História Beginning of everything - Capítulo 46


Escrita por:

Postado
Categorias Cristiano Ronaldo, Douglas Costa, Paulo Dybala
Personagens Paulo Dybala
Tags Futebol!, Romance
Visualizações 86
Palavras 2.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não me matem... Atrasei um pouquinho pra postar, masssss..
.
Tá aqui mais um capítulo novinho pra vocês, espero que gostem e comente bastante.
Prometo tentar voltar o mais rápido possível!
Beijinhos...

Capítulo 46 - Quem ela pensa que é pra falar assim comigo?


Fanfic / Fanfiction Beginning of everything - Capítulo 46 - Quem ela pensa que é pra falar assim comigo?

Paulo Dybala Point of View

 

Soshi, Rússia - Junho de 2018

 

 

Até aqui as coisas não poderiam estar se encaminhando de uma forma melhor, a começar para a seleção que não chegou aqui na Rússia como favorita, bem ao contrário tivemos muita dificuldade pra passar da fase de grupos, mais agora que chegamos as quartas nossa sede de vencer é imensa.

E agora tendo a Mia aqui ao meu lado a minha vontade de fazer um ótimo jogo.

Eu tomei um pequeno susto quando eu a vi parada na porta do eu quarto, até fiquei um pouco bravo por ela não estar de repouso como o doutor Marco tinha orientado, mais ela me esclareceu as coisas e tudo ficou bem. Acho que eu nem reagi tão bem de início quanto eu deveria, mais foi só pelo susto mesmo, pois a saudade que eu estava sentindo era imensa.

Quando ela me abraçou foi como se toda a minha insegurança passou, tudo o que me preocupava sumiu da minha mente e ficou só uma paz, um calor que tranquiliza que restou.

Não posso me esquecer do jeito que nos matamos a nossa saudade... foi tão bom ter a Mia em meus braços  depois de tanto tempo, na real pra mim todas as vezes são como a primeira, existe uma intensidade fora do comum entre nos dois.

E eu tive ainda mais anseio por saber que ela poderia engravidar, ou melhor pode engravidar todas as vezes que a gente transar... essa notícia com certeza me deixou  extasiado.

Parece que tudo que eu estou vivendo é um sonho, nesse ultimo mês as coisas estão se encaixando. Todo aquele período de tratamento que a Mia fez de tratamento foi muito difícil pra nos dois e parece que agora tudo está se resolvendo.

Se Deus quiser em breve nossa família vai aumentar, tenho muita fé nisso.

E eu também não posso me esquecer que esse final  mês completa um ano que nós estamos juntos, pena que se tudo der certo eu vou estar aqui na concentração, mais não vou deixar essa data passar em branco.

 

 

Duas semanas depois...

 

 

Eu acabei de sair do vestiário quase morto. O técnico quase acabou com a gente.

 

Logo nos já iriamos pro nosso hotel, nossas famílias estarão lá nos esperando e quem dizer sair pra dar uma volta pode, então a minha família combinou de irmos pra praia onde alguns jogadores estarão.

Mais do que nunca eu estou precisando desses dois dias de folga, preciso colocar os meus pensamentos em ordem antes da próxima partida de mata-mata, só mais um jogo e estaremos na final. Só mais um.

 

 

-Você vai colocar esse biquíni? - pergunto um pouco indignado, fitando a Mia que tinha acabado de sair do banheiro.

O seu biquíni é verde água pequeno, tudo bem que só vão estar meus amigos lá mas sei que eles vão olhar, qualquer um olha.

-O que é que tem de mais? É só um biquíni! - ela pergunta como se não fosse nada.

-Não tem nada de mais, tem de menos - respondo irônico. Ela me encara revirando os olhos.

-Para Paulo... - o olhar dela agora é sério - Toda vez que agente vai sair você fica com esse ciúmes bobo, parece que não confia em mim!

-Não é que eu não confie em você, só não confio nos outros! - digo.

-Mais eu não estou nem aí pro outros - ela fala, e com muito deboche continua - Até parece que eu não tenho um namorado que me satisfaça, você não se garante jogador? - pergunta me provocando.

Essa garota só pode estar testando a minha sanidade...

