História Before I Love You - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Before I Love You, Bizzle, Justin Bieber, Sahar Luna
Visualizações 112
Palavras 3.743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🔴Assim como tudo que eu já postei nesse site, BILY não será movida à comentários. É claro que seria muito bom ter um feedback, mas não quero obrigá-los a absolutamente nada, portanto, favoritem e comentem apenas se gostarem e quiserem;

🔴Não é novidade para ninguém que, infelizmente, nenhum dos personagens me pertence, mas suas personalidades sim;

🔴Ninguém aqui é criança e todos sabem que plágio é crime, sendo assim, não terei pena de denunciar caso veja alguma cópia. Todos têm capacidade para criar uma história verdadeiramente interessante, basta soltar a imaginação e se esforçar;

🔴Não é minha intenção incentivá-los a praticar crimes ou fazer uso de drogas, sejam "leves" ou "pesadas". Cada um responde pelos seus atos e isso é apenas uma história;

🔴A história possui conteúdo adulto, embora eu seja menor de idade. Não, eu não tenho 13/14 anos, mas sim 17. Sei que algumas pessoas bem mais novas estão no site lendo histórias com linguagem imprópria e descrição de sexo bem detalhada (eu, por exemplo, só leio histórias cuja indicação é para maiores de 18), então lembrem-se: você faz o que acha que deve fazer, eu não estou te incentivando a absolutamente nada. Leia se quiser.

Título: "Vingança"

Boa leitura!

Capítulo 5 - 4. Revenge


Fanfic / Fanfiction Before I Love You - Capítulo 5 - 4. Revenge

"Eu seria uma boa garota, se não fosse maravilhosa sendo tão malvada."
–Rafni



POINT OF VIEW: JADE CAMPBELL

Assim que cheguei em casa, Riley veio correndo desesperadamente em minha direção. Pulei em seu colo e ela fez um pequeno esforço para sustentar meu corpo. Enrosquei minhas pernas em sua cintura e envolvi seu pescoço com meus braços enquanto ela abraçava minha cintura com força.

Éramos melhores amigas desde sempre. Nos conhecemos no jardim da infância e desde então não nos desgrudamos. Quando Riley "entrou" para essa vida, tinha apenas doze anos. Seu pai havia acabado de falecer e sua madrasta a mandou direto para a rua. Eu era tudo o que ela tinha. A ofereci um lar. Ela era tão curiosa que acabou descobrindo sobre os negócios ilegais do meu pai e foi questão de tempo até estar envolvida. Apesar de tudo, ela não tinha perdido nada daquela garota doce e amável que eu conheci quando nem mesmo sabia escrever, e eu sabia que seu maior medo era me perder.

—Me diga que você não sofreu nem mesmo um arranhãozinho, por favor. – pediu.

—Saí ilesa, babe.

Saí de seu colo e sorri com orgulho, mostrando que eu estava perfeitamente bem. Matthew atravessou a sala feito um furacão e saiu de casa.

—Ele está furioso com você! – Riley disse, cruzando os braços.

—E eu posso saber o motivo?

—Ora, não é óbvio? Ele está morrendo de ciúmes.

—Por que?

—Pelo jeito que você e Bizzle falavam. Parecia até que tinham um caso.

—Ah, o Matthew que se foda!

—Quem vai se foder é você, lindinha. É bom ir ensaiando uma desculpa porque seu pai está queimando de ódio. Ele está te esperando no escritório e paresse pronto para arrancar sua cabeça.

Revirei os olhos e fui até o escritório. Antony realmente estava bastante irritado.

—Antes que você comece a falar feito um papagaio, eu já vou dizendo que tenho um motivo para ter falado com o Bizzle daquele jeito.

—Ótimo! Estou louco para descobrir o motivo.

—Eu só estava fazendo um joguinho. É óbvio que ele não me conhece. Ninguém sabe quem eu sou. Você sabe muito bem disso.

