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História Be mine - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Shokugeki faker


Vendo cada vez mais o albino se distanciar, Rindou decide acompanhá-lo finalmente. Eles pegam suas bagagens e se dirigem para a pousada que a Kobayashi alugou, durante o percurso no táxi ambos ficam quietos, apenas trocando olhares aqui e ali.

Chegando à pousada, ambos pegam suas malas, o dono da pousada os recebe com muita alegria.

— Sejam bem-vindos pombinhos, creio que esta é a sua lua de mel certo?

Antes que Tsukasa pudesse falar algo, ou ter quaisquer tipos de reação. Rindou tomou dianteira.

— Sim, é sim. Obrigada por nos receber em momento tão importante em nossa vida.

— Ora, mas não é nenhum problema, esta pousada foi feita para casais como vocês, seu quarto está instalado com a banheira, um vinhedo; que eu me encarreguei para deixar o clima mais romântico entre os dois; e a jacuzzi.

— Pois, obrigada. É muito bom ver uma pousada que realmente se importa com os clientes.

— Não é nada, apenas quero trazer o máximo de conforto para os dois. Agora, caso precisem de algo podem ir à recepção ou ao restaurante, pessoas importantes da pousada se encontram lá, às vezes. O quarto de vocês é o 707, espero que tenham uma ótima estadia e, se não se importam, me retirarei por ora.

— Certo. Muito obrigada.

Depois que ele saiu, Tsukasa indagou Rindou.

— De amigos para recém-casados em apenas um dia? Não fui informado disso, aparentemente não compareci ao casamento.

— É porque para recém-casados havia uma promoção e além de tudo ganhava vários artifícios no quarto, eu me rendi à jacuzzi. Sinto muito.

— Não tem problema Rindou, mas vamos logo para esse quarto, eu não aguento mais segurar estas bagagens.

— Compreensível.

Ao abrirem a porta, um aroma agradável de flores penetrou seus narizes. Eles redirecionaram os olhos para a cama, estava cheia de pétalas de rosas sobre ela. A vergonha enrubesceu o rosto dos dois.

— Eu não esperava que eles levassem casamentos tão sério.

— É uma das decisōes mais importantes na vida das pessoas, tem que ser levado a sério, Rindou.

— Por falar nisso, você pensa em  se casar, Tsukasa?

— Não muito, mas pretendo, porém não tão cedo.

— Eu vejo.

Depois de guardarem as bagagens, Kobayashi decidiu sair um pouco, para conhecer os arredores, ao sair ela ganhou uma surpresa não tão agradável. Conseguiu ver ao longe o mesmo homem que a importunou no avião, sem Eishi para a impedir, ela decidiu tirar satisfações com ele. Uma ideia um tanto idiota.

Contudo, ela não conseguiu realmente se aproximar para reivindicar algo, todavia ela escutou uma conversa bastante suspeita entre ele e uma mulher, que ela supôs ser a esposa dele.

— Então, você vai realmente falsificar aqueles shokugekis.

— É claro, como um bom empresário é meu dever comprar os juízes e ganhar mais dinheiro desses tolos que ousam desafiar meus chefs.

Rindou não escutou mais uma palavra saiu correndo em direção ao seu quarto, para sua surpresa Tsukasa estava encarando fixamente a cama.

— Rindou, você já reparou que esta é uma cama de casal?

— Já. Por quê?

— Isso quer dizer que a gente vai dormir junto?

Rindou refletiu por um tempo.

— Se você não quiser, eu posso dormir no sofá. —Ela sugeriu—

— Não foi isso que eu quis dizer!

— Então você quer?

Ele virou de costas para ela.

— Pode ser.

Contendo um pouco a felicidade pela resposta, sua face tornou séria novamente e falou.

— Tsukasa, tem uma pessoas falsificando shokugekis por aqui.



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