História Be quiet - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Asmodeus, Avareza, Azazel, Belzebu, Bottom!jeongguk, Gula, Herdeiro De Azazel, Inveja, Ira, Jaekook, Jikook, Leviatã, Lucifer, Luxuria, Mammon, Menção À Surukook, Orgulho, Preguiça, Sete Demônios, Sete Pecados, Setes Príncipes, Top!jimin
Visualizações 310
Palavras 2.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ❤

Capítulo 2 - Colinho de Lúcifer


Fanfic / Fanfiction Be quiet - Capítulo 2 - Colinho de Lúcifer

Capitulo Um



Os seres humanos na terra não tinham nenhum conhecimento sobre o que havia no chamado inferno que eles acreditavam que existia, alguns tinham suas teorias, outros tinham suas crenças e acreditavam firmemente em seus conceitos.


Diversas religiões, nenhuma certeza concreta sobre algo.


Será que existia mesmo céu? Existia mesmo inferno?


Era o maior questionamento da humanidade e claro que aqueles que tinham morrido nunca voltaram para contar o que havia após a morte, talvez aquele fosse mesmo o maior medo de alguns pecadores na terra, o que havia depois que morressem, será que seriam levados ao famoso paraíso? Será que iriam ao purgatório? Ou ao tão temido inferno.


Ninguém tinha certeza.


Acreditavam que o inferno era como o interior de um vulcão, cheio de chamas, ou então um local cheio de portas onde cada porta havia um local pegando fogo, onde pessoas eram açoitadas e castigadas, um lugar onde a míseria prevalecia e ninguém escapava dos castigos de lá.


E sobre quem comandava o local? A grande maioria achava que era o diabo, soberano de todo o submundo, um ser todo vermelho, feio com deformidades em seu rosto, chifres tão grandes comparados aos de um búfalo selvagem, roupas estravagantes e um rabo comprido com um triangulo na ponta, talvez ele segurasse um tridente, talvez não.


Outros acreditavam que o diabo na verdade era um anjo caído do ceu que havia se rebelado contra o supremo, e por isso Deus havia o enxotado do céu.


Enfim, haviam várias teorias, algumas certas, a grande maioria errada.


O real inferno não tinha localização exata, ele não era no núcleo da terra como a maioria achava que era, não era cercado de fogo, afinal, não era do fogo que os seres daquele local viviam, eles não se importavam com temperaturas, então pra que a necessidade do fogo?


O inferno era uma cidade na verdade, uma cidade sem localização, como um local perdido, haviam vielas e ruas, pessoas transitavam pelo local normalmente, não havia a chamada pobreza, cada um tinha o que podia ter, não era o melhor local já que a grande maioria ali eram seres que na vida passada haviam sido as piores pessoas com os piores sentimentos, os piores atos, piores pensamentos, mas o inferno não era um local sem regras ao contrário do que muitos pensavam.


A aparência era de época medieval, com as casas feitas de madeira ou rochas, uma aparência velha e desgastada devido ao tempo e aos grandes eventos.


E sobre quem comandava o lugar…


Haviam setes príncipes que o comandavam, eles não se conderavam reis, não havia um rei ali, eram apenas príncipes, mas um deles seguia a frente dos outros ja que era o mais antigo ali.


E sim, ele era o anjo caído do céu, se rebelou contra as regras perfeitas de Deus e foi jogado em um lugar onde não havia nada, ali ele construiu sozinho tudo o que havia ali, lá ele cresceu e passou a liderar, Deus jogava todos aqueles que ele achava serem pessoas quebradas ali, como se fosse seu lixão particular, e na verdade o anjo caído não se importava, aqueles que paravam ali se tornavam seus fiéis ou apenas aqueles que não tinham para onde ir.


Aquele era o inferno, um local onde sim, a maldade prevalecia, não irei dizer que lá eles eram como uma família, mas eles tinham suas individualidades e regras eram estabelecidas para controlar o gênio de todos.


Haviam tantas “especies” de demonios, todos apenas com uma finalidade, conseguir energia para sua sobrevivência seja de qual forma fosse.


Mas no meio de toda as discórdias, entre os principes havia um em especial que mesmo que fosse um dos demonios mais poderosos ocupando um dos tronos, ele era considerado o xodó do inferno, aquele mimado que gostava de ter tudo em suas mãos, havia ganhado essa personalidade egoista de muito envolvimento com Leviatã, o demonio da inveja.


Asmodeus era um malditinho de um mimado, gostava de se divertir e de ter seus próprios brinquedinhos, gostava de ter a atenção de todos os principes para si e já havia transado com tantos que nem mesmo conseguia fazer uma lista.


Mas não pense que ele era “rodado” ou que passava o rodo em geral, não era isso, ele apenas se alimentava disso, dependia disso, era isso que lhe mantinha vivo, afinal, ele era o demônio da luxuria, era do sexo que dependia, era do sexo que tirava a energia necessária para se manter vivo.


