História Behind the Book. - Capítulo 1


Escrita por: , Captain-Cosmos e Mr_Book

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Clickmano, Clk
Visualizações 13
Palavras 2.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse capitulo vai ser uma apresentação do personagem "Paulo", popularmente conhecido como Clickmano ou CLK e da personagem Ariel, Conhecida como Capitain Cosmos ou só Cosmos.

Só para deixar claro, essa história é puramente Ficticia, apenas com o intuito de entreter quem estiver lendo, se eu ofendi alguém, eu peço minhas sinceras desculpas.

Capítulo 1 - CLK e Cosmos - Controle


Fanfic / Fanfiction Behind the Book. - Capítulo 1 - CLK e Cosmos - Controle

--------------------[ Paulo ]---------------------
 

Tudo começa em uma delegacia; um jovem de de cabelos e olhos castanhos escuros está na sala do delegado, algemado, esperando ele ou ela chegar; rosto machucado, nariz sangrando e punhos ensanguentados. Ele mantém uma expressão irritada enquanto tenta se livra das algemas. Ele escuta passos chegando por trás dele, era o delegado entrando na sala e se dirigindo a sua  mesa. 

O Delegado começa a falar. - Estava olhando seu histórico, senhor Paulo. Pichação, furto, agressão e tentativa de homicídio... Você não é uma pessoa muito calma, não é mesmo? - Paulo olha para o delegado com um olhar sarcástico

- Tá me tirando, né, porra? - Diz Paulo, claramente irritado com o comentário do delegado - Já é a quinta vez que a gente se encontra nessa mesma porra de sala, segunda vez pela porra do mesmo motivo, mas é a primeira que eu escuto uma merda dessas saindo da tua boca... - Assim que termina sua frase, Paulo recebe um soco na cara, o fazendo cair da cadeira.

O delegado dá um chute na barriga de Paulo e pega seu telefone - Hora de ligar pra mamacita... - O delegado diz com um sorriso sarcástico no rosto. - Não chama ela assim, filho da puta. - Paulo reclama com o delegado, que dá outro chute nele - Fica quieto aí, pixaim. - Paulo ri  e retruca - Pixaim? Não foi assim que sua mulher me chamou ontem a noite. - O delegado ignora a provocação enquanto disca o número de Ariel.

--------------------[ Ariel ]---------------------
 

Não era de fato tarde da noite, mas para Ariel, que estava em um de seus dias mais femininos, encontrar uma padaria aberta aquele horário foi quase que um parto. Poderia ter ido para casa? Bem, sim, mas sua barriga roncava tanto que sabia que não teria cabeça pra fazer algo quando chegasse, nem mesmo passar pão na manteiga. Na verdade, Ariel fazia um drama quanto a padaria, já que essa em questão na qual havia entrado nem era tão longe de onde trabalhava,mas sua cabeça já estava cheia de coisas que quase não saberia dizer que dia era. Ao entrar no local, foi direto na lanchonete pedir um misto quente e um suco de laranja, fora um enorme pedaço de chocolate porque ela não é de ferro. Pegou sua comida e se sentou, devorando o misto com uma fome de horas passadas sem nem ao menos beber água direito.

Mas claro, como a vida adorava brincar consigo, seu telefone de trabalho tocou, e se segurou para não tacar o aparelho na parede.

- Quem será agora á essa hora da noite?

Ariel, uma pessoa de cabelos platinados até um pouco abaixo dos ombros tendo uma franja que pendia do lado direito do seu rosto que foi colocada para atrás da orelha com certa raiva por estar caindo na cara, falou com certo ódio. Seus olhos verde escuros encararam a tela através dos óculos arredondados que teimavam em escorregar pelo nariz.

Ao checar o número, Ariel reconhece que é do delegado de policia que ligou pra ela das ultimas quatro vezes que Paulo foi preso. 

- O que será que esse vagabundo fez dessa vez? - Ariel fala respirando fundo e bebendo um gole de seu suco, precisava parecer calma. Estando mais relaxada, atendeu o telefone. - Alô, boa noite senhor Delegado, em que posso ajudar? - Sua voz era calma e alegre, mas por dentro era puro ódio.

- Boa noite, senhorita Ariel... Creio que você já saiba do que se trata... - Ariel escuta Paulo gritando no fundo da ligação - Delegado de cu é rola! Qual é Ariel! - Ariel suspira e volta a falar.

- O que ele aprontou dessa vez senhor? Eu peço desculpas pelo comportamento do Paulo, nós estamos tentando controlar o seu...temperamento. - Ariel escuta o policial rir da sua frase mas ela não estava achando graça nenhuma. Quando visse Paulo iria castrar ele na tesoura.

- Agressão. Ele se meteu em uma briga de bar. De novo. - O delegado suspira olhando para Paulo, que continua deitado no chão, incapaz de se levantar por causa das algemas - Ele não apanhou e nem bateu tanto, conseguiram separar a briga dessa vez, mas as mãos dele estão bem sujas de sangue, acho que ele não bateu em só uma pessoa... Ah, e como pode notar, desacato a autoridade...

