História Behind the Scenes - Capítulo 12


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Categorias Orphan Black
Tags Cloneclub, Drama, Orphan Black, Romance, Tatiana Maslany
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Palavras 3.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores! Mais um capítulo de Behind the Scenes recheado de humor, pra dar uma quebrada na tensão rs. Espero que curtam. Boa leitura.

Capítulo 12 - Premiere


(…)

— Ali, eu gostaria de te falar uma coisa. — ele disse um pouco ruborizado e menos confiante do que o usual.

— Pode falar. — incentivei.

— Na verdade, eu prefiro agir. — ele nem me deu tempo pra pensar e me roubou um beijo.

 

O beijo me atordoou. Inesperado. Essa era a melhor definição para ele. Contudo, mais inesperada ainda foi minha reação:

— Quer subir? — convidei Jason, disposta a dar início a missão: apagar Tat da minha vida. Quem sabe uma boa foda seria a chave para o sucesso?


Ele aceitou dando o sorriso mais satisfeito de todos. No elevador, admito que já estava quase dando para trás, quando Jason investiu sobre mim, com uma pegada a la Cristian Grey, que me encorajou novamente.


No meu apartamento, fizemos sexo regado à bebida e música. Zero arrependimentos. Se foi bom? Foi. Acima das expectativas inclusive. Mas evidentemente não tinha o magnetismo, aquela faísca, que só existe quando se ama. Era apenas sexo. Que pena o cérebro não se comunicar com o coração nessas horas.


Ele não pediu pra ir embora, nem nada. Apenas ficou. Dormimos juntos, o que eu particularmente não achei uma boa ideia. Pela manhã acordei com ele preparando o café e levando pra mim na cama. Naquele momento desejava um cara menos fofo, pois não queria que ele sofresse comigo, assim como estava sofrendo por outra pessoa. Por isso resolvi ser clara:

 

— Jason, tenho que te falar algo.

— Claro. Pode falar.

— Eu não quero ser rude, ou algo do tipo. Só quero deixar as coisas bem claras, porque você tem sido muito legal comigo.

Ele assentia enquanto me ouvia, com rugas visíveis de preocupação.

— Eu não quero nada sério. Na verdade estou fugindo de relacionamentos, se é que me entende. — ele ficou relaxado imediatamente após ouvir o que eu tinha a dizer.

— Não se preocupe, que eu não vou te cobrar nada, ok? Mas agradeço sua sinceridade.


Aquilo foi como tirar um peso das minhas costas.

 

— Mas a gente pode continuar se vendo? — ele questionou e eu denunciei minha hesitação, afinal aquilo não tinha dado certo pra mim há tão pouco tempo, será que daria certo pra ele? Ele continuou:

— Ali, eu sou adulto. Respeito sua preocupação por mim, mas no momento eu quero me sentir bem e com você eu consigo isso. Podemos somente nos divertir?

— Certo. — concordei mais tranquila e tomamos um café relaxados.


Nesse mesmo dia gravamos. Busquei minha mãe, irmã e sobrinha no fim da tarde no aeroporto, o que me causo uma extrema alegria. A saudade era gigante e sabia que elas seriam quase um remédio para minha alma. No dia seguinte iríamos juntas para o Canadá para a premiere, porém achamos que seria mais conveniente elas deixarem a maior parte da bagagem já em LA. Como era bom revê-las, ainda mais sem o entojo do Fred por perto. Bendito seja seu emprego que não o liberou.

 

Partimos para o Canadá na sexta no fim da tarde. Josh estava a nos aguardar no aeroporto e minha mãe o adorou de cara. Ficamos no apartamento em que eu permaneci durante parte do tempo em que morei no Canadá. O prazo do contrato não tinha expirado ainda, portanto eu o manteria por mais alguns meses.

 

Perdemos a noção das horas conversando e bebendo um champagne que Josh havia providenciado. Ele mesmo se empolgou com Su e mamãe, que apesar de não falarem inglês, tinham assunto que não acabava mais com ele. O álcool era praticamente o tradutor simultâneo, agindo com minha ajuda e o fato de Josh arranhar um espanhol. Josh nos atentou para o horário avançado. Partiu e chamou atenção para que fizéssemos o mesmo.

