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História Behavior Analysis Unit - Dramione - Capítulo 32


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Notas do Autor


Bom tarde babies... ✨

Feliz segunda-feira! 🌈☁☀

Eu estou de volta com mais uma parte desse caso que tá dando o que falar... aproveitem! 😉

*Não deixem de comentar, favoritar e compartilhar com o coleguinha! 😘

~ I solemnly swear I am up to no good. ⚡

Capítulo 32 - Capítulo 32 - Out Of The Light Part. III


Capítulo 32 - Out Of The Light Part. III

 

Terça-feira, 01 de julho de 2008.

Portree – Escritório da Polícia Mágica

 

Theo entrou na sala onde estava Marcus Talbot e se recostou na mesa ao lado de onde o professor estava sentando. Ele pegou a mesma imagem que o Auror tinha deixado sobre a mesa e colocou na frente do homem.

- Não conheço essa garota. – Ele falou levantando o rosto para falar com Theo. – Nem a outra. – Acrescentou Talbot. – Quantas vezes tenho que dizer isso? – Ele perguntou ao analista.

- Esta é Ângela Proctor. – Apontou Theo para a imagem. – Ela está morta! – Ele falou firme olhando nos olhos de Talbot. – E a outra é Mercy Owens. – Ele apontou para a outra imagem. – Agora, faz sentido que você não saiba seus nomes. – Ele disse para o homem que agora estava de cabeça baixa.

- Juro para você, não as raptei. – Ele disse voltando a olhar para Theo que o encarou de volta.

- Se tem uma coisa que aprendi sobre caras como você, é que nunca é só um segredo. – Falou Theo, mas Talbot não teve tempo de responder antes que o telefone de Theo começasse a tocar. – O que descobriu? – Perguntou Theo quando aceitou a ligação de Blaise.

- Parece que Talbot tinha outro hobby. – Falou Blaise colocando a chamada em viva-voz para Hermione ouvir. – Essas garotas nas fotos não têm mais que 16 anos. – Ele falou para o analista.

- Fotos? – Repetiu Theo em voz alta olhando para Talbot que arregalou os olhos. – Zabini, quantas são? – Ele perguntou fazendo Talbot prender a respiração.

- Acho que trinta... talvez quarenta. – Respondeu Blaise do outro lado da linha olhando para as fotos.

- Cinquenta e quatro. – Falou Hermione.

- Desculpe, são cinquenta e quatro. – Corrigiu Blaise olhando para Hermione que deu de ombros.

- São minhas alunas. – Disse Talbot tentando se defender mesmo sem saber o que estava sendo dito para Theo.

- Obrigado, Zabini. – Disse Theo antes de encerrar a chamada. – Primeiro usa um feitiço para espionar garotas no banheiro feminino e agora isso? – Questionou Theo aproximando o rosto do homem.

- Eu nem mesmo tiro as fotos. Elas tiram. – Ele argumentou.

- Acha que isso importa? – Falou Theo exasperado. – Sabe… a princípio as fotos bastam. – Falou Theo. – Mas depois as necessidades voltam. Você tem que tocar em alguém e é por isso que pegou Mercy e Ângela. – Falou o analista enquanto o professor balançava a cabeça em negação.

- Não é assim. – Falou Talbot. – Não machuco aquelas garotas. Eu as ensino. – Ele falou para o homem mais jovem. – Nunca as machucaria. Eu as amo. – Ele repetiu.

- Você ama tirar fotos delas. – Retrucou Theo.

- É um passatempo...

- É um subterfúgio. – Cortou Theo. – Você conta com a vulnerabilidade das jovens. – Ele falou alto. – Você as leva sozinhas para sua casa, sozinhas no escuro. – Ele falou ainda mais perto do homem.  – Você as tem só pra você. – Falou o analista.

- Isso não é verdade. – Negou Talbot.

- Você vai me dizer onde a Mercy está, agora, e por mais que odeie isso, facilitarei as coisas pra você. – Falou o analista diminuindo o tom de voz.

- Já disse, não a conheço. – Falou o professor.

**************************

- Ele mora em Portree, provavelmente frequenta Edimburgo, mas creio que conheceu as meninas aqui. – Falou Luna para os pais de Ângela Proctor.

- Mercy. – Disse a mãe de Angela. – Ele conheceu a Mercy. – Ela repetiu.

- Ângela nunca esteve aqui. – Explicou o pai.

- Vimos o que ele fez com o corpo dela. – Falou a mãe de Angela chorando. – Acha que ele fez aquilo com ela o todo dia? – Ela perguntou a Luna.

