História Beauty and the Beast - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Romeo Conbolt, Sting Eucliffe
Tags Beauty And The Beast, Gale, Gruvia, Jerza, Nalu
Visualizações 111
Palavras 2.440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


iai dengossss
mais um cap de a bela e besta (rsrsrs) to falando com esse nome por causa de um amigo meu, que toda aula ele olha para trás e começa a cantar no ritmo da musica do baile "a bela e a bestaaaaa" e eu racho mto
whatever, esse cap ficou com algumas partes bem parecidas com o filme, algumas falas e cenas
e eu to mto feliiiiiiiiiiiiz, 15 fav em 2 cap??? n esperava isso
to com 111 visualizações tbmmm, to doida viados
eu tenho uma coisa para falar nas notas finais, ent seria legal se vcs lessem...

aproveitem a leitura

Capítulo 3 - Like Sting


Na mesma noite em que Lucy se divertia no jantar com Gray e alguns empregados do grande castelo, Sting estava em um barzinho, o único que tinha em Magnólia. O loiro estava sentado em seu “trono” na frente da lareira, com uma face irritada, mas ao mesmo tempo desapontada, bebendo sua cerveja e olhando todos rindo e conversando. Não conseguia se divertir, só pensava nas palavras frias de Lucy. Romeo, que estava sentado do lado do loiro, suspirou pela décima vez na noite. Odiava ver seu amigo assim e sabia o motivo de Sting estar assim tinha nome e sobrenome.

 

- Quem ela acha que é? Aquela garota mexeu com o homem errado! – Sting deu mais um gole em sua cerveja. – Ninguém diz “não” a Sting! – Romeo riu fraco do amigo.

 

- Tem toda razão…

 

- Rejeitado! Humilhado publicamente! Isso é mais do que eu posso suportar! – jogou o resto da cerveja na lareira a sua frente.

 

- Mais cerveja? – Romeo perguntou meio sem graça.

 

- Pelo o que? Nada vai ajudar! – virou seu “trono” de lado, ficando de costas para Romeo. – Estou desonrado. – o moreno, rapidamente, foi para frente de Sting.

 

- Quem? Você? Nunca. – Sting virou mais uma vez sua cadeira, 90 graus e Romeo foi atrás dele. – Sting, você tem que voltar logo a ser o que era! – o loiro nada disse apenas apoiou sua cabeça na mão. O moreno logo passou seu braço pelo ombro dele. – Não me conformo em vê-lo, Sting! Triste e desanimado! Qualquer um quer ser você, Sting. – o loiro empurrou o menor para longe e virou seu “trono” para frente da lareira de novo. – Mesmo que mal humorado. Ninguém nessa aldeia é tão respeitado, não há quem te possa enfrentar! – voltou para frente loiro, que encarou ele com a mesma cara de bunda. – Ninguém aqui é tão admirado, não há quem não queria te imitar! – deitou a cabeça no colo do loiro e rapidamente levantou, virando o “trono” de Sting para frente de todos.

 

- Não há igual a Sting nem melhor que Sting! – todos disseram, levantando seus copos de cerveja.

 

- Nessa aldeia ninguém é tão homem! – dessa vez quem disse foi Romeo.

 

- Modelo de perfeição! – três mulheres, que suspiravam por Sting, disseram juntas olhando o loiro.

 

- Ninguém conhece alguém que supere o Sting! – o moreno disse, pegando mais dois copos de cerveja, um para ele e outro para o loiro.

 

- Valeu a motivação, Romeo! – se levantou, sorrindo e pegando o copo de cerveja.

 

- Nada mais que a verdade, é só senso comum! – gritou dando um grande gole na cerveja, encarou Sting que o olhava meio estranho. – Demais?

 

- Sim! – deu um gole também.

 

- Bom de caça é o Sting! Boa raça é o Sting! – todos gritaram em seguida, rindo.

 

- Vejam como eu sou bom numa cusparada! – gritou, cuspindo longe e em um copo e, novamente, todos gritaram. Sting se jogou no “trono” rindo também, até todos serem surpreendidos por uma pessoa, que entrou as pressas no bar.

 

            Jude estava descabelado, com trapos no corpo e mais desesperado que o normal, todos pararam de rir e encararam o velho que andava de pessoa a pessoa.

