História Be My Voice - Capítulo 11


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane
Tags Aleclightwood, Magnusbane, Malec
Visualizações 352
Palavras 2.755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Dica: Não leiam com pressa!

Eu tentei explicar da melhor maneira possível, mas na minha cabeça saiu uma coisa e aqui saiu outra!
Me perdoem se estiver confuso!

Capítulo 11 - Vocês vão ter que mata-lo


Fanfic / Fanfiction Be My Voice - Capítulo 11 - Vocês vão ter que mata-lo

Magnus deixou Alec com Jace, e após afirmar várias vezes que estava tudo bem... ele correu atrás de Catarina.

 

“Catarina Loss

Tenho algumas informações sobre o seu Protegido e acredito que sejam do seu interesse, por isso peço que me encontre no meio da Ponte do Brooklyn ao entardecer de hoje.

Sinceramente,

Kieran da Corte Unseelie.”

 

- Kieran? - Magnus ecoou pela segunda vez após ler o recado escrito numa pequena noz.

- Ele é um dos Cavaleiros da Corte e filho do Antigo Rei assassinado. - Catarina explicou sem conter o nervosismo. - Isso é tudo que sei. O que você acha que ele quer, Magnus? Que informações são essas?

- Eu não sei, mas você não vai.

- Como assim eu não vou? Eu preciso saber...

- Você precisa ficar aqui e proteger o Alec. - Magnus a cortou. - Eu irei no seu lugar.

- Ele solicitou a MINHA presença. Você acha mesmo que ele vai falar com você?

- Tudo bem... então vamos juntos! O Alec fica na minha casa protegido pelas barreiras e o Ragnor toma conta dele até voltarmos.

- SE nós voltarmos. Isso pode muito bem ser uma emboscada. - Catarina murmurou à beira do desespero, mas Magnus a segurou pelos ombros.

- Entrar em pânico não vai adiantar nada agora, Cat. O tal Cavaleiro disse para encontra-lo bem no meio da Ponte do Brooklyn, ou seja, é um lugar bastante movimentado. Eu me preocuparia se ele tivesse dito o Central Park, mas ele não disse, então talvez até queira nos ajudar. Talvez nem todas as Fadas sejam desgraçadas.

- Mas... por que ele nos ajudaria?

A pergunta foi respondida no pôr do sol, quando Magnus e Cat chegaram na Ponte e encontraram dois rapazes cantarolando.

Um deles tinha a pele bem clarinha, cabelos num tom brilhante de azul e olhos bem peculiares.

O esquerdo era preto e o direito era prateado.

Suas roupas eram simples e típicas de um jovem com não mais do que 25 anos, mas ele era obviamente o Unseelie.

O outro rapaz Catarina conhecia de Los Angeles, e por isso seu coração ficou menos apertado.

Era o caçador de sombras Mark Blackthorn, segundo filho mais velho de Andrew Blackthorn.

- Mark? - A feiticeira ecoou. - O que você está fazendo aqui?

- Boa tarde, senhorita Loss. - O tal Mark respondeu enquanto Magnus apenas alternava seu olhar entre o caçador e o Fada. - Kieran estava preocupado que você pensasse ser algum tipo de emboscada e por isso me pediu para vir junto.

Ao ser mencionado, Kieran deu um passo à frente e fez uma curva graciosa.

- Peço desculpas pela mensagem repentina. Imagino que qualquer contato com um Unseelie não seja bem vindo.

- Depende do tipo de contato à que está se referindo. - Magnus se pronunciou pela primeira vez desde que chegara.  - O que você quer?

- Este é Magnus Bane. - Catarina murmurou. - Ele veio comigo para... bem...

- Para protegê-la. - Kieran disse com um pequeno sorriso. - É totalmente compreensível, senhorita Loss.  Mas garanto que eu não sou uma ameaça para vocês e nem para sua criança protegida. Meu objetivo é apenas ajuda-los.

- Por quê? - Magnus não se conteve. - Por que você ajudaria dois feiticeiros a proteger uma criança mundana?

- Por minha causa. - Mark foi quem respondeu e parecia bem determinado. - Kieran e eu somos namorados, e assim que eu soube que Alec havia sido encontrado pela Corte eu pedi a ajuda dele. Minha família sempre foi muito amiga dos Lightwood, e mesmo eu não conhecendo o Alec pessoalmente eu gostaria de protegê-lo como puder.

Magnus e Catarina não falaram nada, apenas viraram novamente para Kieran e esperaram ele falar.

