História Behind the Scenes - Chaelisa - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Holland
Personagens Holland, Jennie, Jisoo, Kim Seokjin (Jin), Lisa, Personagens Originais, Rosé
Visualizações 99
Palavras 3.588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, FemmeSlash, Ficção Adolescente, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


e aí gente tudo bacana? (dd11 feels)

okay então demorei um bom tempinho para postar esse capítulo eu sei me desculpem, eu queria ter uma super justificativa para usar como desculpa mas não tenho rs

nesse capítulo dois novos personagens entraram na história e eles serão muito importantes para futuros acontecimentos, um deles é o TaeSeob mais conhecido como Holland e ele é o amor da minha vida, se por acaso vcs não conhecerem ele procurem ver I'm not Afraid e Nerverland pq esse bebê merece o mundo
enfim, boa leitura 💕

Capítulo 5 - C h o r e;


Fanfic / Fanfiction Behind the Scenes - Chaelisa - Capítulo 5 - C h o r e;


1. por metáfora

deplorar ausência de alguém ou sentir profunda triste afligir-se; sofrer, atormentar-se

2. demonstrar desejo muito forte de; pedir algo com insistência, jeito ou queixumes

22 de novembro 

09:38 am

seul, coreia do sul 


Ao ver o rosto familiar que a tanto tempo não via Chaeyoung sentiu que podia desmaiar a qualquer momento. A menina estava paralisada sua mão ainda segurava a porta, porém seu corpo não se movia e seu olhar não saia do rosto do homem em sua frente. Milhares de flashes do passado se passaram na frente de seus olhos, gritos, seu corpo encolhido no chão de seu quarto chorando desconsolada. 


— O-o que faz aqui? - A menina forçou sua voz para conseguir falar, porém ela soou falhada e um tanto chorosa. 


O homem aparentava estar nervoso, seus dedos apertavam a alça da mochila fortemente fazendo com que seus nós ficassem brancos. Limpou a garganta e fitou o rosto assustado da menina em sua frente. — Posso entrar? - Perguntou forçando seu corpo para frente, tentando entrar na casa. 


Chaeyoung hesitou durante alguns segundos, mas assentiu um tanto receosa e deu espaço para o homem entrar. 


— Você ainda não respondeu a minha pergunta, YongNam - Chaeyoung falou com a voz mais firme, o espanto já a havia sumido de seu organismo, agora tudo o que havia sobrado era o remorso que cultivava pelo homem mais velho. 


O homem estava de costas para ela e observava com admiração a casa da mais nova. Virou-se e suspirou triste ao encontrar o olhar raivoso da garota. — Chaeyoung… Eu… - Olhava para baixo agora, o peso da consciência em suas costas aumentava a cada segundo. — Eu sei que você provavelmente me odeia… Mas eu preciso de um lugar para ficar e…


— E você veio para a minha casa? - Chaeyoung o interrompeu. — Você sequer pensou antes de fazer isso? Como descobriu onde eu moro? - A menina não tentava esconder a raiva em sua voz. 


— Tenho meus contatos - O mais velho disse simplesmente, Chaeyoung quis dar um soco em seu rosto no exato momento que ele proferiu as palavras. — Eles também descobriram que você vai estrear na televisão, isso é verdade? 


Chaeyoung fitou o mais velho incrédula e então começou a rir sem qualquer resquício de humor. O homem a fitava com um ponto de interrogação ilustrado em seu rosto. — Minha vida não te diz a respeito… Não mais - Seu tom de voz era altamente sério assim como seu rosto. 


— Filha por favor… - Pediu tentando tocar o ombro de Chaeyoung, essa que afastou sua mão com um tapa. 


— Não ouse me chamar de filha! - Chaeyoung proferiu no rosto do mais velho, seus olhos brilhavam pelas lágrimas que teimavam para cair. — Você não tem esse direito, não depois de tudo - Ela já não segurava suas lágrimas, o homem em sua frente se tornou uma forma preta embaçada Sua cabeça funcionava a todo vapor trazendo lembranças desagradáveis. 


O som ambiente do quarto era feito de risadas e beijos estalados. Os corpos estavam aconchegados um no outro, suas pernas estavam entrelaçadas. 


— Quando nós casarmos, eu quero ter uma casa bem grande - SoYoung, namorada de Chaeyoung disse animada. Chaeyoung sorriu e fitou o rosto da outra garota. — Com um quintal bem grande para nossos filhos correrem. 


— E nós continuaríamos a morar aqui? - Chaeyoung perguntou enquanto desenhava linhas invisíveis com a ponta de seu dedo no braço da mais velha. 


