História Because I Had You - Percalia. - Capítulo 11


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Tags Percalia
Visualizações 35
Palavras 657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - "Brincadeiras."


- O que você quer? - pergunto assim que a encontro.

- Queria saber se você contou á ela? - Annabeth se levanta.

- Não... Não contei, e não é você que vai contar!

- É claro que eu não vou contar, afinal, - ela se aproxima do meu ouvido - eu quero repetir a dose. - me afasto e a deixo falando sozinha.

Eu sei que tenho que contar isso que aconteceu a Thalia, mas... depois desse acidente, quero deixá-la em paz um pouco.

Sigo para a primeira aula do dia, astrofísica. Eu não entendo nada disso. Não sei nem porque tem essa bendita matéria. Tem um aluno novo, o nome dele é Connor Volks, ele se senta do meu lado e começamos a conversar. Até que ele é um cara legal.

- Sua namorada? - ele pergunta olhando para Annabeth.

- Naaao, minha namorada está em casa.

- Ah sim. - ele sorri. - Qual o seu nome?

- Percy e o seu?

- Connor.

- Prazer.

- Igualmente.

O resto do dia se passou tedioso e chato. Descobri que Connor mora perto da minha casa, então não vejo porque de não dar uma carona a ele. .

Estou com uma sensação estranha, como se algo fosse acontecer. Dizem que quando sentimos arrepios é a morte passando, passei o dia sentindo isso. É uma sensação horrível.

Deixei Connor em sua casa e volto para a de Thalia, ela está deitada no sofá comendo pasta de amendoim e assistindo The Walking Dead. Ela tá viciada nisso.

- Cheguei! - me jogo no sofá a beijando antes que ela reclamasse que eu a atrapalhei. O beijo acaba e eu levo um tapa no ombro. - Aí!

- Ninguém mandou me atrapalhar. - ela dá um sorriso quase que imperceptível.

- Também te amo. Então... chegou um aluno novo na nossa classe.

- Qual o nome? - ela finge estar interessada no que eu falo.

- Formiguinha assada.

- Que nome lindo... espera... o quê?

- Nada não. Vou ir na minha casa trocar de roupa e já venho tá? - lhe dou um selinho.

- Toma cuidado.

- Pode deixar.

Saio e vou até em casa, chego e encontro meu pai conversando no telefone. Ele o afasta um pouco e sussurra que minha namorada está lá em cima, eu confesso que fiquei com um pouco de medo.

Subo e sou surpreendido por um beijo de Annabeth, de início não correspondi, mas fui cedendo aos poucos. Ela tirou minha blusa e eu á dela, eu não estou pensando direito, só... Estou fazendo. É complicado.

Abaixo minha calça e a deito na cama, ela se vira e eu dou um tapa em sua bunda. Voltamos a nos beijar e eu abaixo sua calcinha, começo a chupar sua vagina e sorrio quando percebo e que ela está gostando, minutos depois começo a penetração e ela começa a gemer também. Meu pai está no andar de baixo, então coloco minha mão em sua boca e vou até seu ouvido dizendo "baixinho", ela entende e geme no meu ouvido me dando mais tesão.

Ela fica de quatro e empina pra mim, confesso que Annabeth tem uma linda bunda. Começo a apertar ela e a dar uns tapas também, deixo a marca da minha mão em sua nadega esquerda e em seguida começo a meter novamente, mas dessa vez só com a cabecacinha.

Annabeth estava implorando para colocar tudo de uma vez, E assim eu fiz, assim que fiz ela solta um gemido de prazer e dor. Acabo gozando dentro e caímos um do lado do outro sorrindo.

- Não esquece de tomar a pílula do dia seguinte. - digo.

- Relaxa. - ela deita em cima de mim com meu pênis dentro e começa a fazer movimentos de cima pra baixo bem de vagar que me levam a loucura. Ela segura meus braços e diz no meu ouvido "minha vez de brincar". 



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