História Before the party - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Murderproject
Visualizações 2
Palavras 1.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eai amores
Bom, se vcs não viram nas tags, EU INSCREVI A FIC PRA UM CONCURSOOOO
Acho bem legal a ideia, se quiserem achar as histórias do concurso, é só procurar pela tag murderproject
Agradecimento especial pra Maria que tá betando pra miiim ❤❤
Vai lá ler vai

Capítulo 3 - Jimin


— Merda, merda... — sussurrou.
Jimin via tudo embaçado, olhou para a estatueta em sua mão, a parte de cima estava coberta de sangue. Ele soltou o objeto no chão, que fez um barulho metálico.


No carpete, um rastro de sangue se entendia até o lugar onde estava.
O corpo estirado no chão estava com uma das mãos apontadas para ele, como se o acusasse de algum crime de ódio, o que de fato havia acontecido. Os olhos ainda se encontravam abertos, semicerrados, suas orbes claras e profundas, estavam mortas, assim como o resto de seu corpo.
A luz da lua refletia no cadáver estirado pelo chão, mas logo a luz foi apagada, quando a cortina se fechou.
— Se levanta Jimin, nós temos que ir... Agora!


•°•°•°•°


— Park Jimin, 18 anos, nativo de Seoul. — A agente olhava diretamente nos olhos do Park, esse que tentava desviar de seu olhar cortante.


— Isso…


— Bom. — disse cruzando os braços sobre a mesa — Você já pode começar seu depoimento.


Jimin a olhou nos olhos. Era um olhar frio, profundo, não aparentava sentimento algum, e o fez se lembrar rapidamente do cadáver - que há algumas horas -, o olhava da mesma forma.
Sohyun corou um pouco com o olhar repentino do garoto.


— Senhor Park? Pode começar quando quiser.


— A-ah — exclamou, acordando de seu transe — Claro…



•°•° 1 ano antes do acidente •°•°


Jimin atravessou os portões do grande campus. Soltou um longo suspiro, sentindo uma brisa leve bater em seu corpo. A sensação de frescor o fez sorrir.
O Park logo travou o corpo, ao sentir duas mãos passearem por sua cintura.


— Você tem o sorriso mais lindo que eu já vi.


Jimin corou, logo sentindo um beijo em seu pescoço.


— A-aish Nam, não me assuste assim. — disse dando um tapa nos braços alheios.
Seu corpo foi rapidamente virado pelo maior, que apertou com mais força a cintura do menor, que automaticamente enlaçou os braços em torno do pescoço do Kim, dando um selinho no maior, e logo mais outro, e outro, até Jimin ceder passagem com para a língua de Namjoon.



O beijo foi quente, daqueles que esquentavam qualquer inverno, mas também foi calmo. Era a primeira vez que se viam após as inscrições da faculdade, já que Namjoon foi passar o resto da temporada no Japão. O ósculo foi desfeito calmamente, eles não queriam mas, queriam menos ainda morrer de asfixia.
O Park deitou sua cabeça no peito do maior, enquanto este o abraçava de lado.


— Eu senti saudades — falou baixinho.


— Eu também pequeno, mas eu prometo que não vou te largar mais... Nunca. — disse o Kim com um grande sorriso no rosto, o que não era conveniente, pois pensariam que era o próprio coringa.


— Nunca, nunquinha? — Jimin levantou o olhar.


— Nunca nunquinha! — disse rindo, o maior.


Jimin sentiu uma mão em sua cintura, que o puxou para longe do corpo quente de seu namorado.


— Deixa o garoto respirar! Tá com fome, o refeitório fica pra’ lá.


— Tae, fazem dois meses que eu não vejo ele — disse o maior dos três.


— Fazem dois meses que eu não te vejo também Namjoon. — disse se erguendo para dar um peteleco em sua testa — mas eu não ganho nem um oi.


Jimin soltou uma risada baixa, se desvencilhando do amigo, logo voltando para os braços do namorado, este que o abraçou de lado.


— Oi TaeTae, como foi seu verão? — disse o Kim  mais alto.



•°•°



A primeira aula de Jimin em sua nova faculdade, havia se passado muito rapidamente, ele e seus amigos tiveram a sorte grande de poderem cursar a mesma faculdade.

Seu melhor amigo, Taehyung e seu amigo Hoseok estavam cursando direito, seu amigo Yoongi cursava letras e seu namorado Namjoon estava em seu último ano no curso de medicina, já Jimin, cursava artes.

Ambos também ficavam no mesmo prédio do dormitório.

A sua primeira aula foi rápida, pois na verdade, foi um tipo de apresentações dos professores.

Jimin saia calmamente de seu assento, descendo as escadas, e chegando até a porta com um pouco de dificuldades, pois havia trazido todo seu material para a sala.

Estava tudo indo muito bem - até um dos alunos entrar na sua frente -, e o fazer bater de cara com a porta, derrubando tudo o que havia trazido.

Rapidamente, a porta se abre novamente e o mesmo aluno para em sua frente, se agachando e pegando uma das pastas de Jimin.

