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História Beast Hunters - Capítulo 3


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Notas do Autor


Continuando do último capítulo!!! Juro que o próximo ainda vai ter um pouco de world building antes de rolar tudo <3

Capítulo 3 - Pirulitos quentes


Vael tocava a campainha repetidamente sem nenhuma resposta.

Não gostava de usar a chave que sua irmã deu para ir lá quando precisasse, mas era um momento que considerava necessário.

- Oi? - chamou com uma mão próxima à boca. Esperou alguns segundos, mas ninguém respondeu.

O silêncio e a escuridão da casa por trás do portão dava um ar mórbido. Vael deu um tapa na testa se lembrando que ela poderia estar no trabalho a essa hora, mas agora não poderia apenas voltar sem deixar o bolinho que havia comprado para ela.

Entrou na cozinha da casa onde a mesa redonda exibia garrafas de cerveja jogadas, algumas caídas, mas no geral, a casa estava organizada.

Abriu a geladeira e colocou a caixinha com o doce com um desenho rapidamente feito de uma guaxinim de cabelo comprido e azul enquanto mandava mensagem para a irmã. Ela estava longe do telefone possivelmente.

Deixou o doce lá e fechou a única fonte de luz do cômodo além da janela.

Era apenas ele ali.

Seria hora de partir. Adoraria ficar ali mais tempo se sua irmã estivesse, mas sem ela não via motivos para continuar. A única coisa que tinha que fazer antes de tudo era ir para a sala, onde na mesa de centro e na estante da TV estavam os quadros que mais importavam para eles e mais alguns novos. A maioria deles era com Karin já adolescente, Vael com aproximadamente oito anos - não lembrava muito bem da idade quando tirou as fotos - e seus pais vivos.

Como podem esperar, foi um acidente, mas não acho que precisam agora de uma história clichê de pais que morrem num acidente de carro durante uma viagem e os corpos ficam por uma semana desaparecidos e as crianças ficam impedidas de ir no velório por estarem obrigatoriamente num orfanato.

Karin ao completar dezoito anos havia sido obrigada a sair por ter atingido a maioridade, mas prometeu ao irmão que encontraria um lar para ele.

Vael nunca soube dos tempos em que ela tinha morado na rua até conseguir resolver tudo. Ficou temporariamente na casa de sua amiga de escola, Liane, e lá conseguiu que seus pais fossem a próxima família de Vael. E Vael iria precisar muito de alguém e rápido.

Quando a burocracia foi resolvida, os Sabers conseguiram a guarda de Vael, e Liane, antes desacreditando que sentiria algo pelo pequeno guaxinim, logo sentiu afeto por ele, como se fosse um irmãozinho a ser protegido.

A família de dentes-de-sabre ajudou pagando uma psicóloga para que o acompanhasse e o ajudasse a se desenvolver em suas dificuldades, mas quanto a Karin, ela voltou para a casa dos pais, próxima à área histórica da cidade. Conseguiu os documentos de volta e tudo o que pertencia a eles, sendo antes um lugar cuidado pelo governo até que os filhos das vítimas pudessem ocupar a casa novamente.

Era um lugar de memórias para ela. E vendo as cervejas na mesa, as memórias continuavam dolorosas.

Apesar de tudo... Vael pegou um porta retratos onde, pela primeira vez em anos, ela sorriu... Abraçada com uma raposa das neves em uma foto e na seguinte elas se beijavam.

Vael conseguia aquecer o coração solitário da irmã, mas precisava de mais. Quando ela encontrou Yara, a raposa das neves, finalmente se sentiu segura... Finalmente feliz...

Uma lágrima desceu pelo rosto de Vael e então, ele abraçou o porta retratos.

- Acho que não sou um bom irmão... Mas ainda bem que você conseguiu ficar feliz, irmãzinha...

Ele colocou de volta no lugar, secou as lágrimas e pegou sua mochila para continuar o caminho.

O próximo lugar deveria ser algum onde pudesse esperar algumas horas... e onde mais confortável que um fliperama?

