História Beauty And The Beast - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Emma Watson, Justin Bieber
Personagens Emma Watson, Justin Bieber
Visualizações 24
Palavras 2.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie gente, vim rápido com o capítulo mas o próximo provavelmente não vai ser assim. Eu estou com várias coisas na escola pra fazer então eu vou ficar ocupada a maior parte do tempo, mas não vou abandonar a fanfic.
Muito obrigada pelos comentários e Favoritos gente S2.

É isso, espero que gostem anjos.

Capítulo 2 - Monster


Bella:

Era de manhã bem cedo, Janne corria por toda a casa, rindo e brincando com sua boneca. Eu terminava de colocar o café da manhã na mesa da família Jones quando vi um vulto branco passar correndo pela porta.

— Boas notícias! Você não vai acreditar Janne! — Sua mãe pegou-a no colo e começou a balança-la animada.

— O que foi mamãe? — Janne perguntou aos risos.

— Papai foi convidado para trabalhar, na França! Não é maravilhoso Bella? — A senhorita Jones me olhou com um grande sorriso com sua filha no colo.

— Sim, é incrível senhora! É daqui quantos meses? — Perguntei com um sorriso amigável.

— Vamos agora! — Ela soltou sua filha.

— Agora? — Perguntei espantada — Mas, mas, e eu? Eu preciso me estabelecer em um emprego novo, se vocês forem agora, eu vou ficar sem emprego e o papai está doente!

— Ah Bella, eu já resolvi isso. — Ela pegou algo em uma das gavetas — Seu adiantamento de três meses, acho que é o suficiente para que não fique desestabilizada. E você está dispensada pelo resto do dia, vou arrumar nossas malas para que assim que James chegar, partirmos. Janne se despeça da Bella.

A senhorita Jones deu o dinheiro na minha mão e pôs sua filha no chão. Uma criança cabisbaixa andou até mim e abraçou minhas pernas.

— Não quero ficar sem você Bella, vem conosco? — Janne olhou com seus olhinhos cheios de lágrimas para mim, o que partiu-me o coração.

— Oh querida, não posso deixar o papai, ele precisa muito de mim. — Me abaixei e beijei sua cabeça. — Você vai ficar bem, prometo lhe escrever todos os dias.

— Todos os dias? — Ela repetiu, ficando mais animada.

— Todos os dias. — Sorri largo e ela me abraçou novamente.

Levantei e Janne correu para o colo de sua mãe.

— Bella, você foi um anjo em nossas vidas, obrigada por tudo. — A senhorita Jones me abraçou forte.

— Eu que agradeço senhorita Jones. — Sorri fraco e caminhei até a porta.

Olhei novamente para Janne e a senhorita Jones, que acenavam, e parti.

Suspirei olhando o dinheiro em minhas mãos, não era o suficiente para nos manter por muito tempo, eu precisava arranjar um novo emprego logo. Guardei parte do dinheiro no bolso e caminhei até a padaria.

A aldeia estava movimentada como sempre, pessoas comprando e vendendo por toda a parte, mas o que sempre me fazia tirar os pés do chão era aquele cheirinho de pão recém-saído do forno, fazia o meu estômago roncar.

— Bom dia Bella! — Senhor Mugs, o dono da padaria, me cumprimentou com um sorriso largo por debaixo do bigode.

— Bom dia! — Devolvi o cumprimento — Gostaria de dois pães senhor Mugs, por favor. — Lhe entreguei o dinheiro e ele logo me deu uma sacola com meus pães quentinhos. — Obrigada, até logo!

—Adeus Bella! — Ele acenou enquanto eu me distanciava.

Eu estava pensando em como eu arranjaria um emprego logo agora, creio que não haja outra família que precise de uma babá na Inglaterra. O papai não pode saber em hipótese alguma, ele iria querer voltar a trabalhar.

— Bella!

Ah, maldição.

— Gaston. — Sorri falsa e ele logo estava caminhando ao meu lado com um papel em mãos. — Ah, não me diga que escreveu outra poesia para mim.

— Essa você irá amar, eu tenho certeza. — Ele sorriu e pigarreou para começar a falar, não impedi, eu querendo ou não ele leria a tal poesia. — “Oh Bella, você não me deixar dormir. Você não me deixa pensar em algo que não seja em ti, você é a luz da minha vida.”

— Você escreveu errado Gaston.

— O que? — Ele estava confuso.

— Você escreveu “Pensar” errado, é com “S”, não com “Ç” Gaston. — Ri — Mas continue tentando, quem sabe você não acerte um dia. — Me afastei, deixando-o com suas dúvidas gramaticais em paz.

Finalmente.

Voltei a caminhar para casa e logo ouvi passos apressados em minha direção, olhei para trás, e Alice corria para me alcançar. Parei de andar rindo de seu desespero ao passar entre as pessoas.

— Finalmente! Mesmo com pernas curtas você anda rápido Bella. — Alice disse ofegante.

— Você que anda lenta demais Alice, acredita que Gaston ainda não desistiu de tentar me conquistar? — Ri .

