História Because Loving You Had Consequences (SuperCorp) - Capítulo 14


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Categorias Faking It, Glee, Merlin, Supergirl
Personagens Alex Danvers, Amy Raudenfeld, James "Jimmy" Olsen, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Kara Zor-El (Supergirl), Karma Ashcroft, Lar Gand (Mon-El), Lauren Cooper, Lena Luthor, Liam Booker, Marley Rose, Morgana Pendragon, Samantha Arias (Reign), Winslow "Winn" Schott Jr.
Tags Kara Danvers, Karlena, Karmy, Lena Luthor, Supercorp, Supergirl
Visualizações 187
Palavras 3.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey ya, pessoinhas. Cheguei cedo com mais um capítulo pra vcs (Era pra sair no domingo, mas tô de bom humor e adiantei ksksksks)

Teremos Amy e Lauren (pra quem não assiste ou nunca assistiu Faking It, Lauren è a garota da foto AAAAAA ELA È TÃO FOFIS), teremos Brainia, teremos SuperCorp, teremos AgentReign e M² (thanks Gabs ksksksksk)

Então vamos curtir o capítulo e eu vejo vcs no final do capítulo. Tenham uma boa leitura

Capítulo 14 - Capítulo 14


30 de Julho de 2018 - Segunda Feira

Point Of View Narrador

– Hey, Laur. – Amy cumprimentou ao abrir a porta de sua residência, observando a pequena garota de cabelos loiros encostada na madeira da entrada. Lauren Cooper tinha os seus cabelos amarrados numa trança embutida, um vestido xadrez, de cores preto e vermelho, e um tênis confortável com uma coloração branca.

Em sua pequena mochila, localizavam-se o seu caderno, o livro de biologia e o seu estojo. Já em suas mãos, há uma sacola com refrigerante e hambúrgueres. A boca de Amy salivou com o cheiro da comida, reconhecendo a essência daquela comida. Tinha o mesmo cheiro do hambúrguer que comera no intervalo daquela manhã.

– Big Belly Burger? Como não reconheci o gosto hoje? È o restaurante favorito da mamãe. Foi onde ela e minha outra mãe… – Antes que Amy pudesse contar, Kara fez-se presente no recinto, já preparada para deixar a residência. Estava indo à L-Corp, pois precisava fazer um convite à sua esposa.

– Tivemos o nosso primeiro encontro oficializado. – Interrompeu a mulher mais velha, apanhando as chaves de seu carro sobre a bancada próxima da porta. – Prazer, Lauren, eu sou Kara, a mãe dessa garotinha. – Estendeu uma das mãos, no intuito de cumprimentá-la. Lauren acatou o aperto de mão. – Ela me falou de você. – Sussurrou Kara somente para Lauren escutar, porém a sua missão fracassou e Amy pôde ouvir a oração perfeitamente.

– MÃE! – Amy repreendeu. Gargalhando, Kara piscou à loira menor, despedindo-se da mesma. Por último, Kara depositou por fim um beijo no alto da cabeça de sua filha caçula, saindo da moradia. Amy, envergonhada pelas as palavras de sua mãe, arrancou uma risada baixa de sua nova amiga. – Desculpe-me pela mamãe. Ela ama me provocar. – Justificou, emaranhada pelo o acontecimento.

– Está tudo bem, Amy. – Garantiu a menor, ainda com aquele mesmo sorriso travesso. – Posso entrar? Acho que temos muito trabalho para resolver. – Concordou Amy, permitindo a passagem da amiga. Antes daquilo, apanhando a sacola com hambúrgueres no intuito de guardar na cozinha.

– Você quer água? Suco de maçã? Ou prefere um energético? – Questionou, esperando pela a resposta da loira mais baixa. Ao optar pela a segunda opção, Amy consentiu, indo buscar dois copos com aquele líquido.

– O assunto è microbiologia. – Iniciou Lauren, seu tom de voz um pouco mais alto, no intuito de fazer Amy ouvi-la da cozinha. – Estamos com bactérias, vírus e fungos. A professora quer um resumo completo dos três. O que são cada uma, como estudá-las, quando e por quem foram encontradas, características, entre outras. – Explicava Lauren. O seu telefone vibrou no bolso de sua calça e o apanhou, lendo a notificação de seu alarme. Era um aviso, indicando o horário de seu medicamento. Suspirando, Lauren buscou uma pílula estrogênio, engolindo-a rapidamente. Não queria ser pega por Amy.