Não a respondi, apenas avancei sobre ela e puxei sua nuca com uma certa força. Começo a perder a minha paciência.

-Não mexe comigo... - falo seriamente. - A minha paciência tá acabando.

-Jura? Dizem que os consentidos são calminhos, calminho... - ela responde me desafiando com o olhar. Em nenhum momento ela sede.

Instantaneamente a raiva me consumiu. Quem ela pensa que é pra falar assim comigo?

Quando me dou conta já tinha a jogado em cima da cama com força e estava em cima dela, prendendo-a de baixo de mim. Peguei o roso dela com certa força e fiz ela me olhar nos olhos.

-Nunca. mais. repita. isso. - falei pausadamente deixando o ar quente sair entre meus dentes, que estavam serrados - Você é minha e só minha, só eu posso te tocar, só eu posso me enterrar em você e te fazer gozar... então eu acho bom que você NUNCA mais insinue que eu sou um frouxo, por que você sabe que eu não sou!

Depois de tudo que eu disso o único barulho que se ouvia do quarto, era o da minha respiração pesada.

-Agora... - começo a falar então passo meu braço pelas costas dela, que até o momento estava em silêncio, não estava conseguindo decifrar o olhar dela, e rapidamente desfiz o nó do seu pequeno biquíni. Quando ela entendeu o que eu ia fazer, ela tentou resistir, inutilmente é obvio, já que eu sou bem mais forte. - Você vai ver quem é que o consentido aqui!

Não deixei que ela falasse nada e comecei a puxar sua calcinha com um pouco de brutalidade. Vou descontar nela toda a raiva que eu estou sentindo, mas nada que a machuque não tenho coragem.

-Agente... agente tem que sair. - ela falou enquanto tentava afastar as minhas mãos do corpo dela, em vão - Para!

-Agente não vai, e não adiante dizer o contrário - falo severamente.

Não de nem chance pra ela falar mais nada e comecei a apertar os seios dela, os dois ao mesmo tempo e dei um mordida em seu mamilo esquerdo, causando a reclamação dela, a qual eu não dei muita atenção. Só vou ensinar pra ela a nunca mais brincar comigo.

Fiquei muito tempo abusando dos seios dela, até ver os dois bem marcados de vermelho que em pouco tempo vão virar roxos pelo que eu vejo.

Fui descendo lentamente o tronco dela, deixando vários chupões fortes, ouvi ela reclamar muito. Em nenhum momento eu beijei os lábios dela, vou faze-la sofrer um pouquinho.

Abri as pernas dela e chupei a parte interna das coxas dela, senti que ela se derreteu toda com o meu ato e se entregou de vez a mim. 

Mirei sua intimidade e vi o quão molhada ela estava, seu líquido escorria entre sua fenda até chegar ao seu pequeno buraquinho o que me deixou louco. Não custa nada tentar...

Sem esperar mais nenhum minuto cai de boca nela, literalmente. Ao mesmo tempo comecei a penetrar dois dedos e sua intimidade em um ritmo frenético.

Os gemidos dela foram ficando cada vez mais altos, tanto que senti ela puxar meus cabelos e arquear as costas, anunciando que seu orgasmo está próximo. 

Aumentei ainda mais meu ritmo, até que seu orgasmo chegou forte e rapidamente bebi todo seu líquido, até a sua última gota.

Ergui o meu olhar e encarei a minha namorada que nesse momento está de olhos fechado e com o rosto totalmente corado, como sempre, mesmo depois de tanto tempo ela ainda sente vergonha.

Mantive a minha postura com ela e falei.

-Fica de quatro.

Ela ergueu um pouco a cabela e me encarou ainda meio alheia.

-Como?

-Fica de quatro... quero te comer de quatro - repito dando de ombros.

Ela não me questionou mais e com a minha ajuda ela ficou na posição que eu pedi.

Peguei ela pela cintura e inclinei sobre a cama, deixando ela na posição exata que eu queria possui-la. Me ajeitei entre as pernas dela e posicionei meu membro na entrada da intimidade dela e sem enrolar me enterrei nela, arrancando dela o seu gemido mais alto até o momento.

Esperei uns instantes até que o seu desconforto inicial passasse e comecei a me mover lentamente.

