História Be the Light - Capítulo 1


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Categorias Pokémon
Tags Ash, Clemont, Diodeshipping, Pokémon
Visualizações 129
Palavras 1.957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!

Essa fanfic não é uma One Shot, farei ela como Longfic!

Essa idéia eu já estava com ela a algum tempo, aliás, estava com uma ideia é implementei outra que coube a ideia anterior, formando assim uma nova idéia!

Essa fanfic não vai ser romance, vai ter seus pontos românticos, mas não total, farei ela com um enredo mais dramático!

Essa fanfic é uma Songfic, de começo usarei a maravilhosa música:
BE THE LIGHT - ONE OK ROCK
Recomendo que ouçam, essa música é linda, tirei algumas ideias dessa música é de outra:
LAST DANCE - ONE OK ROCK
Também recomendo que escutem essa música!
Inicialmente usarei só a primeira música que falei, mas pode ser que eu use outras músicas do One ok rock!

Espero que gostem!

Comentem e favoritem!

Sem mais delongas
BOA LEITURA!

Capítulo 1 - Cry


Fanfic / Fanfiction Be the Light - Capítulo 1 - Cry

  Já era a última aula do dia, estava cansado, queria sair do ambiente em que estava, o professor falava, ouvia alguns alunos conversar, olhava a janela e via as nuvens de chuva se armando e alguns barulhos de trovão.

    Ouvia a explicação do professor de física, não gostava da matéria mas se esforçava, suas notas sempre eram de oito a dez, o garoto se esforçava para ser um bom aluno.

    Dezesseis anos, loiro, pouco sociável, esse é Clemont, estudante da "Coumarine Royal School" em Kalos, o garoto que não gosta de se aparecer, gostava de ser discreto, em sala de aula prestava atenção nas aulas, fora de sala de aula sempre com o fone de ouvido.

    Clemont tem seus mistérios, um adolescente, mesmo ele não gostando de chamar a atenção e não chamava mesmo, era olhado por algumas garotas e até garotos, nunca chegaram nele e ele também não fez questão de chegar nós outros, não gostava.

    Falando em olhar para ele, ele olhava para um garoto, na aula mesmo prestando atenção ele desviava seu olhar do quadro para um garoto que estava secretamente apaixonado, o garoto que ele olhava quase não o via, mas Clemont mesmo sabendo que não seria correspondido continuava a olhar para ele, voltou a atenção para a aula:

    - Bom alunos, essa foi a nossa aula de hoje, eu vou deixar um trabalho para vocês fazerem em dupla, quero um trabalho dividido em duas partes, uma sobre a energia e a outra sobre o calor, a dupla vocês mesmo escolhem e o trabalho é para entregar semana que vem! - a professora disse mostrando o quadro com as anotações sobre o trabalho

    Clemont estava pensando com quem faria dupla, não sabia e ninguém tinha ido até ele, mas foi surpreendido quando alguém o tocou, ele olhou e viu o garoto que ele admirava durante as aulas, no recreio, não acreditava que ele estava ao seu lado:          

 

            – Clemont? – o garoto o chamou tocando no ombro

             – Oi Ash! – Clemont sorriu, ficou surpreendido pelo seu crush estar de pé ao seu lado
            – Então, estava pensando, quer fazer o trabalho comigo? – Ash perguntou, talvez quisesse conhecer mais o loiro
    – Claro! – Clemont aceitou a proposta, não só por ter alguém para fazer o trabalho, mas também pelo fato de ser a pessoa que gosta
    – Então podemos fazer na sua ou na minha casa, ou outro lugar? – Ash perguntou
    – Pode ser na biblioteca, amanhã! – Clemont indicou o local, não queria levar alguém para sua casa, sabia que arrumaria alguma dor de cabeça com seu pai
    – Amanhã é sábado, podemos sim, de manhã? – Ash sorriu
    – Sim, combinado! – Clemont suspirou aliviado
    – Nós moramos perto, posso ir com você? – Ash pediu sorrindo, o loiro ficou pensativo
    – Claro! – Clemont aceitou o convite, seria legal voltar da escola com o garoto

    Assim o sinal que indica a hora de ir embora tocou, os dois garotos saíram, no portão, Clemont esperou Ash que foi falar com uma outra pessoa, alguns minutos e o maior já estava com o loiro.