Para o seu azar, Amy havia visto as pílulas, reconhecendo-as ao ler o título do remédio. Martirizando-se por ter sido pega, Lauren a fitou aterrorizada. Estava com medo de ser julgada pela a sua mais nova amiga, porém Amy tinha somente um sorriso confortante. Suspirando aliviada, Lauren guardou a cartela.

– Huh… E-eu… – Corou Lauren. Amy negou, estendendo o copo com suco de maçã na direção da loira menor.

– Você não precisa me dizer nada, Lauren. – Balbuciou, bebericando um tanto do líquido no objeto de vidro. – Eu prometo que não estou julgando você, nunca poderia...

– Eu sou intersexual. – Soltou, interrompendo a garota maior. Amy entreabriu os lábios suavemente, surpresa pela a confissão espontânea. – Por favor, não me expulse de sua casa por isso, eu não tinha intenção de revelar, porém você acabou vendo as pílulas. – Lauren abaixou a cabeça, um tanto envergonhada. – Só finja que eu nunca disse, não estou pronta para perder outro alguém por culpa de minha condição.

– Laur, respire e acalme-se. – Agachando-se, Amy segurou o queixo da pequena, ajudando-a a encará-la. – Eu jamais te expulsaria da minha casa e jamais deixaria de conversar contigo por algo que você è, okay? E a pessoa idiota quem ousara te excluir por isso, não raciocina muito bem. – Sorriu, notando um leve marejar nas órbitas de Lauren. – Eu posso não te conhecer há muito tempo, mas você è especial e eu estou honrada de tornar-me a sua amiga. – Enxugou uma única lágrima que caíra das íris de Lauren. – Hi-five? – Estendeu uma das mãos, incentivando-a a fazer aquela ação. No entanto, foi apanhada por um forte abraço da Cooper, seguido de um baixo soluço. – Está tudo bem, eu serei a sua amiga agora, Lauren…

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– Como foi o teste, Nia? – Nia escutou a voz de sua principal colega de classe, Evelyn Grimhilde. Assim como Nia, Evelyn tinha cabelos escuros e olhos castanhos, incrivelmente brilhantes e chamativos. E assim como Nia, Evelyn aparentava um amor intenso por produzir moldes e costurar roupas.

– Eu particularmente dei-me bem, e você? – Evelyn pensou por poucos segundos. Não havia sido ruim, porém não tão boa ao ser comparada com a sua meta. E Evelyn estava martirizou-se internamente. – Está tudo bem, amiga?

– Eu estou ótima, Nia. E a minha prova foi razoável. – Murmurou. – Mas eu irei gabaritar na próxima. – A confiança atingiu o seu rosto suave e Nia sorriu de sua amiga. Caminhando pelos corredores do colégio enquanto moviam-se à saída, Nia e Evelyn iniciaram uma conversa aleatória.

Começou com Nia dizendo como era trabalhar com Morgana Pendragon e terminou com Evelyn contando os detalhes de seu relacionamento com a jogadora de futebol adolescente e mais popular da cidade, Maleah Bertha.

Entretanto o diálogo teve fim quando as duas chegaram no lado externo da faculdade. Nia aerregalou os olhos, um tanto incrédula com aquela aparição repentina. Era Brainy, o qual tinha um buquê de violetas e uma caixa de chocolate. Evelyn empurrou o braço da Danvers-Luthor com o ombro, sorrindo.

– O seu "namorado" está te esperando, amiga. – Brincou Evelyn. – Vejo você amanhã, aproveite os doces, as flores e os beijos. – A última palavra foi maliciosa, ocasionando num revirar de olhos da outra mulher. – Tenha uma boa noite, querida. – Beijou a sua cabeça por fim, abandonando o local.

Nia acompanhou a amiga com olhar quando finalmente seus olhos retornaram ao melhor amigo. Brainy tinha um sorriso esperançoso, ansioso pela a quebra de distância da mulher. Nia enterrou as mãos nos bolsos de sua calça e aproximou-se.

– Algum motivo especial para a sua vinda com tantos presentes, Brain? – Indagou, a risada estampada na linha de seus lábios. Brainy estendeu as flores e o chocolate, enviando-lhe um seus olhares mais apaixonantes. Nia derreteu-se internamente.

