História Beautiful Desaster - Emison - Capítulo 8


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Emily Fields, Hanna Marin, Spencer Hastings
Tags Emison
Visualizações 86
Palavras 1.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii!
Dessa vez voltei mais rapido hahahaha
Uma duvida: Vocês gostam de capítulos longos ou curtinhos??
Muito obrigada por todos os favoritos e obrigada por lerem!
Espero que gostem!
Beijos!

Capítulo 8 - Não quero que você faça nada.


 

- Definitivamente, ele está encarando você - sussurrou Aria, se curvando para dar uma espiada no outro lado da sala.

- Para de olhar, besta, ele vai ver você.

Aria sorriu e acenou.

- Ele já me viu. E ainda está te encarando. - ela disse.

Hesitei por um instante e, por fim, consegui reunir coragem para olhar na direção dele. Eliott estava olhando direto para mim, com um largo sorriso no rosto.

Retribuí o sorriso e então fingi que estava digitando algo no laptop.

- Ele ainda está me encarando? - murmurei.

- Sim. - ela respondeu, dando risadinhas.

Depois da aula, Eliott me parou no corredor.

- Não esquece da festa nesse fim de semana. - ele disse sorrindo.

- Não vou esquecer - falei, tentando não começar a pestanejar ou fazer algo ridículo do gênero.

Aria e eu cruzamos o gramado até o refeitório para encontrar Emily, Spencer e Hanna para o almoço. Ela ainda estava rindo do comportamento de Eliott quando elas se aproximaram.

- Olá garotas - disse Aria, dando beijinhos nas meninas.

- O que é tão engraçado? - Hanna quis saber.

- Ah, um carinha na aula que ficou encarando a Ali durante uma hora. Foi tão fofo! - Aria disse.

- Quem era? - Emily fez uma careta.

Arrumei a mochila nas costas, o que fez com que ela a tirasse dali e a segurasse para mim. 

- A Aria está imaginando coisas. - falei.

- Ali! Sua grandessíssima mentirosa. Era o Eliott, e ele estava dando muito na cara. Estava praticamente babando. - Aria continuou.

Emily fez uma expressão de nojo.

- Eliott? - ela perguntou.

- Vamos almoçar. Vocês vão desfrutar a fina culinária do refeitório essa tarde? - Spencer disse com ironia cortando o assunto e fomos seguindo ela. Coloque minha bandeja entre a da Aria e a da Spencer, mas Emily não se sentou no lugar de costume, na minha frente; foi se sentar um pouco mais longe. Foi então que me dei conta de que ela não tinha dito muita coisa durante nossa caminhada até o refeitório.

- Você está bem, Em? - perguntei.

- Eu? Ótima, por quê? - ela respondeu, aliviando um pouco a expressão no rosto.

- Você está quieta. - falei.

Varias meninas da natação se aproximara da mesa e se sentaram, rindo alto. Emily parecia um pouco irritada enquanto revirava a comida no prato.

Cece jogou uma batata frita no prato da Emily.

- E aí, Em? Ouvi dizer que você ficou com a Samara. Ela estava falando um monte de você hoje. - Cece disse.

- Cala a boca, Cece - disse Emily, sem tirar os olhos da comida.

Eu me inclinei para frente, de forma que Cece pudesse sentir toda a força do meu olhar fulminante.

- Para com isso, Cece. - falei.

- Eu posso me cuidar sozinha, Alison. - Emily disse com os olhos perfurando os meus.

- Desculpa, eu... - comecei a dizer.

- Não quero que você peça desculpas. Não quero que você faça nada - ela retrucou, se afastando bruscamente da mesa e saindo como um raio pela porta.

Hanna olhou para mim com as sobrancelhas arqueadas.

- Nossa! O que foi aquilo? - Hanna disse.

- Não sei. - disse enfiando o garfo na batata e bufei.

Spencer deu um tapinha nas minhas costas.

- Não foi nada que você fez, Ali. - Spencer disse.

- Tem umas coisas acontecendo com ela - acrescentou Aria.

- Que tipo de coisas? - perguntei.

- Você já devia saber que é preciso ter paciência e saber perdoar para ser amiga da Emily. Ela tem um mundo próprio. - Disse Spencer dando de ombros e voltou a atenção para o próprio prato.

Balancei a cabeça em negativa.

- Essa é a Emily que todo mundo vê... não a Emily que eu conheço.

Spencer se inclinou para frente.

- Não tem diferença entre uma e outra. Você só tem que seguir a onda. - ela disse.

Depois da aula, fui com Aria até o apartamento das meninas e vi que a moto da Emily não estava lá. Entrei no quarto e me encolhi como uma bola na cama dela, apoiando a cabeça no braço. Ela estava bem aquela manhã. Tinhamos passado tanto tempo juntas, e eu não conseguia acreditar que não havia notado que algo chateou ela. E não era só isso - me pertubava o fato de que parecia que Aria sabia o que estava acontecendo, e eu não.

Minha respiração se acalmou e eu senti os olhos pesados; não demorou muito para que eu caisse no sono. Quando acordei, o céu noturno já tinha escurecido a janela. Ouvi vozes abafadas vindo da sala pelo corredor, entre elas a voz de Emily. Fui sorrateiramente até o corredor e parei quando ouvi meu sono.

- A Ali entende, Em. Não fique se martirizando - disse Spencer.

- Qual o problema de chamar ela pra sair? - Hanna quis saber

Meu corpo ficou tenso, e esperei para ouvir a resposta.

- Não quero namorar a Ali... só quero ficar por perto. Ela é... diferente. - Emily disse.

- Diferente como? - perguntou Aria, parecendo irritada.

- Ela não atura minhas merdas, e isso é reconfortante. Você mesma disse, Aria. Eu não faço o tipo dela. Só não é... assim com a gente. - Emily continuou.

- Você está mais próxima do tipo dela do que imagina. - Aria disse.

Recuei fazendo o mínimo de barulho possivel e, quando as tábuas do assoalho rangeram sob meus pés, estiquei a mão e fechei a porta do quarto de Emily. Então voltei pelo corredor.

- Oi Ali - disse Aria, com um largo sorriso - Como foi o cochilo?

- Desmaiei durante cinco horas. Isso está mais proximo de um coma do que de um cochilo.

Emily ficou me encarando por um instante e, quando sorri para ela, veio direto na minha direção e me puxou pelo corredor até o quarto. Fechou a porta, e senti meu coração bater forte no peito, esperando que ela dissesse algo para esmagar meu ego.

Ela juntou as sobrancelhas e disse:

- Desculpa, Ali. Fui uma idiota com você hoje.

Relaxei um pouco ao ver o remorso nos olhos dela.

- Eu não sabia que você estava brava comigo. – falei.

- Eu não estava brava com você. Eu só tenho um péssimo hábito de atacar verbalmente aqueles com quem me importo. É uma desculpa tosca, eu sei, mas eu sinto muito – ela disse e me envolveu com seus braços. Aninhei o rosto no peito dela e me ajeitei.

- Com o que você estava brava? – perguntei.

- Nada de importante. A única coisa que me preocupa é você.

Eu me afastei para olhar para ela.

- Consigo lidar com seus acessos de raiva. – falei.

Seus olhos ficaram tentando ler a expressão no meu rosto antes de um sorrisinho se espalhar pelos seus lábios.

- Eu não sei por que você me aguenta, e não sei o que faria se fosse diferente.



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