 

Coloquei Bia e minha mãe para dormirem no quarto. Susana e eu dividimos o sofá-cama, como nos velhos tempos em que dividíamos o mesmo quarto. Chegava a ser nostálgico.

— Adorei seu cabelo por sinal. Pena que não dá pra eu fazer tranças nele para pegar no sono. — ela brincou e eu ri em resposta.

— Verdade, não dá. Não como antes.

— Preparada para amanhã?

— Tenho que estar, mas estou um pouco nervosa. Primeira vez que encaro imprensa pra valer.

— Minha dúvida era mais sobre o reencontro porque com a imprensa sei que vai tirar de letra.

— Prefiro nem pensar nisso. Acho que revê-la vai colocar por água abaixo todos os meus avanços.

— Avanços?? — ela indagou tão curiosa que até mesmo se virou pra mim, como se pra captar cada detalhe do que eu pudesse contar.

— Estou pegando alguém. — anunciei.

— Sua vaca! Você não me contou! — ela exclamou me batendo literalmente com um travesseiro.

— Estava primeiro analisando o território.

— E quem é a felizarda?

— Felizardo. — remendei-a.

— Uhmmm voltou às origens então.

— Não vou me podar de nada. Não quero me restringir. Meu critério é o momento.

— Uaaaaau. Alicia a aventureira. Ahhhh que saudade da minha vida de solteira. Me conta imediatamente como é o cara. — exigiu minha irmã.

— Ele se chama Jason, tem inúmeros prós. Pouquíssimos contras.

— Vamos aos contras, porque gosto de saber logo da tragédia. Esse lance de focar nas coisas boas, eu deixo para o meu consultório. — ela me fazia rir como ninguém.

— Os poucos contras são os seguintes: ele é fofo demais, trabalha comigo e não é a Tat.

— Sobre ele ser fofo demais, não entendi porque isso é ruim. Você merece alguém que a trate bem. Sobre ele trabalhar com você, séries chegam ao fim.

— E Doctor Who? Greys Anatomy? Supernatural? — lembrei-a, mas ela me fuzilou com o olhar.

— E sobre ele não ser Tat, MEO DEOS, que feitiço é esse que essa mulher fez?

— Não sei. Só queria tomar um antídoto, receber um contrafeitiço, sei lá. Só queria esquecê-la.

— Tudo a seu tempo irmãzinha.

— Melhor dormirmos, amanhã não quero parecer do elenco de The Walking Dead.

— Tem razão. — ela concordou rindo.

 

Acordamos no horário combinado e iniciamos nossa arrumação. A premiere seria no fim da tarde, culminando com o painel durante a noite. Josh tinha providenciado uma pessoa para cuidar das nossas roupas e maquiagem, o que achei ótimo. Minha família ficou nas nuvens. Vê-las felizes me fazia também extremamente feliz. Josh foi quem nos levou e inclusive providenciou uma babá para cuidar de Bia naquela noite. Nos últimos tempos, acho que eu era o centro das atenções do plantel dele, graças ao novo e promissor contrato e eu adorava receber toda essa atenção. Me fazia me sentir segura.

 

A premiere seria no principal cinema de Toronto, que tinha sido reservado exclusivamente para o evento. O episódio inicial na última temporada seria transmitido para equipe, imprensa e convidados, entre eles fãs selecionados por meio de um concurso nas redes sociais, e apenas no dia seguinte iria ao ar semanalmente. Em pouco mais de dois meses a série se daria por encerrada.

 

Chegando na entrada, parte da imprensa canadense estava a postos fazendo perguntas para o elenco, que aos poucos eu reconhecia à distância. A premiere estava longe de ser um evento glamouroso como aquelas premiações que vemos na TV, mas tenho que dizer que estava como minha irmã dizia: “arrasante”. Josh me deu algumas dicas sobre como me portar diante dos entrevistadores e a moça de nome Lily, além de me ajudar com figurino e maquiagem, me deu dicas e referências de qual era meu melhor perfil para fotos (eu nem sabia que tinha isso!). Ela me fez perceber inclusive, que minha postura era péssima e que tinha que me policiar quanto a isso.