– Não posso presentear a minha melhor amiga, Babe Nia? – Inquiriu cinicamente. Revirando os olhos, Nia repousou uma das mãos sobre o maxilar do garoto, trazendo-o para um beijo suave e carinhoso. Sentimentos envolvidos naquele imenso contato. – Você está livre agora?

– Huh, sim. Tia Morgana não precisa de mim hoje, somente amanhã. Eu tenho essa noite livre. – Brainy comemorou poder encontrar com a mulher, avistando uma gargalhada fraca de Nia.

– Está com o seu carro? – Nia negou, ela havia dormido na casa de Evelyn na noite anterior. – Okay, podemos ir então? – Nia consentiu. Antes que pudesse andar ao carro do amigo, Brainy estendeu a mão. – Vamos, dê-me a sua mochila. Deve estar pesada. – Falou o jovem gênio. Nia fez uma pequena careta.

– Por favor, Dork, eu consigo carregar a minha mochila até o carro. – Resmungou, estragando o clichê romântico criado por Brainy. O nerd mordeu o interior de sua bochecha, concordando no fim. O carro não estava tão longe da entrada do colégio e Nia deixou as suas coisas, bolsa e presentes, no banco de trás, assumindo o banco da frente. – Onde estamos indo?

– Há um lugar novo no centro da cidade onde vende churros maravilhosamente perfeitos. Já experimentou o churro de Nutella? È delicioso. – A boca do homem salivou. Nia estava curiosa, nunca havia provado e, após escutar a aprovação de seu amigo, o qual quase nunca gostava de comidas novas, o desejo de experimentar nasceu.

– Estou ansiosa. – Comentou, inclinando-se no banco de carona para ligar o som. – Mas antes… – Mudando as pastas, Nia colocou na sua favorita. – Cantar So What dentro de um carro è uma das melhores sensações.

– Isso eu preciso concordar, Babe Nia.

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– Senhora Luthor, sua esposa está aqui. – Eve Teschmacher anunciou, dando passagem para Kara Danvers. Lena transpareceu um largo e eufórico sorriso, contente pela aparição de sua esposa. A Luthor não esperava por tal aparição naquela tarde.

– Lee, querida. – Kara cumprimentou, assistindo-a colocar-se de pé e aproximar-se. Um abraço aconteceu, a delegada envolvendo a nuca da morena. – Eu estive com saudades. – Balbuciou manhosamente, arrancando uma risada de Lena. – Eu não vi você desde o início da manhã. E eu espero que tenha almoçado a comida que enviei por Eve. – A loira afastou-se, fitando-a seriamente.

– Sobre isso… – Comentou, coçando o cotovelo esquerdo nervosamente. Kara cruzou os braços, demonstrando indignação por aquela revelação. Lena Luthor estava sem uma devida alimentação há horas. A sua única refeição fora uma tigela de salada de frutas. – Por favor, não me olhe assim.

– Eu espero que tenha uma boa desculpa, Luthor. – Proferiu cautelosa. – Na verdade, nenhuma desculpa sua será o suficiente para explicar a sua teimosia para não almoçar, Lena. – Kara suspirou. – Ao menos hidratou-se, Lee?

– Huh… whisky serve como bebida? – Indagou, encolhendo levemente os próprios ombros. Kara arregalou os olhos subitamente e a Luthor logo temeu a série de repreensão que viria de esposa. Porém estava alegre, há dois anos que Kara não reclamava com ela daquela forma por conta de seus terríveis hábitos. Era um grande costume, costume o qual fez falta durante toda aquela distância.

– Lena Danvers Luthor Pendragon, você o que?! – Exclamou, o seu nome completo saindo pelos lábios de Kara. – Eu não posso acreditar! Você enlouqueceu?! Está presa neste escritório faz quase 8 horas e não bebeu um copo de água?! – Kara andava pelo o cômodo, caminhando de um lado ao outro furiosamente. – Isso è o ápice, Lena! Você não comeu e somente usufruiu de suas garrafas de whisky. – Uma risadinha acabou escapando de Lena. Ela relembrou-se dos momentos os quais aquilo sucedeu repetidas vezes. Kara era adorável quando estava brava e apreensiva com ela.

