História Beautiful Trauma - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Assassinato, Interativa, Lgbtq, Policial
Visualizações 73
Palavras 3.154
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie amores e amoras haha (aquelas)!!

Voltei novamente com mais um preview, demorei um tiquinho mas estou viva kkk (eu procrastinei um pouco, admito...).

Mais um flashback bem crazy crazy para vocês os chuchus da minha horta (loka), desta vez o capítulo vai se passar MUITO antes do assassinato do Michael.

Sim, é tudo bem relevante sim! E olha eu deixei umas referências espalhadas pelo capítulo, espero que vocês entendam!
Quem pegou pegou, quem não pegou tá no ar...ou pensa e quebra a cabeça para pegar kkk.

Genteee me falem de quem vocês gostariam que fosse o próximo preview, ou seja em quem vocês gostariam de ver maior foco e no que?
Já vou antecipando que eu não posso divulgar muito sobre o sr. Farewell agora naum, matarei vocês de curiosidade (um pouco só muhahaha).

Enfim beijos de luz e boa leitura mores!
Kisses kisses <3

Capítulo 3 - Summer of 1993 (preview)


Fanfic / Fanfiction Beautiful Trauma - Capítulo 3 - Summer of 1993 (preview)

| Flashback |

— Verão de 1993 –

[ Vinte e cinco anos antes do corpo morto de Michael Farewell ser encontrado.]

/ BlackRiver University \

“Fui incompreendido por toda a minha vida
Mas o que eles estão falando, menina, me corta como uma faca
"O rapaz não presta"
Bom, finalmente encontrei o que estava procurando
Mas se eles tiverem chance, eles certamente destruirirão
Com certeza destruiriam
Querida, fiz tudo o que pude
Agora é com você”


E lá estava ela, uma jovem de dezenove anos de madeixas loiras como ouro, e olhos azulados com um toque cinzento,  como um dia nublado; era magra e parecia estar desnutrida, e em um de seus braços finos possuía uma tatuagem, no direito estava escrito “Life Imitates Art”.

Louisa Parker, era uma garota genuinamente peculiar — andava de um jeito desajeitado e sempre com um cigarro nos lábios, embaixo do braço livros e uma garrafa de metal que continha whiskey inglês. 

Estava fazendo duas faculdades ao mesmo tempo: história e metafísica, duas áreas totalmente diferentes. Muitos se perguntavam, como a moça não ia à loucura cursando tais matérias. A resposta era bem simples, Louisa já era um tanto alterada, mais um pouco de loucura não faria mal algum. 

Morava em um trailer em uma clareira do bosque por onde o rio BlackRiver percorre, órfã aos 17, a partir daí começou a se criar sozinha no tal trailer; sua mãe era alcoólatra, e acabou morrendo quando sofreu um infarto...já seu pai viu no suicídio uma saída, para problemas e dívidas. 

Mesmo sendo chegada ao álcool, tabaco e drogas Louisa era boa aluna. Nunca precisou se esforçar dentro da BlackRiver University, mesmo sem dar a mínima para a educação tirava notas altíssimas, descava como ninguém alí — foi assim que ingressou na universidade, usando sua inteligência para passar em uma prova de bolsa.

Quando não estava sentada em uma sala de aula, a Parker estava bebendo, fumando, se drogando ou transando loucamente com algum “desconhecido”. 
Bem...sua vida se limitava a sexo, drogas e bebidas; nenhuma das atitudes lhe davam boa fama, sempre fora a garota problema que vivia recebendo ameaças de suspensão ou expulsão. 

Seus dotes não restritos apenas a inteligência ou performance na cama, era dona de uma voz doce e encantadora e, seus pequenos dedos dedilhavam o violão majestosamente; uma assídua frequentadora de bares, constantemente tocava nos palcos dos estabelecimentos.

“Everybody loves a winner
So nobody loved me
Lady peaceful
Lady happy
That's what I long to be” — Cantarolava suavemente o refrão de Maybe This Time, nos palcos iluminado e de aroma forte causado pelo álcool; seu olhar era perdido e atordoado, sem rumo ou nexo. 

Melancolia e solidão eram os pilares que sustentavam seu ser, nunca tivera muitos amigos mas sempre foi extremamente popular, isso por conta de sua péssima e debilitada reputação! Todos em BlackWater Village tinham conhecimento da biscatezinha drogada: Louisa Parker. 

