História Fallen Angel - Capítulo 1


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Categorias Black Veil Brides (BVB), Juliet Simms
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Ashley Purdy, Christian "CC" Coma, Jacob "Jake" Pitts, Jeremy "Jinxx" Ferguson, Juliet Simms, Personagens Originais
Tags Andy Biersack, Anjos, Black Veil Brides, Magia
Visualizações 60
Palavras 1.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooi Pessoitchas

espero que gostem da fanfic...

boa leitura ♡

Capítulo 1 - Chapter 1- "New House"


Fanfic / Fanfiction Fallen Angel - Capítulo 1 - Chapter 1- "New House"

Encarro os resquícios de neve que ainda estavam nas beiradas da estrada, meus pais estavam conversando sobre algo que sinceramente não me importa, enquanto ouço “Creatures ~Motionless In White” no volume máximo, isso assustava meus pais de certo modo, eles não sabiam o que pensar sobre mim.

Nunca fui uma criança muito normal, desde pequena me vi diferente dos outros, enquanto as garotas da minha idade falavam de barbies eu conversava com Shadow, um pequeno monstro que me acompanhava para onde eu ia, mas apenas eu conseguia vê-lo.

Shadow tinha aparência de um garotinho comum, mas seus olhos eram completamente negros – ausência da esclera -, ele tinha chifres de Cervo e sua pele era completamente branca, ele sempre vestia roupas pretas.

Volto minha atenção para a vista fora do carro, estávamos entrando na cidade, algumas pessoas andavam por aí, todos muito encasacados grassas ao frio, as casas eram quase todas de madeira, e a maior parte de tons claros como branco, amarelo, rosa (claro), azul e assim por diante.

Então meu pai estaciona o caro enfrente a uma casa de madeira branca com janelas azuis, dois andares, em um lado da casa havia uma mata não muito densa, e um gramado se estendia em volta de toda ela.

Saio do carro agora caiam algumas gotas finas de chuva fazendo com que meus cabelos loiro-escuros grudassem em meu rosto, depois de uma falha tentativa de secar meu rosto pego minhas malas – uma mochila, e duas malas de “rodinhas” – assim que meu pai abre a porta adentro a mesma, olho a casa rapidamente, uma sala de estar que continha dois sofás brancos, uma mesa-de-centro de madeira escura, e uma estante onde uma TV ficava. A cozinha tinha uma pia de cor marrom-clara, uma geladeira preta, um armário de madeira, uma mesa também de madeira além de quatro cadeiras dispostas ao seu lado.

Deixo uma mala “esperando” e subo as escadas e vejo quatro portas, todas de madeira, do mesmo tom de azul-escuro das janelas.

-Margaret, Escolha um quarto. –Minha mãe fala levando algumas malas para cima.

Apenas aceno com a cabeça e murmuro um urum, escolho o último quarto no qual havia uma cama de casal, um guarda-roupas branco, um criado mudo preto e uma espécie de cadeira de balanço – que parecia muito confortável, as paredes eram brancas.

Vou até a janela, de lá era possível ver a parte de trás da casa e uma parte da floresta, devo dizer que talvez essa casa seja até habitável.

Volto para pegar minha outra mala, meus pais estavam conversando um tanto quanto animados.

-Talvez o clima daqui faça-os mudar um pouco – penso, mas logo em seguida balanço a cabeça tentando me livrar desse pensamento, sempre há um resquício de esperança de que em um dia iremos ser uma “família perfeita”, mas é claro que isso nunca vai acontecer.

Eram duas da tarde quando chegamos, e eu com minha bela procrastinação, enrolei a tarde toda na falsa promessa de: logo vou guardar minhas roupas e deixar tudo organizado, mas na verdade eu fiquei boa parte da tarde estirada na cama pensando em nada e em tudo.

Nós nos mudamos depois de minha mãe (Anne) descobrir que meu pai (Stefan)  havia traído ela, ele prometeu nunca mais fazer aquilo e minha mãe para ter mais “certeza” de que isso não se repetiria fez que nos mudássemos, e eu como sempre fui arrastada junto sem poder dar a minha opinião.