 

Cheguei supondo que a grande maioria dos entrevistadores não iria me abordar, pelo fato deu ser nova na série, mas pelo visto estava enganada. Nem bem pisei no local e já fui cercada por alguns que possuíam inúmeras curiosidades sobre essa nova e importante personagem da série. Em meio a essas abordagens revi meus colegas de trabalho e não me contive em cumprimentá-los com tamanho saudosismo. Abracei a cada um que via, que correspondia de forma afetuosa e com palavras de carinho. Minha família, assim como outros convidados foram encaminhados para o interior do cinema um pouco antes, enquanto fazíamos ainda mais alguns atendimentos externos. Não demorei até vê-la. Meu subconsciente buscava por ela, contrariando minha racionalidade. Os nossos olhares se cruzaram, enquanto caminhava em direção à entrada. Senti o fôlego se perder, o ritmo cardíaco aumentar, a boca secar. Ela, que ainda falava com uma repórter, parou o que estava fazendo e caminhou em minha direção obstinada. Ela não disse uma palavra sequer. Somente me abraçou. Um abraço forte e quente. Ahhhh aquele cheiro. Perdi a noção do tempo naquele abraço e por suposto, ela também, que se desvencilhou apenas pra me olhar nos olhos e dizer:

— Senti tanto a sua falta. — a frase soou mais dolorida do que ela pretendia e eu me senti uma filha da puta. “Acorda Alicia, você é a certa da história”!

— Eu também. — foi o que consegui dizer.

Fomos despertas de nossos pensamentos e emoções por alguns fotógrafos que pediram uma foto juntas. Nos posicionamos inicialmente sem graça, mas as dicas de Lily me vieram à mente, e eu tentei ser o máximo possível profissional.

 

Fomos conduzidas para os assentos no interior do cinema e nos perdemos de vista novamente. Sentei ao lado da minha família que rasgava um sorriso de orelha a orelha.

— Tudo é tão lindo e glamouroso!! — minha mãe exclamava. — Tenho muito orgulho de você minha filha.

— Todas temos! — Susana completou entusiasmada.

Me peguei esticando o pescoço procurando-a na sala, todavia logo meu lado racional voltou à tona e eu preferi parar de pensar naquilo. A abertura começou saudada por fortes aplausos da audiência. Eu estava numa satisfação tremenda. Quando o episódio começou senti um “futucão”.

— Alicia, cadê as legendas? — minha mãe me interrogou em voz baixa.

— Mãe, estamos no Canadá, não tem legendas. As pessoas aqui falam inglês. — expliquei.

— Mas e como é que eu vou entender? Me dá aqueles pontos de ouvido com tradução simultânea. — eu quase revirei os olhos ao ouvir aquilo.

— Mãe, aqui não é a conferência da ONU. Não tem tradução simultânea. Prometo que depois te explico. E daqui a pouco sai na Netflix.

— Tudo bem. — ela disse com um bico do tamanho do mundo. — Mas vai ter que me apresentar à Tatiana no final, para se redimir.

— Ok, ok. — respondi encurralada, afinal sabia como era minha mãe.

 

Quando eu apareci na tela, as duas quase puxaram uma ola no cinema e eu quase me abaixei para não ser notada. Apesar de envergonhada, amava a forma como elas torciam por mim. Eu fiquei encantada com a magia da pós-produção. Como a edição, iluminação, som, faziam total diferença. Como era curioso o fato de eu meio que não me reconhecer na tela. Era realmente como se eu estivesse enxergando uma outra pessoa, a personagem. Nem preciso dizer que era de suspirar a cada vez que Tatiana surgia na tela interpretando uma clone diferente.