- Nem todas as Fadas são cruéis como vocês imaginam. Apenas algumas se rebelaram durante a Guerra Maligna alguns anos atrás, mas por causa disso todas estão sofrendo com a Paz Fria. Não temos mais o direito de viver, apenas existir.

Kieran parecia estar tranquilo ali, apesar de tudo o que acabara de dizer, mas quando Magnus Bane cruzou os braços e ergueu uma sobrancelha, ele estremeceu.

- Olha... o que eu quero dizer é que nem todos da Corte estão atrás do menino. A grande maioria tem medo da punição da Clave. Eu andei investigando a pedido do Mark. Uma das Fadas teve uma visão de que o primogênito dos Lightwood seria muito belo quando crescesse. Uma beleza única e... sobrenatural, por assim dizer. Fadas amam coisas belas, mas também ficam facilmente entediadas, então quando a Rainha descobriu dessa criança com beleza sobrenatural, ela se interessou.

- Espera... Então é esse o motivo? De verdade? - Catarina murmurou. - Sua Rainha quer o Alec porque ele vai ser muito lindo quando crescer? 

- Sim! Pode parecer uma situação desesperadora, mas é mais simples do que parece. Se tivesse alguma profecia maluca envolvida eu não poderia fazer minha proposta. Mas é só isso mesmo. Ela o quer pela beleza, e o faria crescer até determinada idade para ser seu amante quando ele pisasse no Reino.

Magnus cerrou os punhos com tanta força ao lado do corpo que seus anéis cortaram a palma, mas ele não se importou.

Lançou um olhar para a amiga, que estava com o coração martelando no peito, e de alguma maneira conseguiu se comunicar com ela sem pronunciar qualquer palavra.

Fadas não podiam mentir, e o fato de Mark Blackthorn estar ali dava uma grande onda de esperança aos feiticeiros.

Pelo menos até o momento em que Kieran disse de fato sua proposta.

- A Rainha odeia os caçadores de sombras mais que tudo. Ainda mais depois que eles decretaram a Paz Fria. Então o menino podia entrar pra Academia em Idris e virar um caçador. Assim Annabel perderia o interesse nele.

- Absolutamente não. - Catarina rosnou quase ao mesmo tempo em que Magnus soltou uma risada macabra. - Alec tem apenas 8 anos, pelo amor de Deus. Ele não vai sair caçando demônios. Nem agora e nem nunca. Só de beber no Cálice Mortal é um risco pros mundanos, imagina essa vida todo de sangue?

- Bem... - Kieran baixou o tom de voz e recuou um passo. - Então eu lamento informar, mas vocês vão ter que mata-lo.

 

****

 

Magnus e Catarina estavam uma pilha de nervos desde o encontro com aquele Cavaleiro Unseelie na noite anterior, e agora Alec havia fugido de novo depois de ouvi-los conversando com Ragnor sobre o que a Fada disse.

Eram por volta das 18h da tarde e Catarina berrava pelas ruas chamando o menino, mas Alec não respondia e isso piorava tudo.

Ragnor tinha ficado no loft, praticamente amarrando Jace numa cadeira enquanto os amigos saíam atrás de Alec.

- Magnus, eu acho que ele foi pro Mercado das Sombras. - Catarina choramingou, e o pânico tomou conta do Feiticeiro.

O Mercado das Sombras sempre foi um lugar perigoso, frequentado por submundanos, mundanos com Visão, e até bruxas, mas após o decreto da Paz Fria, as Fadas tomaram conta do lugar, fazendo negócios traiçoeiros longe das novas Leis da Clave... e Alec estava indo direto pra lá.

Magnus não pensou em mais nada naquele momento, simplesmente correu como nunca havia corrido na vida.

 

****

 

A mente de Alec não parava de ecoar as palavras “vocês vão ter que mata-lo” que escutou naquela tarde durante a discussão de Magnus, Catarina e Ragnor.

Seu coraçãozinho estava dominado pelo medo desde aquele momento, mas ele não podia voltar pra trás, só correr pra frente.

Quando percebeu estava entrando numa feira de rua perto da Ponte do Brooklyn, mas ao olhar com mais atenção ele percebeu que não eram simples feirantes naquela enorme quantidade de barracas.

Eram seres sobrenaturais.

Pra onde quer que olhasse Alec encontrava criaturas estranhas vendendo poções, objetos enfeitiçados, livros e até mesmo algumas facas.

Já tinha anoitecido em Nova York, e o medo ficou mais forte quando começou a ser notado ali no meio daquela movimentação.

