História Beauty and the Beast - Adaptação Jikook - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags A Bela, A Fera, Conto, Jikook, Jimin Bottom, Jungkook Tops, Kookmin, Meg Cabot, Mistério, Namjin
Visualizações 30
Palavras 971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey meus Kookmins

Boa leitura 💕

Capítulo 7 - Capítulo 07 - Tudo que vive nas sombras...



Capítulo sete




Tudo que vive nas sombras... Um dia tem que vir para a luz. 




Antes eu achava que tinha sorte por ter Tae como amigo e meio-irmão, mas eu


verdadeiramente acreditei nisso naquela manhã. Depois do café, ele me ajudou a levantar da


cama e entrar no enorme banheiro da suíte, e ainda ficou por perto para ver se eu não “daria


outro escorregão” (palavras dele) durante o banho.


Ele até tentou escovar e arrumar meu cabelo (com o cuidado de não mexer nas suturas


do Dr. Tuan) e me ajudar a passar um pouco maquiagem, para melhorar meu aspecto. Declarou que o hematoma nas


minhas costas “não estava tão ruim” quando dei uma olhada no espelho de corpo inteiro


com moldura dourada (que tinha uma TV de tela plana embutida, é claro) e quase gritei,


mas nós dois sabíamos que era mentira.


Depois de eu vestir uma calça de ioga e uma camiseta que ele me trouxera para usar


quando fosse voltar ao nosso quarto, eu me despedi dele e de Hoseok, dizendo que telefonaria


assim que estivesse pronto para ser buscado novamente e acompanhado à nossa cabine. Hoseok


ficou especialmente indeciso com minha permanência ali.


— O problema é todo seu — disse ele, apesar do olhar feio de Tae.


O triste era que nenhum dos dois sabia que ele não poderia ter dito nada mais


verdadeiro.


Depois que eles saíram, peguei uma xícara de chá na bandeja do carrinho de serviço de


quarto e me sentei no sofá no qual Hoseok estivera recostado. Havia uma manta roxa e macia


dobrada em uma ponta do sofá, então a abri e cobri meus pés descalços — notando que


também trazia o logo do J da Royal Jeon Cruise Lines —, percebendo em seguida o livro


que Jung tinha dito que Jungkook estava lendo. Intitulava-se Correção de cicatrizes e queloides e


era mesmo muito pesado.


Arrastei-o para meu colo e comecei a folhear. Não era uma leitura leve, nem tinha


imagens bonitas, mas me esforcei até ler o suficiente para entender


E então me senti tomado de vergonha. Jungkook não era um monstro — bom, exceto talvez


quando lutava com bêbados que pretendiam abusar de mim.


Peguei o folheto que Taehyung me dera e abri a capa, começando a ler. A Royal Jeon Cruise


Lines é uma companhia Sul-Coreana fundada por...


— Muito bem, senhoras. — Perdido na minha leitura, assustei-me com uma voz de


homem. Não tinha ouvido ninguém entrar na sala. — Tirem o carrinho de serviço de quarto


e comecem pela cama. Quando terminarmos, não quero que reste nenhum vestígio do


jovem, entenderam?


Coloquei-me de pé em um salto, jogando a manta de lado e deixando cair no chão o livro


de medicina e o folheto.


Mas não precisava ter me preocupado. Não era Jungkook. A voz — acentuadamente


britânica — pertencia a um homem de rosto redondo e terno cinza. Ele ficou assombrado ao


me ver.


— O-ora, Sr. Park — gaguejou, as maçãs do rosto vermelhas. Havia duas mulheres


com ele, ambas com uniformes de camareira. Ficaram surpresas ao me ver também, porém


mais de uma maneira irônica do que chocada. — Não sabia que ainda estava aqui. Peço


desculpas. Eu não o vi.


— Está tudo bem — falei.


Então ele queria se livrar de qualquer vestígio meu, não é? Bom, eu não podia culpá-lo.


Comportei-me de uma forma terrível com o empregador dele, mas ia compensar. Não sabia


como, mas estava decidido a ajeitar as coisas.


— Tive a impressão de que seu irmão viria buscá-lo de volta para seu quarto — disse o


mordomo rigidamente.


— Ele buscou — respondi. — Quero dizer, ele veio. Mas quis ficar para me despedir de...


Jungkook.


Por que era tão difícil dizer seu nome? Talvez porque eu estivesse sendo tão bobo.


— Ah. — O mordomo relaxou um pouco. Acho que ele pensava que eu ia tentar me


mudar para lá ou coisa assim, porque eu era um caça-níqueis, assim como todos os


homens e mulheres bonitos. — Acredite, Sr. Park, isso não é necessário. O Sr. Jungkook compreende,


mas não será possível vê-lo hoje; está se distraindo no cassino. Assim, permita-me pedir uma


cadeira de rodas ao Dr. Tuan e eu o acompanharei a seu quarto agora...


— Não. Senhor... Worth, não é? — Quando o mordomo assentiu, continuei, dando um


passo para a frente. — Pode pedir a cadeira de rodas se quiser, mas só vou sair depois de vê lo.


Eu sei, Sr. Worth. — Olhei-o com firmeza, para ele entender o que eu queria dizer. — Sei o que aconteceu com Jungkook. Então sei que ele não está no cassino. Sei que ele está por aqui


em algum lugar. É melhor trazê-lo aqui agora ou terá que chamar a segurança para se livrar


de mim. E tenho certeza de que não quer isso.


Toda a cor sumiu do rosto do Sr. Worth. As maçãs do rosto não pareciam mais tanto


maçãs, e sim bolinhos passados.


As camareiras atrás do Sr. Worth estavam com os olhos arregalados de empolgação. Não


era todo dia que entravam na Suíte Real e encontravam um modelo famoso ameaçando um


de seus superiores e dizendo que ele teria que chamar a segurança para expulsá-lo.


— Entendo — disse Sr. Worth, extremamente infeliz. — Bem, se é assim que prefere,


creio que não tenho alternativa.


— Não mesmo — garanti.


Ele suspirou e se virou para as duas camareiras.


— Vamos, senhoras — disse ele. — Limparemos o lugar depois. Estou certo de que não


demorará muito.


As camareiras assentiram e o seguiram, lançando-me vários olhares de esguelha ao


partirem. Eu tinha certeza de que essa história correria por todo o navio em uns cinco


minutos... A parte que elas sabiam, pelo menos.


E então a porta da Suíte Real se fechou, e fiquei sozinho novamente. Mas por quanto


tempo?


Engoli em seco, perguntando-me no que eu tinha me metido. Será que estava louco?


Nem disso eu tinha certeza. Minha teoria se baseava na suposição, não em resultados


anteriores, como papai sempre fazia no laboratório.


Por outro lado, eu não imaginara nada daquilo. Tinha a sensação de que a Dra. Ling teria


orgulho de mim. Isto é, até as luzes se apagarem, e a Suíte Real mergulhar na escuridão.


Notas Finais


O próximo é o último 🤧🤧🤧🤧
Espero que estejam gostando ❤️
Até daqui a pouco Kookmins 💕


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...