– Okay, Lena, está na hora de deixar este escritório. – Lena assustou-se quando a sua esposa adentrou o seu local de trabalho. Kara havia passado por Eve sem nem ao menos cumprimentá-la. – Você mentiu para mim. Eve informou-me que você não almoçou a comida que eu enviei e foi exatamente o contrário que você me disse naquela mensagem. – Lena engoliu o seco, um tanto culpada. Ela não queria ter enganado a esposa, porém sabia perfeitamente que Kara encontrava-se preocupada sobre a sua situação e desejara acalmá-la com as palavras falsas.

– Eu não posso, ainda há muito para finalizar. – Tentou arrumar uma desculpa qualquer, no entanto nenhuma explicação era firme o suficiente perante as íris azuladas da esposa.

– Lee, não. – Interrompeu, buscando o máximo não soar ríspida. – Veja as olheiras nas regiões inferiores de seus olhos, por favor. Você não dorme direito há dias, e vejo que nem alimentando-se está. – Suspirou, cada mão alcançando cada lado de seus ombros. – Precisa de uma pausa, querida.

– Eu adoraria, Kara. Juro que adoraria tirar um tempo para nós duas, Nia e Amy. Entretanto reger uma empresa não è fácil e eu não posso me dar o luxo de ter uma pausa. – Kara sorriu, negando levemente com a cabeça.

– Você sabe que precisa. A sua cabeça não está no lugar, amor. – Seu tom tornou-se doce, seus dedos abandonando os ombros da esposa enquanto subiram ao seu maxilar definido. – Se não relaxar ao menos por poucas horas, trabalhar tanto não adiantará muito. Eles não sairão tão perfeitos como deveriam ser. – Afastou uma mecha rebelde dos olhos da menor, colocando-a detrás de sua orelha. – Por favor... – Plantou um beijo em seu queixo. – Escute-me uma vez, teimosa. Eu sei que você está sempre certa, mas hoje è uma exceção.

– Você sabe que eu não irei parar com este hábito, não sabe? – Arqueou a sua grossa sobrancelha direita, a qual Kara era extremamente apaixonada. Kara consentiu, fechando levemente as pálpebras enquanto abriu-as outra vez.

– Eu farei você parar com este hábito então. – Murmurou firmemente. Lena Luthor deu de ombros, soltando um pequeno suspiro. Naquele momento, não havia como vencer aquela batalha. Kara iria arrastá-la, e a Danvers tinha força o suficiente para tal coisa. – Você vai ter uma pequena pausa ou eu terei que fazer do jeito mais difícil, Lena?

– Certo, eu não irei mais insistir. Sei que a minha teimosia não vence esse seu lado insistente. – Revirou as íris esverdeadas. Kara comemorou, pulando alegremente. – Kar...

– Sim, minha querida? – Os olhos de Kara retornaram à CEO. Escutando o seu estômago roncar e as suas bochechas corarem, Kara sorriu, já sabendo o que Lena iria dizer.

– Nós podemos ir…

– No Big Belly Burger? – Completou a delegada, arrancando um acenar positivo da mulher. – Claro, Lee. Tudo por ti. – Levantando-se, Kara ergueu uma de suas mãos para ser acatada pela a mais velha. – Eu amo você, Lee.

– Eu também te amo, Kara Danvers Luthor.

– Por que você está rindo, Lena Luthor? Eu não estou brincando, a sua situação está ficando séria, Lena. Não leve na brincadeira. – Repreendeu a mulher mais velha. Lena tocou o seu rosto, apartando um pouco de sua braveza.

– Não estou levando na brincadeira, querida. Eu estive apenas… pensando no quanto você não mudou. Há dois anos, você agira da mesma forma quando descobriu que eu menti sobre o almoço. A ruga em sua testa aparece no momento em que está levemente brava comigo. È adorável… e nostálgico. Senti falta dessas noites. – Disse tristemente. A expressão de Kara mudou e ela mordeu o lábio inferior, também magoada.

– Eu sinto muito. – Pediu num sussurro.

– A culpa não è sua, Kara Zor-El. – Afirmou estoicamente. Kara acenou, concordando com a alegação de sua esposa. Deitando o seu rosto no peito da morena, a Danvers optou por destruir aquela tristeza.

– Ainda iremos ao jantar na casa de sua irmã, huh? – Inquiriu, a curiosidade partindo o clima pesado do instante anterior. Lena confirmou. – Precisamos procurar algum prato para levar? Salgadinhos não são uma má ideia.

– Realmente não são. – Riu Lena docemente.

