História Behind The Spotlight - Capítulo 14


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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, 5sos, 5sosfam, Amor, Ashton Irwin, Bandas, Calum Hood, Calumhood, Celebridades, Famosos, Fanfic, Gomez, Hollywood, Los Angeles, Luke Hemmings, Michael Clifford, Romance, Selena, Selena Gomez, Vida
Visualizações 54
Palavras 3.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eai nenes

Capítulo 14 - Hes unbelievable


Fanfic / Fanfiction Behind The Spotlight - Capítulo 14 - Hes unbelievable

Noc, noc, noc

 

Abro os olhos mas logo os fecho por causa da claridade, piscando várias vezes e me perguntando porque insisto em dormir sem fechar as cortinas. O barulho de alguém batendo na porta me faz despertar, olho para o relógio em cima do criado mudo e me assusto quando o vejo marcando onze da manhã. Eu estava tão cansada ontem que apaguei tão rápido e dormi mais do que sou acostumada. Logo quando penso em me levantar, escuto a porta do quarto de Beatrice ser aberta e sua voz rouca grita:

— Eu atendo. — escuto seus passos pela casa, sumindo pelo corredor e resolvo não me dar o esforço em me levantar, mesmo estando um pouco curiosa em saber quem era a uma hora dessas, pensei até que poderia ser o Dylan mas ele nunca vem de manhã. 

 

Rolo na cama, abraço um travesseiro tentando tirar forças de algum lugar para me levantar, mas permaneço ali curtindo aquela preguiça matinal. Quando estou prestes a pegar no sono novamente, escuto minha porta sendo aberta com certa lentidão, então resolve me virar para ver quem era e me deparo com um par de olhos castanhos que logo encontraram os meus e sou inundada por um sentimento inexplicável

— O que você está fazendo aqui? — pergunto ao garoto moreno e não consigo mais esconder meu o meu sorriso. O coração tão disparado que tinha medo de ser escutado do outro lado do apartamento

— Bom dia pra você também. — Calum sorri, tímido. Ele encosta a porta e se joga em minha cama, ao meu lado

— Bom dia. — respondo e me viro para ele — Como você passou pela portaria? 

— O porteiro me conhecia. 

— De onde? — arqueio uma sobrancelha

— A filha dele gosta da banda, ai eu dei um autografo pra ele e... — Calum para de falar quando escuta o som da minha risada ecoar pelo quarto e sorri 

— Oh meu Deus, eu não acredito que você fez isso. — respiro fundo, me recompondo e ele apenas da risada 

— Eu tentei te ligar um milhão de vezes mas parece que seu sono é mais pesado que o do Michael. — assim que ele explica, eu arregalo os olhos procurando pelo meu celular na cama e achando logo de baixo do meu travesseiro 

— Sem bateria. — digo, e mostro a tela preta e trincada — Eu peguei no sono tão cedo e nem coloquei pra carregar. 

— Percebi. — ele umedeceu os lábios. Me estiquei até o criado mudo, onde havia uma tomada ao lado com o carregador enfiado, então apenas conecto no celular e deixo ali para carregar, voltando a me virar para ele logo em seguida — Mas enfim, vim aqui porque tenho algo pra você.

— O que? — pergunto com o cenho franzido. Observo Calum tirar um envelope branco do bolso e estender para mim — O que é isso?

— Abre. — diz enquanto me olha nos olhos. Desvio o olhar para rapidamente abrir aquilo em minhas mãos, fico confusa ao ver o que me parece ser duas passagens aéreas para Sydney e olho para ele mais confusa ainda, me sento na cama enquanto eu tento processar aquilo

— Calum? — olho para ele novamente 

— Ok, você parece o Luke de tão lerda. — ele da risada mas logo termina de falar — Eu não sei o que você programou para o resto da semana, mas só sei que vai cancelar tudo e eu e você vamos para Austrália. 

— QUE? — grito, fazendo-o se assustar — Mas as passagens estão com a data de hoje?