— Na Austrália não. Talvez em algum país da Europa? 


— Inglaterra? - Chaeyoung sugeriu e levantou a cabeça sorrindo deixando um selinho nos lábios da namorada. 


— Inglaterra - SoYoung pensou por alguns segundos e depois assentiu sorrindo. — Londres me parece um bom lugar 


— Então nós vamos morar em Londres com os nossos cinco filhos. 


— Cinco? - SoYoung perguntou surpresa. 


— Sim, vai ser como um exército de crianças - Chaeyoung riu e inclinou seu corpo em direção ao da mais velha para deixar mais um beijo em seus lábios. Todo seu corpo ficou tenso quando escutou passos na escada, estavam muito próximos da porta de seu quarto. Ela até tentou, mas seu pai entrou no quarto antes que pudesse se afastar do corpo da namorada. 


O final da história não era nada bonito. As lembranças mais fortes que Chaeyoung guardava em sua mente eram de seu pai colocando sua namorada para fora da casa aos gritos e depois voltando ao quarto para deixar grandes e notáveis hematomas por seu corpo. 


O mesmo homem que havia causado tanto sofrimento a garota agora estava ali de volta. Chaeyoung não podia acreditar que o mais velho realmente pensava que podia voltar depois de tanto tempo e fingir que nada aconteceu. 


— Chaeyoung… - A voz soou baixa, parecia que YongNam tentava acalmar a garota para poderem ter uma conversa decente. — Por favor, vamos conversar como dois adultos. 


Chaeyoung negou com a cabeça e suspirou cansada cruzando os braços. — Eu não quero conversar, não temos nada para resolver - A menina fitou os olhos castanhos que tinham um olhar pidão e triste. — Você foi embora a muito tempo e ao longo dos anos eu aprendi a não depender mais de você ou de qualquer pessoa - Chaeyoung falava tudo de um jeito muito sério mesmo que seu coração se apertasse a cada palavra. — Então, por favor saia da minha casa e não me procure mais. 


YongNam fitou o chão e assentiu com a cabeça, logo ajeitou a mochila em seus ombros e dirigiu-se até a porta. A abriu, porém ao invés de sair ficou ali parado durante alguns segundos. Chaeyoung franziu o cenho e quando estava prestes a se pronunciar seu pai virou o rosto para o lado, mostrando seu perfil à garota. 


— Eu vou te deixar agora, Chaeyoung. Mas eu nunca deixarei de ser seu pai, nunca. Se algum dia você precisar de mim saiba que estarei aqui. 


Chaeyoung só permitiu-se chorar quando a porta se fechou. Suas pernas fraquejaram e ela deixou seu corpo cair sentado no chão, chorava compulsivamente e cobria a boca com a mão. A menina não sabia quanto tempo tinha ficado ali, no chão, mas foi o suficiente para seu estômago roncar e pedir por comida. Chaeyoung então se levantou enxugando as lágrimas e dirigiu-se até a cozinha, pegou qualquer coisa de sua geladeira e comeu de um jeito rápido. 


— Porque você teve que voltar justo agora? - Chaeyoung colocou as mãos sobre o rosto e abaixou a cabeça. Não queria mais chorar, mas não era como se conseguisse. Só a lembrança do rosto de seu pai fazia com que a menina quisesse chorar rios de lágrimas, sua falsa postura de forte finalmente havia se desfeito. Por que agora? Você não pode fazer isso. O toque calmo de seu celular a despertou de seus devaneios, na tela do mesmo brilhando de um jeito absurdo estava o nome e a foto de seu melhor amigo. 


— O que foi? - Atendeu de um jeito brincalhão, sua voz soou um tanto rouca. 


A sua empatia por mim me comove, Roseanne - TaeSeob falou com sua típica ironia. A garota sorriu e negou com a cabeça. — Enfim, estou chegando na rua de sua casa. Deixe a porta aberta porque sua estrela chegou. 


Rindo Chaeyoung caminhou até a porta e a abriu. TaeSeob era com certeza a única pessoa que podia alegrar seu dia no momento, eles eram amigos desde que a menina podia lembrar da sua existência. O mais velho não demorou a chegar, Chaeyoung logo se viu presa nos braços do mais alto em um abraço apertado. 


— Por que estava chorando? - TaeSeob perguntou assim que desfez o abraço, Chaeyoung abaixou a cabeça e reprimiu os lábios. Nada podia ser escondido de TaeSeob. 


A garota caminhou até o sofá e sentou esperando que seu amigo fizesse o mesmo. Fitou os olhos curiosos do garoto e suspirou pegando sua mão esquerda na esperança de trazer algum conforto para si mesma. 