 

O episódio chegou ao fim seguido de aplausos ruidosos. De lá fomos conduzidos a uma sala /camarim enquanto preparavam a sala de cinema para o painel. Uma longa mesa com cadeiras estava sendo posicionada à frente, onde sentaríamos e seríamos abordados com as mais diferentes perguntas ao longo de uma hora. Segui o resto da equipe e levei minha família junto. Lá apresentei as duas aos membros do elenco que estavam presentes. As duas se renderam à simpatia natural de todos. A última a chegar no recinto foi Tatiana. Não queria abordá-la de pronto, mas minha mãe (pra variar) estragou toda minha premeditação. Mal Tatiana entrou e ela já foi saltitante em sua direção. Minha irmã assistiu a tudo com uma vontade tremenda de rir, não sei se a vontade era de rir da minha cara ou da minha mãe.

 

Minha mãe abordou Tatiana falando em português, afinal não sabia muita coisa de inglês. Tatiana foi extremamente receptiva, logo a envolveu em um abraço. Eu não tive outra escolha a não ser me aproximar.

— Tatiana, essa é minha mãe Clara e essa é Susana, minha irmã.

— Oi Clara, oi Susana. — ela disse em português, ganhando minha mãe sem grandes dificuldades. “Sabe de nada inocente”, pensei.

— Fala com ela que eu adoro ela, que sou uma grande fã do trabalho dela. — minha mãe exigiu.

Traduzi cada palavra pra Tat que se mostrou lisonjeada.

— Fala pra sua mãe que agora eu sei de quem você puxou tamanha beleza. — Tatiana pediu e eu fiquei toda sem jeito, por isso preferi dar uma sutil alterada na tradução, ao falar para minha mãe, minha irmã logo notou.

 

A produção passou recolhendo os nossos familiares. Agora eles seriam encaminhados a seus respectivos lugares, pois o painel se inciaria em questão de minutos. Tatiana não se afastou de mim, após a saída de minha mãe e irmã.

— Como andam as coisas no novo trabalho? — ela me questionou trivialmente.

— Estou curtindo bastante. Bem diferente do que fazíamos.

— Imagino que seja. Muito mais rápido pra gravar suponho. — ela brincou.

— Bem mais rápido, não tem clones. — ri em retorno. — Mas sinto falta da galera, das locações, muito fundo verde, se é que me entende.

— Tudo tem seus prós e contras.

— Definitivamente sim. — respondi me lembrando da conversa com Susana na noite passada. — E você? Projetos novos? — procurei manter a linha educada. — Vi muitos outdoors, da sua campanha com Tom espalhados pela cidade. Parabéns, ficou lindo.

— Obrigada. — ela agradeceu parecendo desconfortável com a citação sobre Tom. — Filmamos um curta juntos, deve sair no próximo semestre. Agora ele está gravando Knightfall na Inglaterra e eu estou pra escolher um novo projeto. Estou com dois em mãos, mas com muitas dúvidas.

 

Uma das organizadoras apareceu e interrompeu nossa conversa.

 

— O moderador começará a chamá-los agora. A cada nome indico a cadeira que sentarão.

Nós duas nos entreolhamos, acho que, no fundo, chateadas por termos sido interrompidas. Achei que fosse ficar aliviada, mas percebi que queria mesmo saber mais sobre o que acontecia na vida dela.

 

Os primeiros a serem chamados foram Graemer e John. Em seguida, chamaram Kathryn Alexandre e euzinha. Me senti enrubescendo com a recepção e me sentei ao lado de Kathryn ainda tímida. Do meu lado esquerdo sentou-se Kevin, intérprete de Art, seguido de Jordan, Kristian, Évelyne e Tat. Sendo que as duas últimas foram recebidas com muito mais que aplausos, gritos histéricos de fãs que também estavam presentes.

