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História Bebês em Hogwarts - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi, gente!
Quero deixar claro que muitas coisas eu mudei da história dos marotos, é um universo quase que totalmente diferente aos dos marotos, Hogwarts continua a "mesma" (mudam algumas coisas).
Deixo a explicação do porquê Dumbledore fez certas coisas nas notas finais e qualquer dúvida também vou explicar nos comentários.
A protagonista é a Aloy Rosen (personagem criada por mim-original).

Capítulo 1 - Bebês em Hogwarts?


Foi numa sexta-feira quando as monitoras chegaram correndo acordando todas as meninas. Era claro que havia algo errado no castelo, e tínhamos que ir ao salão principal para descobrir.

-Acordem! Arrumem-se e venham para o salão principal o mais rápido possível. -Lara, a monitora gritava aos quatro ventos batendo em nossa porta do dormitório.

-Você tem alguma ideia do que está acontecendo? -perguntou Lily se despreguiçando.

-Não faço a mínima. -disse Marlene, que já se vestia.

-Talvez os marotos tenham aprontado de vez. -falei indo ao banheiro lavar o rosto e escovar os dentes.

-Acho que não, não sei o que de tão sério fariam para as monitoras chamarem todo mundo assim. -falou Dorcas. - Mas nós devíamos ir mais rápido, então descobriremos.

 

Assim que todas estavam devidamente vestidas rumamos para o salão principal, os corredores tinham vários outros alunos de todas as casas, confusos assim como nós.

Quando chegamos Dumbledore estava em pé, pedindo para que todos sentassem, e então daria seus avisos.

-Sei que estão todos confusos, e poderão ficar ainda mais depois do oque irei falar, mas mantenham a calma. Fiquem quietos até o final, darei também orientações. - deu uma pausa significante, troquei olhares confusos com Lily.

“Está madrugada, o zelador Filch achou algumas coisas estranhas acontecendo. Várias luzes saindo da sala precisa, barulhos e uma sala se instaurou definitivamente lá. Antes de abrir a porta e falar o que tem dentro, lerei uma carta que encontramos”.

“Queridos,

Muitas coisas nos esperam em pouco tempo, tivemos que enviar seus futuros filhos, para que possam viver, no nosso universo está tudo se acabando, não há mais esperança de que ele melhore, morreremos todos. Mas encontramos um jeito para que as crianças sejam levadas para outro único universo paralelo, onde não vocês não morrerão pela destruição do planeta.

Não sei se dará certo a magia, mas é a única esperança que tenho. São pais somente os do sexto ano para cima, os que estão em graduação mais baixa provável que não tenham tido filhos ainda.

Não tenho muito tempo para explicar tudo, mas por favor, cuidem dos nossos filhos, eles seriam seus no futuro. Cada bebê tem nomes escritos em seus berços, são dos seus pais mas alguns não sobrou tinta suficiente para os dois nomes dos pais em todos os berços, espero que não seja difícil de descobrir. Alguns deles já sabem quem são os pais.

Escolham seus nomes e deem todo amor possível.

 

Com esperança,

Vocês do futuro.”

 

Estamos todos confusos e sem acreditar, só esperando para que seja uma pegadinha de Dumbledore. Mas não é primeiro de abril, e Dumbledore não faria que todos (incluindo professores) acordassem às 6:40 para que pregasse uma pegadinha, então só podia ser um sonho.

-Me belisca. -pedi a Marlene, que me beliscou bem forte. -Ai! -resmunguei de dor. Então não era um sonho.

 

-Assim que eu terminar, vocês estarão liberados para irem ver seus filhos na sala precisa. E ao fim da tarde Minerva estará realocando vocês, serão dois pais e dois bebês por dormitório, nos berços em que encontrarão as crianças já irá ter fraudas, mamadeiras, algumas poucas roupas, chupeta para os mais novos e um brinquedo em cada. Cuidem deles e achem seus pares, discutam como irão cuidar deles e quando o fim da tarde chegar, venham até o salão principal, após o café da tarde Minerva dará os números dos dormitórios.

“Haverá às 7:30 o café da manhã para os bebês, onde encheremos as mamadeiras, e as 8:20 o café da manhã para todos restantes. Almoço no mesmo horário de sempre, assim como o café da tarde e jantar”.

-Para finalizar, alguma pergunta? -perguntou Dumbledore. E assim o salão encheu-se de pessoas falando sem parar. -Certo, não conseguirei responder todas, mas temos vários livros de como cuidar de bebês para que vocês leiam se tiverem dúvidas. Estão dispensados. -De repente, ninguém mais estava com sono, mais acordados que nunca, ansiosos, com medo ou alguns até nervosos.

-Aloy. -Lily me chamou segurando minha mão. -Não sei se quero descobrir se tenho um filho. To com medo, e se for uma mãe ruim?

-Eu também estou com medo, mas teremos de fazer o nosso melhor. Não acho que tenho algum filho, já que jurei não ter. Mas se você tiver, eu ficarei muito feliz em ser a madrinha e ajudar a cuidar. -falei apertando sua mão. Dei um sorriso reconfortante, que pareceu acalmá-la um pouco.