— Meu pai voltou… - Chaeyoung não teve coragem de olhar para o rosto do mais velho. TaeSeob fechou seus olhos e respirou fundo tentando manter a calma, ele acompanhou todo o sofrimento que Chaeyoung passou nas mãos daquele homem. 


— O que aquele desgraçado queria? - Falou entredentes. Chaeyoung levantou a cabeça e com muito esforço fitou os olhos de seu amigo. 


— Ele precisava de um lugar para ficar e… - Sua voz soava chorosa e a menina fazia de tudo para não liberar suas lágrimas. 


— Está tudo bem em chorar, Rosie. Você não precisa ser forte o tempo todo - TaeSeob confortou a mais nova e segurou sua mão firmemente. Chaeyoung então deixou-se chorar no ombro de seu amigo, o mais velho envolveu seus braços em volta do frágil corpo de sua amiga. 


— Ele apareceu depois de tanto tempo e realmente achou que eu o acolheria dentro da minha casa - Chaeyoung disse após quebrar o abraço. — Ele queria conversar, mas eu o cortei e falei a verdade, falei que não precisava mais dele. 


— Você fez o certo, Rosie. Ele não merece seu perdão depois de tudo o que fez - Chaeyoung concordou com a cabeça convencida com as palavras de seu amigo. 


— Nós podemos, por favor, esquecer desse assunto? - Pediu enquanto se levantava e novamente enxugava as lágrimas. 


— Claro. Vem vou fazer nosso almoço - Chaeyoung franziu o cenho e arregalou os olhos ao olhar para o relógio e constatar que já se passavam das onze horas da manhã. 


— Na verdade eu já comi, mas adoraria ver você comendo - Sorriu ao escutar a risada do mais velho. 


— Ah, isso é ótimo. Posso comer o que quero e não me preocupar em fazer aquela comida estranha que você come - TaeSeob disse enquanto arregaçava as mangas de sua camisa. 


— Ei! Comida vegana é muito boa e muito mais saudável do que seja lá o que for isso - Chaeyoung disse fazendo uma expressão de nojo ao ver o pedaço de carne crua que TaeSeob havia posto na mesa. 


— Que seja, eu nunca vou abandonar a carne - Chaeyoung revirou os olhos e pegou seu celular para tentar se distrair da cena do mais velho cortando a carne. 


Navegando por sua timeline sem muito interesse a menina se sentia cada vez mais entediada. Isso até encontrar a foto que Lisa havia postado a alguns minutos, o sorriso presente em seu rosto fez com que Chaeyoung também quisesse sorrir, porém o corpo masculino ao lado de Lisa a impediu. Era o mesmo homem da foto que Chaeyoung havia encontrado na casa de Lisa, seu braço envolvia os ombros da garota e seu rosto não expressava felicidade como o da garota, talvez uma alegria por estar naquele ambiente mas não uma felicidade genuína. 


— Nossa eu daria tudo para saber o que você está pensando - A voz de seu amigo a despertou. 


— O que? - Perguntou confusa. 


— Sua expressão estava indecifrável, uma hora estava prestes a abrir um sorriso e na outra parecia querer socar seu celular - TaeSeob pegou o celular que a garota havia repousando na mesa. — Okay, ‘tá explicado. Você sabe se ela realmente namora esse cara ela claramente não sabe escolher namorados, por Deus! - Disse enquanto aproximava a imagem no rosto do homem. — Mas ela é linda de qualquer jeito. 

— Ela namora e é exatamente por isso que eu não posso me apaixonar por ela, então estou no processo de esquecer dessa paixonite idiota que eu criei por ela nos últimos dias - Chaeyoung retirou o celular das mãos de seu amigo e o desligou. 


— Eu queria ter essa sua força de vontade para esquecer as pessoas, se um cara sorri pra mim na rua eu já estou planejando como vai ser nosso casamento - Chaeyoung riu com a frase de seu amigo. — Mas então me diz como pretende esquecer sua paixonite quando vocês terão que se beijar na frente das câmeras? 


— As gravações estão perto de começar, mas nós ainda temos um tempo de preparação, então nesse meio tempo eu me esquecerei dela e depois apenas atuarei como a boa atriz que sou - Jogou seus cabelos para trás e fez uma pose convencida, TaeSeob riu divertido. 


— Boa sorte com isso, Lisa é tão linda que me faz questionar minha sexualidade. 


— TaeSeob, você é gay e essa é a única certeza da minha vida - A gargalhada de seu amigo fez com que Chaeyoung risse baixo. 