Não ligava para os apelidos, e não dava a mínima para aqueles que lhe mal diziam! Vivia sua vida do modo que bem quisesse e entendesse, ninguém iria pará-la. Até porque é quase impossível de se parar uma tempestade. 

Odiada por muitos e amada por poucos, tomo a liberdade de descrever sua relação com o público desta maneira.
Não tinha tantos inimigos, uma ou outra namorada raivosa com a traição do amado...mas nada mais que isso, nada mais. 

 Uma grande amante da arte, valorizava qualquer forma de expressão; podia ser considerada a “Rainha dos artistas malcriados e dos pobres oprimidos”. Louisa fora uma criatura incompreendida, cheia de sentimentos complexos e perturbados; um livro a ser lido com cautela e carinho. Mas ninguém nunca ousou a ler tal livro, sendo assim foi tachada de “A puta drogada do bar”.

Se encontrava na cova dos leões, ou talvez em uma forca onde todos almejavam e desejavam sedentamente por sua desgraça! Os moradores de BlackWater Village julgavam-na, remexiam seu passado à procura de algo que pudesse lhe destruir ainda mais.

Mas até onde se sabe ninguém queria sua morte, cobiçavam sim, sua eterna miséria. Entretanto morte era algo extremo, matá-la era sinal de puro descontrole mental afinal, a única “maldade” que ela causava aos outros era o término de relacionamentos.

“Já que sou o jeito é ser” a frase de Clarice Lispector era a que mais bem definia Parker; nunca deu valor a vida, por isso a arriscava constantemente, e de certo sua vida foi-se como um sopro...mas
não a perdeu em mais uma de suas loucas peripécias, alguém lhe tirou esta.

Filha da sensualidade e do mistério, ela era um indivíduo que sabia o que queria da vida e  também como chegar lá, sonhadora e avoada; não foi a criatura mais correta e pura do planeta Terra, mas mesmo assim Louisa era uma “criança” ainda, na flor de sua juventude...uma garota perdida e deslocada, que sentia um único sentimento — a nefasta solidão. 

“Mas abençoada com beleza e raiva
Jim me disse isso
Ele me bateu e pareceu um beijo
Jim me trouxe de volta
Lembrou-me de quando nós éramos crianças”

Um anjo corrompido pela pela própria existência, no fundo de sua alma ainda era possível encontrar inocência e esperança, em meio ao jardim do mal em que vivia.

 O que levaria a uma pessoa a matar a Parker, até onde a alma e mente humana iriam para alcançar seus objetivos? 
A morte da universitária foi sinônimo de brutalidade e crueldade…as coisas haviam ido longe demais! 

 O assassinato de Louisa Parker foi o primeiro acontecimento notável, para que a desconfiança e o receio se instalassem nos corações dos habitantes. Disse que foi o primeiro “notável”, mas não era a primeira vez que algo do gênero acontecia...a cidadezinha esconde até hoje macabros segredos. 

O Caso Parker, assim ficou conhecido entre os moradores assustados e atordoados, com a brutal e precoce morte juvenil; incrivelmente após três meses ninguém mais prestava atenção no tal homicídio, incluindo a alta polícia local que logo fechou o caso julgando-o insolúvel.

 A injustiça impregnou-se, todos agiam como se  ninguém tivesse sido assassinado. Estavam empurrando toda a verdade para debaixo do tapete; oh meu caro amigo tenha ciência, de que a  genuína verdade não pode ser escondida por muito tempo, desejando ou não uma hora tudo revelará…


[ Horas antes do assassinato da jovem estudante Louisa Parker.]

Sol começava a se desvanecer, e abandonar seu palco triunfante — o céu azulado e límpido de BlackWater Village.
O calor era insuportável apesar de já ser 18:00 horas da noite, nenhum sinal de chuvas ou sereno; teriam de atuar o árduo tempo abafado.

Os universitários passavam mais uma pacata e tediosa tarde na BlackRiver University...os estudantes mais aplicados liam calhamaços, outros jogavam baralho também havia grupinhos conversando e rindo sem parar, e alguns casais trocavam carícias e juras de amor; vos apresento senhoras e senhores, o campus da universidade no final da tarde de uma sexta-feira ordinária. 

Todos se encaixavam em algum grupo e estereótipo, nem que fosse no mínimo um destes. Menos uma criatura de cabelos louros, que se encontrava sentada na grama com as costas apoiadas em uma árvore, carregava um semblante tristonho, e um sorriso desesperado enquanto tocava seu violão. 

