História Before - Capítulo 1


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 20
Palavras 776
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Mistério, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Prólogo


Enquanto meus pés eram molhados por aquela água avermelhada, meus pensamentos voavam longe. Nada daquilo fazia sentindo 'pra mim, estar viva 'pra mim não fazia sentido. Meus pensamentos foram interrompidos por um barulho de sapatos, quebrando os pequenos galhos e folhas secas que estavam no chão. Me viro e me levanto, me curvando em seguida. Levo minha mão direita quase encima da testa, e mantenho a coluna reta. 

— Pode ficar tranquila.

Suspiro, relaxando meu corpo.

— Já arrumou sua mala? 

— Sim. 

— Ótimo, tome um banho. Vou estar lhe esperando no carro. 

Suspiro fundo, umedecendo os lábios. Caminho até a pequena casa no meio daquela floresta, gostávamos de ser discretos, bom, eu não tenho muita escolha. Vou até meu quarto e observo os últimos detalhes do meu quarto, a parede com uma coloração clara, já desgastada por conta do tempo. Uma pequena penteadeira marrom no canto da parede, ao lado de uma estante de livros da mesma cor. Eu nunca passei tanto tempo nesse quarto, afinal; meus objetivos eram outros. Pela primeira vez paro para olhar este quarto, e noto que a parede estava descascando por conta do tempo. Pego a muda de roupa que estará encima da cama e vou até o banheiro. 

***

Me sento em frente ao espelho, passando a escova por minhas madeixas escuras, deixando meus cabelos soltos. Deixo a escova no lugar e vou até a porta, desligando a luz e saindo do quarto. Desço a pequena escada de madeira e saio do local. 

— Você demorou, está bonita. 

— Obrigada. 

Entro no carro e coloco o cinto, o carro começa a andar e eu fecho meus olhos por alguns segundos.

— Lembre-se das regras.

— Vou me lembrar.

— Se caso falhar, já sabe oque vai acontecer.

Aquelas ameaças já estavam ficando repetitivas, afinal; eu já não tinha mais medo a muito tempo. Eu agradeço por as pessoas normais não lerem pensamentos, isso seria algo ruim de fato.

— Não vou deixar nada sair do controle.

— Ótimo.

Mas não prometo que não vou machucar ninguém.

***

A mansão era enorme, e me causava nostalgia. Abro o portão enferrujado, causando um barulho irritante. Observo cada detalhe do local, o cheiro de rosas estava no ar. Pego uma delas e inalo seu cheiro gostoso, guardo a mesma na mala e vou em direção a porta. Essa mansão tem uma áurea sombria e triste, que provavelmente vai ficar pior. 

Bato na porta grande de madeira, e logo uma loira de estatura baixa aparece ali. Ela estava assustada e ofegante. Suspiro tentar manter a paciência e passo a lingua entre os lábios. 

— P-posso ajudar?

— Posso falar com o representante desta casa?

A amerelada se assustou, talvez pela maneira que eu falava. Os pelos de seus braços ficaram arrepiados, passo a língua na bochecha e dou uma risada nasal, por que será que isso sempre acontece?

— O-olha e-eu...

— Com quem está falando agora, sua inútil?

Um homem alto e magro apareceu a minha frente. Seus cabelos eram marrom arroxeados e o citado usava óculos. Isso aqui já está um saco. 

— Deve ser a garota que ele mandou, pode entrar. 

Fui olhada de cima a baixo, meu sangue ferveu, como eu odiava chamar atenção. Ignorei este ocorrido e passei a observar o local, sentindo nostalgia e excitação.

— Os outros estão na escola. Vou leva-la até seu quarto. 

Coloco minha mala em meu ombro, sentindo um olhar surpreso do pálido. Que disfarçou.

***

Minhas roupas já estavam devidamente arrumadas. Os outros chegariam daqui a pouco, para o jantar. Vou até minha cama, me abaixando em frente a mesma, pegando minha mala. Abro ela lentamente sentindo meu sangue borbulhar de excitação. Passo os dedos por seu cano, sentindo o ferro frio colidir contra minha pele deliciosamente. Eu precisava, eu tenho que fazer isso o mais rápido possivel. 

Escuto passos se aproximando da minha porta e fecho a mala, a guardando novamente. Duas batidas na porta me fizeram me levantar e ir até a mesma. 

Abro a porta e vejo a loira de cabeça baixa, segurando seus próprios pulsos com suas mãos. Ah, eu podia sentir ela arrepiada. 

— E-eu...- ergueu a cabeça, me encarando. — Não perguntei seu nome.

— Masumi Yori.

— A-ah, é um belo nome. Meu nome é...

— Yui Komori.

Ela arregalou os olhos e eu sorri de lado. Eu não preciso fingir com ela, ninguém acreditaria nela mesmo. Ela é só um pedaço de carne fraco, e cheia de sangue quente e fresco correndo por suas veias, fico imaginando esse sangue espalhado pela casa, por meu corpo. Ah, isso me deixa tão animada.

— C-como você..

— Bitch-chan, ai está você! 

O ruivo de chapéu parou imediatamente, me olhando com um sorriso travesso nos lábios.

— Quem é sua amiguinha, Bitch-chan?








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