História Beautiful disaster - Capítulo 3


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Categorias G-Friend
Personagens Eunha, SinB, Sowon, Yerin
Tags Choi Yuna, Eunha, Gfriend, Hwang Eunbi, Jung Eunbi, Jung Yerin, Kim Sojung, Kim Yewon, Sinb, Sinbxyerin, Sinrin, Sowon, Umji, Wonha, Yerin, Yuju
Visualizações 96
Palavras 3.040
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Virei uma esquina e vi Eunha parada com Umji do lado de fora do nosso dormitório. Nós três acabamos ficando na mesma mesa durante a orientação aos calouros, e eu soube na hora que ela seria o providencial terceiro elemento da nossa amizade.

— Jung Yerin? Meu Deus, SinB, desde quando você começou a pescar nas profundezas do oceano? — Umji perguntou, com um olhar de desaprovação.

Eunha puxou o chiclete da boca, fazendo um fio bem longo.

— Você só está piorando as coisas ao rejeitar ela. Yerin não está acostumada com isso.

— O que você sugere que eu faça? Durma com ela?

Eunha deu de ombros.

— Vai poupar tempo.

— Eu disse pra ela que vou lá hoje à noite.

Umji e Eunha trocaram olhares de relance.

— Que foi? Ela prometeu parar de me encher se eu dissesse que ia. Você vai lá hoje à noite, não é?

— É, vou — disse Eunha. — Você vem mesmo?

Sorri e fui andando. Passei por elas e entrei no dormitório, me perguntando se Yerin cumpriria a promessa de não flertar comigo. Não era difícil sacar qual era a dela: ou ela me via como um desafio, ou como sem graça o bastante para ser apenas uma boa amiga. Eu não tinha certeza de qual das alternativas me incomodava mais.

Quatro horas depois, Eunha bateu à minha porta para me levar até o apartamento da Sowon e da Yerin. Ela não se conteve quando apareci no corredor.

— Credo, SinB! Você está parecendo uma mendiga

— Que bom — eu disse, sorrindo para o meu visual.

Meus cabelos estavam aglomerados no topo da cabeça em um coque bagunçado. Eu tinha tirado a maquiagem e substituído às lentes de contato por óculos retangulares de aros pretos. Vestindo uma camiseta bem velha e gastada e uma calça de moletom, eu me arrastava em um par de chinelos. A ideia me viera à mente horas antes: parecer desinteressante era a melhor estratégia. O ideal seria que Yerin perdesse instantaneamente o interesse em mim e colocasse um ponto final em sua ridícula persistência. E, se ela estivesse em busca de uma amiga, meu objetivo era parecer desleixada demais até para isso.

Eunha baixou a janela do carro e cuspiu o chiclete.

— Você é óbvia demais. Por que não rolou no cocô de cachorro para completar o visual?

— Não estou tentando impressionar ninguém — falei.

— É óbvio que não.

Paramos o carro no estacionamento do conjunto de apartamentos onde o Sowon morava e segui Eunha até a escadaria. Ela abriu a porta, rindo enquanto eu entrava.

— O que aconteceu com você?

— Ela está tentando não impressionar — disse Eunha.

Eunha seguiu Sowon em direção ao quarto dela. Elas fecharam a porta e eu fiquei ali parada, sozinha, me sentindo deslocada. Sentei-me na cadeira reclinável mais próxima da porta e chutei longe os chinelos.

Em termos estéticos, o apartamento delas era mais agradável do que eu imaginara, o lugar era limpo, os móveis, novos, e o cheiro de cerveja velha e roupa suja notavelmente não existia.

— Já estava na hora de você aparecer — disse Yerin, se jogando no sofá.

Sorri e ajeitei os óculos, esperando que ela recuasse diante da minha aparência.

— A Eunha teve que terminar um trabalho da faculdade.

— Falando em trabalhos de faculdade, você já começou aquele de história?

Ela nem pestanejou ao ver meu cabelo despenteado, e franzi a testa com a reação dela. 

— Você já?

— Terminei hoje à tarde.

— Mas é pra ser entregue só na próxima quarta-feira — falei, surpresa.

— Achei melhor fazer logo. Um ensaio de duas páginas sobre o Grant não é tão difícil assim.

— Acho que sou dessas que ficam adiando — dei de ombros. — Provavelmente só vou começar no fim de semana.

— Bom, se precisar de ajuda, é só me falar.

Esperei que ela desse risada ou fizesse algum sinal de que estava brincando, mas sua expressão era sincera. Ergui uma sobrancelha.

— Você vai me ajudar com o meu trabalho? 

— Eu só tiro A nessa matéria — ela disse, um pouco ofendida com a minha descrença.

— Ela tira A em todas as matérias. Ela é uma droga de um gênio! Odeio essa mulher — disse Sowon, enquanto levava Eunha pela mão até a sala de estar.

