História Beauty and the Beast - Adaptação Jikook - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags A Bela, A Fera, Conto, Jikook, Jimin Bottom, Jungkook Tops, Kookmin, Meg Cabot, Mistério, Namjin
Visualizações 30
Palavras 1.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey Kookmins 💕

Como tinha dito, voltei com mais um capítulo 💞

Boa leitura ♥️

Capítulo 3 - Capítulo 03 - O Atleta


Capítulo três




O Atleta 




Embora o início da noite não tivesse sido promissor, quando a sobremesa foi servida, não


pude deixar de sentir que nossa viagem não seria um fracasso completo.


É verdade que o clima lá fora piorava cada vez mais, o chuvisco transformando-se em um


aguaceiro. Mas o capitão nos garantiu que o Enchantment of the Seas navegaria em torno e


não através da tempestade tropical. Assim não passaríamos pelo pior dela.


E é verdade que não vi mais sinal do Sombrio Misterioso.


Mas era apenas a primeira noite do cruzeiro. Talvez ele tivesse preferido jantar em outro


dos 25 restaurantes do navio. Certamente eu teria muitas outras refeições e acabaria


encontrando-o.


Hoseok, sentado entre mim e Tae, foi gentil e atencioso — felizmente muito mais com


Taehyung do que comigo, à medida que a noite se esgotava e ele provava ter um conhecimento


enciclopédico de fã obstinado das incríveis cobranças de escanteio dele, dos passes e da sua


capacidade de levar seus companheiros de time a fazer gol.


E, vendo meu pai rindo e dividindo segredinhos com Jin, eu o perdoei por falsear a


verdade sobre a natureza das “férias”. Como a Dra. Ling sempre me lembrava, meu pai só


queria o melhor para mim. Talvez, ao se casar com o pai de Tae, ele tenha conseguido


algo mais, e desejava o mesmo para o filho. Teria sido difícil para qualquer homem ou mulher preencher


o vazio que a morte de minha mãe tinha deixado no coração de meu pai, mas se alguém


poderia fazer isso, certamente era Seokjin. Ele entrou nas nossas vidas graças a uma sessão de


fotos, mas ficou nela devido a algo (como disse depois) que viu nos olhos de meu pai.


“Parecia que ele não queria que eu fosse embora”, ele costumava brincar.


Só que não era brincadeira. Jin pode não ter percebido, mas ele devolveu a vida a Kim Namjoon. Ele só queria que eu encontrasse um cara que fizesse o mesmo por mim.


Pena que esse cara nunca, jamais, seria Jung Hoseok.


Já passava bem da meia-noite quando saímos da mesa do capitão e fomos dormir, todos


sonolentos e sociáveis por causa dos muitos brindes com champanhe que fizemos aos recémcasados.


Aquilo, porém, não me impediu de negar veementemente quando Tae puxou meu


braço e me disse que Jung tinha convidado nós dois para ir ao quarto dele... Uma Suíte


Presidencial, como a em que os nossos pais estavam.


— Ah, Jiminnie, por que não? — exclamou Tae quando neguei. — O Hoseok só quer me dar


a camisa que prometeu. E até parece que ele tem o quarto todo só para ele. Está dividindo


com Min Yoongi, o colega de time. Então nem íamos ficar sozinhos lá. Que mal pode


haver nisso?


Muito, pensei, lembrando-me do tal Raul. Depois olhei para o convés e ri. Hoseok tinha


posto as mãos nos bolsos do paletó do smoking, para mostrar que era um perfeito cavalheiro


e guardava suas mãos bobas para si mesmo.


Mas ninguém no nosso grupo estava por perto para ver aquele gesto cômico. Meu pai e


Jin, trôpegos, já tinham ido para a própria cabine. Estávamos sozinhos... a não ser pelas


centenas de outros passageiros que zanzavam em volta, a caminho das muitas atividades


noturnas do navio: as boates, piscinas, lojas abertas a noite toda, o cassino.


Meu coração se abrandou quando Taehyung me olhou, suplicante.


— Ai, tá bom.


Tae tinha razão. Que mal poderia haver?