— M-me desculpe, eu não tive. — ele para rapidamente olhando para o Park, logo engolindo em seco — intenção…

— Tudo bem, eu não. — o menor coloca as mãos no rosto — devia ter trazido tudo isso.

Os dois continuaram agachados juntando tudo que pertencia a Jimin, o que não era pouca coisa.

— Você quer que eu te ajude a levar essas coisas? Sabe, para me redimir. — pronuncia o garoto.

— Tu-tudo bem, eu aguento…

— Eu insisto — diz cortando a fala do Park.

— Tudo bem então, vamos?

Os dois rapazes seguem pelo corredor, andando lado a lado, mas mantendo uma distância segura para que não se esbarrassem, sem pronunciar uma palavra.

Jimin morava no apartamento ao lado do prédio de sua faculdade, no oitavo andar. Ou seja, teria de entrar em um elevador apertado, com um estranho que acabou de conhecer e que a pouco tempo, quase deixou um galo no meio de sua testa.

O elevador parecia mais lento do que o normal, o rapaz alto era até bem bonito aos olhos do Park, sua pele era bronzeada, seus olhos eram grandes e puxados, suas áureas pretas, que se mesclavam com sua pupilas, deixavam seu olhar negro e até sexy, atreve-se a dizer. Seu pescoço exibe veias grossas assim como seus braços, que estavam descobertos pelas mangas arregaçadas de uma camisa social azul pastel, na qual estava vestido.

Ele olhava diretamente para a porta enquanto Jimin o encarava descaradamente, dava para ouvir no fundo o som de campainha feito pelo elevador a cada andar a qual passavam, logo chegando no oitavo.

O que fez o menor acordar assustado de seu leve “transe”. Andou para fora da caixa metálica com algumas poucas pastas na mão, enquanto, o garoto mais alto, carregava a maioria das coisas de Jimin, sem demonstrar dificuldade alguma.

Ao chegar na porta de seu apartamento, porta 306 {...}


Jimin saiu correndo do elevador, tropeçou no carpete do hall antes de avistar o número 306 e ir correndo para a porta.

Suas mãos ainda cheias de terra sujaram um pouco a porta branca, abriu a mesma sem dificuldade, pois já estava destrancada.

— Vocês tem que ir agora, os policiais vão chegar a qualquer momento, fiquem na sua casa. — diz apontando para o maior — esperem a ligação ok? Eu e Tae vamos estar esperando na frente da casa dele.


{...}


O Park destrancou a porta, e adentrou o quarto. O rapaz seguia Jimin, prestando atenção em todos os detalhes do quarto do menor, mesmo sendo o primeiro dia deles no campus, o quarto já tinha fotos nas paredes, flores e móveis. Estava tudo perfeitamente em ordem. A não ser a cama, na qual estava uma perfeita bagunça.

Ele tratou de deixar as coisas do Park na cama.

— Bonita decoração, bem… ajeitada? — comenta o rapaz.

— Ah, obrigado, eu cheguei bem cedo hoje, então deu tempo de fazer várias coisas.

O garoto mais alto, revira o quarto com seus olhos até parar na cama.

— Deu pra’ perceber.

Jimin instantaneamente cora, cora violentamente, tanto que sentiu até seu último fio platinado ficar vermelho.

°•°•°

— Tudo começou há um ano, eu acho… no primeiro dia de aula, foi quando o Jungkook chegou {...}


°•°•°


Jimin virava as esquinas dos corredores correndo - para variar -, estava atrasado e, se não fosse pelo tal garoto novo ele não se atrasaria tanto.

Ele tinha de ser tão gentil, não é? Ele poderia ter mandado o garoto embora, mas não, preferiu puxar uma conversa com ele.

Claro que ele tinha uma parcela de culpa em tudo isso, mas o rapaz era o grande culpado. Se ele não fosse tão bonito, Jimin não se perderia em seu corpo, e não estaria atrasado para a aula.

Ah, se ele o visse novamente…

Mas o raciocínio do Park é cortado quando, seu corpo se choca contra uma das pilastras do corredor.

Jimin cai sentado e com a cabeça dolorida, abre e fecha os olhos lentamente, tentando entender tudo o que havia acontecido.

De soslaio, ele consegue captar uma figura pelo lado de fora da janela, uma pessoa, parada, o observando. O Park olha rapidamente para a citada, mas a única coisa que vê, é um pouco da camisa moletom cinza que a pessoa usava, antes de ela sumir de sua vista.


°•°•°


— Então você está insinuando que, a culpa do assassinato é inteiramente de Jeon Jungkook?

— Eu não estou insinuando {...}


°•°•°


— Nós não podemos ficar aqui, isso é muita burrice! — Yoongi gritava furioso.

Logo o barulho da porta se abrindo, faz todos os presentes na sala se virarem assustados.

Um barulho de gatilho pode ser ouvido, a tensão aumentou de repente, e o silêncio reinou na sala.

— Vocês não vão sair dessa!

Logo o barulho de alguém caindo pode ser ouvido. Seu corpo se espatifou no chão com tamanha força, que o sangue jorrou nos pés de Jimin. E então um grito alto o acordou de um transe, por ver a terceira pessoa que teve a vida tirada naquela noite.



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