História Fallen Angel (sendo reescrita) - Capítulo 1


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Categorias Black Veil Brides (BVB), Juliet Simms
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Ashley Purdy, Juliet Simms, Personagens Originais
Tags Andy Biersack, Anjos, Magia
Visualizações 14
Palavras 1.269
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooi pessoitchas
aqui estou eu com o primeiro cap. reformulado de fallen angel

espero que gostem
boa leitura

Capítulo 1 - Chapter 1- New House


Fanfic / Fanfiction Fallen Angel (sendo reescrita) - Capítulo 1 - Chapter 1- New House

Aperto a alça de minha mochila preta, a chuva escoria pelos vidros do carro enquanto o radialista falava sobre o tempo:

“fortes pancadas de chuva durante todo o dia, à noite a temperatura poderá chegar a menos de nove graus.”

-Seu cabelo cresceu. –comenta meu pai, Stefan Green.

-Cortei desde a ultima vez que te vi... –respondo enquanto olho para meus cabelos castanho-claros.

-Humm.

Eu ainda não acreditava que havia aceitado ir morar com meu pai, até então eu morava com minha mãe Susan e seu novo marido James. Mas como ele joga basquete e graças a isso viaja muito, e minha mãe tinha que ficar em casa comigo, e isso a deixava infeliz me obriguei a vir morar com meu pai no Oregon.

Ele estaciona o carro na frente da casa branca com janelas azuis, me lembro muito bem dos verões passados aqui. Morrei aqui até os onze anos, quando meus pais se separaram, depois vim apenas algumas vezes para cá, e agora, seis anos depois, terei de morar aqui novamente. Admito que isso era meio frustrante.

Saio do carro, agora caiam algumas gotas finas de chuva fazendo com que meus cabelos grudassem em meu rosto, depois de uma falha tentativa de seca-lo pego minhas coisas, meu pai já havia pego as duas, então fiquei apenas com a minha mochila, assim que ele abre a porta adentro a mesma, olho a casa rapidamente, uma sala de estar que continha dois sofás brancos, uma mesa-de-centro de madeira escura, e uma estante onde uma TV ficava. A cozinha tinha uma pia de cor marrom-clara, uma geladeira preta, um armário de madeira, uma mesa também de madeira além de quatro cadeiras dispostas ao seu lado, à mesma organização de sempre.

Subo as escadas atrás de meu pai, meu quarto ainda era o mesmo, a única diferença é que a cama de solteiro fora trocado por uma de casal, e as cortinas, antes de princesas agora eram brancas com flores roxas, mas o armário de madeira clara, a mesa de estudos e o criado-mudo ainda estavam lá, sobre o criado mudo havia um abajur, no teto ainda estavam às estrelinhas neon, as quais estavam lá desde que nasci.

Meu pai deixa as malas no cetro do quarto e em seguida da um sorriso.

-Sua mãe disse que você gostava de roxo... pedi a vendedora um roupa de cama e cortinas dessa cor... –ele fala.

Olho a roupa de cama, roxa clara, cheia de flores de um roxo mais escuro, é, devo admitir, a decoração do quarto era bonita, meio nostálgica, mas bonita.

-Ok, obrigada. –sorrio um pouco.

A parte boa de morar aqui é que, assim como eu, meu pai não era muito falante, aqui eu tinha meu espaço, ele não era como minha mãe, a quem eu tinha que contar tudo, sem esconder nada.

Eu sabia que meu pai também não havia amado a ideia de me ter aqui, ele é leiloeiro de imóveis, e graças a isso passa a maior parte do tempo fora, e eu, uma adolecentona de quase 1,75m de altura e com 16 anos definitivamente não era a melhor companhia para ele.

Eram quase duas da tarde quando chegamos, minha barriga estava roncando de fome, então fui até a cozinha, meu pai estava lá.

-Eu pedi pizza. –ele fala assim que entro no ambiente.

Faço que sim com a cabeça.

-Imaginei que fosse estar com fome... e cansada de mais para cozinhar. –explica ele erguendo os ombros.

Novamente aceno positivamente com a cabeça. Eu não sabia o que falar, quer dizer, o que eu poderia falar? Fazem seis anos que não venho aqui! Claro passei um tempo aqui, mas nunca conversamos muito.