Fiquei olhando para Yerin  com uma expressão dúbia e ela ergueu as sobrancelhas.

— Que foi? Você não acha que uma mulher cheia de tatuagens e que ganha dinheiro brigando pode ter boas notas? Não estou na faculdade por não ter nada melhor pra fazer.

— Mas então por que você tem que lutar? Por que não tentou uma bolsa de estudos? — perguntei.

— Eu tentei. Consegui meia bolsa. Mas tem os livros, as despesas com moradia, e tenho que conseguir a outra metade do dinheiro de algum jeito. Estou falando sério, Flor. Se precisar de ajuda com alguma coisa, é só me pedir.

— Não preciso da sua ajuda. Consigo fazer um trabalho sozinha.

Eu queria deixar aquilo pra lá. Devia ter deixado, mas aquele novo lado dela me matava de curiosidade.

— Você não consegue fazer outra coisa para ganhar dinheiro? Menos... sei lá... sádica? 

Yerin deu de ombros.

— É um jeito fácil de ganhar uma grana. Não conseguiria tanto assim trabalhando no shopping.

— Eu não diria que é fácil apanhar.

— O quê? Você está preocupada comigo? — ela deu uma piscadela. Fiz uma careta e ela deu uma risadinha abafada. — Não apanho com tanta frequência assim. Quando a adversária dá um golpe, eu desvio. Não é tão difícil como parece.

Dei risada.

— Você age como se ninguém mais tivesse chegado a essa conclusão.

— Quando dou um soco, elas levam o soco e tentam me bater de volta. Não é assim que se ganha uma luta.

Revirei os olhos.

— Quem é você... o garoto do Karate Kid? Onde aprendeu a lutar?

Sowon e Eunha olharam de relance uma para a outra e depois para o chão. Não demorou muito para eu perceber que tinha dito algo errado.

Yerin não pareceu se incomodar.

— Meu pai tinha problemas com bebida e um péssimo temperamento, e meus quatro irmãos mais velhos herdaram o gene da idiotice.

— Ah.

Minhas orelhas ardiam.

— Não fique constrangida, Flor. Meu pai parou de beber e meus irmãos cresceram.

— Não estou constrangida.

Fiquei mexendo nas mechas que se desprendiam do meu cabelo e então decidi soltar tudo e fazer outro coque, tentando ignorar o silêncio embaraçoso.

— Gosto desse seu lance natural. As garotas não costumam vir aqui assim.

— Fui coagida a vir até aqui. Não me passou pela cabeça impressionar você— respondi, irritada por meu plano ter falhado. 

Ela abriu aquele sorriso largo dela, divertido, meio infantil, fazendo com que seus olhos ficassem quase que totalmente fechados,  isso me deixou com mais raiva. Eu não sabia como as garotas se sentiam quando estavam perto dela, mas tinha visto como se comportavam. Eu estava vivenciando algo mais parecido com uma sensação de náusea e desorientação, em vez de paixonite mesclada com risadinhas tolas, e, quanto mais ela tentava me fazer sorrir, mais perturbada eu ficava.

— Já estou impressionada. Normalmente não tenho que implorar para que as garotas venham até o meu apartamento.

— Tenho certeza disso — falei, contorcendo o rosto em repulsa.

Ela era o pior tipo de mulher confiante. Não era apenas descaradamente ciente de seu poder de atração, mas estava acostumada com o fato de mulheres se jogarem pra cima dela, de modo que via meu comportamento frio como um alívio em vez de um insulto. Eu teria que mudar minha estratégia.

Eunha apontou o controle remoto para a televisão e a ligou.

— Tem um filme bom passando hoje na TV. Alguém quer descobrir o que aconteceu a Baby Jane?

Yerin se levantou.

Eu já estava saindo para jantar. Está com fome, Flor?

— Já comi — dei de ombros.

— Não comeu, não — disse Eunha, antes de se dar conta de seu erro. — Ah... hum... é mesmo, esqueci que você comeu... pizza, né? Antes de sairmos.

Fiz uma careta para ela, pela tentativa frustrada de consertar a gafe, e então esperei para ver a reação do Yerin. Ela cruzou a sala e abriu a porta.

— Vamos. Você deve estar com fome

— Aonde você vai?

— Aonde você quiser. Podemos ir a uma pizzaria.

Olhei para minhas roupas.

— Não estou vestida para isso...

Ela me analisou por um instante e então abriu um sorriso.

— Você está ótima. Vamos, estou morrendo de fome. 

Eu me levantei e fiz um aceno de despedida para Eunha, passando por Yerin para descer as escadas. Parei no estacionamento, olhando horrorizada enquanto ela subia em uma moto preta fosca.