- Não temos certeza senhora. – Respondeu Luna gentilmente. – Sinto muito. – Ela falou sinceramente evitando piscar para não derramar as lágrimas que ameaçavam escapar.

**************************

- A gente vem aqui todo verão nos últimos 10 anos. – Falou a mãe de Mercy.

- Foi aqui onde esse esquisitão viu Mercy pela primeira vez? – Perguntou o pai da garota a Draco.

- Quando foi a última vez que falou com Mercy? – Perguntou Draco aos dois pais.

- Ela enviou algumas mensagens durante a viagem. – Respondeu a mãe. – Nós demos um celular a ela. – Ela explicou. – Agora a maioria das bruxas na idade dela tem. – Ela disse pegando o próprio celular e mostrando algumas das mensagens para Draco.

- Mas você não falou realmente com ela? – Ele perguntou rolando a caixa de mensagens.

- É o primeiro ano dela fora de Hogwarts, e agora cursando uma faculdade trouxa. – Respondeu a mãe. – Não é incomum que fiquemos uns dias sem nos falar. – Disse ela.

- Eu entendo. – Draco disse em compreensão. – No começo da viagem, ela usa abreviações, mas depois ela escreve sem abreviar algumas das mesmas palavras que abreviava. – Ele falou para os pais enquanto lia algumas das mensagens e depois mostrou aos dois a diferença.

- Acha que ele mandou as mensagens fingindo serem as garotas? – Perguntou o pai de Mercy.

- Provavelmente. – Respondeu Draco.

- Meu Merlim! – Exclamou a mãe.

- Então esse cara vê a Mercy aqui de férias com a família, e quando ela volta sozinha ele a sequestra? – Questionou o pai. – Quem faz isso? – Ele perguntou desacreditado.

- Quando passou férias em Portree no passado, Mercy foi para algum acampamento de verão? – Draco perguntou aos pais.

- Algumas vezes no centro comunitário. – Respondeu a mulher.

- Sabe se ela alguma vez teve aula de fotografia com um homem chamado Marcus Talbot? – Perguntou Draco.

- Sim. – Confirmou o pai. – Ela adorava. – Disse o homem.

- Sabem se ficaram sozinhos alguma vez? – Ele continuou a questionar.

- Porque está perguntando? – Questionou a mãe. – Ele é um suspeito? – Ela perguntou.

- É alguém com quem estamos conversando. – Ele respondeu a mulher. – Sabem se ela ficou sozinha com ele? – Ele tornou a perguntar.

- Não sabemos. – Ele disse e olhou para esposa. – Ela ficou fora o dia todo. – Ele falou.

- Ele deu a aula na casa dele. – Contou a mãe. – O ‘Dark Room’ dele era lá. – Ela falou olhando entre Draco e o marido.

- Era? – Perguntou o pai inconsciente desse fato. E Draco imediatamente mandou uma mensagem com essa informação para Theo.

**************************

- Mercy esteve no seu acampamento de verão em 2003. – Falou Theo segurando o encosto da cadeira onde Talbot estava sentado. – Ela tinha 14 anos. Participou de novo nos quatro verões seguintes. – Ele falou para o professor.

- Estudantes gostam de mim. – Argumentou o professor.

- Vamos, você a preparou. – Pressionou Theo no ouvido do homem. – Só não conseguiu esperar mais! – Ele gritou por fim.

**************************

- O que houve? – Perguntou Hermione se aproximando de um Auror que tinha a varinha apontada para um lugar especifico do terreno de Talbot fazendo a mesma vibrar. Hermione se abaixou e afastou umas folhagens onde tinha um crânio mal enterrado.

- Isso não faz sentido. – Falou Blaise se aproximando dela e olhando para onde Hermione estava mexendo.

- A cova é nova. – Falou Hermione analisando o local. – Ou a cavou correndo porque sabia que estávamos vindo...

- Ou outra pessoa cavou. – Completou o italiano. – Descobrimos que a prova era fora da propriedade. – Ele falou para a Doutora. – Esse cara é precavido. – Analisou. – Aqui há evidência para todo o lado. – Ele fez uma pausa. – Granger, ele não agiria assim. – Ele disse ganhando o aceno de concordância da morena.

- Alguém está incriminando o Talbot. – Concluiu Hermione.

- Mas quem? – Blaise fez a pergunta que não queria calar.

**************************

- Eu poderia prender Talbot só pelas evidências físicas. – Falou o Auror. A equipe tinha se reunido novamente no escritório para discutir sobre as novas descobertas sobre o caso.

- Mas não encaixa no comportamento do suspeito real. – Falou Ronald. – Essa cara usa contra medidas forenses. – Ele falou para o homem mais velho.

- Ele não deixa evidências. – Afirmou Blás.