Percebi que mal haveria ao sentir minhas pálpebras ficarem mais pesadas a cada minuto


enquanto Tae e Hoseok trocavam as histórias mais chatas de esporte que já ouvi, agora


acompanhadas por vídeos no computador dele.


Serei a primeira pessoa no mundo a morrer de tédio em um cruzeiro, pensei, olhando a


imensa suíte de Hoseok e procurando um livro, qualquer um. Mas ele não parecia ser muito de


ler. Só havia uma televisão wide screen e muitos, muitos videogames. A suíte também era


uma bagunça. Ele e o colega — o companheiro de time Yoongi, que ainda não voltara do


cassino, onde tentava a sorte — recusavam-se a deixar que o mordomo daquele andar


entrasse no quarto, proclamando que ele era mariquinhas, seja lá o que aquilo significasse.


— Jimin. Jimin. — Abri os olhos depois do que pareceram horas e vi Taehyung inclinado sobre


mim. Ele ria. — Ah, Jiminnie, desculpe. Acabamos com você. Foi um longo dia e sei que deve


estar exausto. Por que não volta para nossa cabine? Você tem a chave, não tem?


— Claro que tenho — respondi, sentando-me. Ao que parecia, eu adormecera no sofá de


Hoseok. Ele estava sentado do outro lado da mesa de centro, ainda olhando o computador, sem


o paletó do smoking e a gravata.


— Ah, vai adorar essa, Tae — disse ele. — A partida com a Alemanha em que acertei a


cabeça de um câmera com a bola.


— Não quero deixar você sozinho aqui — argumentei, cansado, lembrando-me de todas


as histórias de terror que ouvi sobre meninos e meninas em cruzeiros. Nenhum deles, verdade seja


dita, envolvia Jung, mas nunca se sabe.


Taehyung riu.


— Jimin. — Ele me colocou de pé. — Sei me cuidar. Vá para a cama. — Ele me entregou


meus sapatos que eu tinha tirado porque eram desconfortáveis demais, estavam um tanto quanto apertados. Depois me empurrou


em direção à porta. — E além do mais — cochichou — lembra quando eu disse que queria


enlouquecer um cara de desejo algum dia? Bom, acho que posso ter uma chance com o Hoseok.


Ele gosta mesmo de mim!


Olhei para Hoseok.


— A gente se vê de manhã, Jimin — Jung me falou sem tirar os olhos do computador. —


Tae disse que vamos fazer uma escalada às sete.


Olhei para Taehyung, apavorado.


— Nós vamos o quê?


— Não se preocupe — disse ele, rindo. — Pode levar seus livros e só assistir. Agora vai


embora.


Quando percebi, estava parado no longo corredor do lado de fora da suíte de Hoseok, com a


porta fechada na minha cara.


Pensei em bater na porta e exigir voltar, mas depois me lembrei de como fiquei entediado.


A ideia da grande pilha de livros na nossa cabine era mesmo tentadora.


Olhei para um lado e para o outro do corredor. Não sabia onde estava exatamente, graças


ao champanhe, mas felizmente havia placas na parede, com pequenos mapas marcados com


a letra J a cada poucos metros. Fui até uma delas, com os sapatos na mão. (Meus pés doíam


demais para que eu me desse ao trabalho de calçá-los de novo e, além disso, o piso era


acarpetado.)


Na verdade o Enchantment of the Seas parecia balançar um pouco. Talvez o capitão não


tivesse conseguido evitar a tempestade tropical, afinal.


Ou talvez eu tivesse tomado mais do champanhe de casamento do que percebi.


Mas tudo bem, porque o corredor era equipado com um elegante corrimão dourado para


os passageiros se segurarem na eventualidade de mares agitados como aquele, e felizmente


eu não tendia a sentir enjoos.


Vi no mapa que eu estava bem perto da nossa cabine. Só precisava pegar o elevador e


descer nove andares, depois andar o que pareciam vários quilômetros.


Muito obrigado, Kim Taehyung.


Levando os sapatos, um par de timberland preto, em uma das mãos e me segurando no corrimão dourado com a outra,


fui para o elevador. Estava prestes a apertar o botão para baixo quando ouvi uma voz grave.


— Olá, Park Jimin. Eu sabia que você viria.


Notas Finais


Por hoje foi só.

Até o próximo capítulo 💋


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