 

- Ele pegou ela! Temos que salva-la agora! Não podemos perder um minuto! – o loiro mais velho colocou a mão no na cabeça.

 

- Ou, ou… Calma, Jude! – Elfman disse, levantando uma sobrancelha.

 

- Não da! Ele pegou a Lucy!

 

- Quem pegou a Lucy, Jude? – Sting se levantou, dando um gole na cerveja.

 

- O Rei! – todos deram risada. – Eu estou falando sério, eu vi… Eu estava lá! – as pessoas riram mais ainda.

 

- Ninguém sabe onde fica esse castelo! – um homem aleatório disse.

 

- Ninguém entra nesse castelo! – outro homem disse.

 

- Ninguém sai desse castelo! – Elfman completou.

 

- Mas eu vi, eu entrei e sai! – Jude tentava convencer as pessoas, mas todos achavam que ele estava louco. Dois homens empurraram ele no chão, nos pés de Sting.

 

- Está bem, velho! Nós vamos livra-lo disso! – o loiro mais novo se pronunciou.

 

- Vão? Sério mesmo? Muito obrigada, muito obrigada mesmo. – os mesmos homens que empurraram ele no chão, o segurando pelo braço e o arrastou para fora do bar, o jogando na neve.

 

- Aquele Jude está ficando cada vez mais louco! – várias pessoas diziam, rindo.

 

- Romeo eu estive pensando! – Sting disse, pegando Romeo pela gola que fez uma cara confusa. – A cabeça do pai de quem amo, cada dia se torna mais louca! – riu. – Como eu quero casar com a filha do velho, então eu armei o meu plano! – sorriu largo, se levantando.

 

--x--

 

Já era de madrugada e Lucy não conseguia dormir, virava de um lado para o outro e só pensava no seu pai, queria ir embora logo. Suspirou se sentando na cama e olhando seu quarto todo. Levantou da cama, colocou uma roupa e abriu discretamente a porta que dava acesso ao corredor. Foi andando por todo ele com passos leves, estava meio perdida, mas ao mesmo tempo lembrava vagamente do caminho que Juvia a levara. Chegou no corredor que tinha a porta e ela estava completamente desprotegida, era o momento perfeito para ela ir embora. Olhou para todos os lados, e foi andando mais rápido até a porta. A abriu bem devagar, sem fazer barulho e teve novamente a vista privilegiada do jardim, que estava coberto por neve. Por um momento a garota sorriu e não pensou duas vezes antes de sair correndo por todo jardim, ela foi para, praticamente, o mesmo que lugar por onde estrara e de novo, pulou o muro.

            Lucy engoliu em seco, e começou a correr enquanto prendia seus cabelos, ela estava feliz, finalmente tinha se livrado daquele castelo e daquele Rei. A loira corria por toda a estrada de terra, e ouvia alguns barulhos atrás dela, mas não se importou muito, só pensava em chegar até um lugar a salvo. Arregalou os olhos, diminuindo os passos da corrida quando ouviu um uivo de lobo, ela olhou para trás assustada, e viu quatro lobos, grandes e raivosos, correndo atrás dela. Lucy tentou apertar a corrida, mas já estava cansada e seu pulmão implorava para que ela parasse. Um dos lobos mordeu a barra do vestido dela, fazendo-a cair no chão, de cara. Ela virou de barriga para cima, ainda no chão, e tentou se afastar, porém o lobo pulou em cima dela, que estava com a respiração ofegante. A loira achava mesmo que aquele era o fim, quando viu o lobo abrir a boca, fechou os olhos, mas a dor não veio. Apenas ouviu o uivo do animal e o peso dele sair de cima de seu corpo, abriu rapidamente os olhos e viu os mesmos cabelos rosa a alguns metros dela.

            Natsu estava lá, tinha pulado em cima do lobo e fincado uma adaga nas costas do animal, porém outros dois lobos pularam para cima do homem que conseguiu esquivar de um, mas o outro conseguiu acertar Natsu, fazendo três cortes profundos no braço do rosado, que resmungou por causa da dor. Tentava fazer acertar a adaga no animal, mas estava difícil, seu ferimento doía e aquilo não ajudava em nada, conseguiu fincar a faca no peito do lobo. E o último, Natsu cortou a garganta, mas não antes do animal fazer mais dois cortes grandes, só que agora na perna do rosado. Este que não se aguentava em pé e acabou caindo na neve. Lucy, ainda meio atordoada, se levantou e foi até ele, colocando sua capa em cima dele.