Remota e desolada, sentia-se diferente e excluída de todos alí — não que isso fosse algo ruim, ela odiava ser comparada com os jovens esnobes e riquinhos da BlackRiver, ponderou desde seu primeiro dia alí que todos eram fúteis e superficiais. Se misturar ou enturmar era seu último desejo. 

Se você levasse seu olhar aos olhos de Louisa enxergaria neles dor e um inabalável pedido de ajuda; saudade —seus pais eram inconsequentes e loucos, mas mesmo assim sentia falta deles...era uma sensação horrenda e angustiante a de estar sozinha no mundo, todos contra você, você contra todos…

Em New York uma garotinha tímida e calada de nove anos de idade, compartilhava e provava da mesma dor de Parker; com seus olhos cor chocolate vermelhos e inchados, lágrimas rolando livres por seu delicado rosto e uma carta em suas pequeninas mãos.

“ Florzinha,

Mamãe e papai estão morrendo de saudades, não vejo a hora de vê-la novamente princesa! 

Pensamos em ti a todo instante, as viagens a Europa não são muito interessantes sem a tua presença, nossa biblioteca ambulante (minha linda).

Seu pai está comprando todos os livros e souvenirs de Paris, a mala voltará cheia de presentes para você. Prepare-se para gastar seu francês com os livros!

Soube de suas notas, parabéns querida! Pena que não foi tão bem assim em matemática, mas nada que a minha pequena Jane Austen não consiga recuperar. 

Seja uma boa menina, obedeça seus avós e fique atenta ao horário quando estiver na biblioteca. Nos vemos em dez dias, prometo que passará voando, o pior já se foi.

Mommy e Daddy te amam, não se esqueça nunca disso H.

Com amor, Lily.”

Era o que estava escrito na carta em uma caligrafia arredondada e desenhada, agora a menina pressionava o pedaço de papel, e apertava sua pálpebras que jorravam lágrimas. 

Mas não perderei meu tempo contando sobre a garotinha nova iorquina, que atualmente já é uma forte mulher formada; meu foco e missão neste momento, é falar sobre a falecida universitária.

Louisa sofria em silêncio, uma angústia torturante. Ninguém naquela cidade, ou no campus da universidade que transbordava hormônios, pensou em ajudá-la ou ao menos tentar; ao contrário, apenas lançavam críticas e xingamentos. E foi exatamente isso que uma moça ruiva alta e chorosa foi fazer, Mary Crosley, era mais uma namorada sedenta de raiva. 

—Ah sua biscatezinha drogada! Agora você irá ver o que é bom para tosse, sua desgraçada! Maldita! — disse Mary correndo em seus saltos em direção a loira, estava fora de si.

Louisa se encontrava serena diante da ruiva que exalava ódio em seu olhar, e esta teve a ousadia e liberdade de fitar Parker dos pés à cabeça, de uma maneira totalmente desprezível e desgostosa.

—Minha cara Mary, finalmente apareceu! Já lhe esperava a alguns dias...em síntese já aguardava por todo este circo patético! — ainda dedilhava as cordas violão vagarosamente, e o tom de ironia marcava sua voz.

—Sua vadia sínica! — a encolerizada acertou o rosto de Louisa com um tapa, e a mesma imediatamente levou a mão ao lado direito de sua face dolorida, o massageando. — Eu sei que você dormiu com Jhonny, sua filha da mãe, não adianta tentar mentir!

Uma quantidade enorme de pessoas começou a se amontoar, em volta das duas meninas, que discutiam fervorosamente. Todos estavam curiosos para saber o porque do tal rebuliço, os jovens enxeridos se estapeavam por um lugar que possuísse boa visão, para que assim pudessem assistir de camarote o embate verbal, e agora um tanto físico.

— Sim, transei com o seu homem...e já lhe darei um aviso prévio, ele tem pau pequeno. — sua inimiga arregalou os olhos ao escutar tal atrocidade — Mas isso não é problema se você não for tão exigente, e outra Jhonny queria uma transa tanto quanto eu! 

— Hipócrita! Ele estava bêbado e você é uma aproveitadora de primeira, o enfeitiçou com tua sedução de quinta e fajuta! — Cuspiu a palavras de forma ríspida e grosseira.