—Você disse que já fez amor com ele. – acusou.

—Em primeiro lugar, papaizinho, eu não amo ninguém para "fazer amor". – fiz aspas com os dedos – E além disso, eu só disse aquilo para fazê-lo achar que uma vadia qualquer com quem ele já transou armou para ele. Ponto. Não ouviu ele acusar uma tal Sierra?

—Não sei, não...

—Eu já expliquei o que tinha que explicar. Não dou a mínima se você acredita ou não.

—Você consegue me irritar de uma forma inexplicável.

—Eu não estou nem aí. Você está puto da vida sem motivo algum. Era tudo um teatrinho e o Bizzle caiu. Agora ele acha que foi roubado por uma vadia qualquer e você não tem que se preocupar. Ele está no escuro, porra.

—Você está o subestimando, Jade. Bizzle é bem mais inteligente do que podemos imaginar.

—Você se esqueceu de quem eu sou? Eu sou a Killer J. Eu nunca falhei e não vai ser agora que isso vai acontecer.

—Essa sua confiança será sua ruína.

—Não, Antony, essa minha confiança é o que vai me manter viva. E vê se para de encher meu saco. Eu acabei de roubar uma merrequinha só para satisfazer seu ego e agora você pode sair por aí se gabando por ter passado a perna no grande Bizzle. Aliás, sabe o que eu acho? Eu acho que você devia ser mais como ele. É. Você devia fazer suas próprias merdas sem ninguém precisar limpá-las para você.

Não esperei que ele respondesse, apenas saí do escritório. Fui para o meu quarto sendo seguida por Riley, que pelo jeito não me deixaria em paz.

—Me conte a verdade. Você o conhece?

—Sim, Riley, eu conheço o Bizzle. – falei enquanto trancava a porta do quarto – Eu o conheço porque foi com ele que eu transei noite passada.

—Está. de. sacanagem. – ela estava chocada – Isso é mesmo sério?

—Sim. Eu não brincaria com essa droga. E eu me sinto vingada. Ele me tratou como uma vadia e agora eu dei o troco.

—E se ele descobrir?

—Aí não vai ser nada bonito.

—Ele conseguiria te matar?

—Não. – ri – Bom, você ouviu o que ele disse. Ele quer transar comigo antes de me matar, então eu ganharia uma foda e tempo para fugir.

—Eu sabia que você estava mentindo para o seu pai!

—Como você sabe o que eu disse ao Antony? – arqueei a sobrancelha.

—Ouvi a conversa atrás da porta. – deu de ombros – Você é uma safada! Quando seu pai descobrir, ele mesmo vai arrancar sua cabeça.

—Ele não vai descobrir! Ninguém nunca descobre uma mentira minha. Mudando de assunto, o carinha da boate te ligou?

—Não. Talvez nem ligue. Acho que o destino não nos quer juntos.

—Esse lance de destino não cola, Riley. Não acredito nisso.

—E você e o Bizzle? Vai dizer que não é o destino? – provocou – E, olha, eu prefiro acreditar em destino do que ficar chorando achando que não sou boa o suficiente para ele.

—No fim das contas, os caras são todos uns escrotos.

—Pois é. Odeio isso!

—Mulheres são melhores que os caras!

—Amigas são melhores que os caras! – disse olhando para mim.

Amigas são melhores que qualquer coisa!

—Você sabe que vamos mudar de ideia assim que a gente se apaixonar, não é?

—Para a sua sorte, eu nunca me apaixonarei.

—Mas eu sim. E você será minha madrinha de casamento.

—Nada de vestido rosa. – adverti.

—Nem se for bem clarinho? – fez bico.

—Você já sabe a resposta.

Ela riu, deitando a cabeça em meu ombro.

—Você não vai me dizer por quê tem recebido essas ligações estranhas? – comecei o assunto.

—São apenas ligações de uma velha amiga.