— Sim, algum problema? — ele pergunta, confuso e balanço a cabeça

— Eu não sei o que dizer. Você é completamente doido!!!

— Isso é bom? 

— Talvez, mas Calum eu... você pagou por...

— Ih, nem começa. — Calum me interrompe e se senta — Eu fiquei três anos sem ver você, sem te presentear no seu aniversario e eu só quis fazer uma surpresa, aproveita que não é sempre. — ele riu — Já me resolvi com os meninos, com os empresários e nós ganhamos algumas semanas de folga antes de voltar ao trabalho, então eu não aceito um não como resposta, você sabe que eu fico chateado.

— Você não muda esse jeito mandão nunca, né? — pergunto com um sorriso nos lábios

— Não sou mandão — ele revira os olhos

— Você resolveu tudo nesse pouco tempo?

— Sim. 

— Oh! — olho para passagem e olho para ele novamente — Nós vamos pra casa!?

— Nós vamos pra casa. 

— Eu vou ver o meu pai. — digo e então não me segurando mais, apenas me jogo em seus braços. Abraço seus ombros e com o susto junto com o impacto, ele acaba caindo para trás e se deitando. Sinto seus braços em volta da minha cintura, me abraçando forte e o som da sua risada abafada por causa do meu cabelo me causa arrepios. Fecho os olhos tentando aproveitar aquele momento, meu nariz esta estrategicamente parado bem próximo ao seu pescoço, onde seu perfume esta mais forte e fazia questão de impregnar em minhas narinas — Obrigado, Cal! — murmuro e em resposta ele faz um carinho em minhas costas 

— Você gostou? — questiona

— Sim. Alias, que horas vamos? 

— Não tenho certeza, vê ai. — ele pede. E eu juro que naquele momento tudo que eu fiz foi algo espontâneo e inocente, mas que eu só percebi depois de ter feito. Sem sair de cima dele, eu me sentei entre seu quadril e sua barriga, peguei o envelope na cama, abri e tirei as passagens de dentro para ler

— As nove e quarenta. — leio em voz alta 

— Então vamos sair daqui umas sete horas, ok?

— Pode ser. — guardo a passagem novamente dentro do envelope e deixo de lado — Você falou para sua mãe?

— Sim, ela ficou tão animada que vai ao mercado fazer compras — diz rindo e eu não me seguro 

— Que saudade dela. — digo manhosa

— ALGUEM AI TA COM FOME? — Bea grita da sala, chamando a nossa atenção

— SIM! — grito de volta e sinto uma arrepio ao perceber a ponta dos dedos de Calum tocando a meu joelho desnudo, propositalmente ou não. Olho para ele e percebo que seus olhos já estavam me olhando, como se tivessem me analisando ou coisa do tipo

— Mary? — ele me chama e antes que eu pudesse responder, Calum começa a rir 

— O que foi? — questiono confusa e ele passa os olhos sobre mim. Então é ai que a minha ficha cai e eu percebo que estou vestida apenas de calcinha e uma camiseta grande de dormir

— Ah! — solto um grito abafado pela coberta que puxo até o rosto, em seguida saio de cima dele e me jogo ao seu lado. Sinto minhas bochechas corarem violentamente

— Mary... — ele me chama ainda achando graça

— Eu esqueci desse detalhe. — enfio o rosto no travesseiro, morrendo de vergonha. Meu Deus, não basta isso e eu ainda estava sentada em cima do garoto, tudo bem que ele é meu amigo mas é estranho até para nós

— Mary, relaxa! É como te ver de biquini. 

— Não é a mesma coisa. — finalmente crio coragem pra olhar para ele 

— É quase. — ele ri novamente e se levanta da cama — Agora vai se vestir para comer, antes que você afunde pra dentro do colchão!