Ele podia identificar alguns feiticeiros por suas marcas, mas quem se destacava mesmo eram as Fadas.

Algumas pareciam moças e rapazes jovens, rodeados por coroas de flores e tecidos coloridos, mas algumas outras pareciam tão assustadoras quanto as que viu na floresta, quase duas semanas atrás.

- Está perdido de novo, criança? - Uma voz macabra perguntou, mas Alec não conseguiu ver de onde veio porque seus olhinhos se prenderam em Magnus, que estava correndo por entre as barracas e chamando seu nome.

Ele não perdeu tempo e disparou na direção oposta, se escondendo embaixo de uma mesa.

- Achem o menino. - Uma outra voz disse, e dessa vez parecia familiar. - Eu vou deter o feiticeiro.  

Demorou alguns instantes para Alec perceber que era Zara, a fada que o encurralou naquela floresta, e quem ela estava ordenando para procura-lo eram suas irmãs.

Alec não sabia se eram as 4, mas não esperou para descobrir.

Ele saiu debaixo daquela mesa, a mesa onde um homem com um chapéu alto e pontudo vendia facas, e pegou a primeira que viu.

A faca era pequena, mas parecia afiada, e isso bastou para o menino enquanto corria pra longe do mercado.

Ele esbarrava na multidão a cada passo, mas ninguém ligava muito pra ele, exceto as fadas que o perseguiam.

Eram apenas duas, só que isso não diminuiu seu medo.

Por um lado ele queria voltar e impedir Zara de machucar Magnus, mas as palavras “vocês vão ter que mata-lo” continuaram ecoando, e assim ele fugiu.

O Mercado das Sombras não era tão grande quanto pareceu no inicio, e Alec conseguiu se afastar bastante.

Mas não o suficiente.

Quando chegou perto da Ponte, numa zona repleta de grama, poucas árvores e quase nada de iluminação além da própria ponte e a lua que subia cada vez mais alto no céu, Alec ouviu o grito das Fadas o mandando parar.

Um segundo mais tarde ouviu a voz de Magnus dizendo seu nome, e logo depois respondendo às duas criaturas que a irmã delas estava presa numa gaiola de ferro puro lá no mercado.

Ambas rosnaram feroz e ameaçadoramente, mas Alec parecia ser a prioridade ali.

O menino se virou devagar para encara-los, com os olhinhos embaçados e a faca empunhada em sua mãozinha tremula.

- Não cheguem perto de mim. - Ele berrou. - Nenhum de vocês.  

- Alec... - Magnus tentou dar um passo pra frente, mas recuou quando a faca foi erguida um pouco mais. - Eu sou seu amigo, lembra? Eu só quero te proteger.

- Eu não preciso da sua proteção. Eu só quero que me deixem em paz. Eu só quero a minha família de volta.

- Nós podemos dar um jeito nisso, criança. - Uma das Fadas falou, e sorria diabolicamente. - Mamãe, papai e a irmãzinha. Você pode ver todos eles no nosso Reino. Já dissemos isso antes.

- Não acredite nelas, Alec. - Magnus sussurrou, mas o menino ergueu a faca outra vez em sua direção, fazendo as fadas sorrirem um pouco mais.

- Por que não? Eu sei que elas não podem mentir... mas você pode.

- Não podemos mentir mesmo, criança. Somos incapazes disso, então acredite quando digo que você verá sua família de novo se vier com a gente.

- Imagine viver muitos e muitos anos com todos eles no nosso Reino encantado. E o melhor de tudo é que não terá nenhum feiticeiro te incomodando.

Alec olhou para Magnus, que parecia desolado, e depois para as duas Fadas, que estavam completamente confiantes.

- Eu vou mesmo poder minha família se for com vocês? - Perguntou.

- Nós prometemos. - As duas responderam juntas e esticaram as mãos.

Seus sorrisos diabólicos cresciam mais e mais conforme o menino dava passinhos em sua direção, mas o grito delas ecoou quando Alec parou no meio do caminho e virou a faca.

A lâmina agora apontava diretamente para o seu próprio peito, e em seguida sua própria voz emergiu de sua garganta como se fosse a de um estranho.

- Minha família está morta. - Ele chorou. - Então eu só vou poder vê-los de novo se eu morrer também.

- NÃO! - As criaturas gritaram em desespero e avançaram para impedi-lo.

Mas era tarde demais.

Alec deu uma ultima olhada para Magnus, que também corria para alcança-lo, e se virou de costas.

Ele podia sentir a tontura chegando, o medo o dominando, e os passos atrás de si cada vez mais perto.