—Velha amiga?

—Ela entrou na escola assim que você começou a receber aulas particulares, então, você não a conhece.

—Riley, nós nos conhecemos desde o prezinho. Não minta para mim.

—Não estou mentindo!

—Está, sim! Eu seu quando as pessoas mentem, não se esqueça disso.

Ela bufou.

—Você é pior que um cão de caça.

—Me diga logo o que está acontecendo.

—Há alguns anos eu... Bem, você se lembra que eu estava saindo com o Adam?

—Como esquecer? Ele era um patife!

—Enfim... Houve aquela noite no racha há anos atrás. Você encheu a cara e o Matthew te trouxe para casa. – assenti me lembrando bem daquela noite – Bom, eu estava dançando e... dois caras lindos estavam me olhando.

—Eu me lembro bem do seu primeiro menagem, Riley. – revirei os olhos – Não precisa me contar essa merda outra vez. Diga o que o idiota do Adam te fez.

—O que eu não te contei da história é que Adam viu tudo. Quando eu e os caras... acabamos... eu saí do banheiro e vi Adam me esperando encostado no carro. Ele parecia tão nervoso. Eu achei que se ficássemos um pouco mais, ele esqueceria aquilo. Mas não foi o que aconteceu. Fomos para o apartamento dele e... – respirou fundo – Nós tivemos uma briga feia. Ele me bateu. Eu podia ter reagido, mas estava bêbada demais para isso e mal conseguia ficar de pé naqueles saltos. Tudo aconteceu tão rápido que eu mal me lembro quando começou. Era aquele mesmo esquema de sempre: discussão e depois sexo. Mas daquela vez ele tinha me batido e eu só queria nunca mais ter que vê-lo outra vez. Eu quis ir embora. Juro. Eu tentei dizer a ele para parar. Gritei. Deus! Jade, eu juro que gritei o mais alto que pude, mas ele apenas... Ele não me ouviu. – vi as lágrimas escorrerem pelo seu rosto enquanto ela abraçava as próprias pernas.

—É claro que ele ouviu, Riley! Ele ouviu suas súplicas, mas preferiu estuprar você. Aquele filho de uma puta...

—Eu bloqueei essa história. Deixei no passado. Mas há alguns meses ele começou a me ameaçar. Disse que tem fotos minhas. Fotos bem comprometedoras. Ele quer dinheiro, Jade. 

—Dinheiro? – ri com escárnio, me levantando com rapidez – Que se foda o dinheiro, Riley!

—Eu vou dar a ele. Vou dar a quantia que ele quiser e...

—O que? Deus do céu! Riley Davis, você precisa entender que, se você aceitar essa merda de chantagem, ele não vai parar nunca.

—Não importa! Eu tenho dinheiro e...

—NÃO, PORRA! – gritei – Você não entende? Isso que ele fez com você... Não há palavras para descrever. É monstruoso! É... Ele é um porco sujo! – cuspi as palavras – Você devia ter me contado, Riley.

—E o que você ia fazer? Matar ele?

—E O QUE VOCÊ ESPERA QUE EU FAÇA, RILEY? QUE EU PERDOE O CRETINO QUE ESTUPROU A MINHA MELHOR AMIGA? É ISSO QUE VOCÊ ACHA QUE EU VOU FAZER? ACHA QUE EU VOU DEIXÁ-LO LIVRE PARA VIOLENTAR OUTRAS MULHERES? E QUEM SABE ATÉ CRIANÇAS? NÃO, RILEY! NÃO! É LÓGICO QUE EU VOU MATAR ESSE FILHO DE UMA PUTA!

—Jade...

—Eu vou dar um motivo para aquele desgraçado desejar nunca ter conhecido Riley Davis. Vou apresentar a Killer J a ele. E, Riley, eu juro que ele vai preferir ficar diante do próprio diabo quando eu arrancar o pênis dele. Amanhã vou te ensinar uma lição para a vida toda.

