — o cortou, o encarando ainda com o olhar vazio e morto.

— L-lembro. Ele que você vai procurar? Eu vou com você! Aposto que o Sehun vai também.

— É muito perigoso, Kai. Você não sabe com o que está se metendo.

— E aposto que nem você sabe! Me deixa ir, eu sei lutar. — fingiu fazer golpes no ar, arrancando finalmente um sorriso mínimo do Park.

— Então vamos. — puxou o outro, segurando em sua mão, e não faziam a mínima ideia de onde o Byun poderia estar, mas procurariam. Iriam de barco pela praia que encontraram o rosado, Chanyeol, Jongin, Sehun, e é claro, para ajudá-los a não morrer pelo menos, Luhan. Que também seria de grande ajuda para fazê-los achar o laboratório.

Mesmo que este estivesse tremendo de medo, odiava pensar que estava indo por vontade própria num lugar que sempre temeu. Já entendia que o subchefe nunca foi seu “appa”, Sehun se explicou a farsa que ele era e todo aquele lugar também, e que era um milagre ele ter tido compaixão de si e deixá-lo viver no mundo real. Luhan agradecia internamente por isso, mas isso não o impedia de ter perdido toda a confiança no homem, e estivesse receoso de perder a vida que lhe fora dada a chance de viver. Mas faria seu melhor, afinal, Baekhyun também havia se tornado seu amigo, e Chanyeol parecia muito arrasado sem o mesmo.

Apertou os punhos fortemente. Era agora ou nunca.

 

(...)

 

O Byun acordou e tentou se mexer automaticamente, mas não conseguiu nem um pouco. No máximo por alguns mínimos centímetros. Arregalou os olhos. Não podia ser, não aquilo, não de novo. Continuou se debatendo, já tendo certeza de onde estava. Podia gritar, mas ninguém o ouviria, não dali.

Estava novamente trancafiado no que parecia ser um caixão aberto, envolvido em correntes grossas e pesadas, e naquela sala enorme que não deixava nenhum som sair. Pelo menos não tinham colocado aquela máscara com furos que o impossibilitava de ver qualquer coisa à sua frente. Aquilo era o que mais o desesperava, o fazendo se debater e chorar. Mas agora que podia ver tudo, o máximo que pôde fazer foi se encolher, fazendo barulho nas correntes, e murmurar baixinho uma música que Chanyeol o ensinara, com a voz embargada. Sentiu suas bochechas, pernas e a palma das mãos arderem pelos cortes feitos por aqueles homens, mas tinha algo macio ali. Não sabia o nome, mas a assistente envolveu em segredo e cuidadosamente, seus machucados com esparadrapos e band-aids. Pelo menos aquilo, e também ao menos não estava nu novamente como costumava ficar naquele lugar, mas ainda sentia seu coração doer e ansiar por aquele garoto alto e orelhudo próximo de si novamente.

Como sempre, aquele lugar voltava para lhe fazer se sentir um monstro.

Mas sua segunda personalidade estava próxima de reaparecer.

— Ele ainda está desacordado?

— Não, parece ter acabado de acordar, senhor.

— Quais foram suas reações?

— De primeira se debateu e choramingou, mas agora está quieto.

— Ótimo. Bom saber que ainda sabe que gritar, chorar ou se debater não vai adiantar de nada. — foi o que o subchefe disse antes de sair da sala de observação em que estavam de olho no menor, com atenção redobrada para que ele não tentasse fugir novamente.

 

Após ter pego no sono, e até a assistente que estava de olho nele também acabou cochilando um pouco, o Byun abriu os olhos repentinamente, e neles não tinha o mesmo brilho de antes. Deu uma boa olhada em si mesmo, e se vendo naquela posição e naquele lugar, bufou.

Lembrou-se de uma coisa, e sorriu perverso.

A cada milésimo de segundo, quase um, aquele bloqueio que havia ali contra superpoderes, falhava.

Contou mentalmente, e se concentrou em todas aquelas correntes que lhe envolviam.

Quase... Quase... AGORA!

Fez as correntes quase magicamente se quebrarem, e se levantou rapidamente, agora olhando seriamente para a câmera que tinha ali. Apenas saiu do campo de visão da mesma, e agora se concentrava na porta de aço dali. Não tinha mais a falha grotesca de segurança que teve quando fugiu dali, então tinha que ser esperto.

Esperou, esperou, e... Fez a porta se partir ao meio, num estrondo. Foi andando tranquilamente para fora, descalço e como se aqueles machucados não estivessem o incomodando, e logo encontrou alguns seguranças fazendo a guarda por aí, que se assustaram fortemente.

