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História Beautiful Story - Kim Taehyung - Capítulo 4


Escrita por: starllyck

Notas do Autor


Boa noite estrelinhas!
Percebi que Beautiful Story está tendo uma boa movimentação, então como brinde trouxe um capítulo extra para essa semana.
Lembrando que essa fanfic não é Taennie, Jennie é apenas como eu vejo a aparência da Nahee.

Capítulo 4 - CAPÍTULO 2 - COISA DO DESTINO?


Fanfic / Fanfiction Beautiful Story - Kim Taehyung - Capítulo 4 - CAPÍTULO 2 - COISA DO DESTINO?

Flashback on.


𝐒𝐄𝐔𝐋, 𝐂𝐎𝐑𝐄𝐈𝐀 𝐃𝐎 𝐒𝐔𝐋

𝘚𝘦𝘵𝘦 𝘢𝘯𝘰𝘴 𝘢𝘵𝘳𝘢́𝘴


Raios e trovões cortavam o céu noturno de Seul, fazendo barulho alto suficiente para me assustar, caso eu não estivesse tão concentrada em ouvir meus pais gritando um com o outro no banco da frente do carro. Não bastava eles fazerem isso em casa, tinha que fazer dentro do carro em movimentos também. 

Tudo que eu queria naquele momento era abrir a porta e pular dali mesmo, sem me importar com os machucados que faria ou se sairia viva, mas nem isso eu tinha coragem de fazer. Já não suportava mais aquelas brigas por motivos fúteis, eles não notavam o quanto isso me fazia mal, o quanto era desgastante.

A ar dos meus pulmões pareciam ter fugido naquele momento e a falta de ar se tornou presente, dando indícios de que  uma crise estava próxima. Olhei para tela do meu celular enquanto digitava uma mensagem para Tae, mas que não era enviada por conta do sinal que havia caído e só notei agora, provavelmente por conta da chuva forte que caía lá fora. 

Desviei o olhar do aparelho para meus pais que ainda gritavam, meus olhos automaticamente se enchiam de lágrimas a ponto da minha visão ficar embaçada, a falta de ar só aumentava e meu corpo começou a tremer, quando dei por mim já estava gritando.

─ VOCÊS PODERIAM PARAR DE BRIGAR POR UM MOMENTO?─ Meu grito havia sido em vão, pois fui completamente ignorada.

Fui tomada por uma angústia intensa no peito, no momento seguinte só pude gritar de desespero, pois o carro derrapou pela estrada molhada e a única coisa que vi, foi uma luz forte queimar minhas vistas antes de tudo ficar completamente escuro.

[...]

Minha consciência ia vinha como um ioiô com grandes pausas para ser lançado. Podia ouvir diversas vozes ao meu redor, inclusive voz conhecida de Jee e sua mãe, conservando sobre coisas que eu não conseguia distinguir o que era. Tentei muitas vezes me despertar por completo, mas o sono que sentia era maior que minha vontade de me manter acordada.

Depois de acordar e dormir tantas vezes, finalmente consegui abrir meus olhos por completo. Fitei aquele teto branco que claramente não se parecia nenhum pouco com o do meu quarto. Minha mente estava confusa, parecia ter sido desconfigurada como um computador com vírus. Meu corpo inteiro doía, inclusive minha coluna e minhas pernas... Porque eu não estava as sentindo? 

Foi então que me recordei o que tinha acontecido, da luz ofuscante seguida da escuridão diante meus olhos. Meus pais!  Meu coração se acelerou no mesmo instantes, tentei gritar por seus nomes, mas havia algo me impedindo e tudo que saiu foi resmungos altos e desesperados abafados pelo tubo em minha boca.

─ Hey, Hey! Se acalme, Nahee! Estou aqui. ─ A voz conhecida da minha melhor amiga chegou até meus ouvidos, logo vislumbrei a silhueta baixa de cabelos tingidos de vermelho. ─ Está tudo bem agora. 

Jee não tinha a melhor das expressões, parecia cansada e mesmo assim sorriu pra mim parecendo aliviada em me ver acordada, pude notar seus olhos se encherem de lágrimas.

─ Eu estou tão feliz em lhe ver acordada. ─ A voz da garota havia saído meio embargada enquanto segurava minha mão a apertando com firmeza. ─ Irei chamar o doutor.