 

- Você precisa me ajudar! Eu não vou conseguir te levantar. – sussurrou a loira, e Natsu, com muita dificuldade, se levantou. Lucy passou um dos braços dele por seu ombro e foi andando devagar até o palácio, que mesmo sendo de madrugada, estava todo acordado por causa do sumiço repentino do Rei.

 

- Natsu, seu merda, onde você estava? – Gray perguntou, ao ver o rosado e a loira adentrando o castelo. – Lucy? – estranhou, vendo o estado do amigo. – Depois vocês respondem, precisamos limpar esses ferimentos… Juvia, vá esquentar água e Levy vá pegar um pano limpo! – deu a ordem e as duas assentiram, indo fazendo suas tarefas. O moreno foi até Natsu e o segurou, ajudando Lucy. Os guiou para o quarto do Rei e o colocou deitado na cama.

 

Em poucos minutos as duas azuladas já estavam no quarto também, Juvia com a água quente e Levy com o pano limpo. – Eu faço isso! – Lucy disse, pegando a bacia de água e o pano, molhou um pouco e viu Natsu esconder o braço. – Calma, não faça isso! – ele olhou irritado para ela e as pessoas ao redor olharam meio apreensivos. – Fiquei quieto! – tentava segurar o braço do rosado, que se mexia sem parar. Conseguiu pingar um pouco d’agua e ele deu um urro de dor.

 

- Isso dói! – gritou, olhando para ela.

 

- Se ficar quieto não vai doer tanto! – rebateu, também irritada.

 

- Se você não tivesse fugido, isso não teria acontecido! – Natsu deu replica, agora falando com um tom irônico.

 

- Se você não tivesse me assustado, eu não teria fugido! – Lucy revirou os olhos e o rosado ficou quieto por alguns segundos.

 

- Ora e você não deveria ter ficado aqui! – rebateu depois de pensar.

 

- E você deveria aprender a controlar seus nervos! – chegou bem perto do rosto dele. – Agora fique quieto! – pegou o pano novamente e segurou no braço de Natsu. – Isso pode arder… - Natsu a encarou com um olhar confuso e virou a cara de dor quando ela encostou o pano quente em seu braço. – Aproposito… Obrigada, por salvar minha vida! – falou, sorrindo fraco e todos ali se surpreenderam, até Natsu.

 

- Disponha! – disse mais calmo e deixou-a cuidar dos seus ferimentos.

 

--x--

 

Já era de manhã, tanto no castelo quanto na aldeia. Jude já estava de pé, arrumando algumas coisas, já que decidira que ia buscar Lucy sozinho. Colocava algumas coisas dentro de uma mala enquanto falava sozinho.

 

- Se ninguém vai comigo, eu vou buscar minha filha sozinho! – terminou de colocar as coisas na mala, e olhou no espelho com uma cara determinada, olhou para a porta e foi em direção da mesma e saiu de sua casa. Começou a arrumar a coroça e um cavalo, mas parou quando viu Sting se aproximar.

 

- Caro Jude… Venho aqui oferecer minha ajuda, na sua busca pela doce Lucy! – sorriu.

 

- É sério? Então, você acredita em mim? – Jude se surpreendeu, agora encarando o outro loiro a sua frente.

 

- Com certeza… - mentiu. – …eu e Romeo vamos te ajudar nessa! Não é mesmo, Romeo? – perguntou encarando o moreno, que nada disse, apenas assentiu sorrindo meio forçado.

 

- Que bom, que bom! – Jude aumentou seu sorrindo. – Você é realmente uma pessoa boa, hein! – abraçou Sting de lado.

 

- Acho melhor irmos logo, quanto mais cedo sairmos, mais cedo vamos achar minha fut… - parou de falar quando recebeu um olhar estranho de Romeo. - …mais cedo vamos achar Lucy! – sorriu forçado.

 

- Ah, sim, sim! – o loiro mais velho subiu na carroça, seguido de Sting e Romeo. – Vamos encontrar ela. – falou determinado.

