História Becomes the Colour (YoonJin) - Capítulo 15


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Lizkook, Namjin, Obsessão, Psycho, Psycho!au, Sin, Stalker, Stalker!au, Sugajin, Sujin, Taelice, Terror, Vlisa, Yoonjin
Visualizações 173
Palavras 2.203
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oin :3

Capítulo 15 - Goodbye, YoonGi


SeokJin olhou para atrás vendo que estavam se afastando demais da festa para ir ver uma criança que estava passando mal. Já estava próximo ao lago da universidade e nada de ouvir alguma palavra de Jeon. Olhou o seu pulso, onde o adolescente segurava com firmeza e o arrastava para os jardins.

— Jeon, para onde está me levando? — parou bruscamente quando o outro não lhe deu ouvidos e soltou se pulso. — Não tem nenhuma criança doente, não é?

JungKook também parou de andar e olhou para o pediatra.

— Desculpe, senhor Kim. Mas o TaeHyung me pediu para afastar você de YoonGi.

— Por que ele lhe pediria isso? — massageou o pulso, mesmo que este não estivesse dolorido ou avermelhado.

— Por que YoonGi é um psicopata que pode lhe matar durante um beijo.

O mais velho corou forte e JungKook sustentou seu olhar de " vocês são péssimos para disfarçar ", não o deixando desviar em hipótese alguma. Ele tinha deixado óbvio?

— Eu e o YoonGi não somos namorados, Jeon.

— Por favor senhor Kim, não subestime minha inteligência. Sabe muito bem que eu não sou de falar muito, que quer dizer que eu ouvi e vi tudo. — deu de ombros — E eu disse que seu namorado é um doente mental e você apenas se importou com a parte que eu descobri sobre o rolo de vocês?

— Já disse que... — voltou as palavras de Jeon em sua mente e olhou incrédulo para o adolescente — que estória é essa de psicopata, garoto?

— Hyung, você é alguém inteligente também, bem mais que eu, e um ótimo médico formado... — SeokJin segurou a vontade de passar as mãos pelos os cabelos, lisonjeado pelos os elogios — Não percebeu como anda o temperamento do YoonGi esses dias?

O moreno parou para analisar como estava o Min nas poucas vezes que esteve como ele, reparando a sua diferença de humor.

Era notável que YoonGi não aparentava mais ser aquele menino tímido e envergonhado de quando se conheceram, ele estava mais solto, desafiador.

Quase outra pessoa.

— Sim, mas o que tem demais?

— Não é normal, Hyung. Pense bem, todos os problemas que você e TaeHyung tiveram só aumentou com a chegada dele, e não é por acaso. — JungKook retirou do bolso o telemóvel e observou as horas, precisava voltar logo para o ponto de encontro. — Por favor, acredite em nós. TaeHyung está preocupado, nós todos estamos, mas vamos dar um fim nele.

— O quê? Vocês estão tentando matar uma pessoa aqui? — sussurrou, esquecendo-se que estava apenas os dois ali.

— Não vamos matar ele hyung, apenas precisamos que ele confesse os crimes que ele e HoSeok fizeram. Nós vimos uma oportunidade, e precisávamos tentar. — respondeu, calmo.

— Ok, vocês ficaram loucos? Como eu vou ficar se vocês se machucarem, vocês são crianças.

— Não se trata mais de ser apenas você, SeokJin. YoonGi mexeu com todos nós, não pode ficar impune.

O pediatra suspirou, derrotado.

Conhecia pouco seu assistente, mas o suficiente para saber que ele não mudaria de opinião, TaeHyung era outro. Um típico teimoso igual o pai. Seus olhos vacilaram para a queima de fogos que se iniciou no céu, chamando a atenção de todos que se divertia no festival de máscaras.

Ele não tinha escolha.

— Me diga o que eu devo fazer, então.

— Deve ficar aqui Hyung, até a Lisa aparecer.

— Não vou ficar aqui esperando enquanto meu filho está em algum lugar colocando a vida em risco. — JungKook o olhou inexpressivo — Por favor, eu... Eu sei como ajudar. Eu sou seu hyung. — recatou.

Jeon bufou, um pouco irritado.

— Tudo bem...

••••••••••••••••••

— Por que está inquieto? — perguntou o loiro, erguendo as orbes para olhar JiMin.

— Estou com uma sensação ruim, será que algo vai dar errado de novo?

— Não se preocupe, Jimmie. Eu conversei com o meu advogado em Busan, logo ele entrará na justiça e poderemos seguir adiante com a nossa vida. — o Kim tentou passar confiança para o amante acariciando o seu braço com uma das mãos.

— Está muito relaxado para o meu gosto. — comentou.