Foi o que ela me disse antes de soltar minha mão e sair pela porta do quarto, não sabia porque, mas meu coração estava angustiado e a única coisa que eu tinha meus pensamentos eram meus pais. Nos minutos seguintes Jee retornou com sua mãe, o médico e duas enfermeiras que trataram logo de retirar os aparelhos.

─ Onde estão meus pais? Eles estão bem? ─ Foi a primeira coisa que perguntei quando o trabalho deles se deram por finalizado. O médico me olhou por alguns instantes parecendo buscar as palavras certas para me responder, meus olhos então fitaram Jee a mãe, que pareciam... Tristes? ─ Eles estão bem não é?

─ Sinto muito querida, um caminhão bateu de frente com o carro de vocês e seus pais não resistiram.

Flashback off.


𝐓𝐎𝐊𝐘𝐎, 𝐉𝐀𝐏𝐀̃𝐎

Precisei passar por uma cirurgia para conseguir voltar a andar, demorei cerca de quase 6 meses para conseguir dar meus próprios passos sem ajuda de ninguém ou com auxílio de muletas. A dor de ter perdido minha família foi horrível, se não fosse Jee, nunca teria conseguido passar por essa fase sozinha. Foi ela quem me acolheu e cuidou de mim até que eu estivesse cem por cento, bem.

Sete anos se passaram e eu nunca soube o que Taehyung queria me dizer naquela noite, perdi meu telefone naquele acidente e não pude falar com ele. Depois que consegui um aparelho novo, tentei entrar em contato... Mas ele não atendeu. Sempre caia direto na caixa postal e no fim, tentei ir a Bighit, mas não deu muito certo, pois o Manager não me deixou falar com ele e ainda me mandou embora dizendo que Taehyung não podia ter distrações como eu.

Um suspiro longo escapava por entre meus lábios enquanto fitava a tela do notebook, mais especificamente uma foto recente do Taehyung no Twitter. Mesmo depois de tantos anos ainda sentia muita falta dele, sentia falta do sorriso quadrado, da risada, do jeito fofo, da forma como ele me fazia sentir borboletas no estômago... De tudo que envolvia ele.

Mesmo de longe continuei acompanhando sua carreira e como consequência da fama, até acontecimentos da vida pessoal. Desde a morte de seus avós ao do amigo, além da mudança repentina de personalidade. Confesso que nesses momentos senti meu coração se apertar só de saber que eu não poderia estar ali para consola-lo. Mas sabia que os outros membros estavam ali por ele. Jee era uma Army, então não tinha como não saber sobre o famoso V do BTS, que ela se gabava de ter estudado juntos. E falando no diabo...

─ Alguém está suspirando por ter sido reconhecida pelo Kim Taehyung ontem no show. ─ A voz de Jee me arrancou de meus pensamentos abruptamente, me fazendo fechar a tela no notebook rápido pelo susto.

─ Que susto garota! ─ Disse a encarando, nem mesmo tinha visto ela entrar no quarto. ─ Já fazem sete anos, Jee. Não acho que ele se lembre de mim...

─ Me poupe, Nahee! ─ Minha melhor amiga disse em um tom meio irritado. ─ Ele não parou de te olhar o show inteiro e ainda sorriu pra você. Quer mais provas que isso? ─ Ela franziu o cenho se sentando na cama do hotel. ─ Além do mais, não acha que essa coincidência dele fazer um show na mesma cidade e na mesma semana que a gente ia estar é coisa do destino? ─ Quando ela disse aquilo não pude evitar rir e jogar uma almofada nela.

─ Você anda assistindo muito doramas, Jee! ─ Sorri largo e suspirei.

Uma coisa ela tinha razão. Taehyung tinha mesmo olhado pra mim, ele teria mesmo me reconhecido, em meio aquela multidão?

─ Agora deixe de sonhar e vamos nos arrumar, não podemos perder o vôo para Seoul...

─ Você ainda vai se encontrar com ele, escreve o que tô te falando. ─ Jee se levantou empolgada da cama e correu para arrumar as malas.


Notas Finais


Não esqueçam de me dizerem o que estão achando, por favor, isso me motiva muito!
Espero muito que estejam gostando. ♡
Me digam já foram assistir o trailer? O que acharam?
Outra coisa, estou atrás de mais fanfics para ler, então se puderem me indicar algumas eu ficaria muito feliz.


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