— Mary você está cega, sua virgem tola. Seu namorado nem havia encostado, em uma gota de álcool quando chegou no bar e chamou-me para ir a casa dele! 

A jovem ruiva agora estava em prantos, tentando convencer a si mesma de que seu amado Jhonny Westwing não havia lhe traído. Mas todos sabiam que ele havia feito tal coisa, e provado ser infiel e desleal a moça com que namorava a um ano. 

— Quer saber de uma coisa, ele deve ter cansado de esperar “seu tempo”! Ele é homem cheio de hormônios e tesão, não consegue ficar muito tempo sem sexo! Se liga…!  — Murmurou em seguida pegou seu violão e mochila, esbarrando brutamente naqueles que bloqueavam sua saída, a loira se libertou daquele círculo e seguiu seu rumo.

Oh Louisa estava com raiva, de todos aqueles que a xingaram enquanto discutia com Mary; se perguntava como as pessoas poderiam ser tão mexeriqueiras
 
Ao mesmo tempo sentia pena da pobre e de certa forma inocente Crosley, que era sonsa o bastante para perceber que seu namorado era um galinha; pensando bem não era sonseira, ela estava de fato cega de amor, tão nova e já fora cegada e abalada, pelo sentimento mais puro e intenso que existe.

Recorda-se ainda da menina de nove anos nova iorquina, que chorava com a carta prensada contra o peito? 
Pois bem...ela também foi cegada pelo amor, o cupido a pegou de supetão. No  auge de seus trinta anos, foi quando o amor  atingiu a garbosa e desprevenida mulher. Mas como tinha dito ela não é minha preocupação hoje.

Louisa ia andando à passos apressados pelos corredores da BlackRiver University, no caminho puxou um cigarro de sua carteira Marlboro, e um isqueiro que usou para acendê-lo. Deu-lhe uma forte e ligeira tragada e continuou  a seguir “viagem”. 

— Senhorita Parker, apague esse cigarro agora mocinha! Sabe muito bem sobre as regras de fumar na dependências internas da universidade, volte aqui! — gritou um homem gordo e careca, o mesmo corria atrás de Louisa, sem fôlego desistiu. 

A moça não deu ouvidos à advertência do tal homem, simplesmente o ignorou e correu o mais rápido possível, ainda com o cigarro entre os dois dedos. 

Com a brisa quente de verão batendo em seu rosto, ela chegou velozmente ao bicicletário, onde pegou sua bicicleta e saiu em disparada daquele lugar, que julgava ser o próprio inferno. Pegava o atalho mais dinâmico e preciso para o bosque, onde ficava seu trailer. 

Tinha como trilha sonora para o percurso, a música Ziggy Stardust de David Bowie em seu walkman, à medida que se aproximava da floresta, a presença de plantas era maior e os galhos destas arranhavam seu braço, deixando alí pequenas marcas avermelhadas.

Já quase chegando perto de seu lar Louisa freou violentamente sua bicicleta, e neste solavanco quase caiu desta. 
Saiu da bike em desespero, e em seguida tirou os fones de seus ouvidos, o feito olhou para toda a vegetação verdejante em sua volta. Escutava passos pesados vindo em sua direção, seu coração acelerou-se e a respiração tornou-se difícil e mais rápida. 

O barulho dos galhos sendo quebrados por pés era torturante, vinham de todas as direções, sendo assim impossível de se localizar de onde ele provinha, e em que direção o indivíduo estava. 

— Olá…? Quem está aí? Se for  Mark com suas brincadeiras tão estúpidas quanto ele, irei esganar esse filho da mãe! — Gritou em tremendo desespero.

Um...dois...três...Louisa sentiu duas mãos fortes lhe agarrem pela cintura, de imediato começou a se debater nos braços da figura mascarada, que a segurava com uma enorme força; trajava uma roupa preta de lã e uma máscara branca, que possuía apenas dois buracos para a respiração, e duas linhas pretas na vertical que aparentavam ser arranhados, ou algum desgaste causado pelo uso,  por uma fração de segundo ficou imaginando como alguém poderia enxergar através da tal máscara, mas claramente obter a resposta não era sua prioridade é preocupação no momento. 

Parker esperneou e clamou por socorro, para seu azar ninguém ouviu-na, quem estaria na floresta em plena sexta-feira à noite...bem, nenhum morador em sã consciência! As lágrimas quentes rolavam por seu rosto livremente, seu olhar revelava pavor e medo. 