E agora aqui estou eu em Bellevue Washington, deitada em uma cama, olhando o teto, e ainda procrastinando qualquer coisa que eu lembre de ter que fazer. Quando já eram cinco da tarde resolvi que eu deveria tomar um banho – algo que certamente eu não irei procrastinar -, levanto-me da cama e me arrasto até o banheiro do corredor, dispo-me e encarro a figura branca/pálida, alta, nem magra nem gorda, de cabelos loiro-escuros e olhos verdes, já sentindo náuseas de tanto olhar meus próprios olhos no espelho encaminho-me para o chuveiro, depois de tomar um banho excessivamente demorado visto o roupão branco que vai até meus tornozelos e arrasto-me até o quarto. Visto-me,  - uma calça de moletom preta, uma blusa branca e um moletom (casaco) cinza. Prendo meus cabelos em um coque e volto a me jogar em minha cama.

-O jantar está pronto! –Ouço minha mãe gritar da cozinha.

Levanto-me da cama e ando até a cozinha, minha mãe havia preparado macarronada, ou tentado preparar, ela nunca teve muito jeito para culinária.

Sento-me e pego um pouco do protótipo de macarrão, escondo o mesmo com molho e salada, meu pai á estava sentado à mesa, fazendo o mesmo que eu, tentando não sentir o gosto de queimado e a consistência estranha do alimento que estava a nossa frente.

Precisei usar uma faca para conseguir cortar um pedaço de macarrão, acabei engolindo a comida inteira, eu estava com fome e como essa era a coisa mais propicia a comer acabei me obrigando a ingerir aquilo.

Volto para meu quarto e então arrumo minhas roupas –, meu modo de arrumar consiste em jogar tudo dentro do guarda-roupa de qualquer jeito.

Fico sentada perto da janela de meu quarto –em uma cadeira de balanço, pego um maço de cigarros que eu havia escondido junto a minhas coisas da escola-meus pais odeiam o fato de que eu fumo – acendo um cigarro e concentro-me em olhar a mata, analisar tudo e quando percebo eu já havia fumado todo o maço de cigarros e já era uma da madrugada, e nada de sono, pego meu celular e procuro a música mais calma que eu tenho e fico lá, sentada encarrando a profunda escuridão, até adormecer e cair em um buraco escuro e sem fim...

Acordo com a claridade batendo no meu rosto, ajeito-me sentindo dor em meu corpo graças a maneira que “dormi” noite passada, haviam alguns pingos de chuva no vidro da janela e o céu estava nublado e cinzento.

Levanto-me e ando até o banheiro, dispo-me tomo um banho morno, - ninguém merece tomar banho frio logo de manhã. Escovo meus dentes e depois vou à procura de minhas roupas, com certo tempo encontro uma blusa, coloco uma calça skinny rasgada preta e coturnos pretos, além de um casaco de moletom do Mickey Mouse, deixo o cabelo solto e paço lápis preto nos olhos.

Pego minha mochila que estava deitada em um canto e depois desço as escadas, chego à cozinha encontro minha mãe preparando  café e meu pai lendo o jornal. Parece à família perfeita né? Mas não é.

-Bom dia. –Minha mãe fala sem tirar os olhos de seja lá o que ela estava fazendo.

-Bom dia. –respondo um tanto surpresa.

Digamos que eles nunca foram muito de conversar comigo.

-Margaret? –Meu pai espia por cima do jornal.

-Sim? –Encaro o mesmo enquanto pego uma maça.

-Quer que eu te leve para escola? –Ele pede.

-Tanto faz. – Dou de ombros e depois dou uma dentada na maça.

-Vou sair em cinco minutos. –Avisa ele soltando o jornal sobre a mesa.

-Ok. –Murmuro ainda surpresa com a repentina mudança de meus pais.

Saio de casa e assim que coloco um pé ara fora sinto o vento gélido açoitar meu rosto.

Entro no carro e vamos até a escola, em silencio.

-Tchau. – Ele se despede.

-Tchau... –Saio do carro.

Ok Margaret, você consegue, não vai ser difícil conhecer pessoas novas, é só um bando de gente, adolescentes iguais a você... ou nem tão iguais assim, mas ainda assim, não vai ser tão ruim! – penso enquanto respiro fundo.

Mas assim que eu dei um pao fui atropelada por uma skatista maluca de cabelos verdes que agora estava estirada no chão ao meu lado.

-Aii. –ela resmunga enquanto levanta.

Fico de pé enquanto encarro a mesma pensando em um bilhão de xingamentos.

-Sou Cristin Evans. –Ela estende a mão para mim.

-Margaret Green. –Aperto sua mão.

Continuo?

 

 


Notas Finais


espero que tenham gostado, digam-me o que acharam...

fui ♡


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