História Beautiful Loser - Capítulo 2


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Categorias Jensen Ackles, Nina Dobrev, Supernatural, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Dean Winchester, Elena Gilbert, Sam Winchester
Tags Caroline Forbes, Dean Winchester, Elena Gilbert, Jensen Ackles, Nina Dobrev, Sam Winchester, Supernatural
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Palavras 2.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eiza Gonzalez como Sheron Downson.
Halsey como Hailee MacCartney.
Capa para ilustração das amigas da Lisa.


Vou pôr este capítulo indefinido, mas terá alguns que direi qual episódio foi inspirado. Mas a fic será na SÉTIMA TEMPORA pelo menos por enquanto.

Dean estará sem o impala dele como no começo da 7temp. Segundo me recordo foi no episódio 06, depois que os leviatãs clonaram Sam e Dean e eles orientados pelo Bobby procurar o Frank e assim tiveram que trocar seus pseudônimos e abandonar o Impala, pois, seus clones também dirigiam um igual. Depois deste episódio não foi mais mencionado nada sobre o Impala.

×× ignorem os erros e doce leitura ××

Capítulo 2 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction Beautiful Loser - Capítulo 2 - Chapter One

Noite passada

Eu não pude nem ao menos responder

Tentei ligar

Mas meu orgulho não me deixou discar

Agora estou aqui sentado

Com essa expressão pálida

E do jeito que eu me sinto

Eu quero me enrolar como uma criança

Diga-me o que dizer

Para te trazer de volta

Para ficarmos juntos

E se isso realmente importa, eu ficarei em casa

Com você eu nunca estarei sozinho

Não quero esperar até você partir

 

Deixe-me tê-la, simplesmente não vá embora

Last Night - Keyshia Cole feat. Diddy

× Lisa Harrison × 

Seis anos atrás …

 

 

Abro os olhos com o balançar da cama de casal. O movimento de Dean mais uma vez ao ajeitar-se em uma posição que o deixasse aconchegante. Já perdi a conta de quantas vezes ele assim fez. Desta vez, está virado de frente para mim com um dos braços fazendo apoio à baixo da cabeça.

— Você não dormiu a noite inteira? — Indago incrédula.

Dean nega com a cabeça e continua no absoluto silêncio.

— Seu pai? — Pergunto meio óbvio. Há dias John não atende as ligações ou dá algum sinal de vida.

— Estou pensando seriamente em ir atrás dele. — Ele diz — Penso que pode ter acontecido alguma coisa dessa vez. — Seu tom é de preocupação.

— Ah, não! Que isso! — Protesto. — Ele deve estar ocupado. Logo aparece e tudo estará bem. — Tento lhe passar confiança.

— Desde que comecei a te ver com mais frequência ele se afastou de mim. Sabe, fazendo mais caçadas sozinho.

— John deu alguma pista a você de onde iria? — Questiono, enquanto aprecio seu rosto angelical. 

Dean apenas assentiu. — Perto de onde Sam faz faculdade.

— Ele realmente caiu fora, não é mesmo? Fico muito feliz por ele. — Digo, desvirtuando o assunto. 

— Deveria ficar por você também. Embora eu tenha te ensinado muita coisa durante esses anos, já faz longos meses que estou te mantendo fora e nada veio atrás de você. Então... parabéns, está fora também. — Ressoou meio irônico.

Franzi a testa. — Mas não quer dizer que abandonei essa vida.

Dean suspira impaciente. — Já conversamos sobre isso.

— Tem razão. — Aliso seu rosto — Vou fazer o café. — Lhe depositei um beijo curto nos lábios, logo me levantando cheia de disposição para um novo dia.

 

Se eu soubesse que teria sido o último, teria prolongado o beijo, aproveitando mais. O abraçado pela última vez.

 

Quando anoiteceu, Dean estava mais inquieto do que nunca. Eu já senti que ele queria sair, mas é como se estivesse preso à mim.

— Você está bem? — Pergunto, me aproximando dele, parado em frente a janela. Dean olhava para rua como se tivesse se certificando de que ninguém nos observava.

— Eu preciso ir — Sua palavras foram instantâneas quando seus olhos vieram de encontro ao meu.

— Sem mim? — Coacho, abaixando o olhar. 

— Sim. — Dean me depositou um beijo demorado no topo da minha testa, antes de sair pela porta da frente tão rápido que nem tive tempo de ter reação alguma.

Fiquei a observá-lo pela janela da sala, com seu olhar tão distante. 

O meu choro veio logo após o ronco do motor só Chevy 67 ficar distante. Indicando que ele já estava longe.

Meu sexto sentido me avisava que aquela seria a última vez. Mesmo assim, durante alguns dias tentei ligar algumas vezes para o único número que eu tinha dele. Mas, a ligação sempre caía na caixa de mensagem.

•••

Dias atuais...