Havia um, um muito específico e bem próximo dali, onde o ar ventilado sempre o fazia se sentir bem.

O lugar era abaixo do solo, onde havia quatro saídas em quatro cantos diferentes e, por incrível que parecesse, o cheiro da Cidade Real parecia intenso ali. Um cheiro gostoso ventilado e música de início de fase do Pac Man tocando na entrada sempre que alguém passava por ela.

Como depois de um tempo o lugar se tornou o favorito de Vael, ele mesmo já estava seguro o bastante para ter um cartão do fliperama em sua carteira. O sistema do cartão se baseava em você carregá-lo com uma quantidade de "fichas" de fliperama para jogar em qualquer máquina, seja ela um videogame ou algum outro brinquedo, além de alguns terem a chance de dar fichas para o jogador em seu cartão.

Quando começou a brincar lá, Vael gastou um pouco com alguns jogos para entender como funcionavam até ser quase perfeito neles a ponto de conseguir ter precisão em momentos de pressão e agilidade para conseguir mais pontos e mais fichas gastando menos fichas. Em alguns meses precisaram mudar um pouco o sistema de fichas para dificultar mais. Adiantou pela quantidade menor de créditos que o guaxinim conseguia, mas praticamente estava jogando de graça e juntando fichas pelos prêmios, comprando e jogando mais por mais prêmios ou apenas por diversão.

De vez em quando alguns que não tinham tanta sorte compravam prêmios de Vael. Ele trocava seus créditos por algo e recebia o valor do prêmio em dinheiro.

Dessa vez, o desafio de Vael era Pac Man. Gostava de tentar jogos que geralmente era ruim e perdia algumas fichas tentando entender e padronizar os movimentos de inimigos, apesar de não ter descoberto o do jogo que estaria prestes a colocar as patas. E isto deixava mais divertido.

Suas mãos, uma segurou o analógico do controle de arcade e a outra, por costume, repousou os dedos sobre os seis botões.

Conseguiu passar da primeira fase com um pouco de dificuldade. Passou da segunda, mas na terceira ouviu pelas últimas vezes de sua ficha o som do protagonista do jogo morrendo e a imagem dele se abrindo e ir para a inexistência.

Sabia que não era culpa da máquina por ele não ser bom naqueles jogos, mas não podia deixar de se sentir frustrado.

Depois de algumas fichas recuperadas em outros jogos, finalmente decidiu que já era hora de gastar um pouco delas com alguma comida para continuar seu caminho com energia.

Olhou para as horas de seu celular e os olhos arregalaram com as horas. Havia passado tanto tempo enquanto se divertia.

Segurou firme a bolsa para mais uma vez ter certeza de que estava ali, soltando um suspiro ao senti-la e correu para a próxima parada... Uma coelha fascinada por doces.

Percorreu algumas ruas, quadras e esquinas curtas antes de encontrar a coelha descansando em um banco em uma praça com um pirulito na boca como sempre.

Não notou Vael aparentemente. Ele estava metros atrás dela, observando seus pêlos brancos que cobriam o corpo, enormes cabelos loiros que iam até sua panturrilha, presos por alguns elásticos, e mais um pouco perto viu a mecha rosada na franja e os brincos em suas enormes orelhas.

Vael pegou a bolsa com as duas mãos, se aproximou mais da coelha e chamou com cuidado:

- Lully?

Ela deu o salto mais alto de sua vida, olhos arregalados e expressão sem saber o que fazer com o susto que levou.

- Caralho Vael! Quer me matar, porra? - gritou enquanto respirava fundo com a mão no peito.

Estranho era para Vael ter a visão de uma coelha seminua em pleno dia numa praça pública.

Ela vestia uma jaqueta curta e aberta e shorts - se é que aquilo não poderia ser chamado de calcinha jeans -, exibindo seu corpo misteriosamente bem definido para a quantidade de doces digeridas. As únicas coisas que impediam a completa nudez era o sutiã e os fios na cintura que deveria ser marca de alguma calcinha, porém o mais incrível para o guaxinim era que ela era uma giganta perto dele.