 Pizza foi entregue, era de frango, bom, pelo menos ele acertou o sabor da pizza.

Depois de almoçar vou até meu quarto, eu precisava organizar tudo, como estávamos no sábado eu teria o domingo para terminar de arrumar minhas coisas e também para me preparar para a escola, à ansiedade já me corria só de pensar em ser nova em uma escola, o centro das atenções, e também das fofocas. Isso com certeza não me alegrava nem um pouco.

À noite, depois do jantar fui novamente até meu quarto, depois pego minha nécessaire e desempacoto meus perfumes e maquiagens, como a casa não era tão grande tenho que ocupar o banheiro do corredor.

Acabei indo dormir cedo, não havia muita coisa para fazer, eu havia mandado uma mensagem a minha amiga de Washington, local onde eu morava antes de me mudar para cá, mas ela ainda não havia respondido então decidi dormir, ou melhor, tentar dormir.

Não sei quando foi, mas em algum momento da noite começou a chover, uma chuva calma, fraca, mas que me fez ficar por muito tempo acordada. Desde sempre tive problemas de insônia, acabei me acostumando a passar noites sem dormir.

-Vou sair de madrugada para o trabalho. –meu pai anuncia enquanto almoçamos, macarronada, hoje eu havia cozinhado, mas a despensa estava meio escassa então fiz o que deu.

-Ok...- olho em volta. –Pai...?

-Sim.-ele sorri.

-Vou precisar de dinheiro para fazer compras, a despensa e a geladeira estão vazias. –falo.

-Sem problemas. Vou deixar cem dólares sobre a mesa. – responde ele.

-Ok. –sorrio.

O restante do almoço foi em silêncio, assim que terminamos de almoçar lavei as louças e Stefan foi assistir a um jogo de beisebol.

-Margaret! –ouço sua voz me chamando no momento em que eu iria para meu quarto.

-Sim? –engulo o “eu” que estava prestes a ser dito.

-Um amigo meu tem um carro para vender... e imaginei que precisasse de um carro, então comprei para você, Scott vai traze-lo a tarde. –ele sorri.

-Humm... obrigada. –sorrio.

Ele sorri em resposta.

-Você lembra do Scott? –pede meu pai.

-Acho que não... –forço minha memória ao máximo, mas não consegui lembrar.

-Vocês brincavam juntos quando eram crianças. –ele fala tentando me ajudar. Mas acabou explicando o porquê de eu não conseguir lembrar, meu cérebro apagou muitas informações sobre morar aqui.

-Ah...- eu queria dizer que não lembrava mas uma buzina estridente soou no lado de fora.

-São eles. –Stefan levanta do sofá e eu o sigo.

Do lado de fora da casa, debaixo da insistente chuva fina se encontrava um garoto de aparentemente 17 anos, loiro, com olhos castanhos e pele bronzeada. Ao seu lado um homem mais velho, ele aparentava ter mais de 50 anos, seus cabelos eram negros iguais aos olhos, e junto a eles um carro preto.

-Boa tarde! –meu pai sorri.

-Boa tarde! - os dois respondem em uníssono.

-Então Maggye, estes são Joe, e Scott. –ele aponta, primeiro para o homem e depois para o garoto.

-Oi. –forço-me a sorrir.

E então eles entram e começam uma animada discussão sobre o jogo.

E eu escapo para meu quarto.

Abro as janelas, empurro-as para fora e as prendo com um prendedor que tinha algo parecido a um rosto esculpido na extremidade final, era meio assustador, contando com o fato de que a tinta azul escura nele estava descascando deixando assim um aspecto muito antigo a peça.

Descobri que o carro é um Kadett, como péssima entendedora de carros, se ele andar ok. Não importa o nome, a cor ou a idade, desde que ele tenha rodas e funcione está ótimo.

Fico algum tempo encarando a vista da janela de meu quarto, uma parte de mata e um pedacinho de asfalto, além de uma parte de grama, a qual imagino que se estenda em volta de toda a casa.

Eu t certeza absoluta que vou demorar muito para me acostumar a morar aqui.

 


Notas Finais


espero que tenham gostado
digam-me o que acharam
favoritem se acham que a fic merece

see ya s2


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