- Certo, certo. Então para os padrões dele está algo, entre belas aspas, leve, correto? - Ariel agradecia por não fumar, pois se ela fumasse um cigarro cada vez que recebia aquele tipo de ligação - não apenas envolvendo Paulo, já teria câncer no pulmão. - O que o senhor deseja de mim?

- Como sabe, todas as outras quatro vezes eu liberei ele com sua assinatura, burlando o sistema e tudo mais, mas agora fica um pouco complicado... Essa é a ultima vez que eu solto ele, o pessoal da federal já tá na minha cola. - O Delegado pausa, dando oportunidade para Paulo falar - Tá com medinho da federal? Tu não é de lá, porra? - O Delegado chuta Paulo na cara e volta a falar - Tendo isso dito... poderia vir buscar-lo uma última vez e assinar a papelada? - Ela responde sem ânimo nenhum.

- Hm, claro. Eu chego aí em... - Ela olha para o relógio na parede e depois para sua comida. Paulo poderia esperar um pouco.- Quinze minutos, tudo bem? O senhor me ligou durante a minha janta, haha.- Ela riu forçado para o Delegado. Se não fosse alimentada, provavelmente seria presa por assassinato.

- Entendo... Tudo bem, enquanto isso eu vou ter uma conversinha com ele... - Paulo grita para chamar a atenção dos dois - Deixa eu falar com ela! Deixa eu falar com ela! - O Delegado põe o celular no ouvido de Paulo - E aí querida, curtindo sua janta? Vou te pedir um favor, quando vier, vem com a minha moto ou com o carro  do Felipe, por favor. Quero passar em um lugar antes da gente ir pra casa. Beleza? - Ariel respira fundo pra não sair gritando o que queria para não parecer uma histérica.

- Querida é o teu rabo. E eu juro que quando eu chegar ai, é bom você não ficar se achando ou eu vou moer suas bolas. - Ela ameaça o outro em tom raivoso e baixinho. - Agora eu vou comer, tchau. - Ariel desliga o telefone e suspira, voltando a comer com certa pressa.

Teria de ir atrás da moto de Paulo, pelo menos sabia mais ou menos onde ela poderia estar. Queria mesmo era encher a cara e bater em alguém pra aliviar a tensão. Depois de comer, Ariel vai atrás da moto do Paulo, que estava estacionada no lugar de sempre, no Bar "Matanza", não muito longe da delegacia; a chave já estava na Ignição, é um milagre a Moto dele não ter sido roubada. 

- Eu deveria jogar essa porra no lago ou colocar uma placa de "pegue-me, por favor" - Ariel bufa e coloca o capacete e senta na moto, o segundo capacete está preso na parte de trás e vai dirigindo pra delegacia. Mesmo com raiva, segurança no trânsito vem em primeiro lugar. 

--------------------[ Malandragem ]---------------------
 

Ao chegar na Delegacia, ela já encontra Paulo e o Delegado segurando o delinquente pelo braço, Paulo acena para Ariel com um sorriso avermelhado por causa da surra que ele tomou, Ariel nega com a cabeça e coloca um sorriso no rosto para tentar parecer estar de bom humor. Queria ela mesma bater em Paulo. - Boa noite senhor delegado. Desculpa pelo Paulo...de novo - O olhar que ela lança a ele faz Paulo sentir um arrepio e rezar por suas bolas. Ariel via séries policiais demais e temia que ele fosse dado como desaparecido depois. - Pois bem, a papelada por gentileza para acabarmos com isso.

- Claro, claro... - O Delegado anda até a recepção, nisso Paulo olha para ela e diz.

- Obrigado por trazer minha moto... se você me deixar vivo até a gente chegar em casa, eu vou te recompensar. Juro. - O Delegado bate na cabeça de Paulo com uma folha.

- A gente simplificou pra você. Só precisa assinar na última linha da folha. - O Delegado entrega a folha de papel para Ariel.

- Obrigada.- Ela pega uma caneta em seu bolso e faz Paulo virar de costas, assinando o papel usando as costas dele para isso. - Aqui senhor e tenha uma boa noite. Agora vou levar esse aqui embora. - Ela sorri e pega Paulo pela orelha, indo em direção a moto. - Quero ver você tentar me recompensar.

- Ai! Ai! AI! Miséria! Tá, escuta, primeiramente, muito obrigado, se ele ligasse pro Felipe, eu ia passar a noite toda e talvez mais um pouco no xadrez... em segundo lugar, eu te levo... pra jantar no "La Mole", assim que eu parar no bar pra limpar meu rosto. Chegando em casa eu te deixo me espancar a vontade, por que eu sei que eu mereço... Fechado? - Paulo levanta seus polegares perto de seu rosto, com um sorriso.