- De-desculpa...

- Tudo bem... Só não me assusta mais assim, isso quase me mata. Coelhos tem coraçãozinho frágil.

- Bom, o que importa aqui é que tenho um bom pedido de desculpas. - Abriu a bolsa e mostrou a caixa com o bolinho dentro.

Ela virou o rosto fingindo estar brava com o amigo, porém nada escondia os brilhos nos olhos e o sorriso ao ver um doce:

- É... da Vienna?

- Claro que é. Olha! - Lully Pop adorava...

E sim, este era como um "nome" para ela, já que seu nome real era quase desconhecido...

- Vamos, sei que você adora isso. - Vael passou por cima do banco e se assentou ao lado da amiga. - Certeza que não quer? Acho que vou comer então...

- Tá bom... - A coelha com facilidade ergueu Vael e o colocou em seu colo, o abraçou forte e cuidadosamente tirou o bolinho da caixa para comer.

Deu a primeira mordida e se sentiu no céu.

A massa tinha alguns pedacinhos de nozes com um pouco dos pedaços duros de pirulitos azedinhos e um recheio cremoso de mousse de limão.

Deu mordidas e mais mordidas, sentindo seu corpo cada vez melhor e em pouco tempo acabou.

- Ah, era disso que eu precisava! - Envolveu Vael em seus braços, o deixou fortemente colado ao seu corpo e lhe deu um beijo na bochecha. - Brigada, guaxinim - agradeceu com uma voz mais carinhosa.

Vael tentava pronunciar alguma coisa, embora sua cabeça parecia estar pifando, sentindo o calor do abraço e o calor de seus próprios batimentos extremamente acelerados com o abraço, sentindo em suas costas os seios de Lully.

- D-de nada... - resmungou.

A única certeza que Vael teve foi que no momento do beijo em seu rosto foi que parecia que iria explodir com calor em seu rosto.

- Tá bom, me fala das novidades! - Tirou ele de seu colo e o colocou de volta ao lado. Parecia uma criança. Lully se curvou para a frente, pousou os braços sobre os joelhos e o encarou com um sorriso.

- Bom... não tem nada demais, eu só continuei evoluindo em algumas áreas que precisava e tal. Nada demais.

Vael abraçou sua bolsa e ficou em silêncio.

- Nada demais? - Lully soltou uma gargalhada. - Cara, quando te conheci você era uma estátua, quase um fantasma. Só passava, via e saía do lugar sem ninguém saber. Era bem quieto e, bem... agora você conseguiu evoluir muito. Bom, não sou especialista, mas, quando você se abriu comigo, confiou tudo aquilo de suas dificuldades, contou sobre o autismo pra mim, eu até tive umas ideias para a boate.

- Sim. Você tinha promovido uns eventos legais, com fones para os mais sensíveis à música alta.

- É, foi bem legal. Isso meio que me fez entender um par de coisas. E olha você, conseguiu desenvolver as áreas que estava morrendo de dificuldade no tempo em que nos conhecemos. Você é demais, Vael.

- E você? Novidades? Parece bem animada... Tipo, você já é animada demais, mas agora... Parece mais que o normal.

- É? Bom, isso porque você vai achar demais! - Os olhos dela brilharam como duas estrelas. Ela se levantou como se fosse dançar de felicidade. - Pronto para a notícia? - perguntou cantarolando em um passo de dança.

Vael assentiu balançando a cabeça.

- Então... Eu... - Estendeu o braço esquerdo. - fui chamada... - Estendeu o direito. - para animar uma festa do rei! - Deu uma rodadinha, levantou uma perna para trás e estendeu os braços para o alto.

Ela olhou para Vael por alguns segundos. A expressão do amigo era atenta, parecia estar processando a informação com olhos bem abertos e a boca formando um "o".

- Legal! - afirmou rapidamente.