(...) 


Don’t you know I’m a naega neol ikkeuneun boss - As vozes soaram em uníssono quando o refrão da música chegou. TaeSeob bateu os dedos no volante e riu. — Don’t you know I’m a naega neol umjigil player. Don’t you know I’m a. 


A doce risada de Chaeyoung preencheu o carro. TaeSeob não demorou em estacionar o carro em frente a um parque. O garoto logo desceu e esperou por Chaeyoung fazer o mesmo, quando ela o fez TaeSeob rapidamente entrelaçou seus dedos e conduziu o passeio no parque. 


— Você sabe que não podemos demorar a reunião está marcada para daqui uma hora - Chaeyoung disse preocupada. 


— Okay, mas enquanto a hora não chega podemos fingir ser um casal hetero e esconder o fato de sermos gays - O garoto disse rindo e abraçando os ombros de Chaeyoung. A garota sorriu e abraçou a cintura do mais alto. — Então a “Pride Party” está chegando - TaeSeob sentou-se em um dos bancos distribuídos no parque e fitou sua amiga. — Você vai? 


Chaeyoung sentou-se ao lado do garoto e suspirou. — Não sei. Você sabe, provavelmente iremos estar nas gravações - Um sorriso brotou em seu lábios quando duas crianças passaram correndo e rindo em sua frente. 


— Não vai ser a mesma coisa sem você - TaeSeob exclamou com um bico nos lábios e abraçou a garota.


— Vou tentar ir, eu prometo - Riu entrelaçando seu mindinho com o de seu amigo. 


TaeSeob ergueu o braço e checou as horas em seu relógio. — Você quer ir para a reunião? Faltam 40 minutos - Chaeyoung deu de ombros e se levantou caminhando até a saída do parque, TaeSeob murmurou algo o que fez com que a menina virasse a cabeça em sua direção. A garota virou-se para frente novamente ao sentir o líquido gelado entrar em contato com sua camisa, o garoto em sua frente parecia querer se desculpar porém não conseguia formular uma frase concreta o que fazia sua boca emitir sons como: Eu… ah… d-desculpa. 


— ‘Tá tudo bem - A garota confortou o desconhecido e fitou sua camisa que agora tinha uma grande mancha vermelha e estava um tanto transparente. — É só uma camisa estúpida nada demais. 


O desconhecido assentiu com a cabeça e ajeitou o óculos em seu rosto rapidamente saindo da frente dos dois e seguindo seu caminho. 


— Você ‘tá bem? - TaeSeob perguntou com ar de riso. O garoto parou em frente de Chaeyoung e analisou sua camisa, com um sorriso malicioso voltou o olhar a seu rosto. — Se a Lisa não quiser, eu quero - Chaeyoung gargalhou e bateu no ombro do mais velho. 


— Idiota! - A garota caminhou em passos rápidos até o carro de TaeSeob. 


O mais velho entrou no carro e deu a partida. No caminho até o prédio Chaeyoung tentou de todas as formas secar sua camisa, porém parecia que a mancha ainda demoraria para sair. 


Estacionando o carro na frente do prédio TaeSeob negou com a cabeça olhando para sua amiga. 


— Okay, eu tenho um moletom no banco de trás se você quiser cobrir isso aí - Disse apontando para a camisa e se esticando para pegar o moletom. Chaeyoung a vestiu e suspirou aliviada ao ver que a camisa mal aparecia. 


— Ah, obrigada. TaeSeob você… 


— Oh, meu Deus! - Chaeyoung se assustou com a repentina fala de seu amigo. — Aquele é o carro de Kim Seokjin? - A garota estreitou seus olhos e avistou o tal carro que não estava muito longe dali. 


— Como você pode sequer saber disso? - Perguntou rindo. 


— Eu sou tipo o maior fã dele, então eu reconheceria o carro dele - Disse como se fizesse o maior sentido. 


— Você é louco - Riu e negou com a cabeça. 


— Chaeyoung, se você ver ele, por favor dê em cima dele por mim - Pediu a segurando pelos ombros. 


— Desculpe, amigo, mas ele não tem o que eu gosto - Riu novamente e abriu a porta do carro, franziu o cenho ao ver que seu amigo desceu do carro junto dela. — O que você está fazendo? 


— Vou dar uma volta pelo prédio para talvez trombrar com um certo ator - Arrumou os cabelos e abotoou os últimos botões de sua camisa. 


— Só não assuste o cara - A mais nova riu e entrou junto do garoto no prédio, o caminho dos dois logo foi separado com Chaeyoung entrando no elevador e TaeSeob explorando o térreo do prédio na esperança de encontrar seu ídolo. 