—Que? Que lição?

Não existe justiça, existe vingança.



O dia havia sido longo. Tive que passar a tarde inteira no shopping com Riley, tentando distraí-la. Aproveitei para fazer uma consulta com a minha ginecologista e acabei ouvindo um sermão sobre minha falta de responsabilidade. Blá blá blá. Eu queria ver se fosse ela diante de Drew. Duvido que ela se lembraria de camisinha ou de qualquer outra coisa.

Agora era noite e eu estava sozinha... Ou quase. O som insuportável de música clássica vindo do escritório do meu pai me deixava furiosa. Era assim sempre que ele estava em casa. Ficava trancafiado no escritório, ouvindo aquele tipo de música que eu tanto odiava. Minha mãe costumava ouvir música clássica à tarde. Eu até gostava, mas depois que ela morreu... eu simplesmente não podia suportar mais. Riley estava no quarto, provavelmente implorando a Deus para que ele me fizesse mudar de ideia. Bom, eu não mudaria. Já tinha mandado Matthew comprar um garrafão de ácido, e agora a garrafa estava guardada no porta-malas do meu carro.

Eu estava pronta para acabar com Adam. Ele era um maldito estuprador e não podia ficar livre por aí para continuar violando mulheres. Deus é testemunha de que eu sou a maior pecadora que já pisou na Terra, mas eu teria que meter uma bala na minha própria testa se ele estuprasse uma criança.

Tomei um banho quente, aproveitando para lavar bem os meus cabelos e esfoliar minha pele. Ao terminar, me enrolei em uma toalha preta e usei o secador para deixar meus cabelos bem arquinhos. Vesti uma calcinha de renda preta e um sutiã sem alças. Coloquei um vestido branco justo que ia até metade das coxas, com mangas longas e decote ombro a ombro. Coloquei uma gargantilha branca grossa – sim, eu tinha uma coleção de gargantilhas –. Prendi meus cabelos em um coque desfiado e fiz uma maquiagem leve, como sempre. Calcei saltos combinando e me olhei no espelho de corpo inteiro que ficava dentro do closet.

Eu estava linda! Não que isso fosse uma surpresa, é claro.

Peguei minha bolsa na cor creme e coloquei alguns pertences dentro: duas armas completamente carregadas, minha carteira, celular, batom e um pequeno espelho para o caso de precisar retocar a maquiagem, uma cartela de remédios para dor de cabeça, luvas de látex e um par de chinelos para o caso de o meu salto quebrar por algum motivo ou para o caso de eu simplesmente me cansar de andar de salto. Coloquei a bolsa no antebraço e peguei um sobretudo preto.

Fui até o quarto de Riley e entrei sem bater. Ela estava sentada na cama, sorrindo enquanto digitava algo em seu celular. A morena usava um vestido cor de rosa bem clarinho e saltos prata que brilhavam tanto que podiam cegar alguém. Seus cabelos estavam cacheados, uma obra perfeita do melhor cabeleireiro da cidade. Assim que me viu, ela se levantou e colocou seu celular na bolsa.

—Que sorrisinho é esse? – perguntei, erguendo a sobrancelha.

—Christian e eu estávamos trocando SMS.

—Christian?

—O cara que conheci na boate. – explicou.

—Oh, sim. E o que ele queria?

—Me convidou para jantar.

—Quando?

—Hoje.

—Mas nós íamos jantar juntas essa noite... depois de dar uma lição no babaca do Adam, é claro. – completei.

—E nós vamos jantar.

—Oras, mas você não aceitou o convite do Christian?

—Aceitei.

—E você realmente acha que eu vou ficar de vela?

—Bem, eu disse a ele que tinha marcado de jantar com uma amiga, então ele disse que eu poderia levar uma amiga.

—Nem fodendo que eu vou assistir o romancezinho de vocês de camarote enquanto poderia estar chapada em uma boate.