- Legal? Só legal?

- É... Isso é algo bom né? Então é legal então... Tipo, que demais! E como vai ser?

- Bom... - Luly Pop colocou uma mão sobre o peitoral de forma dramática, como se fosse apresentar uma grande ideia. - Ele deve ter descoberto pela programação e tudo mais, pelos eventos sociais que a boate fez, por SUA ideia, que eu sou DJ e dançarina profissional, né? Então... que tal não apresentar uns equipamentos novinhos?

A coelha virou-se de costas para o guaxinim deixando-o admirar sua cauda pom pom branco e as duas asas que estampavam sua jaqueta, tirou a faixa que carregava na cintura com dois discos grandes. Vael achou incrível não ter notado aquelas coisas de primeira.

Ela vestiu nos pulsos os dois aparelhos, que com um gesto apresentaram as cores verdes que alternavam para rosa e amarela, como se fosse continuidade de seu corpo.

- Funciona assim... - Começou a mover seus braços com graça, começando seus movimentos de dança quando os maquinários começavam a funcionar. - Estes aparelhos tocam música de acordo com meus movimentos de dança. - falou docemente, continuando a mover os pés, pernas, braços e cintura e uma música tocando conforme seus movimentos.

Todo o ambiente parecia correr conforme a música tocava, com as folhas caídas no chão se levantando e uma brisa suave passar. Até mesmo o fechar e abrir dos olhos parecia estar preciasmente calculado. Era como se cada detalhe ali fosse uma beleza da música e da dança. Ela continuou com seus passos até que parou com uma pose para finalizar.

- O que achou? É algo para substituir aquela mesa e me dar mais liberdade de dançar junto com as outras dançarinas... Só vou ter que usar algum vestido, ou coisa mais elegante... e formal, no caso da festa de amanhã. Deve ser algum tipo de reunião com ministros para discutirem algumas coisas e no meu caso, um pouco mais vestida, já que vai ter crianças.

De imediato, Vael pensou se haveria então no evento, sucessores do trono e filhos de ministros por lá.

- E você geralmente não parece ser do tipo de pessoa que aprecia crianças.

- Com certeza não! Sei que precisamos tomar cuidado com crianças e tal e por isso não gosto! Prefiro... sabe? - Apoiou a cabeça com a mão e o cotovelo no recosto do banco. Encarou Vael com um olhar curioso com a outra mão na cintura. - Dançar com gosto. - falou sensualmente.

- É, disso eu sei 

- Provavelmente você não entendeu o sentido hehe... Bom, se algum dia você quiser, posso fazer uma dança especial pro meu amigo guaxinim

Ela se levantou vendo o amigo empolgado com a ideia... que provavelmente não havia entendido o sentido também, mas sempre gostava de ver sua amiga fazendo aquilo que gostava de fazer... ou uma das coisas que gostava.

- Então... Já está na hora de você ir?

- Sim... Bom, hoje a boate da Lully Pop vai estar fechada, então vou ter que ir ver uns vestidos. Eu já escolhi, claro... Um daqueles com fenda nas pernas sabe? Acho aqueles bem sexy.

- Então... Até depois? Boa sorte lá. Tenho certeza de que você vai se dar bem!

- Hehe... Obrigada, Vael.

Ela se curvou e beijou a bochecha do amigo.

- Até mais, guaxinim - sussurrou.

- Até mais, coelhona.

Vael pegou a bolsa agora vazia, e seguiu seu caminho.

Olhando o céu, a noite começava a aparecer, tomando o espaço que era claro pelo sol com as primeiras estrelas.

Próximo passo, casa. Sua irmã já deveria estar de volta naquela hora.

Alguns minutos... ou mais do que pensava... Um ônibus sempre era uma boa para percorrer a cidade, mesmo que tenha caminhado naquela tarde mais ou menos uma hora a pé no total entre todos os trajetos.

Ônibus não era a melhor sensação, mas era um transporte rápido. Isso que era importante.

