História Beauty and the Beast - Adaptação Jikook - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags A Bela, A Fera, Conto, Jikook, Jimin Bottom, Jungkook Tops, Kookmin, Meg Cabot, Mistério, Namjin
Visualizações 34
Palavras 917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey Kookmins 💞

Voltei com mais um capítulo.

Boa leitura 💋

Capítulo 2 - Capítulo 02 - O real plano do papai Namjoon.


Capítulo dois




O Real plano do papai Namjoon




— Sorria! — gritou o fotógrafo oficial da Maison de la Lune enquanto Taehyung e eu descíamos


a grande escadaria para o Salão de Jantar Grand Nautilus.


Por instinto, joguei o cabelo escuro para trás e abri um sorriso deslumbrante,


enquanto Tae se abaixava para não ter que sair na foto.


— Obrigado, Sr. Park — disse o fotógrafo, apressando-se em cuidar para que a foto


fosse postada em cada mídia social e site de fofocas importante, enquanto as pessoas ao pé da


escada me olhavam, apressando-se para pegar as próprias câmeras.


Eu sabia que o fotógrafo só estava fazendo o trabalho dele, assim como eu só fazia o meu.


Mas uma parte de mim ficou mais triste do que nunca.


— É ele — ouvi várias pessoas murmurando ao pé da escada. — Park Jimin. Sabe, o


modelo famoso? Ele está na capa de todas as revistas do país, e só tem 18 anos.


— Ai, desculpe — disse Tae, correndo de volta até mim e pegando meu braço. — Não foi assim tão ruim, foi?


— Está tudo bem — respondi.


É claro que estava mentindo. Eu sentia em mim o olhar de cada pessoa presente no salão,


e meu rosto começava a ficar quente.


Evidentemente, seria diferente se ele estivesse em algum lugar daquele salão... O Sombrio


Misterioso. Seria incrível se ele se aproximasse e dissesse, “Olá, Jimin. Esperei a minha vida


toda por alguém como você. Eu sabia que viria”, e ele não estaria querendo dizer alguém


com o rosto parecido com o meu, mas alguém que pensasse como eu, porque nós dois


pensávamos igual e éramos almas gêmeas.


Mas, como sempre, isso não aconteceu. Quem nos recebeu ao pé da escadaria foram os


caçadores de autógrafos de sempre — mas eu sabia que era um erro reclamar de gente me


julgando o com base na minha aparência, enquanto eu os julgava com base na deles —,


homens ostensivamente musculosos, ostensivamente bronzeados, com os cabelos


ostensivamente cheios de gel.


Ainda assim, quando um deles pediu para tirar uma foto no celular comigo e eu


concordei (só para ser educado), ele me segurou com força demais e depois cochichou:


— Meu nome é Raul. Me encontre no cassino mais tarde, está bem?


Então deu um apertão na minha bunda.


Eu dei uma cotovelada forte nas costelas dele e respondi:


— Não.


Tudo isso só provava (na minha opinião) que eu não estava errado em ser tão crítico. Se


eu ganhasse um dólar por cada cara como Raul que conheci desde que entrei na profissão de


modelo — o que só fiz por necessidade, para ajudar a pagar parte da dívida esmagadora que


acumulamos com as contas médicas da minha mãe —, seria rico o suficiente para pagar por...


Bom, pelo meu próprio mordomo.


— Sr. Park? — Outro jovem de smoking tocou meu braço.


Infelizmente, não era o Sombrio Misterioso. Era um jovem atleta popular e muito bonito


que namorava todas os atores e cantores pop de sucesso. Ele não precisava se apresentar —


reconheci-o na mesma hora —, mas ainda foi uma graça quando ele falou:


— Oi, meu nome é Jung Hoseok.


Os olhos do Kim brilharam como duas árvores de Natal.


— Aimeudeus — gaguejou ele. — Aimeudeusaimeudeus. Desculpe, mas isso é demais.


Eu sou, tipo, a seu maior fã. Acho você demais. Sabe aquele gol que você fez do meio do


campo na semifinal contra a Argentina no ano passado? Aquilo foi... Foi... Foi...


— Demais? — perguntou Jung, erguendo uma sobrancelha escura e perfeita.


— Aimeudeus — concordou Tae, sem fôlego. — Sim.


— Acho que tenho uma camisa sobrando que posso lhe dar, se quiser. — Hoseok abriu o


mais leve dos sorrisos.


Os olhos do Taehyung quase saltaram das órbitas.


— Você... Se for demais, pode me dizer... Mas eu literalmente morreria se você


concordasse... Você... pode autografar? — perguntou ele.


— Mas é claro — disse ele, todo generosidade magnânima. Tae ou não notou, ou não


se importou, quando ele colocou o braço despreocupadamente em volta dos meus ombros


para que todos os passageiros em volta vissem e tirassem fotos da gente com os celulares.


De repente entendi por que era tão importante para meu pai que eu o acompanhasse na


sua lua de mel. Não era a só para que pudéssemos tirar férias juntos pela primeira vez como


uma família.


Era porque assim eu poderia conhecer Jung. Tae não era o único torcedor de futebol


na família. Meu pai também amava.


Papai podia ter sido demitido do emprego no laboratório médico em que trabalhava —


ele tinha faltado demais para cuidar da minha mãe antes de ela morrer, e os chefes ficaram


cada vez mais frustrados e acabaram contratando alguém para ficar no lugar dele —, mas


achava que sabia como prever um determinado resultado, em especial a partir do que


considerava resultados anteriores.


Que pena que seu conhecimento se estendesse apenas à medicina, e não ao coração do


próprio filho.


Observei o salão de jantar, então encontrei papai olhando esperançoso na minha direção.


Ele sorriu e ergueu as sobrancelhas, pensando ter feito um trabalho maravilhoso de


casamenteiro.


Ah, pai. Sorri para ele, sem querer ferir seus sentimentos, e me virei para Jung.


— Oi — falei para ele entre dentes enquanto sorria para todas as câmeras. — Meu nome


é Park Jimin. Esse menino ruivo à direita é meu irmão, Taehyung. Ele gosta de você. Mas, se o


magoar, vou espalhar o boato de que você tem um toquinho de...


— Não se preocupe — interrompeu Hosek, abrindo o sorriso mais largo que podia. — Gosto


de garotos que entendem de futebol. — Alto o suficiente para Tae ouvir, ele perguntou: —


Por acaso vocês não vão comer na mesa do capitão esta noite, vão?


Taehyung deu um gritinho:


— Sim, vamos!


— Que coincidência — disse Jung, o sorriso começando a parecer genuíno. — Eu também.


Notas Finais


Hoje teremos uma atualização dupla, então, ainda hoje eu volto com o próximo capítulo 💞

Até meus Kookmins ♥️💋


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