— C-como ele fugiu? — enquanto falavam, Baekhyun apenas se aproximava o suficiente para que seus vetores alcançassem aqueles desgraçados. Entre os homens, havia aqueles três que haviam o machucado, e logo sorriu em escárnio. Eles tentaram atirar, mas exatamente no tempo certo, o Byun conseguiu parar todas as balas, estendendo a palma da mão no ar, que estava envolvida com aquele pano branco. Pôde pegar uma das balas na mão, e fingiu a analisar, para então soltar ela no ar, a segurando com a mente. E então, a fez ir rapidamente através do corpo de cada um deles, os matando em menos de um segundo, como um dominó humano.

Sentia o Baekhyun mais doce e frágil dentro de si se agitar, querendo sair, querendo logo ir pra casa perto de Chanyeol. O Byun atual rangeu os dentes, aquela sensação era irritante, às vezes achava o seu outro eu um tanto irritante também. Bateu no próprio peito como se isso adiantasse, murmurando um “fica quieto aí dentro, desgraça!”, com a voz grossa e fria. Logo sentiu mais alguém se aproximar e apenas fingiu não notar.

— P-parado aí! — era a voz de uma mulher. Provavelmente uma das milhares assistentes. Baekhyun apenas se virou lentamente, com o costumeiro olhar frio e vazio, completamente sério, sem se abalar com o fato da mulher estar com uma arma. Estava tremendo mais que tudo, com medo apenas do olhar do garoto, e atirou, mas no tempo certo a bala parou no ar e caiu. O Byun foi se aproximando lentamente, ainda com a mesma áurea sombria em volta de si, e a mulher começou a se assustar e dar alguns passos pra trás, mas então o menor a reconheceu.

Era aquela assistente que envolveu seus machucados com curativos. Então, apenas a assistiu tremer um pouco, e passou reto pela mesma, que agora estava confusa, mas ainda amedrontada demais, sem conseguir nem se mexer.

Ouviu os mesmos alarmes de quando fugiu soarem por todo o lugar, mas como sempre, não se importou.

Só havia uma diferença da outra vez para agora: agora estava completamente determinado.

— Não se mova, BBH 004. Ou deveria dizer... Byun Baekhyun? — ouviu uma voz masculina rir em escárnio. Virou-se lentamente e seriamente, e viu o subchefe com seus costumeiros óculos de grau, segurando uma arma, achando que estava numa distância considerável dos vetores do menor. O rosado apenas deu um passo pra frente, e o homem atirou, mas o Byun apenas desviou dessa vez. Ele até iria atirar novamente, mas nem teve tempo, até que sua cabeça fosse cruelmente arrancada do resto do corpo.

O subchefe estava oficialmente morto. Baekhyun apenas olhou com desdém para a cabeça esbanjando sangue no chão, e seguiu em frente, com os pés descalços no chão gélido.

Matou mais homens que apareciam pela frente tentando lhe impedir, todos da sua mesma forma trágica de sempre. Abriu cada porta em que se escondiam pessoas que cuidavam da manutenção e de tudo ali, e os matou também, com a segurança finalmente sendo desligada ao máximo. É claro que D.O percebeu tudo aquilo, mas não ousou mover um músculo sequer. Na verdade, sorriu pelo o que o outro estava fazendo que ele mesmo nunca tivera a coragem.

E o real chefe de tudo ali? Tinha se trancado na sua grande sala, sempre foi verdadeiramente frio e não se importa com nada além de si mesmo, mas naquele momento estava sentindo medo pela primeira vez. A todo momento olhava pra porta, com receio de que a “criatura” lhe achasse.

E já estava perto. Bem perto.

Mas antes que o Byun chegasse mais perto da grande porta que jazia ali no fim do corredor à esquerda, seus sentidos lhe avisaram que havia mais um Diclonius por perto, além do Do. Estavam bem atrás de si, e já se virou determinado para arrancar a cabeça de quem fosse, mas quem estava ali eram eles: Luhan, Sehun, Jongin e... Chanyeol. Sua cabeça doeu por um instante, por seu outro eu dentro de si ficar ansioso para abraçar o maior, mas não permitiu que este saísse. Todos já haviam percebido que Baekhyun não estava em sua personalidade meiga apenas pelo olhar deste, então estavam meio temerosos.

— Quem é você? — indagou com a voz nada gentil, apontando para Jongin, que nunca estremeceu tanto.

— S-sou amigo deles. Viemos te buscar. — o Byun deu uma risada sarcástica que também não era nada angelical.