—Jade, ele vai levar um amigo também.

—Não quero um encontro arranjado.

—Você não pode fazer uma coisinha simples por mim?

—Eu faço muitas coisas por você.

—Isso é realmente importante, tá legal? Eu... gostei do Christian. Ele foi tão gentil comigo.

—Tá, eu vou. – bufei. Eu era incapaz de negar qualquer coisa para Riley – Mas já vou logo avisando que se o tal amigo for feio ou simplesmente um idiota eu vou te envergonhar na frente do Christian. – avisei, fazendo-a rir.

Riley e eu descemos e fomos para a garagem. Entramos no Bugatti e eu liguei o carro, dando a partida em seguida. Dirigi em alta velocidade até o condomínio mega luxuoso de Adam. O filho da puta era podre de rico e tinha bom gosto. Tive que dar mole para o porteiro para conseguir subir sem ser anunciada. Riley e eu entramos no elevador e logo estávamos no último andar, onde ficava o apartamento do cretino.

—Por que diabos você trouxe ácido, Jade Campbell? – Riley perguntou em um sussurro nervoso.

Bufei.

—Pelo amor de Deus, Riley! Não faça perguntas estúpidas.

—Não foi uma pergunta estúpida. – se defendeu.

—Fique escondida aqui. Espere vinte minutos e então entre no apartamento.

—Jade...

—Faça o que eu mandei, porra! Não é hora de dar para trás.

—Eu não sou como você. Eu tenho medo!

O medo paralisa as pessoas, Riley. Mas não se preocupe, eu tenho coragem por nós duas. Não vai ter sangue nas suas mãos no fim da noite.

Encarei seus olhos, mostrando que eu não mudaria de ideia. Ela engoliu em seco, mas balançou a cabeça positivamente. Não que o consentimento dela fosse muito importante, até porque eu faria o que tinha que ser feito mesmo se ela implorasse para eu desistir. Riley se escondeu na virada do corredor e ficou abaixada, segurando a garrafa contendo ácido.

Bati na porta e esperei que Adam abrisse, o que não demorou muito. Ele não me conhecia, afinal, eu não tinha o menor interesse em conhecer os ficantes/namorados de Riley, visto que eles nunca duravam. Mas de qualquer forma, eu o conhecida bem. Tinha feito minhas pesquisas quando ela me informou sobre seu namorico. Sabia que ele era filho único de um empresário podre de rico. Com certeza seu sabia sobre toda a podridão que ele escondia atrás daquele seu rostinho bonito mas passava a mão em sua cabeça. Adam era o típico playboy desprezível e eu teria o maior prazer de me livrar dele.

—Não foi você que eu chamei. – ele disse, parecendo confuso – Acho que eu preciso ser mais específico da próxima vez que eu ligar para a sua agência. – nesse momento eu entendi tudo. Ele achava que eu era uma prostituta – Houve algum problema com Becky?

—Não sei. – dei de ombros – Sou prostituta, não médica. – resolvi fazer um joguinho.

—Oh, não sabia que vocês gostavam desse rótulo.

—Eu não curto mascarar as coisas, gato. Amiga íntima, dama da noite ou sei lá o que. Não importa o nome que dão, meu bem, no fim das contas, o modo como chamam não muda o serviço que fazemos.

Eu gostei de você. – ele disse, sorrindo como o verdadeiro idiota que ele provavelmente nem sabia que era – Entre aí, linda! – deu-me passagem.

Forcei um sorriso e entrei, largando minha bolsa no sofá.

—Seu apartamento é incrível. – elogiei, dando uma olhada ao redor.

Me sentei no sofá e cruzei as pernas, vendo um sorriso sacana brotar em seu rosto.

Tão bonito e tão podre...

Você é arquiteta ou puta?

Oh, eu ia ser a pessoa mais feliz do mundo matando esse filho de uma puta.