— Você me deixa relaxado, gosto da sua presença. — o Kim se aproximou mais do baixinho.

— Sabia que seu marido pode nos encontrar aqui? — sorriu sacana, pensando na adrenalina que ambos estavam tendo ao se esconderem atrás do prédio da escola.

— Deixe ele nos encontrar. — NamJoon massageou um dos ombros de Park, abaixando o seu quimono vermelho e beijando a pele exposta.

— Está louco? Eu quero que ele nos descubra apenas quando eu for depor a seu favor. — sorriu manhoso, aproveitando as carícias que estava recebendo. — Quero me deliciar com a cara de espanto do Seok.

— Até lá, tenho outra coisa com que você possa se deliciar. — circulou os braços pela a cintura de JiMin e lambeu o seu pescoço branquinho. Teria esfregado sua leve ereção nas nádegas dele se não fosse a porcaria do quimono com um tecido grosso atrapalhando. — Tire isso, sim?

— Afinal, o que é isso? — perguntou Park, ignorando o pedido do outro e apontando para a flor de papel na mão livre do loiro.

— Um origami, o que mais pode parecer? — disse NamJoon, erguendo a pequena obra que lhe foi dado pela a criança mais cedo.

— Não, idiota. — deu um leve tapa na mão exposta do Kim — Aqui, olha. Tem algo escrito... — tomou o origami para si e desdobrou uma das pétalas da flor falsa.

— Deve ser alguma frase boba, igual os chineses fazem com biscoitos da sorte — proferiu, sem dá muita importância. —, jogue fora.

— Não acho que você vá querer que eu jogue fora. — respondeu depois de ficar alguns segundos em silêncio, lendo devagar as letras redondas e com uma bela caligrafia escrita no papel que anteriormente era uma linda obra. — Ele sabe...

— Ele quem sabe sobre o quê? — perguntou, confuso. Virou o rosto para olhar a feição preocupada de JiMin.

— SeokJin! — empurrou-o para se afastar em um surto de raiva e jogou o papel contra ele — Esse desgraçado sabe sobre nós, NamJoon. Você prometeu que não ia contar. 

— Do que você está falando, JiMin?

— Leia a porra do bilhete. — apontou mais uma vez para o papel em seu colo.

NamJoon desdobrou o papel e JiMin ficou no aguardo da reação dele, impaciente.

"Achei lindo a forma como você conseguiu me enganar com suas mentiras, JiMin. Elegante. Mas acho mais lindo ainda a forma como eu vou expor você e toda a sua falta de caráter para todos os seus alunos na sala de áudio daqui uma hora. Oh, eu gostaria muito de ter ver sem emprego pelo o resto da vida, mas o que eu mais quero ver é você definhar igual a mim.

— Com muito ódio, S"

••••••••••••••••••

Lalisa soluçou, tentando — e falhando — soltar os seus fios de cabelo do aperto forte que as mãos de YoonGi causavam em seu couro. Ele a arrastava para um corredor mais vazio do que o anterior, em direção aonde ficava a sala de som. Atravessaram as últimas portas que dividia os corredores das salas de aula e subiram a escada de emergência. Pela a visão periférica, Lisa olhou para a feição séria do garoto ao seu lado, andando consigo apressado pelos os degraus. Sua máscara tinha se perdido no meio do caminho, e os cabelos tingidos estavam agora bem expostos e deixando o Min com um ar mais assustador do que antes.

— Por que está me arrastando para isso, YoonGi? Eu não quero ter envolvimento nenhum no probleminha de vocês... — choramingou, apertando as orbes com força quando suas madeixas foram agressivamente puxadas.

— Cala a porra da boca. — falou entre os dentes. O tom saiu tão arrastado de sua boca que fez a mais nova se arrepiar, apavorada. — Em qual sala ele está?

Lisa abriu os olhos, notando que ambos estavam em frente a três salas diferente, todas com uma janela de vidro expostas e de um material bem reforçado para evitar futuros roubos dos equipamentos caros, mesmo que fosse uma ala não muito frequentada pelos os alunos da universidade.

Uma delas era a sala de áudio.

— Está naquela ali. — apontou com o queixo e outro soluço escapou de seus lábios, tentando bravamente não estragar tudo.

Finalmente sentiu seu couro cabeludo relaxar do aperto quando YoonGi a soltou com agressividade, quase a derrubando com o empurro que lhe deu.

Min andou até a porta e a abriu com facilidade, devido ao fato de está estranhamente destrancada. Entrou dentro da sala olhando para os lados, vendo que o lugar era bem maior do que aparentava ser por dentro e procurando por algum sinal de que SeokJin estivesse ali.

— Onde está ele? — perguntou, dando mais uma olhada no recinto.