-Vamos logo! -falou Dorcas. -Tenho certeza que tenho algum filho me esperando, sempre sonhei em ser mãe. Só não imaginei que fosse no final do nosso último ano em Hogwarts.

 

Fomos conversando e questionando por todo o caminho, seguindo os monitores para saber onde exatamente a sala precisa é.

-É aqui. Tenham calma, vocês serão ótimos pais. -Krian, o monitor da Corvinal falou e abriu a porta, onde dezenas de bebês dormiam um sono tranquilo. Estavam no efeito de alguma magia ainda, provavelmente.

E então fomos entrando, logo no começo Dorcas achou seu nome e o de Lupin escrito no berço, fiquei com ela enquanto as outras procuravam, já que tinha certeza que eu jamais teria filhos.

-Olha que lindo! -falava Dorcas, já pegando no colo e fazendo carinho no bebê. Estava feliz como nunca a vi antes.

-Você provavelmente tinha se casado com Lupin, eu sabia! Qual vai ser o nome dele? -Dorcas corou pensando na minha primeira frase (ela tinha um lance com ele há algum tempo já), mas logo respondeu.

-Eu gosto de Louis, mas preciso conversar com o Remus para discutir isso. Você o viu por aqui? -perguntou animada.

-Ele é monitor, né? Deve estar ali fora auxiliando alguém. -Apontei. Ela colocou o bebê no carrinho/berço e o levou para fora.

 

Olhei em volta e fui até Lily, que estava estática olhando para um berço, mais especificamente onde ficavam os nomes.

-Lily, você está bem? -perguntei preocupada.

-É meu filho. -respondeu ainda sem tirar os olhos dos nomes. Olhei para os nomes escritos e só faltou minha boca encostar no chão de tanta surpresa.

-Com o Potter?

-É, mas deve haver algo de errado, nem gosto tanto dele assim para ter um filho! -disse desesperada. -Ele com certeza não deve ser um bom pai, eu vou rasgar o nome dele e fingir que não tinha nome. Me cobre. -arranjou um plano, que foi arruinado em poucos segundos.

-Ruivinha! Seu filho? Com quem? -o Potter chegou bem na hora, antes de Lily poder rasgar seu nome. Logo que ele conseguiu ler os nomes, ficou pálido. Lily e eu trocamos olhares desesperados. -Comigo? Você… ? Casou comigo! Eu sabia que você cairia por mim algum dia. -logo ficou animado e pegou o menino no colo. -O nome dele pode ser Henry.

-Não, Harry é bem melhor. -falou Lily.

-Concordo, inclusive vocês deveriam incluir minhas decisões na vida dele, já que agora sou madrinha. -falei animada.

-Pode ser Harry então, mas nada disso de madrinha. Sirius vai ser o padrinho. -falou Potter confiante.

-Jamais! Ele não vai ser boa influência, Aloy já é a madrinha e ponto final! -disse Lily, me defendendo.

-Por que já estão brigando? James está com ciúmes porque Lily casou com outro? -chegou Black, me fazendo revirar os olhos.

-Eu me casei com a Lily, almofadinha! Olha o seu afilhado! -Potter mostrou Harry.

-Não, não, não. Sirius não é o padrinho. Aloy é a madrinha. -disse Lily discutindo novamente.

-Dá certo assim, ué. Eu padrinho e Aloy madrinha. -falou feliz por James.

-Não somos casados, nem quero que pensem que estamos juntos Black. -falei tentando pegar o menino no colo. -Assim que ele acordar deve saber reconhecer os padrinhos, ele parece ter quase um ano.

-Tudo bem, decidiremos mais tarde, temos coisas mais importantes a discutir, Potter. -falou Lily.

-Certo. Vamos sair para um lugar melhor, aqui está bem barulhento. -concordamos e fomos saindo para o salão comunal.

Mas antes que eu saísse Marlene me chamou.

-Aloy, vem cá, rápido. -olhei para ela e falei a Lily que iria logo depois que falasse com Marlene. Então eles foram indo e eu fui até Marlene, que estava com um bebê no colo.

-Qual o nome dela? Coisa mais fofa! -perguntei.

-Sara. Tive ela com a Cristal, melhor maneira de descobrir minha bissexualidade. -falou e demos risadinhas. -Cristal já está cuidando de tudo para que seja a criança mais feliz do mundo, ela vai ser uma boa mãe.

-Que bom, estou muito feliz por vocês.

-Mas não te chamei por causa disso, sei que você já vai ser a madrinha de Lily, mas deixo a proposta de ser madrinha da Sara. Cristal já concordou.

-Eu aceito! -falei imediatamente. -Não tenho filhos, adorarei ajudar vocês a cuidar dela.

-Não tenha tanta certeza, Aloy. -Krian, o monitor com que eu tinha um lance de vez em quando, falou. -Me siga,

 

 

 

 


Notas Finais


Dumbledore permitiu que os alunos criassem as crianças porque viu na carta que esse seria o único universo que essas crianças sobreviveriam, então não negou.
Se você gostou da história, dá um coração aí que eu continuo mais rápido <3
Qualquer dúvida é só postar nos comentários que eu respondo <3
O próximo capítulo sai amanhã as 10 da manhã.


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