    Saíram do portão da escola caminhando, não pegavam ônibus ou van pois moravam perto da escola, não na mesma rua, mas perto, no caminho Ash puxou conversa:

    – Então porque não conversa com os outros? – Ash perguntou curioso, indícios de que queria uma amizade com o loiro
    – Eu não sou bom para fazer amizades, você já deve ter percebido que sou antisocial! – Clemont falou de uma parte, não queria mostrar a outra, pelo menos por enquanto
    – Já sim, por isso pedi para fazer o trabalho com você, quero ter a sua amizade! – Ash sorriu feliz

    O loiro ficou meio vermelho com o repentino pedido de amizade do outro, Ash percebeu:

    – Está com vergonha? – Ash perguntou curioso, achou fofo a vermelhidão que causou no rosto do loiro
    – Não, não muito, é que ninguém nunca chegou a pedir para ser meu amigo, por isso considero todos como colegas, amizade nunca cheguei a ter uma, você vai ser o meu primeiro amigo! – Clemont só corou mais por estar começando uma amizade com Ash

    Ash pegou no ombro de Clemont, o loiro o olhou, o maior sorriu e estendeu a mão para um aperto de mãos:

    – Vou gostar muito de ter a sua amizade! – Ash teve sua mão apertada pelo loiro
    – Eu também! – Clemont sorriu

 

    O loiro apertou a mão de seu novo amigo, uma amizade estava nascendo entre os dois, voltaram a andar:

 

    – Então, desculpa pela pergunta, você já ficou com alguma garota? – Ash fez a pergunta que normalmente os homens fazem para outros homens
    – Não, isso é um assunto que eu não gosto muito, mas vou explicar, quero que fique entre nós dois, eu sou gay, não me interesso muito por garotas, prefiro mais os garotos mesmo! – Clemont revelou a outra parte que não queria, esperava não ser xingado
    – Você acha que tem algum problema nisso? – Ash ficou curioso, não achou o fato de seu recente amigo ser gay um fato estranho, mas totalmente normal, se fosse pra ajudar, então ajudaria
    – Eu não, mas meu pai sim, ele sempre me pergunta se eu já fiquei com alguma garota, fala que eu tenho que sair e paquerar e coisas do tipo, só que eu prefiro ficar em casa mesmo, ele também repudia e me diz que se eu for gay ele vai me espancar e vai me colocar pra fora de casa, eu sou gay e nunca contei para ele por medo! – Clemont revelou fatos ruins sobre seu pai é que passa em sua casa
    – Entendo, mas você vai ter que falar com ele algum dia, e sua mãe? – Ash já começou a ficar mais curioso
    – Eu só moro com meu pai, Meyer, a minha mãe morreu! – Clemont soltou uma lágrima, lembrar de sua mãe sempre foi e sempre sera doloroso

    Ash percebeu a lágrima e a limpou:

    – Não precisa mais falar, entendo você, se precisar de alguma ajuda, eu vou estar aqui! – Ash ofereceu ajuda, claramente a amizade que Ash queria com Clemont, é pra ser verdadeira
    – Obrigado, eu sou sentimental, quando eu falo da minha mãe, eu sempre choro, ela morreu de câncer, foi muito ruim perder ela, se ela estivesse aqui eu acho que ela me apoiaria! – Clemont falou um pouco de sua mãe e sabia sim que ela apoiaria, ela não era uma casca grossa igual o seu pai

    Ash deu um abraço em Clemont:

    – Fica tranquilo, eu estou aqui, não precisa chorar! – Ash falou ao ouvido do loiro
    – Obrigado! – Clemont agradeceu

    O abraço durou segundos, se afastaram:

    – Não vamos falar desse assunto agora! – Ash parou pois não queria passar dos limites, acabara de começar uma amizade
    – Tudo bem! – Clemont ficou mais aliviado

    Continuaram o caminho agora silenciosamente, Clemont ainda mantinha um rosto triste por ter falado de sua mãe, Ash ficou sério por ter ouvido sobre como é a vida do loiro, não durou mais que dez minutos e chegaram na frente da casa de Clemont:

    – Fica bem, amanhã eu passo aqui as dez da manhã! – Ash marcou o horário
    – Combinado, até amanhã! –Clemont se despediu com um aceno
    – Até! – Ash retribuiu o aceno

    Clemont viu Ash se afastar e logo entrou em sua casa, seguiu para as escadas mas antes mesmo de subir elas ele foi chamado:

    – Clemont! – um homem o chamou, provavelmente o seu pai
    – Oi Pai! – o loiro atendeu o chamado
    – Como foi na escola hoje? – Meyer perguntou, sempre pergunta da escola
    – Foi normal, amanhã eu vou na biblioteca com um amigo, nós vamos fazer um trabalho! – Clemont falou sobre o trabalho
    – Certo, pode ir guardar suas coisas, depois lave a mão e venha almoçar! – Meyer deu as instruções
    – Sim! – o loiro obedeceu