—Eu sou o que você quiser, gato. – respondi, me segurando para não arrancar a cabeça dele agora.

O analisei bem outra vez. Ele estava sem camisa, apensa de bermuda e tinha uma leve ereção sob o tecido.

Ergui as sobrancelhas.

—Está animadinho, uh.

—Bem, você demorou. – deu de ombros – Eu estava vendo um filminho... Sabe como é.

—Eu estou morrendo de sede. Posso ir até a cozinha pegar uma bebida?

—Pode, sim. Estarei esperando no meu quarto. Deixarei a porta aberta.

—Não vou demorar.

Esperei que Adam fosse para o quarto, coloquei minhas luvas de látex e chamei Riley de uma vez. Queria acabar logo com aquilo. Ela entrou no apartamento e foi comigo até cozinha. Peguei a maior faca que encontrei e cortei um pedaço de um pano de prato que encontrei sobre o balcão. Amarrei o pedaço do pano em minha coxa e prendi a faca ali, mantendo-a escondida sob o sobretudo.

—O que você vai fazer com isso? – Riley perguntou sussurrando.

—O show perde a graça se eu contar como vai ser. Você tem que assistir!

Voltamos para a sala.

—Eu entro e você vem logo em seguida. Leve o ácido. – ela assentiu.

Entrei o no quarto, vendo Adam completamente nu sobre sua cama de casal. Sua mão estava ao redor de seu pênis e ele a movimentava para cima e para baixo, se masturbando. Ele ainda estava assistindo um filme pornográfico. Na tela, duas mulheres se revezavam para chupar o ator e vez ou outra se beijavam. Assim que me viu, Adam sorriu. Ele era realmente bonito, mas chamar aquela coisinha miúda que ele tinha no meio das pernas de pênis chegava a ser um pecado. Era tão pequeno que chegava a ser cômico.

—Venha aqui e me chupei, cachorra! – ordenou.

—Hã... Não! – falei. Ele me olhou confuso – Não vou por a boca nesse seu piruzinho.

—Como é que é?

—Queridinho, eu só vim aqui por um motivo.

Desamarrei o pedaço de pano e o joguei no chão enquanto empunhava a faca.

Fazer você sofrer. – completei com um sorrisinho maldoso enquanto Riley entrava no quarto segurando minha arma.

—Estuprador de merda! – Riley disse, cuspindo no chão em seguida.

Adam arregalou os olhos, mas permaneceu imóvel.

Se você gritar ou tentar reagir, vou rasgar sua garganta. – avisei enquanto apontava para ele  com a faca – Riley, encha a banheira do nosso amigo Adam. Bastante água com nosso ingrediente especial: ácido.

Entrei no closet de Adam e peguei duas gravatas. Com uma, amarrei suas mãos atrás das costas e com a outra, amordacei sua boca.

Você nunca mais vai por suas mãos em outra mulher!

Segurei seu pênis e encostei a faca nele. Adam se desesperou e começou a se debater.

—Pode ficar quietinho aí, meu bem. – ordenei, mas ele não obedeceu.

Sem paciência ou piedade, forcei a faca contra seu membro, movendo-a para os lados com rapidez enquanto cortava seu pequeno pênis pela metade. Seus berros ecoavam abafados por conta do pano em sua boca. As lágrimas escorriam pelo seu rosto enquanto minhas luvas ficavam sujas pelo seu sangue. Infelizmente não foi possível cortar seu membro certinho como eu queria, já que o cretino não parava de se debater.

—Oh, Adam, você é a porra de um bebê chorão! – resmunguei enquanto tirava o pano de sua boca.

—VADIA! VOCÊ É UMA PUTA MALDITA! MEU PAI VAI ACABAR COM VOCÊ! – berrou.

—Pelo amor de Deus, cara! Seja homem ao menos uma vez nessa sua porcaria de vida e honre as calças que veste. – ri – De modo figurativo, já que você está expondo para mim essa sua nudez patética. É deprimente, Adam. Isso só para não dizer vergonhoso.

