História Beauty and the Beast - Adaptação Jikook - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags A Bela, A Fera, Conto, Jikook, Jimin Bottom, Jungkook Tops, Kookmin, Meg Cabot, Mistério, Namjin
Visualizações 28
Palavras 958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, meus kookmins!

Boa Leitura amores!

Capítulo 4 - Capitulo 04 - O Salvador


 



Capitulo Quatro


O Salvador


O Sombrio Misterioso!

Aquela foi a primeira coisa em que pensei. Eram as palavras que fantasiei que ele me diria

no nosso primeiro encontro.

Mas nunca me ocorreu como ele tinha descoberto meu nome. Os heróis dos romances

que eu gostava de ler sempre descobriam os nomes das heroínas por vários métodos. Então

imaginei que não seria problema para o Sombrio Misterioso, uma vez que devia ser tão

inteligente e engenhoso quanto era alto, forte e gentil.

Quando me virei para cumprimentá-lo, porém, meu coração se apertou. Não era o

Sombrio Misterioso que estava diante de mim, mas Raul, o cara que apertou minha bunda

enquanto tirava uma foto comigo antes do jantar. Estava bem ao lado do elevador, em toda

sua glória ostensivamente musculosa e cheia de gel no cabelo.

— Ah — falei, sem entusiasmo nenhum. De repente eu não estava nada sonolento. Na

realidade, sentia certa náusea. Podia ter algo a ver com o movimento do navio, mas também

podia ter relação com o cheiro do perfume de Raul, que ele tinha passado de forma bem

exagerada. — Oi, Raul.

Foi um erro dizer aquilo. Ele abriu um largo sorriso, revelando os dentes brancos e

certinhos demais.

— Ai — disse ele. — Você se lembra do meu nome! Acho que alguém tem uma queda

por mim.

Meu estômago se revirou.

— Não — emendei. — Acredite em mim. Não tenho. Na verdade, estava voltando para

minha cabine. Foi um longo dia, e vou dormir.

— Parece uma ótima ideia — disse Raul, com uma expressão sarcástica. — Posso ir com você?

—— Ha ha — respondi, apertando com uma urgência crescente o botão de descer do

elevador. — Acho que meu colega de quarto não ia gostar disso.

— Aposto que gostaria, sim. — Raul ainda estava com o smoking do jantar, mas a

gravata-borboleta estava desfeita, e ele tinha aberto quatro ou cinco botões da camisa.

Segurava uma garrafa de cerveja. — Vamos lá, soube que está rolando uma ótima festa na

piscina do Deck Promenade. Vamos acordar seu colega de quarto, colocar nossas roupas de

banho e ir para lá.

— Não posso — disse. — Vamos acordar muito cedo para fazer uma escalada.

— Escalada? — Raul estava claramente embriagado. Eu sabia disso não só porque ele

arrastava as palavras, mas porque colocou a mão na parede acima da minha cabeça e

inclinou o corpo para bem perto do meu, me fazendo sentir o cheiro do seu gel capilar e de

tudo o que ele havia bebido. Nenhum deles era agradável. — A única coisa que quero

escalar agora é você, gato.

Quando andei por aquele mesmo corredor mais cedo com Hoseok e Tae, ele estava

apinhado de passageiros. Por que estava tão vazio agora? Para onde todo mundo tinha ido?

Agora éramos só eu, Raul e o fedor do bafo e do gel dele.

— Escute, Raul — falei —, eu sou comprometido.

— Não vejo nenhuma aliança no seu dedo.

— É uma relação complicada. — Quero dizer, inventada pela minha cabeça com um cara

que não conheço e só vi em uma varanda.

Foi quando o navio balançou... Muito pouco, mas o bastante para Raul perder o

equilíbrio — ou fingir perder, sei lá — e apertar o corpo todo contra o meu, batendo minha

coluna no corrimão dourado. Gritei de dor.

— Epa. — Raul deu uma gargalhada de bêbado, sem se mexer.

— Me larga — falei, empurrando-o. Era como tentar empurrar uma parede de tijolos. —

Está me machucando.

— Para mim, você está bem — cochichou ele no meu ouvido. Deixou a garrafa de cerveja

cair no carpete e agora as mãos se deslocavam e passeavam por . — Muito bem.

A Dra. Ling estava errada. A gente pode julgar algumas pessoas pela aparência.

— Eu disse para ficar longe de mim. — Levantei os sapatos e os usei para bater, com

força, na cara dele. com a parte da sola tratorada.

Raul me soltou. Recuou um passo, com a mão no rosto. Quando baixou a mão

novamente, olhou com incredulidade para o sangue que saiu do corte mínimo que uma das

solas tinha feito no seu dedo.

— Seu puto — rosnou ele.

E então avançou para mim.

Foi difícil dizer o que aconteceu exatamente depois daquilo, de tão apavorante que foi.

Tentei correr para o quarto do Jung, onde sabia que estaria seguro, mas Raul segurou um

punhado do meu cabelo e me puxou. Depois suas mãos estavam no meu pescoço.

Alguma coisa bateu na minha cabeça, com força, e de repente eu estava no chão...

Mas aí, por milagre, ouvi o som mais maravilhoso do mundo. Era o som de um sino. Era

o elevador.

Ouvi as portas do elevador se abrirem. E alguém disse meu nome 

— Jimin. Era a voz de

um homem, mas não a reconheci.

Quem poderá ser?, perguntei-me ainda no chão, em uma névoa de dor e confusão. Como

ele sabia meu nome?

Quando dei por mim, Raul estava no carpete a pouca distância de mim. Vi seus olhos,

arregalados de pavor, suplicando, parecendo pedir ajuda... Uma ajuda que não podia pedir

verbalmente, porque a mão de alguém cobria sua boca.

Aquela mão impediu que Raul gritasse de dor enquanto um pé atingia algum lugar na

parte inferior de seu corpo, uma perna, acho, quebrando-a — ouvi os ossos se partindo — no

que deviam ter sido centenas de fragmentos. Foi o ruído mais pavoroso que já ouvira na

vida, especialmente logo depois de eu ter ouvido um som maravilhoso, o sino do elevador, e

meu nome pronunciado naquela voz grave. Jimin.

Na vida real, o barulho de ossos se quebrando não é nada parecido com o estalo seco que

reproduzem na televisão. Mais parece um triturar surdo.

A minha visão do corredor estava indistinta e distante, como se eu estivesse olhando pelo

lado errado do binóculo de Taehyung.

De uma coisa eu tinha certeza, antes de perder totalmente a consciência: quando as

portas do elevador se abriram e ouvi dizerem meu nome, vi alguém saindo do elevador.

Alguém alto e descabelado.

O Sombrio Misterioso.

E então, misericordiosamente, não senti mais dor. A escuridão me tomou, e eu dormi.

 


Notas Finais


Até o próximo ^^


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