— Engraçadinho. — me sento na cama, embolada em meio ao cobertor e Calum para na porta antes de dizer

— A propósito a estampa dos Minions é bem legal. — ele joga aquilo no ar e eu demoro alguns segundos para processar que ele estava falando da minha calcinha

— CALUM! — grito indignada e taco um travesseiro em sua direção, mas tudo que acerto é a porta que foi fechada por ele enquanto soltava uma risada gostosa. Sorrio e fico envergonhada sozinha, então decido me levantar com certa preguiça, procurando pelo meu short e encontrando ele em uma das minhas gavetas. Me visto e vou até o banheiro, onde faço minha higiene matinal e vou tomar café da manhã com minha amiga, enquanto Calum fica conversando com ela

— Não acredito que você vai sequestrar a minha amiga pro outro lado do mundo. — Bea estava fazendo drama desde a hora que contei para ela o que Calum fazia ali

— Não é do outro lado do mundo. — diz Calum, achando graça daquela situação

— É longe pra caralho. — ela retruca 

— E só seria sequestro se ela fosse por livre espontânea pressão.

— Tecnicamente, você meio que chegou e disse nós vamos e ponto. — digo, rindo

— Ta vendo. — diz Bea 

— Até parece que você não tá loca pra viajar comigo. — diz Calum, se gabando e me faz revirar os olhos mas com um sorriso 

— Eu vou ficar aqui sozinha. — Bea fez beicinho, continuando com seu drama

— Chama o Luke. — falo aqui muito alto e ela arregala os olhos, me fazendo rir 

— Ele vai ficar bem solitário também. — Calum me ajuda, deixando Bea corada

— Meu Deus, parem. — ela coloca uma mão no rosto, nos fazendo dar risada — Que horas você vai roubar minha amiga?

— As sete, se reclamar eu passo mais cedo.

— Ainda é abusado. — Bea olha pra mim 

— Eu tenho prioridade. — diz Calum, empinando o nariz 

— Ah, é? Porque? — Bea pergunta

— Porque nos conhecemos desde pequenos.

— Ah, mas não fui eu...

— Chega, né meus amores? — interrompo aquela briga de ensino fundamental antes que eles comecem a brigar de verdade. Calum apenas da de ombros, a verdade é que ele estava apenas achando graça de como Beatrice havia ficado, e Bea só foi pega de surpresa 

— Bom, eu vou pra casa arrumar as minhas malas. — Calum se levanta e automaticamente eu me levanto junto — Tchau, Bea.

— Tchau, Calum. — Bea acena com a mão. Aquilo me fez querer rir, poucos segundos atras pareciam crianças brigando e agora ja estão de boa, como se nada tivesse acontecido. Então vou até a porta para acompanha-lo

— Ah, depois da Australia provavelmente iremos para as ilhas Maldivas. — diz Calum ao se virar para mim 

— O que? — pergunto assustada 

— Eu não sei de nada, apenas Luke me disse sobre uma tal viagem e que ele decidiu tudo e disse que ia te falar melhor depois.

— Deus! — coloco a mão na cabeça 

— Enfim, te vejo mais tarde. 

— Ta bom, tchau. — sorrio e Calum se afasta aos poucos para fora do apartamento 

— Tchau. — ele diz, com meio sorriso antes de fechar a porta e sumir pelo corredor. Solto um longo suspiro ainda processando tudo aquilo.

 

Beatrice passou a tarde inteira reclamando que não queria ficar sozinha, foi quando eu decidi mandar uma mensagem para o Luke, sem que ela percebesse e pedi para que ele levasse ela para sair enquanto eu não estivesse aqui, porque ela não quer ficar sozinha e sua única companhia sou eu e seu irmão que aparece de vez em quando. Luke é tão fofo que aceitou de primeira, e eu sei que ele queria. Então depois de resolver aquele drama fui diretamente para o meu quarto fazer as minhas malas. Separei pelo menos umas cinco calças, cinco shorts, varias camisetas, alguns vestidos, um moletom caso faça frio e como fui informada que iria para outra viagem depois, separei meus biquinis, sapatos e tudo que iria precisar. Juntei tudo em uma mala consideravelmente grande que no final mal consegui fechar. Depois disso fui ajudar Beatrice a fazer o almoço e almoçamos juntas, limpamos a cozinha e quando acabamos, percebi que ainda dava tempo de assistir um filme com ela. 

