História Behind Blue Eyes - Capítulo 6


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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, Ashton Irwin, Calum Hood, Lauren Jauregui, Luke Hemmings, Michael Clifford, Morte, Psicopata, Romance, Suspense
Visualizações 24
Palavras 1.411
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eai blz quanto tempo

Capítulo 6 - Dream


Fanfic / Fanfiction Behind Blue Eyes - Capítulo 6 - Dream

 

Behind Blue Eyes — Dream

 

Narrador — Point of View 

Era um dia fraco de movimento no Rousseau's, o que deixava Anelisa entediada. Por mais que estivesse trabalhando como bartender apenas para conseguir dinheiro para a faculdade de psicologia, a garota gostava do que fazia e de onde fazia. Mesmo sendo uma espelunca.  

Rousseau's a proporcionava conhecimento. Cada dia uma pessoa diferente, uma história diferente, uma mágoa diferente. Ela era uma colecionadora de sentimentos para os clientes e gostava disso. Gostava da forma que as pessoas se abriam com ela. Uma grande psicóloga, pensou. Não que ela fosse sozinha, longe disso. Porém, suas poucas amigas já haviam deixado a cidade para cursar a tão sonhada faculdade. 

Seus grandes olhos verdes não desgrudavam da porta, na esperança de qualquer ser entrar para que pudesse servir um chá ou um chocolate quente, já que era um dia frio. Dias frios dificultavam ainda mais o movimento. Quando a porta finalmente se abriu, revelando ali Ashton Irwin, Ane implorou baixo para que o homem de terno não sentasse perto do balcão, mas seu pedido não foi atendido.  

— Olá, Anelisa. — Ashton disse com cautela, sentando-se em um dos bancos, apoiando seus braços no balcão de madeira escura. — Olha, eu sin... 

— Não precisa falar nada. — ela não estava prepara para discutir sobre Michael e sabia que Ashton tocaria no assunto.  

— Eu vim em paz. — o dono dos olhos castanhos esverdeados levantou as mãos em sinal de redenção, o que fez um sorriso quase imperceptível brotar nos lábios da morena. — Não vou forçar nenhum assunto que não queira, Ane. — ela assentiu. — Me diga, o que tem aí para dias tão frios como esse ?  

— Chocolate quente. — ela sorriu, sentindo seu corpo relaxar. — Com canela ou menta ?  

— Canela.  

O silencio incomodou depois que a xícara de chocolate quente foi servida. Anelisa torcia mentalmente para que mais alguém entrasse no bar e a tirasse daquela situação desagradável. Ashton também estava incomodado. Ele queria conversar com ela, saber o que ela estava sentido... só queria ajudar. Ele notou as olheiras profundas que rodeavam os olhos verdes da garota e viu que a mesma não estava com aquele brilho nos olhos de quando a conheceu. Anelisa estava devastada.  

— Você está bem ? — ele arriscou.  

— Pareço estar ?  

— Me desculpe. — deu um suspiro cansado, fazendo-a franzir o cenho. — Eu gostaria de poder controlar as ações de meu irmão. Ele pode ser teim... 

— De verdade, Ashton, por que se importa ? — a morena cruzou os braços. — Não precisa me olhar com pena ou dó, já estou acostumada com esse tipo de coisa.  

— Que tipo de coisa ?  

— Partidas.   

— Eu não queria que fosse assim. — Ashton arrependeu-se do que falou, no momento que viu fúria nos olhos verdes que o encaravam.  

— Não queria que fosse assim ? Você sabia disso, eu tenho certeza! — sorte que estava praticamente sozinhos ali, já que Anelisa começou a alterar o tom de voz. — Seu irmão mais novo, aquele você protege como um filho, mandou o meu Michael embora por algum tipo de vingança estúpida! 

— Ei! — um choque percorreu o corpo de Anelisa quando Ashton agarrou suas mãos e olhou em seus olhos, bem de perto. — Eu não sou como ele.  

— Me desculpe.   

— Você é linda. — foi como se Ashton estivesse pensando alto demais, já que o mesmo corou ao perceber as palavras que saíram de sua boa. — Quer dizer, eu te acho bem interessa... 

Ashton Irwin não conseguiu terminar a frase, pois Anelisa Deveraux usou a última gota de coragem presente em seu corpo quando o puxou para um beijo. Ele tem gosto de canela, foi seu primeiro pensamento. Meu Deus!, foi o seu último. Em apenas cinco segundos de beijo, Anelisa percebeu o que havia feito e largou o homem, que parecia um tanto desequilibrado.  

— Ashton, me... 

— Eu preciso ir.   

— Bloody Hell! — a garota murmurou, assim que Ashton passou, quase correndo, pela porta do Rousseau's, sem ao menos se despedir ou pagar pelo chocolate quente. Ane morreu de vergonha, por dentro e por fora, já que não conseguia conter o suor que escorria por suas mãos. Ela estava perdida.  