— Ele é obcecado por você Bella, há anos ele tenta de todas as formas conquistar você, mas você nem lhe dá atenção. Ah, Bella! Ele é tão bonito e tão rico, porque desperdiça esse homem desse jeito? — Olhei para Alice um pouco ofendida.

— Não vou amar uma pessoa pelo que ela possui, vou amá-la pelo o que ela tem. Gaston tem músculos, dinheiro e beleza, mas lhe falta gentileza, inteligência e humildade, fatores que ele não tem. — Alice revirou os olhos. — Mas tenho que lhe contar algo, mas me prometa que vai ficar de boca fechada.

— É claro que eu prometo, diga.

— Os Jones vão se mudar para a França.

— O que? Que maravilha! — Ela sorriu, mas sua feição se desfez assim que ela olhou minha expressão. — Isso não é uma maravilha pra você não é?

— Não, agora estou sem emprego. — Suspirei — O que eu vou fazer agora?

— Eu sinto muito Bella, se eu pudesse fazer alguma coisa...

— ALICEEE!

— É a minha mãe. — Ela comprimiu os lábios e olhou para a mãe que gritava da casa atrás de nós.

— Vai lá Alice — Dei uma risada de sua mãe.

— Depois terminamos esse assunto Bella, tenho que ir. — Ela se despediu e correu para dentro de casa.

Amanhã eu teria um dia cheio, tenho que dar um jeito de ganhar dinheiro rápido.

— C-com licença senhorita. — Uma voz fraca me chamou baixinho.

Era uma mendiga, ela tinha um copo com algumas moedas ao lado de seu corpo. Seus olhos estavam fundos pelo cansaço e ela estava enrolada em um cobertor.

— Eu estou com fome, será que poderia me dar alguma coisa para comer? — Ela olhou para a sacola de pão que eu carregava com um olhar triste.

Minha barriga roncou de fome, ela parecia querer me alertar a não dar nada a ela. Mas ela estava faminta e eu poderia passar um dia sem café da manhã, não me mataria.

— Claro. — Mesmo sabendo que eu ficaria morrendo de fome depois, retirei um dos pães da sacola e lhe entreguei. Ela sorriu em agradecimento.

— Obrigada menina, se eu puder fazer alguma coisa para retribuir...

— Não precisa, foi de coração. — Sorri.

— Muito obrigada. — Ela agradeceu novamente.

— De nada senhora, com licença, preciso ir para casa agora. — Acenei e me afastei.

Depois de alguns minutos caminhando, finalmente cheguei em casa. Coloquei a sacola sobre a mesa e fui em direção ao quarto de papai. Adentrei o quarto e o vi dormindo. Me  aproximei de sua cama e coloquei minha mão em sua testa e por um descuido ele acabou acordando.

— Bom dia papai, eu não queria te acordar agora. — Sorri.

— Tudo bem querida, bom dia. — Ele sorriu e começou a tossir em seguida.

— Você está piorando papai, sua febre aumentou. — Falei cabisbaixa.

— Eu estou bem querida, o seu emprego está pagando os médicos e nos mantendo bem, mas quando eu melhorar voltarei a trabalhar.

— Mas enquanto isto não acontece ficará onde está papai. — Sorri desconfortável por ele mencionar o emprego, mas eu terei que dar um jeito do papai não descobrir. — Vou preparar um chá para o café da manhã, eu já volto.

— Espere Bella, por que voltou para casa? Não estava cuidando da pequena Jane? — Papai perguntou confuso.

— Eles tiveram um imprevisto e me dispensaram pelo resto do dia, não se preocupe papai. — Sorri forçado.

Deixei o quarto cabisbaixa, esse emprego era a única coisa que nos mantinha bem, e se eu não achar uma saída papai terá que voltar ao emprego eu querendo ou não. Minha atenção voltou quando ouvi um relinchar vindo de perto da janela, e a cabeça de Cristal invadir a cozinha e tentar capturar uma maçã na cesta de frutas.

— Cristal, não precisa invadir a casa. — Disse aos risos pegando uma maçã e colocando em sua boca — Satisfeita? — Perguntei quando a égua terminou de comer a maçã, ela relinchou como se agradecesse.

Suspirei frustrada.

— Bom, ainda é cedo, tenho tempo para procurar um emprego ainda hoje. — Sorri esperançosa e preparei o chá de papai rapidamente. Depois de deixar a bandeja com seu chá em seu quarto e me despedir dizendo que tinha alguns assuntos para resolver, saí de casa em busca de um emprego.

(...)

Depois de rodear quase toda a Inglaterra em busca de um emprego, eu sentei na calçada cansada e frustrada. Já estava anoitecendo e eu deveria voltar para casa. Mas a minha vontade foi de desaparecer no momento que eu vi Gaston vindo em minha direção.

— Hoje não Gaston. — Me levantei bruscamente e comecei a caminhar em passos pesados para longe dele.

— Espere Bella! — Ele parou na minha frente. — Eu soube que perdeu o emprego.

— Sim Gaston, eu perdi o emprego. — Disse sarcástica pronta para voltar a caminhar.