— Hum... — minha voz foi sumindo, enquanto eu comprimia os dedos dos pés expostos.

Ela olhou com impaciência na minha direção.

— Ah, sobe aí. Eu vou devagar.

— A gente vai nisso? — perguntei

— Sim! Ela é o amor da minha vida, então vê se não arranha a pintura quando subir.

— Estou de chinelo!

Yerin ficou me encarando como se eu estivesse falando outra língua.

— E eu estou de botas. Sobe aí.

Ela colocou os óculos de sol, e o motor da moto rugiu ao ser ligado. Subi na moto e estiquei a mão para trás buscando algo em que me segurar, mas meus dedos deslizaram do couro para a cobertura de plástico da lanterna traseira.

Yerin agarrou meus pulsos e envolveu sua cintura com eles.

— Não tem nada em que se segurar além de mim, Flor. Não solte — ela disse, empurrando a moto para trás com os pés. Com um leve movimento de pulso, já estávamos na rua, disparando feito um foguete. As mechas soltas do meu cabelo batiam no meu rosto, e eu me escondia atrás de Yerin, sabendo que acabaria com entranhas de insetos nos óculos se olhasse por cima do ombro dela.

Ela acelerou quando chegamos na frente do restaurante e, assim que diminuiu a velocidade para parar, não perdi tempo e fui correndo para a segurança do concreto.

— Você é louca!

Yerin deu uma risadinha, apoiando a moto no estribo lateral antes de descer.

— Fui no limite de velocidade. 

— É, se estivéssemos numa estrada da Alemanha! — falei, desfazendo o coque para separar com os dedos os fios embaraçados.

Yerin me olhou enquanto eu tirava o cabelo do rosto e depois foi andando até a porta, mantendo-a aberta.

— Eu não deixaria nada acontecer com você, Beija-Flor

Passei por ela pisando duro e entrei no restaurante. Minha cabeça não estava muito em sincronia com meus pés. Um cheiro de gordura e ervas enchia o ar enquanto eu o seguia pelo carpete vermelho, sujo de migalhas de pão. Ela escolheu uma mesa no canto, longe dos grupos de alunos e das famílias, e então pediu duas cervejas. Fiz uma varredura no ambiente, observando os pais que tentavam persuadir os filhos barulhentos a comer e desviando dos olhares curiosos dos alunos da Eastern.

— Claro, Yerin — disse a garçonete, anotando nosso pedido. Ela parecia um pouco exaltada com a presença dela ali.

Prendi os cabelos bagunçados pelo vento atrás das orelhas, repentinamente com vergonha da minha aparência.

— Você vem sempre aqui? — perguntei em tom áspero.

Yerin apoiou os cotovelos na mesa e fixou os olhos castanhos em mim.

— Então, qual é a sua história, Flor? Você odeia as mulheres em geral ou é só comigo?

— Acho que é só com você — resmunguei.

Ela riu, divertindo-se com meu estado de humor

— Não consigo sacar qual é a sua. Você é a primeira garota que já sentiu desprezo por mim antes do sexo. Você não fica toda desorientada quando conversa comigo e não tenta chamar minha atenção.

— Não é uma manobra tática. Eu só não gosto de você.

— Você não estaria aqui se não gostasse de mim.

Involuntariamente, minha testa franzida ficou lisa e soltei um suspiro.

— Eu não disse que você é uma má pessoa. Só não gosto de ser tratada de determinada maneira pelo simples fato de ter uma vagina. 

E me concentrei nos grãos de sal na mesa até que ouvi um ruído vindo da direção da Yerin, parecido com um engasgo.

Os olhos dela estavam arregalados e ela tremia de tanto rir.

— Ah, meu Deus! Assim você me mata! É isso aí, a gente tem que ser amigas. Não aceito não como resposta.

— Não me incomodo em sermos amigas, mas isso não quer dizer que você tenha que tentar transar comigo a cada cinco segundos.

— Você não vai pra cama comigo. Já entendi.

Tentei não sorrir, mas falhei. Os olhos dela ficaram brilhantes.

— Eu dou a minha palavra. Não vou nem pensar em transar com você... a menos que você queira.

Descansei os cotovelos na mesa para me apoiar.

— Como isso não vai acontecer, então podemos ser amigas.

Um sorriso travesso ressaltou ainda mais suas feições quando ela se inclinou um pouquinho mais perto de mim.

— Nunca diga nunca.

— Então, qual é a sua história? — foi minha vez de perguntar. — Você sempre foi a “temida e sedutora” Jung Yerin , ou isso é só desde que veio pra cá?

Usei dois dedos de cada mão para fazer sinal de aspas no ar, e pela primeira vez sua autoconfiança diminuiu.

Yerin parecia um pouco envergonhada.

— Não.

Suas respostas curtas estavam começando a me incomodar.