Apertei com ainda mais força sua cintura e fui aumentando gradativamente meu ritmo.

Quado percebi que ela já estava bem entorpecida com o ato levei um dos meus dedos até a sua outra entrada que instintivamente se contraiu.

-Você... não vai... fazer isso... isso não - ela disse entre gemidos.

-Não to fazendo nada - me faço de desentendido. Em nenhum momento deixei de penetra-la.

-Não quero fazer isso... dói. - ela falou. Continuei estimulando seu orifício.

-Você nunca fez pra saber se dói. - argumento.

-Paulo... eu não quero fazer... não hoje - ela insiste - Mais pra frente a gente discute sobre isso!

Me dou por vencido, não quero a obrigar a fazer nada que não queria.

-Tudo bem - ela e solto um longo suspiro. Volto a colocar as minhas duas mãos na cintura dela e volto ao meu ritmo intenso de antes.

Sinto quão apertada ela é e isso me dá ainda mais gás.

 

 

Sinto sua intimidade aperta meu membro me deixando louco, outro orgasmo á minha namorada se aproxima.

Começo a ter espasmos e into eu orgasmo chegar também.

Ao mesmo tempo chegamos ao nosso ápice. Nós misturando em um só.

Deixo o meu corpo cair sobre o dá Mia e fico completamente por cima dela, sem tirar meu membro de dentro dela.

Ficamos por muito tempo em silêncio, esperando nossas respirações voltarem ao normal.

 

Depois de muito tempo resolvo sair de cima dela e ir tomar um banho. Estava muito suado.

Tomo um banho rápido e saio do banheiro com uma toalha enrolada na minha cintura, vejo que Mia continuava deitada na cama  só que agora de barriga pra cima e coberta com o edredom.

Pego apenas minha box e me deito novamente na cama. 

-Você tá bravo comigo? - Mia me pergunta depois de muito tempo em silêncio.

-Por que eu estaria bravo com você? - Rebato com outra pergunta.

Encaro-a esperando sua resposta. 

-Você nem me beijou durante o nosso momento e... não fez nenhum carinho em mim depois que acabamos - Ela se explica. Vejo que ela abaixou seu olhar um pouco triste com tudo. - Foi por que eu não quis fazer... fazer... anal?

Me senti um pouco mal por vê-la assim, não devia ter sido tão frio.

Vou até mais perto dela e a puxo pro meu peito, deixando ela aninhada em mim. Dou um beijo na sua testa como pedido de desculpas e faço carinho nas suas costas.

-Não foi por isso... - como a explicar - Você não é obrigada a fazer nada que não queira, se você não quer fazer anal, a gente não vai fazer anal!

-Mesmo assim... você ficou bravo! - ela sussurra e sinto que ela está corando, pois suas lágrimas molham meu peito.

-Ei, olha pra mim - puxo seu queixo e a faço me encarar, seus olhos estão bem vermelhos - Não chora, eu só queria brincar com você, e talvez te punir por ter brigado comigo!

-Eu... não briguei com você! - ela diz enquanto tenta se acalmar - Foi você que deu chilique por ciúmes.

-Mesmo assim, eu fiquei bravo com o que você falou! - digo - Me desculpa por ter sido bruto e nem te forçaria a fazer anal.

-Eu sei, me desculpa por ser uma boba! - ela diz e esconde o rosto no meu peito, rio com sua meiguice e vergonha.

-Eu te amo! - falo e beijo os cabelos dela.

-Eu também te amo - ela diz ao voltar a me encarar, mas ainda estava bem corada - Você ainda não me chamou de pequena nem de princesa! - ela fala toda dengosa e com um biquinho lindo.

Me derreti todo gora.

-Oh minha pequena princesa, eu te amo de mais! - corrijo a minha frase e abraço apertado.

-Eu também te amo de mais meu príncipe! - ela diz e me dá u selinho.

Vejo que la boceja e fica mole, rapidamente ela vai dormir. Sorrio bobo enquarto olho pra ela tão aninhada ao meu corpo. É em um desses momentos que eu vejo quão louco eu sou por essa pequena encrenca.

 

 

CONTINUA...

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Me comentem o que vocês acharam do capítulo aqui em baixo?

Beijinhos e até a próximo!


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