História Behind the Closet - Capítulo 1


Escrita por: e jihanxxx

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Johnny, Taeyong
Tags Comedia, Johnyong, Mario
Visualizações 623
Palavras 634
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, LGBT, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Youngho avistou Taeyong encostado na parede próximo do colégio, andando em sua direção para cumprimentá-lo.

— Hey, bro. E aí, beleza? — Saudou com um sorriso no rosto, dando um soquinho na mão fechada do Lee.

— ‘Tô ok. E você?

— Tudo em cima — olhou para os lados, chegando mais perto amigo de fios vermelhos meio desbotados, encurvando um pouco as costas por ser mais alto. — Me diz uma coisa. Você conhece o Mário?

— Mário? Que Mário?

Aproximou-se do ouvido alheio, sorrindo sacana no processo, mordendo o lábio inferior. Taeyong juntou esperanças e em seu rosto vislumbrou-se uma expressão de deleite ao sentir a respiração tão próxima da área sensível que era o seu pescoço.

— Aquele que te comeu atrás do armário — e viu por último apenas um vulto correndo diante de seus olhos, provavelmente fugindo dos inúmeros tapas que receberia se ficasse ali durante muito tempo.

Taeyong rangeu os dentes, meio irritado com aquilo, mas não demorou mais que algumas horas para esquecer a brincadeira e conversar tranquilamente com Youngho, como sempre.

No dia seguinte, o americano aproximou-se do amigo ruivo na hora do intervalo, sentando-se de forma desleixada ao seu lado, não demorando-se ao apoiar o braço do ombro do mais baixo. Roubou uma de suas batatas fritas, recebendo um belo dedo do meio em troca.

— Ei brother, desculpa pela brincadeira de ontem. Era só zoeira.

— De boa, já esqueci.

— Mas me fala. Você viu o Má por aí?

— Má?

— É, cara. O Mário. ‘Cê sabe. Aquele que te comeu atrás do armário — levantou-se de súbito, já que sabia que em uma segunda vez, era capaz de Taeyong pegar aquele copo de refrigerante de cola e derramá-lo todo em seu cabelo cheiroso e recém-hidratado. Ou então resolver testar a anatomia humana e ver se um sanduíche inteiro de fast food descia pela garganta de um ser humano adulto — ou quase um, ainda que tivesse a mentalidade de uma criança. Mas não seria uma boa opção estar lá para que Taeyong tivesse alguma oportunidade de saciar suas curiosidades.

E algumas horas depois, perto da saída, o Lee pensava em alguma forma de se vingar. É, estava agindo mesmo como uma criança de sete anos. Até tentou cessar com os pensamentos infantis, mas ficou com raiva por Johnny tê-lo provocado para no final apenas fazer uma brincadeira idiota.

— Agora eu pego ele — reprimiu a vontade de falar em voz alta, mas tratou de completar mentalmente: “A noite toda, se Deus quiser”.

Viu o amigo conversando com uma garota que era da mesma sala que ambos durante a aula de História, que estava tentando se jogar em cima do mesmo, que em contrapartida apenas observava o horizonte, mais conhecido como a bunda redondinha de Kang Hyunggu, que estava pouco se fodendo para a sua existência, ocupado demais beijando o intercambista chinês Yan An.

— Desculpa atrapalhar a sua conversa, Johnny, mas eu queria falar algo com você — o americano o olhou com agradecimento por tê-lo tirado daquela conversa monótona, perguntando em seguida o que queria consigo. — Cara, seguinte, eu ‘tô muito preocupado procurando uma pessoa.

— E quem seria...?

— O Mário. Conhece?

— Hm, aquele primo do Edu?

— E-Edu?

— É, aquele que te fodeu o... — Teve a boca tampada pela mão de Taeyong, que o encarou indignado.

— Baixo calão demais! — Tirou a mão de sobre os lábios de Johnny, o fitando com uma expressão batida. — Droga, você sempre ganha... — Choramingou depois de um suspiro derrotado.

— Iti malia parece um bebê — apertou a bochecha esquerda do Lee, que o observou com ódio no olhar. — Não precisa ficar com raivinha, Yongie — aproximou-se do ouvido alheio como na primeira vez. Taeyong já esperava que fosse mais uma das piadinhas. E derrotado, apenas esperou o seu destino.

— Que tal brincarmos atrás do armário hoje?


Notas Finais


nao acredito que escrevi isso


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