- .....fechado. - Ariel acaba por aceitar o acordo. Iria realmente espancar Paulo de uma forma que sabia que ele não iria gostar nada.- Mas eu vou deixar esse jantar para amanhã porque agora só quero dormir antes que minha cabeça exploda. - Ela pega o capacete e senta na moto. - Você vai atrás porque não quero morrer essa noite. E sabe que uma hora ou outra o Felipe vai descobrir sobre hoje, não sabe? 

- Tá, mas pelo menos a bronca vai ser em casa, não atrás das grades com um monte de marmanjo... - Paulo bota seu capacete e senta na garupa - Mas... a gente pode parar no bar antes? Eu tenho que pegar a grana da aposta antes... - Ele fala com uma voz convencida.

- Eu deveria ter deixado você com o delegado.- Ela fala baixo enquanto liga a moto e vai dirigindo em direção ao bar. Ariel sabia que pegava leve demais com seus rapazes e que deveria parar com isso, mas pelo menos eles lhe respeitavam como deveria.

Ao chegar no Bar, Paulo tira o capacete e deixa na Garupa - Você pode vir comigo, se quiser... Ou ficar aí e me esperar... A Escolha é sua. - Paulo diz enquanto se direciona a entrada.

- Eu prefiro esperar. - Ariel fica sentada na moto e tira o capacete, tirando o óculos para ver se ele estava sujo. Sabia que se entrasse, iria querer beber. - Eu só me meto em furada... - Após uns dez minutos, Paulo sai do bar com o rosto limpo de sangue, apenas com as marcas dos socos e chutes que levou essa noite. Ele entrega um envelope a Ariel e coloca sua mochila nas costas - Vai querer parte do lucro? Você foi a chave dessa aposta dar certo. - Paulo diz isso com orgulho - Você merece um méritozinho. Metade da grana... 

Ariel abre o envelope e fica surpresa com a quantidade de dinheiro. - Talvez eu me arrependa de perguntar, mas como eu estou envolvida nessa aposta? - Ela guarda o envelope dentro do bolso da calça de forma que não voasse.

- Ah, simples. A gente armou uma luta. o pessoal do bar tava apostando que eu ia vencer e ia ser preso. Se eu voltasse da cadeia ainda essa noite eu ficava com todo o lucro. Já se eu Ficasse, o Alisson ia ficar com a grana... Mas cá estamos, $2500,00 no bolso de cada um, e eu com algumas bebidas na mochila. Diz aí, genial, né não? - Paulo ri enquanto ambos botam seus capacetes. Ele senta na garupa, se abraça em Ariel e ela começa a acelerar. Se Ariel não estivesse dirigindo, iria ter dado um tapa na própria testa.

- O que vocês chamam de genial eu chamaria de idiota. Mas já que parte do dinheiro é meu, não vou reclamar.

- Sabia que podia contar com você... Mas aí, o que acha de um bombom com licor? Eu ganhei uma caixa da Jannett, agora a pouco.

- Hmm...eu aceito. Você sabe que eu nunca recuso um doce. - Ariel fica um pouco mais feliz, doces tinham esse poder sobre ela. Apesar de que sua vontade ainda era jogar Paulo pra fora da moto; quem sabe numa outra oportunidade.

 

Continua.... (Provavelmente...)


Notas Finais


Em primeiro lugar, eu quero agradecer de coração à @Captain-Cosmos por ter a paciência e energia pra me ajudar a escrever esse capitulo, 2:50 da manhã não é pra qualquer um. Se essa parada fluir vai ser toploose de mais, e se não fluir? Bom... a gente tentou, né?

Música de final de capítulo: "Como tudo deve ser", da Banda Charlie Brown Jr. - https://www.youtube.com/watch?v=1xXL3cjdoCQ

Caso você não conheça Mifvah: https://www.spiritfanfiction.com/historia/mifvah-the-last-kingdoms-interativa-14476148

Meu Canal do Youtube, só pra quem gosta de umas paradas muito sem nexo: https://www.youtube.com/channel/UCceM7JRJKRkLSxCcp15UJoQ

Perguntas que ficaram sem respostas:

1- Por que o Delegado deixou Paulo se safar as 5 vezes que ele foi preso?
R- O Delegado já era corrupto por natureza, mas o fator decisivo foi o fato dele ter interesse em Ariel.

2- Qual é o Modelo da Moto do Paulo?
R- Harley Davidson - Thunderbike, modificada, com uma garupa e pneus carecas.

3- Como a moto do Paulo não foi roubada?!
R- Alisson, o amigo de Paulo e o cara que ele teve que bater para ser preso, ficou no estacionamento do bar, observando, até Ariel chegar, é claro.

4- Qual é a Relação entre Paulo e Ariel?
R- Eles moram na mesma casa, junto com o Carlos e o Felipe. Eles não tem nenhuma relação intima, até agora.

Pergunta bônus - Cosmos vai betar essa história?
R - Mas é claro que sim né amores?


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