- O suspeito quer incriminar o Talbot. – Falou Hermione. – Quando Ângela se foi, ele entrou em pânico. – Disse ela.

- E achou que poderia colocar a culpa nele. – Acrescentou Theo.

- Ele devia saber que Mercy tinha ligação com a aula de Talbot. – Falou Ginny.

- E que Talbot tem uma queda por meninas dessa idade. – Disse Luna.

- Estamos no caminho certo. – Falou Draco. – Procuramos alguém com uma história similar a de Talbot. – Ele falou. – Mora em Portree, mesmo que não seja daqui. – Disse o Loiro.

- E é provável que tenha ligação com outras partes do estado. – Sugeriu Ginny.

- Ele está fugindo de alguma coisa. – Disse Theo. – Nosso suspeito devia saber que Talbot tinha um segredo porque ele também tem um. – Falou o analista.

- Mas como o achamos? – Perguntou o Auror mais velho. – O advogado de Talbot está vindo. – Informou aos agentes. – Se eu não fichá-lo agora ele vai embora. – Disse o Auror esperando que a equipe tivesse uma solução.

- O quanto mais conseguirmos manter o Talbot sob custódia, melhores as chances que temos de achar Mercy. – Falou Draco para todos.

- E se ele for solto? – Perguntou o Auror ao Advogado loiro.

- O suspeito vai fazer o que precisar para sobreviver. – Respondeu Ronald.

- E perdemos a Mercy. – Adicionou Theo.

- Potter e Lovegood, vão ao chalé do Owen’s e vê se consegue vê Mercy pelos olhos do suspeito. – Pediu Draco a Ginny e Luna que acenaram em concordância e saíram da sala.

- A autopsia da Ângela está quase pronta. – Informou o Auror.

- Dra. Granger, olhe o relatório quando chegar. – Pediu Draco a namorada que assentiu.

- Nott, você e Zabini fiquem com o Talbot. – Falou Draco. – Ele sabe quem é esse cara mesmo que não perceba. – Disse Draco antes que os dois saíssem da sala e entrassem na sala ao lado para falar com o professor.

**************************

- Eu não entendo. – Falou Marcus Talbot que estava sentado de frente para Theo e Blás. – Primeiro você estava me torrando sobre sequestro e assassinato e agora quer que eu lhes ajude. – Falou o professor pausadamente.

- Alguém teve acesso a sua casa para vê o que eu vi. – Esclareceu Blaise.

- Eu não tenho que lhes ajudar. – Declarou o professor. – Me humilharam sem motivo. – Ele falou olhando pra Theo que estava reclinado na mesa olhando de volta para ele.

- Achei que se importava com as garotas. – Disse Theo despreocupadamente fazendo o homem respirar fundo.

- Me importo. – Ele afirmou.

- Então, comece a falar. – Pediu o analista.

- Queremos os nomes dos seus alunos nos últimos cinco meses. – Blaise disse ao professor. Durante um tempo Talbot falou nome e nomes de alunos que passaram por sua classe para os dois homens sentados a sua frente.

- Acrescente Barbara Shuller e Bem Holtz. – Falou o professor.

- Todos eles revelaram os filmes na sua casa? – Perguntou Theo ao mesmo tempo em que fazia as anotações.

- Sou a única opção na cidade. – Falou Talbot concordando.

- Quem mais tem acesso ao seu ‘Dark Room’? – Perguntou Blaise. – Alguém pra consertar? – Sugeriu o italiano. – Um amigo? – Falou Blás.

**************************

- Compramos esse lugar tinha um pouco antes de Mercy receber sua carta de Hogwarts. – Contou o Pai de Mercy enquanto observava Luna correr os dedos pelos vitrais e sinos dos ventos.

- É muito bonito aqui. – Falou Luna. – Um para cada ano? – Perguntou a loira contando os vitrais.

- Sim. – Respondeu a mãe. – Tem um festival de arte todo verão. – Ela disse. – É lá que ela arruma a maior parte dessas coisas. – Falou a mulher.

- Sinto muito, não sei como isso vai ajudar. – Falou o pai de Mercy.

- Conhecer a rotina de vocês pode ser muito útil. – Falou Ginny. – O que mais vocês faziam? – Ela perguntou ao casal.

- Mercy adorava cantar. – Falou o Homem. – Ela participou do coral em Hogwarts e quando estávamos aqui ela cantava com o coral da capela de Portree. – Ele disse para as duas agentes.

- Ela já se apresentou com o coral? – Perguntou Luna.

- Sim, ela era incrível. – Respondeu a Mãe. – Todos ficaram maravilhados quando ela fez seu solo no último Natal. – Ela disse sorrindo com a lembrança.