 

--x--

 

Já no castelo, Lucy estava na sala de jantar, ouvindo Gray apresentar o café da manhã todo. A garota já estava começando a se acostumar com tudo aquilo, sentia ainda um pouco de raiva de Natsu, mas todos lá eram tão gentis com ela, apenas não entendia quem era “ela”, e pelo o que ouvia dessa mulher não queria conhecer ela tão rápido. Mas o que Lucy não sabia era que ela já a conhecia. Quando Gray terminou de falar tudo o que tinha na mesa, ela direcionou seu olhar para um grande bolo de morango que estava na ponta da grande mesa. Se levantou e foi cortar um pedaço para si, mas foi interrompida por um homem, alto de cabelos azuis, e uma tatuagem estranha no olho esquerdo.

 

- Esse bolo não! – Jellal Fernandes, disse repreendendo a loira.

 

- Ah, desculpa. – soltou a faca e voltou a se sentar.

 

- Desculpa, Lucy! É que você não vai querer levar uns berros dela. – o azulado disse e a loira se perguntava como ele sabia o nome dela.

 

- Tudo bem… - olhava para ele com uma cara de “qual seu nome?”.

 

- Jellal, Jellal Fernandes. – sorriu fraco e sem mostrar os dentes. – Sou o cozinheiro dessa porra toda! – Lucy se assustou com o linguajar do homem, que logo foi repreendido por Levy.

 

- Jellal, não fale palavrão na frente dela! Ela é mulher de classe, não é obrigada a ouvir vocês falando esse tipo de coisa. – a azulada menor disse, irritada.

 

- Desculpa, Levy! – abaixou o olhar. Quando queria Levy conseguia ser bem pior que “ela”, a baixinha era bem critica e conseguia ver defeito em tudo, mas uma pergunta rondava a cabeça de Lucy. Por que, quase todos ali, tinham cabelos de cores diferentes? Três pessoas de cabelos azuis, aquilo era muita coincidência.

 

- Perdoe o meu primo, Lu! – Levy sorrindo doce para a loira, que saiu de seus devaneios e agora sim sua pergunta estava meio respondida.

 

- Jellal é seu primo? – perguntou um tanto confusa.

 

- Sim, e meu irmão! Então Levy é minha prima também. – Juvia disse, sorrindo. – Mas por ordens do antigo rei, nós nos apresentamos por sobrenomes diferentes. – a loira murmurou um “hm” e sorriu, começando a comer.

 

            De longe, todos presentes na sala de jantar, puderam ouvir um “bom dia, Senhora!” e já sabiam de quem se tratava, menos Lucy que ficou mais perdida ainda, quando todos ficaram sérios e fizeram pose. Até Gray, e pelo o que Lucy sabia, o moreno era da nobreza e não precisaria fazer tal pose se fosse alguém da nobreza também. Direcionou seu olhar para a porta que dava acesso a sala que eles estavam e viu a mesma mulher que a levara para falar com o Rei no dia que veio salvar seu pai.

 

- Bom dia! – ela disse, com a mesma voz firme de sempre.

 

- Bom dia, Erza! – todos falaram sérios, e Lucy viu o olhar da ruiva cair sobre ela.

 

- Então é verdade… Você é a nossa convidada. – Erza sorriu e todos pareceram aliviados, ela estava de bom humor. – Me chamo Erza, sou a comandante do exercito. Vai ser um prazer ter você aqui!

 

- Sou Lucy! – sorriu fofa. – O prazer vai ser meu.

 

- O que estão fazendo parados me olhando? Sou ponto turístico agora? – a ruiva perguntou, já mudando o humor dela. – Aos seus postos rápido, temos visita hoje. – foi até a ponta da mesa e pegou um pedaço de bolo de morango.


Notas Finais


nossa erzita apareceu amém
espero que tenham gostado, e desculpa os erros...

gente, entao
eu tive ideia para outras duas fics, uma das ideias eu doei para uma amiga minha, logo logo a fic vai ser postada e ai eu divulgo aqui, vai ser legal
a segunda eu estou pensando ainda, como vai ser a tals... ambas sao baseadas em músicas, entao queria saber se eu posto mesmo e pa...

até o final da semana, acho que até lá minha amiga ja vai ter postado essa fic novissíma
bjs bjs


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