Seu nome mundano era Jeongguk, ele era o segundo lider de todo o inferno, antes dele vinha Lucifer, demonio do orgulho, que era o principe mais antigo, mais poderoso e assim o que comandava o submundo, o anjo caído que havia se rebelado contra Deus.


Não tinha nada que Asmodeus não gostasse mais do que ter um colinho de algum dos outros principes, ele era um demoniozinho mimado demais da conta.


Viveu tantos seculos observando os humanos sucumbirem aos pecados da carne, houveram até aqueles que se tornaram seus brinquedinhos favoritos, até Jeongguk enjoar deles e descarta-los como brinquedos quebrados, afinal, depois de um tempo eles achavam que tinham algum direito sobre si, e Jeongguk não gostava muito disto.


Mas depois de passar dez seculos apenas observando, brincando e descartando mundanos, ele um dia viu um certo humano que se destacava entre os outros, sua aura era diferente de todas as outras e Jeongguk não sabia identificar o que era que lhe fazia diferente, ele apenas observava como aquele serzinho era diferente de todos.


E ele o desejava.


Ah, como Jeongguk lhe desejava…


Tinha a fome de experimentar como seria ter aquele rapaz em seus braços enquanto ele lhe fodesse fundo e gostoso em seu quarto no inferno.

E quando isso ocorreu, pareceu estar nas nuvens mesmo não sabendo como era a sensação de estar no céu, ele apenas se sentia extasiado e uma satisfação plena que há tempos não tinha experimentado lhe tomava.


Park Jimin era seu nome.

O maldito de um loiro gostoso para caralho que estava sendo o único que conseguia desmoronar as estruturas do demoniozinho da luxúria, mesmo que o Park nem soubesse deste fato.


Enquanto a desgraça percorria cada cantinho do submundo, Asmodeus apenas permanecia em seu quarto deitado entre os lençóis de cetim de seu quarto, a neblina no cômodo tomava conta, aquela maldita neblina que poderia atordoar qualquer um que entrasse ali de tão forte e sensual que era seu cheiro.


O moreninho estava entediado, não tinha nada para resolver naquele dia, parecia que todos os Incubus e succubus estavam bem ocupados e sem dar problemas por ai.


Incubus e succubus eram seus súditos. Demônios que se alimentavam também através de energia sexual, mas que o faziam pelos sonhos ou enquanto a pessoa estivesse dormindo.


Não havia nada para resolver naquele dia, nada que a luxúria devesse entrar em ação.

Quando Asmodeus soube que estava livre naquele dia, a primeira coisa que se passou na sua mente foi que deveria ir de encontro à algum dos seus hyungs, era o que ele mais gostava de fazer e podemos dizer que de todos os principes do inferno, ele era o mais emotivo de todos, sendo que os outros seis príncipes estav ocupados demais naquele dia para lhe dar atenção.


Bufou estressado enquanto rolava na cama. Os desenhos em sua pele escurecendo apenas demostrando os sentimentos ruins que habitavam o corpo do demônio, sentia raiva e puro tédio.


Diferente de seus outros hyungs, Jeongguk tinha um pouquinho de cada pecado, era isso que dava a sua teimosia de querer realmente sentar no colinho dos outros príncipes.


Por um momento pensou em como estaria seu humano favorito.


Bem, Jimin não aparecia em seu quarto ja havia um tempo, Asmodeus ainda lembrava que fazia duas semanas que não via o loirinho, a última vez havia sido quando eles discutiram depois de uma transa.


O motivo?


Bem, não havia um motivo concreto, era só que Jimin tinha crescido em uma familia religiosa e ele se sentia deveras culpado com o que estava fazendo e até mesmo chegava a pensar que estava louco, que todo aquele lance de transar com um demônio era apenas alguma loucura da sua cabeça.


E isso irritava profundamente Asmodeus.


Ele não gostava de religiões, mas não dava a mínima para isso, nunca fora religioso em sua vida mundana, mas não era por isso que havia sido jogado no inferno antes de se tornar príncipe, sua história era um pouco conturbada.


Mas voltando ao principal…


Eles haviam discutido porque Jimin se sentia confuso com tudo aquilo que ocorria entre os dois.


E com razão, afinal, quando brigaram, ja fazia mais de um mês que estavam juntos naquilo que eles não sabiam bem como definir, não era la algo normal, mas Jeongguk nem se importava com isso, Jimin que se incomodava.


Havia demorado demais para que o loiro quisesse satisfações sobre o que realmente ambos estavam fazendo, além do sexo claro.


E Jeongguk sempre desviava do assunto. Nunca havia sido bom com conversas sérias, por isso era um dos demônios mais imaturos do inferno, ele apenas queria saber de se divertir.


Tudo isso resultou em um loirinho emburrado e evitando o príncipe da luxúria.


Em todos aqueles dez séculos de existência, Asmodeus nunca havia se estressado tanto com um mundano como estava se estressando com Jimin.