— Desculpem decepcionar, mas isso está fora de cogitação. — e ficou sério novamente enquanto erguia a mão como se fosse usar os poderes, e Luhan entrou na frente de todos ali.

— Não faça isso! — gritou.

— Ah... Você? — suspirou, fingindo estar cansado. — Eu devia ter arrancado sua cabeça quando tive chance. — sua voz era mais rude e sombria do que nunca, fazendo o chinês hesitar e quase chorar, sendo abraçado por Sehun que o consolava dizendo: “esse não é o verdadeiro eu dele, vocês são amigos, calma”, e Chanyeol dava um passo à frente.

— Baek! Eu sei que você tá com medo, bem lá no fundo. Mas sabe, eu te aceito em qualquer personalidade. Então, se você não quer ir embora agora, só me diz o que quer fazer. — ah, aquilo com certeza abalou as estruturas do Byun que arregalou os olhos e ficou estático por alguns segundos, logo tentando voltar à pose normal de sempre. D.O agora observava aquilo com atenção e escondido, querendo ver como aquilo acabaria.

M-me aceita, é?! — droga, tinha gaguejado. — Você sabe que eu posso arrancar sua cabeça agora mesmo, certo? — Luhan quase iniciou uma luta novamente com esta última fala do outro, por estar preocupado com Chanyeol, mas Sehun lhe sussurrou para que deixasse que o Park cuidasse daquela situação. Já Jongin, estava tremendo tanto de medo que estava quase correndo pra fora dali, e com certeza não aguentaria mais uma afronta.

— Sei. — disse convicto, dando mais um passo pra frente ao mesmo tempo que o menor dava um pra trás. — Mas não vai fazer isso, assim como não fez das outras vezes. Você vem comigo, e vou te ensinar ainda mais do mundo lá fora, e te proteger, sempre. — terminou sua fala estendendo a mão ao menor que agora estava há centímetros de distância de si. Este que olhava um pouco pra cima — por Chanyeol ser maior que si —, com o olhar amedrontado e incerto, se perguntando se deveria aceitar ajuda e definitivamente apagar aquela personalidade de dentro de si, que era como uma auto defesa automática, que acabava sempre precisando. Aquele eu nunca mais apareceria se aceitasse a mão do maior.

Bem, ergueu a mão com dedos finos e delicados, e a pôs em cima da mão do maior, que logo envolveu a mão do Byun, lhe passando seu calor, e o puxou pra si, o abraçando, fazendo sua personalidade de autodefesa — não era nem “personalidade má” mais, agora o Park entendia isso — automaticamente sumir. Tinha voltado ao normal, e... Mais confuso do que nunca.

Tirou a cabeça do peito alheio que lhe apertava entre seus braços, e encarou o maior com o cenho franzido em confusão, ao ver o Park chorar.

— Channie...? Por que está chorando? — sua voz agora era normal e tinha uma pitada de preocupação para com o quase namorado. O maior apenas acariciou os fios alheios, tentando sorrir para passar tranquilidade ao menor, e todos os que presenciavam aquela cena estavam impressionados com o modo que Chanyeol conseguia domar e lidar com o rosado.

Toda essa felicidade durou pouco, pois repentinamente o Do caiu do seu esconderijo ao sentir um choque forte percorrer todo seu corpo, e definitivamente nunca havia sentido algo tão doloroso.

Ele era o único que sabia o que estava acontecendo, era aquela maldita coisa que lhe fora implantada dentro de si para que fosse submisso às ordens dos outros. E devia vir do único que ainda estava vivo no laboratório todo... “012! Eu ordeno que mate o 004, AGORA!”, a voz do chefe principal vinha em um de seus ouvidos, que continha um dispositivo para que pudessem se comunicar com o mesmo.

Depois que a dor passou um pouco, porém ainda o fazendo cambalear, levantou-se determinado e com o semblante sério, enquanto do Byun era confuso, assim como o de todos seus amigos e do quase namorado.

“E-entedido.” Sussurrou para a escuta em seu ouvido, ainda fragilizado, enquanto caminhava em passos lentos até o outro.

 

 

Não havia escolha, não queria fazer aquilo, mas se não quisesse morrer eletrocutado, teria de matar BBH 004.


Notas Finais


☆ COMENTEEEEM!! aliás, estamos quase nos 300 favs, divulguem pros seus amiguineos pls <3
☆ e, postei 1 os jikook recentemente, quem gosta dá 1 força lá https://www.spiritfanfiction.com/historia/perfect-date-12990868
☆ eh nois e até a próxima <3


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