    O garoto começou a subir as escadas e ouviu o barulho da chuva que começou a cair, continuou subindo e chegou em seu quarto, colocou sua bolsa na cama e ouviu um toque de aplicativo de rede social, ele entrou e viu uma solicitação de amizade de Ash, aceitou o pedido e logo chegou uma mensagem no chat do aplicativo, o mesmo o chamou:

    CHAT ON
    – Oi novamente! – Ash mandou com um smile sorridente
    – Oi! – Clemont mandou o mesmo smile
    – Quase peguei chuva! *risos* – Ash disse rindo
    – Pelo menos foi quase! – Clemont também riu
    – Sim, está melhor? – Ash perguntou preocupado com o loiro
    – Sim, obrigado pelo abraço! – Clemont agradeceu novamente
    – De nada! – Ash falou
    – Bom, eu vou almoçar! – Clemont mandou uma figurinha de comida
    – Também vou , depois nós conversamos mais! – Ash falou
    – Sim, se caso eu não responder não se preocupa, eu quase não fico “online”! – Clemont falou, nunca gostou muito de ficar no celular, apenas escutar músicas mesmo
    – Sem problemas, vou respeitar seu espaço, bom almoço! – Ash falou gentilmente
    – Pra você também! – Clemont também
        CHAT OFF

    Clemont deixou seu celular em cima da escrivaninha de seu quarto, foi para o banheiro lavar a mão e desceu para a cozinha, seu pai o esperava, sentou a mesa e se serviu, sempre gostou de ter uma refeição silenciosa, mas não era sempre que tinha o silêncio, como agora:

    – Clemont? – seu pai o chamou sério, viria mais daquelas perguntas que o loiro não gostava, mas deveria responder
    – Oi pai? – o loiro atendeu o chamado
    – Quando você vai arrumar uma namorada? – pensado e dito, o loiro sempre sabe quando as perguntas viiam
    – Não sei, também não quero, prefiro ficar na minha! – Clemont deu a mesma resposta de algumas vezes
    – Você é “viado” por acaso? – Meyer falou repudiando a palavra
    – Não pai, você sabe que não! – Clemont disfarçou
    – Então porque não quer uma namorada, os garotos da sua idade já tem namorada, já beijaram, já até transaram, você precisa sair de casa, conhecer as garotas! – Meyer falou, quer ver seu filho com alguma namorada, é uma homem com uma masculinidade frágil
    – Você fala isso como se fosse necessário! – Clemont já estava irritado
    – Mas é necessário, todos os garotos da sua idade tem namorada! – Meyer bufou
    – Todos, todos, todos, todos tem, mas como diria a mamãe, eu não sou todos! – Clemont gritou, não gosta dessas conversas com seu pai

    O garoto bateu forte na mesa e saiu correndo para o seu quarto, já Meyer gritou o nome do filho o chamando, não gostava da conversa que seu pai o colocava, era difícil ter uma vida assim.

    O garoto ama seu pai, mas quando começam as conversas, ele se vê em momentos ruins, do mesmo jeito que se via na escola, ele em um canto, apenas ele e seus pensamentos, pensando nas piores coisas, esses momentos dramáticos e ruins para ele, também tinham outros como não poder se abrir com seu pai por medo, e outros motivos, tudo o que ele passava, o fazia sentir que sua vida era negra, nada era luz a não ser por uma pessoa, Ash, desde que olhava para Ash, desde o momento que Ash pediu para fazer o trabalho com ele, desde que se tornaram amigos, a mão no ombro, o abraço, esses momentos com Ash o fizeram sentir-se em paz, ele se sentiu feliz, com uma sensação de conforto e segurança, era apenas ele é Ash, era apenas ele e o garoto da luz.

    Entrou no seu quarto e se deitou na cama, apenas deixou suas lágrimas caírem, não emitia o som do choro, apenas as lágrimas caiam, ficou minutos pensando em Ash, em seu pai, nas conversas, nos momentos felizes e nos momentos tristes, chegou a pensar em suicídio, não poderia fazer isso, mas pensou em fazer, não aguentando mais a situação em que estava se levantou, pegou seu celular e saiu de seu quarto.

    Desceu as escadas rapidamente e viu seu pai o aguardando, o garoto não ligou para o homem, apenas saiu pela porta, não ligou para a chuva, apenas seguiu algum caminho que o levaria para o lugar que ele queria...

                                             CONTINUA


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Comentem, falem se gostaram ou não, vou ficar feliz se deixarem um comentário, vou ser muito grato!

Pretendo atualizar essa fanfic de 1 em 1 semana, mas minha vida está meio corrida, então não sei se vou conseguir!

Agradeço a quem comentar e favorita!

Até o próximo capítulo!

Grande e forte abraço!


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