Não sabia quem chegaria primeiro, mas queria que fosse Magnus.

Queria poder olhar nos olhos dele só mais uma vez antes de ser levado pela escuridão, mas sabia que não daria tempo.

Suas pernas enfraqueceram de repente, e Alec então percebeu que a faca já estava coberta de sangue, assim como sua camiseta.

A dor em seu peito parecia sufocante... até o momento em que desabou no chão com um baque e fechou os olhos.

 

****

 

Tudo pareceu acontecer em câmera lenta.

Magnus atravessou aquele campo cambaleando e ergueu Alec em seus braços.

O corpinho dele se encaixou perfeitamente em seu colo, do mesmo jeito que o segurou algumas noites atrás quando adormeceram juntos, só que agora Alec estava mole, pálido e coberto de sangue.

A sensação de vê-lo daquele jeito foi insuportável, e a dor por não ter conseguido fazer nada para impedir foi ainda pior.

- Alec. - Magnus sussurrou, tremendo e desesperado.

As Fadas tinham parado de correr quando o menino caiu, mas o feiticeiro ainda conseguia escutar parcialmente o próprio desespero delas.

- Isso não devia ter acontecido. Como é que uma criança teve coragem de se matar? - A criatura de cabelo azul rosnou.

- Talvez não tenha acertado coração. Talvez ele ainda possa ser salvo. Faça alguma coisa, feiticeiro. Traga ele de volta! - A de cabelo prateado exigiu ferozmente.

Magnus queria se levantar e arrancar cada membro delas, mas não tinha forças nem para erguer a cabeça.

- Tem muito sangue, Brígida. Ninguém sobrevive assim. Você não acha que se esse feiticeiro pudesse fazer alguma coisa já teria feito? - A primeira voltou a dizer. - Olha só pra ele. Parece até que foi a própria vida que ele perdeu.

- Essa criança não pode morrer, Áurea. Nossa Rainha vai ficar furiosa.

- E o que você quer que eu faça? Tá bastante óbvio que não tem mais volta.

- Você vai ter que avisa-la que o menino morreu.

- Tá maluca? Por que você não faz isso?

- Porque eu vou tentar arrumar alguma outra coisa pra entretê-la. Esse menino não é a única beleza desse mundo.

Magnus até tentou prestar atenção no resto, mas não conseguiu, e logo as duas criaturas desapareceram de volta ao Mercado das Sombras.

O silencio predominou e ele apertou o corpinho inerte de Alec, chorando.

Foi impossível evitar.

Sabia desde o início que Alec correria até o Mercado das Sombras e que procuraria uma faca porque as Fadas que o atacaram estariam lá.

Sabia que ele diria que o único jeito de ter sua família de volta era morrendo.

Sabia que todo aquele sangue que o cobria era um feitiço, assim como o seu desmaio e a assustadora palidez.

Sabia que Catarina estava escondida em algum lugar por ali controlando todos esses efeitos de falsa morte, e que ela apareceria a qualquer segundo.

Sabia que tudo aquilo fazia parte do plano bolado com Kieran e Mark na noite anterior, e que Jace estava em casa reclamando aos 4 ventos por não poder participar, mas Magnus não conseguiu evitar que seu coração doesse.

Mesmo sendo encenação, Alec parecia morto de verdade, e vê-lo assim era tudo o que Magnus não queria.

Parecia a pior tortura que ele podia imaginar.

Catarina ainda não apareceu por alguns longos minutos, mas Alec começou a acordar e sussurrou baixinho.

- Magnus.

O feiticeiro afrouxou o aperto, mas o manteve em seus braços.

Ele ainda estava pálido, e talvez por isso suas bochechinhas parecessem tão rosadas.

- Eu sinto muito, Alexander. Eu não queria que você tivesse que passar por tudo isso.

Alec olhou para a própria roupa coberta de sangue, depois pra faca caída ao lado e então para Magnus novamente.

- E eu não queria que você matasse a Rainha e fosse caçado pela Corte inteira. Esse era o único jeito de salvar nós dois.

Magnus não disse mais nada, apenas abraçou o menino e rezou para que aquele plano tivesse lhe tirado mesmo do radar das Fadas.

Pra sempre.


Notas Finais


#SpoilerAlert
O plano deu certo sim \o/
Eu tenho muitas ideias pras Fadas, algumas até vocês mesmo sugeriram, MAS essa vai ser uma fanfic bem pequena (está literalmente acabando) então eu vou focar no que interessa, ou seja, MALEC!
As Fadas não vão mais voltar pra encher o saco :)


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