 

Eu meio que estava preparada para o que vinha a seguir. Em geral, como fã, já havia assistido, mesmo que somente online, dezenas de painéis. Então a ordem natural das coisas era o moderador falar primeiro com Graemer e John, em seguida dirigir uma pergunta a cada um de nós. Ou seja, deveria receber apenas uma pergunta ao longo de tudo aquilo. Depois possivelmente abririam para perguntas da plateia e esse momento de forma geral tendia a focar nos protagonistas ou personagens de maior apelo, que eram de Tat e Évelyne.

 

O moderador deu início às peguntas com extrema simpatia e bom humor, até que se dirigiu a mim:

— Alicia, muito me surpreendeu saber que esse foi seu primeiro trabalho na TV. E ainda por cima me falaram que as cenas que foram ao ar dispensaram dublês. Sua personagem ainda vai nos garantir muitas cenas de ação? Como foi a experiência pra você?

— Foi a experiência mais incrível da minha vida, da qual eu nunca vou me esquecer. Vou agradecer a esses dois caras pra sempre. — disse me voltando pra Gramer e John.— Eu cheguei totalmente crua e Orphan Black foi minha escola, com os melhores professores que se podia ter. Sobre as cenas de ação, tem muita coisa por vir ainda. E se elas foram possíveis a gente deve aos nossos instrutores maravilhosos, Bob e Karl.

O elenco aplaudiu sabendo da importância dos dois e de muitos outros que tornaram possível cada cena que iria ao ar.

— E tem a parte que ela não contou. — anunciou John e eu o encarei curiosa.

— Conta pra gente, que todo mundo aqui quer saber. — o moderador instigou John.

— Ela não apenas dispensou dublês, como continuou gravando mesmo depois de nocauteada por Tatiana.

Nessa hora o elenco caiu na gargalhada e eu também. E eu já ia me esquecendo daquela fatídica joelhada na cara. Tatiana ficou vermelha ao se lembrar.

Minha pergunta, portanto, se estendeu um pouco mais, até que eu relatasse o ocorrido. Não com detalhes da cena, uma vez que essa só viria ao ar mais no fim da temporada.

— Eu não queria gravar. Ela me convenceu. — Tatiana interveio na história. — Ela disse que não tinha medo, que confiava em mim, me convenceu a muito custo.

— O que foi uma tremenda mentira, porque eu estava me cagando de medo e de dor. — acabei contando.

A plateia riu incessantemente e a turma do elenco também, inclusive Tat que foi pega de surpresa por aquela revelação.

O painel decorreu sem que eu pudesse sentir o tempo passar e eu muito pouco interferi. Ao fim, retornamos a sala que funcionou como nosso camarim. Tive uma boa conversa com Graemer e John que quiseram saber sobre o que eu estava fazendo e comentaram sobre um possível novo projeto, que se aprovado eles queriam me envolver e claro que eu fui extremamente receptiva. Caminhei ao encontro da minha família e tomei um susto ao observar Tatiana “falando” com elas.

— Eu estava convidando Tatiana pra almoçar com a gente, amanhã, já que é o nosso último dia aqui. Fazer algo bem brasileiro pra ela conhecer. — minha mãe anunciou.

Se eu tivesse um buraco pra esconder minha cabeça no núcleo da Terra, teria feito isso.

— Conseguiu entender o que ela disse? — perguntei a Tat.

— Sua irmã me ajudou a compreender e eu aceitei com muito prazer. — ela respondeu e ainda sorriu maliciosamente.

— Então te esperamos. — eu afirmei tentando manter a compostura e discrição.

Nos despedimos, mas ela me impediu pelo braço.

— Vão na frente que encontro vocês daqui a pouquinho. — avisei minha mãe e irmã, sendo que a última quase me engoliu com os olhos.

Encarei Tat tentando conter qualquer impulso que pudesse ascender.

— Eu já me arrependi de várias coisas na vida, mas nunca me arrependi tanto do silêncio como agora. Eu voltei lá naquele dia. — ela disse.


Notas Finais


Quem tem uma família dessas levanta a mão rs
Vamos ver como será o desenrolar das coisas nesse almoço! Será que Tat se declara? Mas ela ainda tá com Tom...
Vai dar b.o, ou não?
Até semana que vem! Bj bj


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