Em uma falha tentativa de estrangulação o indivíduo mascarado deixou a loira fugir, a mesma correu para a beira do rio, tendo como esperança e objetivo nadar até a margem oposta; a situação se desestabilizou mais ainda com sua vaga tentativa de fuga, a tal pessoa mascarada a empurrou e ligeiramente, levou a cabeça de Louisa a água e por lá deu início ao processo de estrangulá-la, e simultaneamente afoga-lá.

Quando notou que a moça já havia falecido, a retirou do rio, feito isso pegou uma faca afiada de seu bolso, sendo assim foi a esfaqueando. Não bastava apenas enforcá-la, queria praticar qualquer tipo de ato brutal com o cadáver da jovem estudante, os cortes eram extremamente irregulares e profundos, dava a aparência de que um cego havia realizado o horrendo serviço. 

O seguinte passo acarretou mais esforço físico e paciência, em uma macieira de copa volumosa e virtuosa, armou com uma resistente e grossa corda uma forca e pendurou o corpo de Louisa Parker pelo o pescoço na mesma...a violência havia sido tamanha! E ainda devo lhe relatar que antes de suspender o cadáver na árvore frutífera, a figura praticou as ações mais grotescas de necrofilia. 

E antes de evacuar a cena do crime, pregou com uso de um prego, uma folha de papel sulfite A3 na árvore com o seguinte dizer: “She had a lust for life, but death had a lust for her.”
A frase acima em tradução livre significa “Ela tinha um desejo pela vida, mas a morte tinha um desejo por ela.”

E lá estava Louisa Parker morta, assassinada e violada…

 

[ 10 dias antes do o corpo de Michael Farewell ser encontrado.]

| 01:30 a.m| 

— Casa de Maddison Shackleford, 
BlackWater Village —

Era possível na sala de estar escutar altos e abafados gemidos vindo do quarto de Maddison; Kennedy estava em sua residência em seu décimo quinto sono, após um dia exaustivo de palestras na universidade, e Shackleford de certo exerce grande lealdade sob Hermione, tendo este fato como base da linha de raciocínio, pôde-se inferir que a britânica estava desacompanhada...e realmente se encontrava sozinha, mas isso não a impediu de satisfazer seus intensos desejos. 

Nua como veio ao mundo e deitada em sua grande cama, Maddison se tocava de um modo sensual e erótico, seus dedos caminhavam por sua intimidade...oh tudo era tão excitante! 

Estava a fazer sexo com a pessoa que mais amava, ela mesma; quando apalpava o ponto que mais lhe provocava prazer, engatava as unhas da mão esquerda em seu travesseiro, juntamente a esta ação vinham acompanhados inúmeros murmúrios de prazer. 

— Oh Mione…!! — Maddie gritou entre gemidos, seus pensamentos eram voltados na mulher de cabelos castanhos e sorriso tímido. 

Uma atmosfera profana se instaurou em seu aposento, e com todo este clima prazeroso nem deu atenção ao seu celular que havia vibrado, por ter acabado de receber uma mensagem de um número desconhecido; e provavelmente não ligaria para esta em momentos futuros, sua desatenção a impediria de realizar tal tarefa.

A misteriosa mensagem dizia o seguinte:

“Tão bela quanto Louisa Parker, olhos azulados como o mais puro e límpido oceano, cabelos loiros similares ao genuíno ouro e lábios que provocam tamanha tentação nos outros…
Mas possui desejos e luxúrias sexuais como ela tinha, até parece que você consegue manter-se totalmente coberta na presença de Hermione Kennedy. 
Vocês são tão  diferentes, mas  ao mesmo tempo tão  parecidas…”

Duvido muito que alguém saiba de onde provém esta exacerbada mensagem de texto, provavelmente nem Deus ou o próprio diabo sabem sua fonte de origem.

 Então meu caro leitor seja muito bem-vindo a BlackWater Village, uma cidadezinha onde todos se conhecem, e nada é como aparenta ser. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Foi isso no que deu essas 3.000 e poucas palavras kkk (exagero sim!)

Espero realmente que tenham gostado, fiz de coração para vocês kkk! Bem...faço tudo com muito carinho mesmo kkk.

Mals ae qualquer errinho, hahaha sorry.

Músicas que foram usadas:

Girl you’ll be a woman soon
Maybe This Time
Ultraviolence

Beijos morecos e morecas :) lalala :)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...