 

Dou um pulo do sofá ao perceber que já eram cinco da tarde, então corro para o banheiro tomar um banho, lavo o cabelo e logo saio enrolada na toalha e com uma na cabeça também. Me seco e visto a roupa que havia separado, roupas intimas, uma calça legging preta e confortável, uma camiseta do My Chemical Romance bem larguinha e separo um moletom para vestir depois. Tiro a toalha do cabelo e vou para o banho dar uma secada nele, apenas pra tirar o excesso de agua, depois volto para o quarto, calço minha meia e meu vans todo preto. Arrumo meus documentos, passaporte, passagens, dinheiro, meus cartões, carregador, fone de ouvido e tudo que eu iria precisar dentro da minha bolsa. Confiro tudo antes de arrastar a mala pra sala e deixar perto da porta para facilitar minha vida, volto até o quarto para ajeitar tudo e durante esse tempo Calum me manda uma mensagem dizendo que iria levar algo para que eu comesse. Sorrio por causa daquilo. Ele é inacreditável. Eu sei que ele estava fazendo tudo aquilo parte porque realmente sentiu minha falta, não tem como negar e por outro lado porque ainda se sentia muito culpado de tudo que aconteceu entre nós. A distancia, o esquecimento, as brigas, tudo. Calum pode ser fechado, frio e viver no mundo da lua mas ele se importa demais com as pessoas e tenta demonstrar da melhor maneira, do jeito dele. Assim que volto para sala Beatrice começa novamente 

— Ja estou com saudade. 

— Vamos nos ver daqui alguns dias, e afinal o Luke me prometeu que iria te levar pra sair durante esse tempo. — jogo aquilo rapidamente e ela arregala os olhos

— O que? Como assim, Mary Ann? 

— Eu só falei pra ele ser um bom amigo com você, oras. — sorrio

— Eu vou matar você.

— Ata, você vai me agradecer um dia. — pisco pra ela e consigo arrancar uma risada sua 

— Você e Calum viajando juntinhos, hm.

— Começou. — reviro os olhos e ela ri 

— Ah Mary, fala sério!

— O que? — questiono e olho para ela

— É tão fofo isso que ele fez.

— Ah, foi sim. — sorrio — Eu acho que ele quis recompensar tudo, sabe? E fugir um pouco de Los Angeles por um tempo. 

— Ah! — Bea coloca a mão no peito, suspirando. Então meu celular toca anunciando que minha hora havia chegado, me levanto dando risada com o falso choro da minha melhor amiga, que logo se adianta em me abraçar como se eu estivesse indo embora pra sempre

— Se cuida. — beijo sua bochecha antes de sair arrastando a mala pelo corredor. Visto meu moletom, ajeito o cabelo, coloco a bolsa no ombro e logo entro no elevador. Quando apareço do lado de fora, o motorista dos meninos logo sai do carro e me ajuda com a mala e eu agradeço brevemente. Abro a porta do carro, entro e o cheiro do lanche do McDonalds logo invade meu nariz. Eu beijaria esse garoto agora mesmo, penso. 

— Oi. — ele sorri e me faz rir

— Eu estou morrendo de fome.

— Eu sabia. — Calum pega um dos pacotes e me entrega, logo pego e abro, tirando de dentro um dos meus lanches favoritos 

— Ah, você sempre acerta! — sorrio feito criança enquanto me ajeito. 

 

O caminho foi longo porque o aeroporto ficava do outro lado da cidade, mas Calum veio conversando comigo e fez parecer que o tempo havia voado. Chegamos, fizemos o check-in e quando estávamos andando em direção a nossa sala de embarque, cerca de umas cinco meninas, fãs reconheceram o garoto ao meu lado e então ele precisou parar para tirar algumas fotos, trocar algumas palavras, essas coisas. Fiquei parada próxima dele mas em uma distancia considerável para que eles tivessem espaço. Eu estava sem jeito, sem saber o que fazer e apenas observei aquela cena com um sorriso no canto dos lábios. Quando Calum finalmente se despedia, uma das garotas olhou para mim e sorriu, foi inesperado para mim e fofo então eu retribui do mesmo jeito. 