– Você me promete que comerá hoje a noite? – O questionamento repentino fez Lena perder as palavras. A única coisa capaz de executar naquele momento foi prometer que comeria. – Ótimo. Não quero que passe mal, okay? Eu odeio ver você desta forma.

– Prometo que jantarei hoje a noite, e não beberei tanto. – Kara estava contente com aquela fala. – Eu amo você, querida. Obrigada por estar ao meu lado e aturar as minhas teimosias.

– Sempre, Lee…

[…]

– Vinho ou whisky? – Morgana questionou, seu corpo localizado na porta que ligava a cozinha e a sala. Lena ameaçou pronunciar, porém foi cortada pela a sua esposa.

– Uma taça de vinho para mim e um copo de água à sua irmã, Morgana. – Lena arregalou os olhos, incrédula com aqueles dizeres da delegada. Alex e Samantha gargalharam do tom mandão da loira e Lena cruzou os braços, completamente emburrada. – Ela não bebeu nada além de whisky, sua cota de bebida alcoólica já alcançou o limite.

– Lena cachaceira Luthor. – Samantha brincou, sua cabeça deitada sobre o peito de sua esposa ruiva. – Ela sempre foi desde o ensino médio. Às vezes, eu imagino o quão grave deve estar o fígado de sua mulher, Kara. – Debochou. Enterrando-se nas almofadas do sofá de sua irmã e desvencilhando-se de Kara, Lena fechou a cara.

– Lena puxou o lado Lillian da família. – Morgana, com as quatro taças em uma mão e dois copos normais na outra. A gêmea caçula retornou à cozinha, apanhando então as bebidas. Mas, antes de deixar aquele cômodo, colocou a torta salgada no forno para assar. – Vinho para mim, Marls, Alex e Kara, água para Lena e uma limonada para Sam. – Colocou as bebidas nas respectivas taças, abancando-se no outro sofá da casa enquanto sentiu-se ser abraçada pela a esposa. Marley havia passado os seus braços por volta da cintura firme de Morgana.

– Ah, eu trouxe salgadinhos. – Kara retirou uma sacola de salgados da bolsa de Lena, dando-a à sua cunhada. – Uma das porções è de Lena, Morg. Ela também não comeu o dia inteiro. – Explanou outra vez a CEO.

– Você está mesmo me difamando? Eu pensei que esta noite de jogos fosse para divertimos-nos, e não para ser desmascarada pela a minha própria mulher. – Resmungou Lena Luthor no canto do sofá, um tanto enfurecida pela a falta de álcool. Não era justo ver todos usufruindo de seus bebes enquanto ela era obrigada a consumir apenas água.

– Mas Kara está certa em contar-me, Lena. – Morgana defendeu a delegada. – E eu achando que o seu hábito horrível havia mudado. – Sussurrou por fim, revirando suavemente as próprias órbitas. Alex retirou de seu bolso duas caixas de baralho, jogando-o no centro.

– Jogamos Detetive na última noite de jogos. Pela a ordem, hoje è noite de buraco. – Proferiu Alex Danvers. – E a dupla Danvers-Aria acabará com qualquer um nesta sala. – Alex e Sam trocaram um hi-five, o convencimento esbanjado em ambas as feições.

– Você realmente se lembra da nossa última noite de jogos? – Kara encontrava-se semi incrédula. – Isso já faz dois anos, Alex. – Piscando, ainda presunçosa, Alex acenou positivamente. – Eu nunca mais duvidarei de sua memória.

– Espera, você está mesmo dizendo que vencerá a minha dupla? – Morgana apontou para si mesmo e à radialista. – Não iluda-se, a equipe Rose-Pendragon quem sairá campeã. – Foi a vez das mãos de Morgana e Marley chocarem-se.

– Quando as crianças pararem de brigar, nós duas ensinaremos como se faz. – Kara deu de ombros, bebericando vagarosamente um pouco de seu vinho. – Joguem vocês agora e a primeira dupla a qual chegar em 2 mil, nos enfrentará. – As outras quatro mulheres consentiram.

Marley limpou o centro da sala, tirando os enfeites do vidro e colocando-os no chão. A morena de olhos azuis, a sua esposa, Alex e Sam sentaram-se no chão. Morgana de frente para Marley e Alex de frente para Sam, cujo a Arias buscara uma almofada e colocou-a dentre o chão e ela. Lena e Kara continuaram no sofá, assistindo o confronto.