Ele não parava de chorar nem por um segundo.

—Mas que merda! Engole o choro, Adam! Aliás – sorri maldosamente –, engole tudo!

Coloquei seu pequeno pedaço de pênis em sua boca imunda. Adam começou a forçar vômito. Dei uma facafa em sua barriga, fazendo-o gritar e então consegui enfiar aquilo em sua boca de uma vez.

—O que foi, Adam? Está com nojinho, uh? Aposto que você adorava colocar essa coisinha minúscula na boca das mulheres. Você gostou de colocar essas mãos imundas na Riley? Agora você vai provar do seu próprio veneno. Mastiga essa porra! – ordenei.

Chorando, ele começou a mastigar – ou tentar mastigar – aquela coisa. Era até engraçado de ver, mas Riley não estava se divertindo muito com aquela cena.

Azar o dela.

Adam vomitou tudo na cama, mas para a minha sorte, eu pulei bem a tempo. Na verdade, para a sorte dele, porque se ao menos respingasse aquela porra nojenta em mim, eu o faria engolir tudo de volta.

—Caralho, cara, você é muito nojento! Olhe só essa sujeira... – reclamei – Você é podre, Adam! Eu tenho nojo de você! – falei, cuspindo no rosto dele em seguida – Riley, me dê minha arma.

Riley veio até mim e me entregou a arma. Ela estava quase desmaiando por conta daquela cena.

Ela que se controlasse.

—Irei acabar com isso de uma vez, não por você, mas pela Riley. – falei enquanto arrumava o silenciador – Ela tem um encontro e não pode se atrasar. Mas quando eu chegar no inferno farei algo bem pior com você. Isso aqui não foi o suficiente. Na verdade, não chegou nem perto. Agora me diga uma coisa: onde estão as fotos que você estava usando para chantagear a Riley?

Ele riu.

—Vocês são burras demais! Duas vadias burras! Duas malditas vadias burras! Não tem foto nenhuma! Meu pai cortou minha mesada porque eu não quis trabalhar na empresa da família. Eu precisava dar um jeito de me manter e aproveitei a burrice da Riley para isso.

—O único burro aqui é você. Essas fotos eram a única coisa te mantendo vivo e elas nem mesmo existem. – ri sem humor – Você está fodido, Adam!

Assim que acabei de falar, atirei três vezes: uma na cintura de Adam, outra no coração e a última na testa. Ele caiu morto sobre o próprio vômito e aí fui eu que tive que me controlar para não vomitar.

—Por favor, vamos embora antes que eu ponha para fora tudo o que como durante o dia. – Riley pediu.

Bufei.

—Ainda não terminamos o serviço. Encheu a banheira?

—Sim.

Arrastei o corpo de Adam até o banheiro e o coloquei dentro da banheira, sem me importar em esperar para ver o ácido corroer todo o corpo do garoto. Me certifiquei de que não havia nenhum respingo de sangue em mim e saí do banheiro. Riley e eu saímos do apartamento e tivemos que dar em cima do porteiro para que ele nos deixasse ver as filmagens das câmeras de segurança. Riley apagou as imagens desde a hora em que chegamos até o momento em que saímos do apartamento de Adam. Saímos do prédio e entramos no meu Bugatti. Parecia que Riley teria um ataque a qualquer momento.

—Relaxe, baby. Você vai ter um encontro legal com seu novo gatinho e depois vamos para uma boate encher a cara. – abri um sorriso, piscando para ela.


Notas Finais


Gostaria de pedir que deixassem suas críticas, sejam elas positivas ou negativas, nos comentários, para que eu saiba o que estão achando.

Caso tenham curiosidade de conhecer minha outra fanfic, aqui está o link:

Red Love: https://spiritfanfics.com/historia/red-love-6987156


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