— Vamos? — a voz de Calum chama a minha atenção, balanço a cabeça e apresso os passos para alcança-lo, segurando em seu braço para apoiar-me. Segundos depois estamos dentro da sala de embarque com poucas pessoas, então nos sentamos mais pro fundo e ai nesse momento eu começo a ficar nervosa, lembrando como eu tenho medo de altura 

— Aquilo foi fofo. — puxo assunto para tentar me distrair e Calum olha para mim

— O que?

— Você com as suas fãs, foi fofo. — sorrio fraco

— Ah, pois é. — ele fica sem jeito por ter me mostrado um lado que eu nunca havia visto antes. Seu relacionamento com seus fãs parecia ser algo especial para ele — Provavelmente vai ter mais fãs quando chegarmos lá.

— É sempre assim?

— Quase sempre. — ele da de ombros — As vezes eu me incomodo quando tem muitas fãs, sabe? E rola aquela confusão.

— Eu imagino. — digo, e passo um olhar compreensivo para ele. Calum fica em silencio, encosto minha cabeça em seu ombro, respiro fundo e solto devagar para me manter calma, então observo meu amigo conectar o fone de ouvido em seu celular e me oferecer um dos lados, apenas sorrio fraco e coloco na orelha para ouvir musica com ele. 

— Quer ouvir o que? — questiona

— Tanto faz.

— Fala logo uma banda. — diz impaciente

— Green Day. 

— É por isso que somos amigos. — Calum sorri e coloca uma playlist com as musicas do Green Day para tocar, começando com Holiday. Então depois de mais ou menos umas seis musicas, escutamos a primeira chamada para nosso voo e no mesmo instante sinto um frio na barriga. Calum ajeita as coisas dele e eu me levanto, me espreguiço e logo começo a caminhar ao seu lado. 

 

Calum se senta na janela do avião depois de discutirmos por cinco minutos que ele deveria ir naquele lugar, me sento ao seu lado e ja coloco o cinto de segurança para a decolagem em poucos minutos. Minhas mãos começam a soar de maneira desagradável, o frio na minha barriga subia até a minha garganta e parecia que iria me sufocar, minha respiração estava ficando cada vez mais pesada. Observo as pessoas entrando e se sentando em seus lugares, tentando me distrair e  escuto Calum chamar a minha atenção

— Mary, você esta bem? — pergunta, confuso

— Ah, sim. — afirmo mais para mim mesma do que para ele 

— Você não parece bem. — ele me conhecia melhor do que ninguém, mesmo depois de passar tanto tempo longe de mim. Solto um longo suspiro e resolvo dizer

— Eu tenho medo de avião. — murmuro

— Sério? — Calum arqueia a sobrancelha

— Sim, tenho medo de altura e tudo que envolve estar no alto. — minha voz sai falha e o desgraçado começa a rir da minha cara — Não ri de mim!!

— Desculpa. — diz, ainda rindo mas para quando percebe a minha cara de desespero — Olha, vai ficar tudo bem, ok? Respira fundo.

— Eu estou tentando. — digo em um tom de voz um tanto desesperado. Olho para frente respirando fundo pelo nariz e soltando devagar pela boca, mas fico mais nervosa do que estava quando anunciam a decolagem. Sinto Calum me observando mas eu evito olhar para ele, me sentindo envergonhada. Então sou surpreendia pela sua mão quente e macia segurando a minha de maneira firme, na tentativa de me passar segurança e assim ele leva nossas mãos até seu colo, alisando minha pele com seu polegar. Olho para ele, sendo imediatamente inundada com seu olhar tranquilo e suave, que de alguma forma me deixa mais calma, então aproveito e me encosto em seu ombro enquanto o avião vai pegando velocidade e subindo para começo de uma longa viagem.


Notas Finais


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