Uma vez sozinha na caixa metálica Chaeyoung não pode conter seus pensamentos. Sua cabeça a traiu fazendo a relembrar dos acontecimentos da manhã, fechou os olhos e encostou a cabeça na parede. Olá, Chaeyoung, a voz de seu pai ficava se repetindo de novo e de novo. Seu andar chegou a garota então saiu do elevador e caminhou lentamente até a sala de SeungSoo. Mesmo antes de chegar a porta já podia ouvir as vozes. 


— Hwanie - A voz de Lisa soou um tanto nervosa. 


— Você não cumpriu o que combinamos, Lalisa - Chaeyoung espiou Lisa e Ji Hwan pelo feixe da porta. O homem cruzou os braços em frente do seu peito, fitando Lisa em busca de respostas. — Espero que tenha uma boa desculpa. 


— Hum… - Lisa olhou para o chão tentando formular uma boa resposta em sua cabeça. — Jisoo! Ela voltou de viagem ontem, eu fui vê-la e acabei esquecendo - A garota sorriu tentando parecer convincente. 


Ji Hwan apoiou as mãos sobre a mesa e se inclinou em direção à menina. — Devo acreditar em você, Lisa? - A garota engoliu seco, Chaeyoung decidiu entrar na sala. Lisa virou seu rosto rapidamente e sorriu ao ver a garota mais velha entrar no ambiente. 


— Chaeyoung-Ah - A mais nova levantou da cadeira e se escondeu atrás do corpo da outra garota. — Ji Hwan está sendo malvado comigo - Lisa escondeu seu rosto no ombro de Chaeyoung e riu. 


— Isso mesmo se esconde atrás dela - Ji Hwan disse claramente alterado, Chaeyoung nunca tinha visto o mais velho daquele jeito sentia-se assustada. As mãos de Lisa apertaram seus ombros o que fez a mais velha constatar que a outra também estava assustada. 


— O que está acontecendo? - A voz de SeungSoo soou em algum ponto perto da porta. Ji Hwan encarou o outro homem e negou com a cabeça sentando na cadeira atrás da mesa. 


— Nada. 


Chaeyoung ainda estava muito confusa sobre o que havia acontecido ali, mas sentou-se numa das cadeiras que tinham em frente a mesa, Lisa imitou seu ato. 


— Ah, certo - SeungSoo pôs se a falar. — Só estamos esperando mais uma pessoa para começarmos a reunião. 


Lisa desviou seu olhar para Ji Hwan, o homem fitava o chão com um semblante sério. A menina estava espantada com a atitude do mais velho, nunca, desde que conheceu Ji Hwan, havia visto ele daquele jeito. Algo tinha acontecido com o mais velho e Lalisa sentia-se disposta a descobrir o que era. A porta foi aberta, todas as cabeças se viraram para sua direção, um homem alto então entrou. O homem sorriu sem jeito e caminhou até o lado de SeungSoo. 


— Desculpem se demorei - Disse um tanto tímido. Chaeyoung sentia vontade de rir ao constatar que o homem que seu amigo procurava desesperadamente lá embaixo estava em sua frente. — Me chamo Kim Seokjin - Fez uma breve reverência e colocou um sorriso no rosto. Lisa o fitava com admiração visível em seu rosto, Kim Seokjin era um dos atores mais renomados de toda a Coreia. 


— Creio que as menina seja o conheçam, Jin - SeungSoo disse e voltou o olhar para as duas meninas. — Jin será meu co-diretor e também fará uma breve participação no drama - Um sorriso orgulhoso estava estampado em seu rosto. — Kim é uns dos fundadores do projeto “House1” que acolhe pessoas LGBT que foram expulsas de casa, ele é como um filho para mim então o tratem bem - Disse em um tom brincalhão fazendo Chaeyoung e Lisa rirem. 


— Certo, podemos começar essa reunião logo? - A voz estressada de Ji Hwan causou um silêncio constrangedor. 


— Claro - SeungSoo disse sério sentando-se ao lado do homem, Jin se acomodou na cadeira ao lado de Chaeyoung. — Nós vamos começar falando da… 


Lisa mal prestava atenção nas palavras do mais velho, seu olhar se mantinha fixo em Ji Hwan. Uma preocupação enorme tomava conta de seu corpo, seu amigo só ficava daquele jeito por duas razões: Por a pressão familiar que ele era submetido ou… pelas drogas ilícitas a quais ele tem dependência. Nenhuma das duas opções agradava a garota. 



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