— É isso? Você não vai me dizer nada sobre você?

— O que você quer saber?

— O de sempre. De onde você veio, o que você quer ser quando crescer... coisas do tipo. 

— Sou daqui, nascida e criada, e estudo direito penal.

Com um suspiro, ela desembrulhou os talheres e os endireitou ao lado do prato. Olhou por cima do ombro com o maxilar tenso. Duas mesas adiante, o time feminino de futebol da Eastern irrompeu em uma gargalhada. Yerin pareceu incomodada pelo fato de elas estarem rindo.

— Você está de brincadeira — eu disse, sem acreditar.

— Não, sou daqui mesmo — ela confirmou, distraída

— Não, eu quis dizer sobre o seu curso. Você não parece o tipo de pessoa que estuda direito penal.

Ela juntou as sobrancelhas, repentinamente focada em nossa conversa.

— Por que não?

Passei os olhos pelas tatuagens que cobriam seus braços.

— Eu diria que você parece mais do tipo criminosa.

— Não me meto em confusão... na maior parte do tempo. Meu pai era muito rígido.

— E sua mãe?

— Ela morreu quando eu era criança — ela disse sem rodeios.

— Eu... eu sinto muito — falei, balançando a cabeça. A resposta dela me pegou de surpresa.

Ela dispensou minha solidariedade.

— Não me lembro dela. Meus irmãos sim, mas eu só tinha três anos quando ela morreu.

— Quatro irmãos, hein? Como você os mantinha na linha? — brinquei.

— Com base em quem batia com mais força — ela soltou uma risadinha, Thomas, os gêmeos... Taylor e Tyler, depois o Trenton. Nunca, nunca mesmo fique numa sala sozinha com o Taylor e o Ty. Eles me ensinaram metade do que faço no Círculo. O Trenton era o menor, mas ele é rápido.

Balancei a cabeça, chocada só de pensar em cinco versões homens de Yerin em uma única casa. 

— Todos eles têm tatuagens?

— Quase todos, menos o Thomas. Ele é executivo na área de publicidade na Califórnia.

— E o seu pai? Por onde ele anda?

— Por aí — disse Yerin.

Seu maxilar estava tenso de novo, e sua irritação com o time de futebol aumentava.

— Do que elas estão rindo? — perguntei, fazendo um gesto para indicar a mesa ruidosa.

Ela balançou a cabeça, claramente não querendo me contar do que se tratava. Cruzei os braços e fiquei me contorcendo, nervosa de pensar no que eles poderiam estar dizendo para deixá-la tão irritada.

— Me conta.

— Elas estão rindo de eu ter trazido você para jantar primeiro. Não é geralmente... meu lance.

— Primeiro?

Quando me dei conta do que se passava e isso ficou claro na expressão do meu rosto, Yerin se encolheu, mas eu falei sem pensar:

— Eu aqui, com medo de elas estarem rindo por você ser vista comigo vestida assim, e elas acham que eu vou transar com você — resmunguei.

— Qual é o problema de eu ser vista com você?

— Do que estávamos falando? — perguntei, afastando o calor que subia pelo meu rosto.

— De você. Está estudando o quê? — ela me perguntou.

— Ah, hum... estudos gerais, por enquanto. Ainda estou indecisa, mas estou pensando em fazer contabilidade.

— Mas você não é daqui. De onde você veio?

— De Wichita. Que nem a Eunha.

— Como você veio do Kansas parar aqui?

Comecei a puxar o rótulo da garrafa de cerveja.

— Só queríamos fugir.

— Do quê?

— Dos meus pais.

— Ah. E a Eunha? Ela tem problemas com os pais também?

— Não, o Mark e a Pam são o máximo. Eles praticamente me criaram. Ela meio que me acompanhou, não queria que eu viesse pra cá sozinha.

Yerin assentiu.

— Qual é a do interrogatório? — perguntei.

As perguntas estavam passando de uma conversa sobre assuntos gerais e partindo para o lado pessoal, e eu estava começando a me sentir desconfortável.

Diversas cadeiras bateram umas nas outras quando o time de futebol levantou. Elas fizeram mais uma piada antes de irem andando lentamente até a porta e aceleraram o passo quando Yerin se levantou. As que estavam atrás empurraram as da frente para fugir antes que Yerin conseguisse alcançá-las. Ela se sentou, fazendo força para espantar a frustração e a raiva.

Ergui uma sobrancelha

—Você ia me dizer por que optou pela Eastern — Yerin continuou.

— É difícil explicar — respondi, dando de ombros. — Só parecia certo.

Ela sorriu e abriu o cardápio.

— Sei o que você quer dizer.

 


Notas Finais


É aquele ditado... comentem bastante pra tia saber o que vocês estão achando.
bjs, até o próximo capítulo.


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