 

Consigo enxergar com nitidez nascer-do-sol enquanto  dirijo meu Chevy Camaro 1969 rumo de volta para casa; que é a mesma desde que perdi meus pais. Em Dallas. 

Detesto ver o nascer-do-sol. Significa que eu me enchi de trabalho e passei a noite toda em claro.

 St. Louis tem mais árvores às margens de suas estradas que qualquer outra cidade pela qual eu tenha passado de carro. O que dificulta bastante nosso trabalho de resolver um caso com um lobisomem faminto solto pela floresta, como o que acabamos de resolver. 

Batuco meus dedos no volante ao som alto de Back in black. Enquanto Hailee continua adormecida no banco do motorista.  

Me pergunto se Sheron já dormiu também ou ainda está a aguardar pelo nosso retorno. Penso se Ammy deu muito trabalho a ela fazendo perguntas sem fins sobre  onde eu estava e quantas desculpas ela teve que dar. 

Abaixo o volume no mesmo instante em que o celular começa a vibrar no painel. Era Sheron. 

— Falando no diabo — Debocho.

Atendo a ligação, ponho no viva voz e dispenso o aparelho de volta ao painel. 

Fala, docinho. Ocupada? — Sheron solta sua risada alta no outro lado da linha. 

— No momento não. Arrumou mais alguma coisa para nós? — Diminuí a velocidade, fazendo com que o motor não roncasse mais de forma tão estridente. 

É, pode se dizer que sim. Mas é em Kansas City. Pensei em ir, mas vocês já estão pelo caminho.. então. Pegar ou largar. 

— Aceito — Digo de forma abrupta. — Tem algo a me instruir sobre o caso? 

Morte esquisita — Ela diz veemente. — Ah! Garth me passou a informação e também ressaltou duas vezes ter caçadores pela área. Pode ser que você e Hailee tenham um encontro com eles. 

— E a Ammy? — Pergunto cortando o assunto. Estou com saudade da minha pequena.

Está bem. Te mando o endereço por sms. Tchau. 

Sheron encerra a ligação de forma subitânea, me fazendo refletir sobre tal atitude. 

Tem alguma coisa errada. 

— Hailee — Chamo–a em tom alto. A mesma esfrega os olhos e me encara. — Temos outro caso. 

— Porra.. — Foi tudo o que saiu dos lábios dela com animação.

×××

× Narrativa × 

— Eu odeio a porra desse carro — Dean disse, sentindo mais raiva ainda de Frank, por ter trancado a 'baby' em uma garagem.

— Você odeia todos os carros que não sejam o Impala — Sam contra-atacou.

— É, bem, esse aqui é mais ferrado que os carros do Bobby. E tem cheiro de pé.

 Dean preferiria “pegar emprestado” alguma coisa com um pouco mais de classe, ou pelo menos alguma coisa que não andasse tão devagar, mas desde quando haviam tomado caminhos alternativos para conseguirem evitar chamar atenção no radar dos Leviatãs, foram forçados a se manter às escondidas, o que significava nada de Impala. 

Também significava que tinham que começar uma nova carreira como relutantes ladrões de carros, tudo com a melhor das intenções, é claro. 

Se os irmãos não conseguissem matar Dick Roman e acabassem se tornando mclanches felizes humanos para o vilão e seus companheiros monstruosos, o resto do planeta viria logo em seguida no cardápio. 

— Aqui estamos — Sam disse, apontando para uma placa de madeira à margem da estrada. 

Dean franziu o rosto enquanto atravessavam o limite da cidade. O celular de Sam apitou, notificando uma mensagem. 

— Garth. — Ele diz, observando a tela. — 'Mandei duas caçadoras gostosas para o mesmo caso que o de vocês, para aliviar a tensão do meu amigo Dean. Aproveitem, rapazes.' — Disse Sam, repetindo em voz alta o texto recebido. 

Dean olhou de relance para o celular de Sam com incredulidade. — Ih, a lá o cara. 

×××

Depois de passarem pelo departamento do xerife local como uma “cortesia”, para deixá-los a par de que havia dois agentes do FBI na cidade e catar quaisquer informações adicionais que pudessem acerca das mortes, alugaram um quarto d motel não muito longe da fábrica, barato e escondido. 

Chamava-se Wickline Inn, embora Dean não fizesse ideia de quem ou o quê era um wickline. Estacionaram em frente à recepção, e Sam entrou sozinho para fazer o check in. Sempre pediam o quarto mais afastado da recepção que poderiam escolher, de preferência cercado de quartos vazios. Haviam sido atacados em hotéis mais de uma vez ao longo dos anos e a última coisa que queriam era colocar qualquer vida inocente em risco.

Quando Sam saiu da recepção com a chave do quarto deles, conduziram o carro até os fundos do motel, estacionaram, tiraram todas as coisas do carro. algumas malas com roupas, artigos locais, o computador de Sam e algumas mochilas com armas. E entraram no quarto.