Ele estava fazendo uma greve por acaso? Isso era um absurdo.


Jimin não havia lhe procurado mais nem sequer uma vez, aquele maldito queria que Jeongguk fosse atrás dele.


Jeongguk era birrento e orgulhoso demais para isso.


Enquanto estava ali mergulhado em pensamentos, o demônio foi interrompido de seus devaneios com outra presença ali. Quase choramingou quando percebeu que era Lúcifer, ou Hoseok para os mais íntimos.


— Está chateado, posso saber porque? - O ruivo perguntou enquanto se enfiava debaixo dos lençóis de cetim ficando assim abraçado com o mais novo.


— Não estou chateado. - Respondeu.


O orgulho teve vontade de rir com a resposta do outro, conseguia até visualizar o biquinho que ele estava fazendo mesmo que não estivesse vendo seu rosto.


— Você mente tão mal Jeongguk, é o pior de todos na mentira.


— Mas eu não estou mentindo.


— Eu consigo sentir o que você sente as vezes, não se esqueça disso sweet


Asmodeus apenas se manteu calado ainda abraçado à Lucifer.

Hoseok havia sido o príncipe que mais lhe acolheu bem quando ele caiu ali no inferno, o Jeon ainda se lembrava, ele era muito jovem quando morreu, estava perdido e mesmo com todos os pecados enroscados em sua alma, ele ainda parecia uma criança indefesa no meio de toda a desgraça do submundo, Jeongguk era alguém perdido e tomou rumo quando conheceu Hoseok.


Mesmo no meio de toda aquepa podridão, Jeongguk tinha muita gratidão por Lúcifer.


— É aquele tal de Jimin?


— Como você sabe?


— Ele andava visitando demais o nosso mundo pela fenda, é um dos seus brinquedinhos?


— Eu não sei, aquele maldito me deixa confuso.


— Asmodeus confuso, essa é nova. – Riu.


— Ei não ria, é serio. – O mais novo se afastou socando o peito forte do outro demônio, mesmo que fraquinho.


— Ta bom estressadinho! Mas o humano não aparece aqui têm tempo, ja deu o pé na bunda dele?


— Não, ele está de cu doce.


— Ou você que aprontou.


— Porque você sempre diz que a culpa é minha hyung? - Perguntou manhoso.


— Porque eu te conheço mais do que ninguém Jeon Jeongguk.


— Não me chame assim, sabe que eu não gosto.


— Por isso mesmo que chamo assim, só para irritar.


— Ya! Saia daqui!


— Não! - Gritou enquanto ria - Não quer um beijo grego não? Desculpa!


— Você joga sujo. – O moreninho disse enquanto o empurrava para fora da cama.


— Juro que te chupo bem gostoso lá atrás.


Jeongguk fingiu ignora-lo o dando as costas.


— Te dou uns tapas do jeitinho que você gosta.


Hoseok falando assim fazia Jeongguk ja ficar ansioso, sua entradinha se contraia e seu pênis endurecia apenas com a menção das coisas que ele faria consigo.


— Eu iria enfiar meus dedos junto com minha língua enquanto te chupo forte, do jeito que você gosta fazendo esse seu rabinho se contrair ansioso pela minha…


Antes que Lúcifer pudesse continuar com sua sentença, foi interrompido pelo outro demônio que agora tinha as marcas em seu corpo coloridas novamente mostrando o quanto de excitação que havia em seu corpo e o quanto ele desejava aquele maldito hyung.


— Vem me alimentar oppa…


E a melhor maneira de desviar dos problemas para um demônio como Asmodeus era apenas se enterrar no sexo.


Era seu maior vício e lhe fazia esquecer de tudo ao seu redor.

Mas pela primeira vez em toda sua trajetória como Asmodeus, Jeongguk não conseguiu deixar seu problema com Jimin de lado enquanto Hoseok satisfazia seu corpo, pelo contrário, ele apenas sentiu falta de outra pessoa tomando seu corpo.


E essa pessoa era Park Jimin, aquele maldito loirinho.


Notas Finais


HOPEKOOK SIM

MAN, VAI TER MUITA MENÇÃO DE OUTROS SHIPPS COM O JK POR AQUI

coloquei hopekook pq acho lindo a relação deles na fanfic, J-hope é como o daddy do jk, mas eles não tem relação nenhuma, ele é o daddy do jk apenas pelo sentido de que foi ele que acolheu e cuidou do jk como um pai, MAS, pais normalmente não fodem seus filhos, então é daddy mesmo.

E CLARO O PRINCIPAL É JIKOOK NÃO SE ENGANEM, NÃO ME XINGUEM.

o jk não é uma puta só pra constar, ele é apenas um demônio movido ao sexo, então isso é totalmente normal para ele.

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO

As atts são demoradas mesmo, especialmente agora que eu estou em hiatus, espero que entendam <3


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