 [...] 

O que Luke Hemmings mais gostava de fazer em dias de chuva, era dirigir. Por mais que fosse perigoso e que sua moto derrapasse uma vez ou outra, ele se sentia vivo quando o vento batia contra o seu rosto. Que ironia, ele pensou. Afinal, uma pessoa que não tem medo da morte, não deveria agradecer por estar vivo.  

Mas dessa vez, ele não estava dirigindo na chuva apenas por diversão. Ele estava tentando esquecer aqueles olhos verdes que pareciam adentrar sua alma. Luke não conseguia parar de pensar em Anelisa gritando e dando um tapa em sua cara. Por que eu não fiz nada ? Se fosse em outros tempos... eram os pensamentos que o atormentavam o tempo todo. O que ele não imaginava, era que a encontraria ali, dançando na chuva, segurando uma garrafa de uísque. 

— Mas o que... — o loiro sussurrou, buzinando, chamando a atenção da morena para si. — O que você está fazendo ?  

— Dançando! — ela respondeu, como se fosse óbvio. — Venha dançar também, Luke Hemmings. — ele percebeu que ela estava completamente bêbada depois dessas palavras saírem de sua boca. Ela se aproximou do loiro, que continuava montado em sua moto. — Eu beijei seu irmão.  

— E o que achou ? — Luke estava se divertindo com a cena.  

— Canela. — ele gargalhou quando a garota fez careta. — Você parece ter gosto de morango.  

— Então você fica imaginando o gosto do meu beijo, hum ? — arqueou a sobrancelha, esperando uma resposta da garota de rosto completamente vermelho.  

— Talvez. 

— Quer provar ? — sua mão foi parar na cintura de Anelisa. Mas antes que ele pudesse beija-la, a garota se contorceu e vomitou em sua jaqueta. — Porra, Anelisa!

— Me des... 

— Vem, eu vou te levar para casa.  

— Eu não quero ir para casa.  

— Não para sua casa, para a minha.  

[...] 

Depois de pedir para que Margo, uma das empregadas, cuidasse de Anelisa, Luke se encontrava pintando mais um quadro com o rosto da garota. O rosto não aparecia por completo, pois o cabelo negro atrapalhava. Mas o loiro fez questão de dar destaque aos seus lindos olhos verdes que ele tanto gostava. 

Quando Margo avisou que Anelisa já estava de banho tomado e roupa trocada, Luke foi ao encontro da garota ainda meio alterada, que estava deitada no enorme sofá de couro de sua sala de estar, vestindo uma das milhares camisolas reservas que Luke fazia questão de ter em sua casa, já que muitas mulheres tinham as roupas rasgadas por ele.  Ela brincava com a ponta ainda molhada de seu cabelo, o que fez brotar um sorriso nos lábios de Luke.  

— Eu quero ir para casa. — ela sussurrou, assim que o loiro entrou em seu campo de visão.  

— Você está em casa.  

— Não quero a sua casa, eu quero a minha. — fez bico, como uma criança mimada quando não consegue o que quer. — Estou morrendo de sono.  

— Você é fraca para bebida, não é ? — Luke estava rindo baixo, quando puxou o corpo de Anelisa para si, começando um leve cafuné em seus cabelos negros. — Espero que esqueça de tudo isso pela manhã.  

— Pode me contar uma... uma história ? — ela corou. Ele jamais faria isso se ela estive sóbria, mas Luke sabia que Anelisa estava bêbada demais para se lembrar disso mais tarde. E caso lembrasse, sentiria uma vergonha imensa por estar recebendo carinho da pessoa que mais odiava no momento. — Por favor.  

— Tudo bem. — ele riu, enquanto a morena deitava em seu peito, fechando os olhos. — Era uma vez... um cara.  

— Um cara ?  

— Sim, Anelisa, um cara. — Luke bufou, impaciente. — Ele tinha o mesmo sonho, há dias, com a mesma garota. Ele não conseguia ver o rosto, mas sabia que a conhecia. Era como se a conhecesse desde sempre. Mas quando que ele tentava chegar perto da garota, algo terrível acontecia. Mesmo assim, ele não tinha medo algum. — o loiro suspirou, quando percebeu que Anelisa já havia caído no sono. — Ele a queria, independente do que fosse acontecer, mas nunca conseguia chegar até ela. — sussurrou a última parte, antes de levantar do sofá bem devagar, deixando Anelisa dormir em paz. 

— É um belo sonho. — Margo indagou, assim que Luke passou por ela. — Qual seria o final ?  

— Ele morre. — o loiro riu baixo.  

— É algum príncipe ?  

— Posso afirmar que não, Margo.  

— E como pode ter tanta certeza disso ?  

— Porque o sonho é meu.  


Notas Finais


af mano luke pf decide se você vai ser top ou vai ser um monstro


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