— Casa comigo Bella? — Eu parei estática.

— O que? Gaston, você enlouqueceu? — Olhei para o anel em suas mãos grandes. — Claro que não!

— Mas você tem que casar comigo Bella, se não, como vai salvar a vida do seu pai? — Eu estava espantada com seu tom de ameaça.

— Mas do que você está falando Gaston? — Ele me segurou bruscamente.

— Você trabalha igual a uma escrava Bella, para continuar adiando a morte do seu pai, já que você não tem dinheiro para comprar todos os remédios. Se você se casasse comigo, eu pagaria os melhores médicos para que salvassem a vida do seu pai. Pense! Você não precisaria trabalhar mais, vestiria os melhores vestidos e sairia daquela casa miserável onde você vive. É só você dizer “Sim”.

— Gaston! — Puxei meu corpo de seu aperto bruscamente — Você não me ama, você me vê como um troféu, como um dos animais que você caça e que deixa exposto na sua mansão. Eu quero casar por amor e eu vou dizer pela milésima e última vez: Eu. Não. Te. Amo. — Me afastei e comecei a andar na direção oposta a sua. — Agora me dê licença que o meu pai deve estar preocupado.

— Você ainda não entendeu não é? — Ele sorriu perverso — Você não tem escolha Bella, se você se recusar a se casar comigo, eu vou garantir que você não arranje um emprego e que você veja o seu pai definhar até a morte. Eu tentei ser romântico, — Ele deu um passo adiante — gentil, — Novamente ele se aproximou — e amável, mas você não me deu escolha. Eu cansei de esperar a sua boa vontade ou você se apaixonar por mim, você vai ser minha esposa, você querendo ou não.

Meus olhos estavam marejados, eu estava com pavor só de estar perto de Gaston. Eu não sabia que ele era assim de verdade e agora eu estava presa em suas garras. Se eu dissesse sim, eu viveria infeliz pelo resto da minha vida, mas papai ficaria vivo. Se eu recusasse, eu veria o papai morrer e seria infeliz pelo resto da minha vida.

— Você é um monstro. — Eu disse com raiva.

— Suponho que isso seja um “sim”. — Ele puxou minha mão bruscamente e colou o anel em meu dedo com agressividade. — Agora você é minha, Bella. — Ele sorriu perverso e beijou minha mão.

(...)

Cheguei em casa devastada e molhada pela chuva, como eu contaria ao papai que me casaria com o homem que eu odeio? Seria suspeito e se papai descobrisse essa chantagem ele tentaria matar Gaston, mesmo que ele merecesse.

— Papai, eu já cheguei. — Fechei a porta, sem reposta. — Papai?

Estranhei, ele costuma me receber por insistência, já que ele não pode sair da cama. Será que ele dormiu?

Adentrei a casa e joguei a bolsa na mesa de jantar. Caminhei pelo corredor até o quarto de papai, abri a porta e ele não estava lá. Comecei a me desesperar.

— PAPAI, ONDE VOCÊ ESTÁ? — Comecei a gritar pelo seu nome e a correr por todos os cômodos da casa.

Ele não está em casa.

Abri a porta da frente e corri para o lado de fora com o coração na mão.

— PAPAI? — A chuva nem me incomodava, eu só precisava saber que o papai estava bem, só precisava acha-lo.

Ao virar meu corpo para o outro lado da estrada, me assustei com algo grande e branco vindo em minha direção. Fechei os olhos e coloquei as mãos em frente ao meu rosto, porém nada me atingiu, só ouvi um relinchar assustado e algo bater no chão novamente.

— Cristal! Onde está o papai? — Eu perguntava esperando algum sinal, mas sabia que o cavalo não me diria nada.

— Bella! — Alice corria em minha direção com um pequeno guarda chuva.

— O papai sumiu Alice! — Disse desesperada.

— Eu sei Bella, eu acabei deixando escapar que você perdeu o emprego, me desculpe.

— VOCÊ O QUE? — Eu gritei indignada. — Eu não posso te contar as coisas que você espalha para todo mundo!

— Me desculpe Bella! Eu fui te visitar hoje de tarde e ele me chamou para entrar. Ele começou a me perguntar sobre como você estava no emprego e eu não consegui mentir. Ele pegou o cavalo e foi até a cidade vizinha aceitar a proposta de emprego.

— Muito obrigada Alice! — Corri para dentro de casa, peguei minha bolsa e o arco e flecha de papai. Montei no cavalo e Alice gritou o meu nome.

— O que pensa que está fazendo? Bella, você não pode ir! A floresta é perigosa.

— É o meu pai que está lá, isso graças a você! Se quiser me ajudar não conte para ninguém onde eu vou.

— Mas Bella...

— Adeus Alice. — Cristal logo estava correndo o mais veloz que podia em direção a floresta. Meu corpo estava gelado pela chuva e pela preocupação, eu estava molhada e com a adrenalina a mil.

Eu só espero que ele esteja bem.

 

 


Notas Finais


É isso gente.

XOXO TRIX S2.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...