O choro baixo de Lalisa, aos poucos, foi se tornando uma risada atrás de si. Virou-se para olhar a garota, e confirmou o que seus tímpanos escutaram, ela estava realmente rindo.

Eu consegui. — riu de novo — Eu realmente achei que não ia conseguir enganar você depois de descobrir o quanto inteligente você é, mas... — retirou da bolsinha de lado que carregava consigo o par de chaves do zelador e as ergueu no ar — eu consegui.

YoonGi rosnou ao perceber que tudo não passou de um plano e que foi estupidamente enganado, ele avançou para a porta, mas Lisa foi mais rápida e fechou a porta antes que ele a alcançasse e a trancou.

— ABRE A PORRA DA PORTA, LALISA! — gritou, socando o material com força.

Ela se afastou um pouco, olhando bem para o garoto irritado que estava ali dentro, e sorriu.

— Poupe sua voz, YoonGi-chi. — o provocou com o apelido — Esta sala é reforçada e a prova de som, então ninguém vai ouvir vocês.

— Eu juro que se não me soltar agora, eu vou arrancar o seu ... Espera, vocês? — o sorriso da tailandesa aumentou, colocou as mãos na cintura e deixou a cabeça cair para o lado. O rosado fechou os olhos e suspirou antes de se virar para atrás — TaeHyung?

O acastanhado saiu por de trás de alguns monitores com uma feição séria, agora já não vestia mais o seu quimono azul, mas sim roupas simples como uma camiseta social branca, um jeans folgado e tênis. O que mais chamou a atenção de YoonGi foi o mísero canivete que segurava em sua mão direita.

— Olá, YoonGi.

— Adeus, YoonGi. — gritou Lalisa do lado de fora, antes de acenar para o Kim e ir embora.

Do lado de fora, a loira estava com receio de deixá-los sozinhos, estava com medo do que poderiam acontecer com os dois, mas precisava acreditar que iam conseguir, ela só precisava de tempo, apenas isso. Ela precisava ir até o lago, encontrar o seu hyung e ligar para a polícia.

Apenas isso, e estariam livre de YoonGi...

— Admito que foi um belo plano. — uma voz atrás da garota se fez presente, a assustando — Eu sempre soube que você era inteligente.

Olhou para trás e reconheceu aqueles pequenos reflexos ruivos.

— HoSeok ... — sussurrou, quase sem voz. Ele estava diferente, principalmente o seu olhar. Ele não tinha mais aquele brilho, não esboçava um sorriso verdadeiro. Não era mais o seu antigo amigo. — Como é possível que você tenha feito tudo isso? O que houve com você? — perguntou, referindo-se ao fato de ter feito o que fez junto a YoonGi.

Jung saiu da escuridão que a escada proporcionava e se aproximou da garota, que tentava esconder o seu medo esboçando uma expressão séria. Olhou para a loira, centímetros mais baixa que ele, e passou a mão pelas as mechas de cabelo que caíam sobre o seu ombro.

— Está fazendo as perguntas erradas, Lalisa. — sussurrou próximo ao ouvido dela, vendo seu corpo se encolher.

Olhou mais uma vez para a garota e aproximou o dedo indicador dos lábios, pedindo em um gesto mudo para que ela ficasse quieta, e então sorriu.

Um sorriso malicioso.

Se afastou da tailandesa e andou para atrás, voltando para a escuridão e correndo. Era como se ele quisesse se fundir com o escuro, e em um surto de coragem, Lisa o seguiu.

Já dentro da sala de áudio, YoonGi cruzou os braços e arqueou uma sobrancelha para a cena patética em sua frente.

— O que aconteceu com você TaeHyung? Costumava ser tão dócil e frágil até três noites atrás.

— Esse TaeHyung morreu, YoonGi. — falou, ríspido.

— Ótimo. Eu o odiava. — afirmou — Você acha mesmo que consegue me matar com essa porcaria? — andou alguns passos para frente e olhou de cima a baixo o garoto calmo. Estranho.

TaeHyung realmente aparentava está muito calmo para alguém que se encontrava sozinho com um desequilibrado. Não olhava diretamente para YoonGi, mas sim para o pequeno canivete em suas mãos. Ele tinha razão, não conseguiria fazer grande coisa com aquilo.

— Não... — abriu o canivete e viu o tamanho médio da parte afiada. Olhou através da franja castanha para algo atrás de YoonGi e sorriu. — Mas ele pode.

Um impacto em sua cabeça tirou quase todos os seus sentimentos e ensurdeceu seu ouvido. YoonGi caiu de joelhos no chão e levou as mãos para a cabeça.

A primeira coisa que avistou ao levantar os olhos foi uma silhueta parecida com a dele...SeokJin. 


Notas Finais


Comentem :3


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