O primeiro veículo que apareceu com o letreiro que ia próximo à sua casa estava cheio de animais voltando de seus trabalhos. Entrou naquele mesmo, passou um cartão de identidade, coisa que era usada para quase tudo naquele reino e, se espremendo entre hipopótamos e antílopes, chegou à barra de segurança onde animais menores podiam se segurar em pé.

Olhando para as telas que passavam as principais notícias do dia, notou tudo o que Lully lhe disse. O rei, um sergal negro com detalhes brancos como os de uma orca... ou pinguim... Abaixo dizia que ele daria uma festa com foco em convidar os responsáveis pelo desenvolvimento do país. 

Apenas ministros e seus familiares iriam, fora eles, os professores de todo o país poderiam ir. Todos os que tivessem curso em sua área, em psicologia e especialização, comprovavam estar aptos para quase qualquer situação, e estes eram os mais respeitados. Teriam um andar da cidade só para eles, assim como sempre faziam de quatro em quatro anos.

A ministra da educação, uma senhora coruja, após o que fosse discutido no andar superior, sempre descia para aproveitar com os outros professores, já que obrigatoriamente deveria ter toda a formação de um.

Vael sempre gostava de ver as notícias e a política do próprio país. Sentia orgulho de ser um cidadão de Keelah. Tinha orgulho de seus heróis e da história, desde o passado, das péssimas lembranças com escravidão por parte dos sergais e dos animais também para lembrar o quanto evoluíram. Depois podemos citar este ponto da história, se quiserem saber.

O que chamou sua atenção para a notícia, foi uma sergal bem próxima a ele estar ao lado do rei. Uma espécie de convidada de honra, Lenna estava ali. Pelas fotos da área de beleza do andar dos professores, Ying estava no meio de uma equipe de cabeleireiros, com expressão de orgulho no rosto, mas aparentemente, na imagem seguinte, ele provavelmente deveria ter sido escolhido pelo próprio rei para aparar seus pêlos.

Saiu do ônibus minutos depois vendo sua irmã com os amigos se aproximando, provavelmente pararam no meio dos treinos para algum tipo de festa. Vael os conhecia bem, afinal conhecê-los melhor foi parte do processo de um desafio que sua psicóloga deu. Se aproximar de pessoas, ser mais sensível a elas. Foi o que fez Vaiska Kuno correr para um abraço em Vael. 

Era um coelho que parecia gostar de seguir o estilo de aparência não muito masculina, mas quase como o Ying era. Pelo corpo, uma coloração preta com diversos detalhes brancos e cabelo de tamanho médio com uma cor azul clara e sua cauda não parecia nada com um coelho, mas explicava bem o fato de seu pai ter sido um esquilo. Felpuda, cheia de pêlos macios e rosados como era o pêlo de sua mãe. Um rosa bem claro.

Seu abraço era sempre caloroso, mas quando estava com melhores amigos parecia ser a melhor coisa para o coelho-esquilo. Balançava a cauda para todo lado quando estava com Vael.

Outro membro do grupo, lá estava Keliser Yonah. Era um tubarão branco, só que diferente. Era mestiço com um lobo-guará, o que fez seus pêlos terem um tom avermelhado, além de uma cauda comprida e bifurcada vertical como a de um tubarão com pêlos. Só faltava ter alguma barbatana dorsal para completar seu lado tubarão.

Tinha um corpo definido e meio forte. Não parecia tão forte para quem via pela primeira vez.

Quando viu Vael foi como quase sempre. Seu coração se acelerou, pelo único momento do dia, suas pernas tremeram e seus olhos, poderia jurar, que se tornaram como corações.

Eles deram cumprimentos rápidos e foram para suas casas, mas Liane ficou junto de Vael com uma expressão séria. Pegou seu irmão adotivo, sorriu e perguntou:

- Então, como foi seu dia, maninho?

 


Notas Finais


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Todos os personagens da história, aliás, pertencem a amigos meus ou a mim <3


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