Assim que entraram, Dean franziu o nariz.

— Cara, esse lugar tem cheiro de naftalina e bunda.

— Concordo plenamente — respondeu Sam.

Colocaram as coisas sobre as camas e deram uma olhada rápida no quarto, checando o banheiro, olhando embaixo das camas e testando as fechaduras das janelas. Só quando ficaram satisfeitos, vendo que o quarto estava limpo, trancaram a porta. 

Os irmãos não se davam ao incômodo de desfazer as malas, caso precisassem pegar os equipamentos e dar o fora dali com pressa.

O quarto tinha uma pequena escrivaninha junto à janela. Sam colocou o laptop sobre ela, levantou a tela e ligou o aparelho. Quando a tela se iluminou, ele disse: — Mais uma vez, os Winchester estão abertos para negócios. — Sentou-se em frente ao computador e começou a digitar.

Dean se sentou na borda de uma das camas, sacou o frasco de Bobby do bolso da jaqueta de couro marrom, abriu a tampa e tomou um gole. Não bebeu muito, só um golinho para se manter funcionando.

Quando terminou, colocou a tampa de novo, mas ao invés de guardar o frasco, manteve-o nas mãos e o observou por um bom tempo. 

Lembrou-se de quando encontrou um buraco de bala no boné de Bobby, lembrou-se de quando virou para trás na van e viu o buraco correspondente na testa de Bobby, lembrou-se do sangue...

— Isso é só besteira, Sammy.

— O quê? — Sam não tirou os olhos da tela do computador.

 Quando estava absorvido pelo mundo virtual, era mais difícil distrair o irmão do que um demônio com fome de almas decidido a fazer um acordo.

— Isso — Dean insistiu, fazendo um gesto para indicar o quarto inteiro. — Ficar à toa aqui enquanto a gente devia estar encontrando a localização exata do Dick Roman.

Sam parou de digitar e se virou para olhar o irmão.

— Eu sei como você está se sentindo. Eu quero pegar o desgraçado tanto quanto você. Também quero parar os Leviatãs. Não só pra impedir que eles acabem com a espécie humana, mas porque quero justiça pro Bobby. Assim como você.

(Bobby Singer havia sido alvejado na cabeça por ninguém menos que o próprio Dick Roman durante uma confusão com os Leviatãs e havia morrido num hospital não muito tempo depois disso.)

Lembrou-se de algo que haviam lhe dito recentemente: Caçar é a única coisa que vai trazer alguma clareza à sua vida. E isso torna você mais sortudo que a maioria.

— Tudo bem. — Suspirou e tomou outro gole do frasco de Bobby. — Alguma novidade desde quando saímos de Canton?

Sam olhou para ele por um momento a mais, e Dean pensou que o irmão fosse dizer alguma coisa a respeito da bebida, mas ao invés disso virou-se de novo em direção ao laptop. Digitou durante um minuto, parou, depois se inclinou à frente e encarou a tela. Dean já o havia visto assim mil vezes antes e sabia o que aquilo significava.

— Você encontrou alguma coisa.

— É. Parece que tiveram mais duas mortes, um homem e uma mulher mais velhos dessa vez. De acordo com o jornal local, O informante da cidade, foram encontrados perto de uma lagoa nos fundos do complexo de apartamentos onde moravam. Aconteceu há duas noites.

Dean se levantou, deslizou o frasco pelo bolso da jaqueta e foi olhar a tela por cima do ombro de Sam.

— Diz aí se eles estavam dando umazinha quando morreram?

Sam lhe lançou um olhar.

— Ei, se você tem que ir embora, pelo menos é melhor ir sorrindo.

Sam se virou de novo para a tela. — Eles foram mumificados que nem os outros. Não sobrou nada além de pele e ossos, literalmente.

— A gente pegou o Cronos, então sabemos que não foi ele, mas sem dúvida parece com o estilo dele.

— É, mas o padrão é diferente. Cronos matava em grupos de três em períodos de anos. Até agora, quatro pessoas morreram em Kansas City, todos na semana passada.

— E posso assumir que todos eles acabaram parecendo como se tivessem feito uma dieta do Inferno.

 

— Isso aí. — Sam continuou lendo. — Os policiais da cidade parecem bem assustados. Estão preocupados, achando que as mortes foram provocadas por algum tipo de produto químico tóxico ou uma doença exótica. Eles mandaram até amostras de tecido das vítimas pro Centro de Controle de Doenças.

— A não ser que esses caras tenham médicos especializados em Esquisito com um E maiúsculo, acho que eles não vão conseguir encontrar nada útil.

Sam fechou o laptop.

— Então parece que isso é tarefa pra gente.

Dean mostrou um sorriso de esguelha para o irmão.

 

 

 

— Não é sempre assim?

 


Notas Finais


Podem deixar fav e comentários se quiserem. Ajudem a divulgar se estiverem gostando. <3

Continuo?


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