**************************

- Cruzei a lista do Zabini de pessoas que podem ter visto o ‘Dark Room’ do Talbot com moradores que frequentam a capela ou fazem parte do coral. – Falou Dean trabalhando com seus dedos hábeis nas teclas do computador. – Tenho cinco nomes. – Ele anunciou para equipe.

- Checou antecedente? – Perguntou Draco.

- Claro. – Ele respondeu. – Nenhum tem. – Falou Dean.

- Achei algo que pode ser útil. – Falou Hermione entrando na sala onde a equipe estava. – A autópsia revelou fragmentos de vidro em alguns ferimentos da Ângela. – Ela falou balançando sua varinha e distribuindo o relatório para todos os outros.

- Identificaram as lâminas usadas? – Perguntou Draco no momento que Hermione sentou ao seu lado.

- Apenas que eram várias. – Ela respondeu.

- O médico mencionou que havia metais pesados no sangue. – Falou Theo.

- A maior concentração sendo de chumbo. – Falou Hermione.

- Adicione isso aos padrões únicos dos ferimentos e aos vidros nos cortes, talvez esse cara trabalhe com vitrais. – Falou Blaise. – Talbot tinha vitral na porta da frente. – Ele falou para os outros.

- Os Owens tinham vitrais no apartamento. – Falou Luna.

- Vapores de chumbo podem entrar no organismo durante o processo de soldagem. – Disse Theo fazendo todos olharem para ele. – O quê? – Ele perguntou. – Eu fiquei com uma garota que era bem prendada na arte dos vitrais. – Ele falou sorrindo.

- Dean, alguém da lista trabalha com vitrais? – Perguntou Draco.

- Sim. – Respondeu Dean. – Robert Bremmer. – Ele disse abrindo uma página com dados do homem.

- Bremmer. – Falou Theo. – Talbot disse que o encontrou apenas uma vez. – Ele disse olhando suas anotações.

- Bremmer viaja pelo estado inteiro para feiras de artesanato. – Dean falou fuçando os arquivos.

- Também é proprietário do Rose Café. – Falou o Auror mais velho.

- Bingo, Sr. Auror. – Falou Dean. – Morava em Dunvegan, mudou-se para Portree em 1991, após a esposa e a enteada morrerem. – Disse o analista técnico abrindo informações sobre o caso.

- Ele era suspeito? – Perguntou Blás.

- Não há registro, mas olhem a foto de Rose. – Dean falou virando a tela do computador para equipe e a foto de uma menina loira muito parecida com Mercy estava exposta.

- Onde fica o restaurante? – Perguntou Draco ao Auror.

- Bem perto. – Ele falou e no momento seguinte toda a equipe já estava a postos. Alguns outros Aurores foram chamados para ajudar a equipe a aparatar para o Rose Café. Em poucos minutos, a equipe estava entrando no estabelecimento.

- Com licença, Robert Bremmer está? – Perguntou Draco entrando no estabelecimento.

- Claro. – Respondeu uma garçonete. – Robert. – Ela chamou o proprietário, mas ninguém respondeu. – Estranho, ele estava aqui agora há pouco. – Falou a jovem. Draco passou pela garota e subiu a escada para o segundo andar onde a porta da sacada estava aberta.

- Ele fugiu. – Falou Draco para Theo que vinha logo atrás dele.

**************************

- Rosie, está na hora! – Falou Bremmer entrando no cativeiro onde manteve Mercy aprisionada.

- Hora de quê? – Perguntou Mercy desnorteada.

- De ir embora. – Ele respondeu soltando as correntes da parede que impediam Mercy de fazer qualquer tipo de magia. – Tenho um plano. – Ele falou para a loira. – Escute, eu tenho um plano. – Ele repetiu. – E ficaremos juntos para sempre, está bem? – Disse Bremmer antes de segurar o rosto dela entre as mãos e beijá-la na boca.

- Aonde vamos? – Perguntou Mercy assustada.

- Vamos andando. – Ele falou puxando ela para sair.

- Como assim “para sempre”? – Ela perguntou choramingando.

- Vamos! – Ele gritou dando um puxão na corrente que ainda estava presa a ela fazendo a jovem tropeçar para frente. – Ande, ande, ande! – Ele gritou novamente e Mercy obedeceu. – Boa garota! – Ele falou antes de sair da casa com a jovem.


Notas Finais


Oh Merlin! O que será que vai acontecer com Mercy! 😱😰

Não deixem de comentar babies... Eu adoro saber o que vocês estão pensando! 😍

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Beijos e até o próximo! 💋

~ Mischief Managed


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