Sam separou os mortos enquanto Marley partiu os vivos. A partida então iniciou-se e o casal Danvers-Luthor serviu como plateia aos outros dois casais. Lena na torcida pela a sua gêmea e Kara pela a irmã mais velha. Por ser um jogo silencioso, não havia muito barulho na sala. Às vezes, Alex soltava xingamentos baixos por uma decisão errada e Marley ria da careta enfurecida de Morgana.

Elas desfrutaram dos salgados tragos por Kara e aproveitaram do vinho tinto suave comprado por Samantha. Kara, após a segunda taça de vinho, optou ir ao banheiro. Naquele meio tempo, a torta já estava pronta e Morgana pediu à CEO para que o forno fosse desligado. Lena então saiu do sofá, seguindo à cozinha.

A morena com órbitas de esmeralda desligou o forno, buscando uma luva a fim de tirar a travessa da grade. Colocando-a sobre a mesa e cobrindo-a com um pano, Lena ameaçou abandonar a cozinha, entretanto a necessidade do whisky a invadiu. Um pequeno gole não a mataria.

Abrindo a geladeira, Lena pegou a garrafa cheia de whisky e deslocou-se pelo recinto, locomovendo-se ao armário no intuito de ter um copo. Antes que pudesse encher o objeto de vidro com o líquido, Kara fez-se presente. Sua expressão severa como de uma mãe.

Notando que fora pega no flagra, Lena gemeu frustrada por tal infelicidade e soltou a bebida e o copo na bancada do armário. Kara ainda estava séria, esperando a explicação de Lena a respeito da tentativa de beber escondida.

– Por favor, somente um copo, Kar. – Implorou, o vício compulsivo em seu whisky. Negando, Kara atiçou a tristeza de Lena. – Você è tão má, Kara. Um copo não vai mudar a situação. – Fez um leve beiçinho. Aproximando-se de sua esposa, Kara pousou as suas mãos na cintura da mulher mais velha. – Eu estou triste contigo.

– Eu sei, querida, mas estou fazendo pelo o seu bem. Você bebeu o dia inteiro, precisa dá uma pequena pausa, não? – Kara foi suave, tentando fazê-la compreender o porquê de não deixá-la beber. – Só esta noite, okay? – Desistindo de insistir, Lena consentiu, permitindo-se ser abraçada pela esposa. – Podemos voltar à sala? E você promete não tentar roubar whisky outra vez? – Lena acenou. – Bom, confio em você então. – A abraçou fortemente. – Venha, vamos voltar ao jogo. Está quase na hora de nossa vitória, querida.

Kara e Lena nem puderam encostar na sala em paz, uma vez que um grito raivoso escapou de Alex Danvers. A cena era engraçada ao ver de Kara e Lena. Alex tinha uma fumaça quente saindo de sua cabeça e orelhas, indicando a cólera pela derrota, Morgana comemorava numa dança aleatória criada por si mesma e Sam e Marley só sabiam rir da situação. Elas gargalhavam alto como se a melhor piada do mundo estivesse sido contada.

– Morgana venceu? – Kara pronunciou. Outro grunhido saiu de sua irmã mais velha. – È, eu acho que a Morgana venceu. – Murmurou a detetive por fim, sua boca próxima do ouvido de sua esposa. Lena riu, acenando. As duas admiravam a rivalidade de ambas as mulheres.

– Amor, você está irritando Alex ainda mais... – Escondendo a risada, Marley tocou a mão de sua competitiva gêmea. Entretanto Morgana apenas ignorava, continuando a coreografia improvisada. – Morgana, você realmente não presta. – Balançou negativamente a cabeça.

– Eu tirei a delegada e a sua esposa CFO grávida, agora está na hora de remover a minha querida irmã e a detetive loira gostosa. – Recebendo olhares sérios de Lena e Marley por conta do elogio simples, Morgana continuou. – Venha, sentem-se. Eu quero jantar totalmente completa por conta de minha vitória. – Sam e Alex retomaram ao sofá, dando espaço para Lena e Kara. – Está pronta, Danvers Luthor? 


– Eu nasci preparada, Rose Pendragon.


Notas Finais


E a partir do próximo capítulo que vai começar as tretas da parte final desta fanfic. Preparem os corações, guys.

Beijos, abraços e até uma próxima 💙


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