História Beijar é tão bom! - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrien Agreste, Adrinette, Marinette Dupain-cheng
Visualizações 483
Palavras 1.359
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eaeeeee meu povo

Minha cabeça tá doendo
Tá td doendo
4 aulas de biologia seguidas

To vendo Deus já


O título eh uma piadinha q

Enfim

Espero que gostem!
Boa leitura!
Perdão por qualquer erro!! <3

Capítulo 1 - Único; beijo, beijinho, beijão.


Gabriel Agreste gostava de quebrar os padrões e tabloides não só de Paris como de todo o mundo da moda internacional.

 

E Adrien muitas vezes ajudava — explicitamente, porém sem dar a mínima — o pai. Ele certamente não ligava, desde que no fim da sessão ele estivesse com os euros na conta bancária e liberado para curtir o resto do dia com a companhia que quisesse, ou estudando feito um condenado todos aqueles assuntos de física que necessita saber para sua graduação.

 

Ele já estava acostumado com as ideias malucas do pai, que mais serviam como um botão certeiramente feito para proporcionar explosões catastróficas. Havia parado de se surpreender no dia que o pai o enfiou em uma espécie de saia masculina, com um par de óculos pin up style e saltos de quase dez centímetros. Havia sido uma sessão especial, uma versão inversa onde a modelo feminina — no caso, Lila e sua personalidade forte baseada em mentiras — havia se vestido “como um homem” e ele como uma mulher — e ele achou que ficara muito mais sexy com aquela roupitcha do que Lila forçando a bunda para a câmera.

 

Por isso, não se surpreendeu naquela manhã, quando a equipe de maquiadoras esfregou uma batom vermelho da Kylie Cosmetics em sua boca.

 

O engraçado de tudo aquilo era que ele estava vestido em preto, como o ator principal de Matrix. Estava sexy naquela cor, o sobretudo escuro recobria o corpo e adicionava mistério ao seu rosto, a blusa social junto à calça deixavam sua feição ainda mais propícia ao pecado. Os lábios vermelhos entravam em contraste com todo o negrume de seu estilo.

 

Olhou-se novamente no espelho enorme que estava em seu camarim. Pelo que descobriu olhando em uma pasta largada ali para que olhasse— caso quisesse — era uma parceria com aquela marca de cosméticos, e nada melhor que o modelo mais querido — e erotizado — da França para conseguir mostrar ao mundo que os batons de Kylie Jenner serviam para qualquer pessoa, não importando nem gênero, nem idade, nem qualquer outra coisa, assim como as roupas da Agreste.

 

Gabriel Agreste, dessa vez, havia apostado na dualidade, não deixando-se restringir ao sexo, biológica e socialmente falando. As roupas daquela coleção valiam para homens, mulheres ou qualquer que fosse seu gênero. De um modo a agradar a todos, as cores possuíam uma variedade surpreendente, e os moldes de todas as peças conseguiam ser surpreendentemente favoráveis para qualquer sexo.

 

Inovador e chocante, Gabriel adorava aquilo.

 

— Adrien? — Uma das assistentes colocou a cabeça dentro do camarim com um pingo de receio de pegar o filho de seu patrão sem roupas. — Estamos precisando de você agora.

 

— Estou indo. — Adrien murmurou.

 

A mulher assentiu e saiu, deixando a porta um pouco aberta com uma clara intenção de mostrá-lo que precisavam dele rapidamente ali. Ele tomou os últimos instantes para se analisar no espelho, ajeitou o sobretudo e saiu em direção ao estúdio devidamente preparado.

 

A correria presente ali era algo que ele já sabia que presenciaria. Araras que iam de um lado para outro, enormes pontos de luz que pareciam cegar quem olhasse para tais. Refletores e câmeras cujos cliques ecoavam pelo enorme cômodo. Uma equipe enorme para algumas fotos.

 

De longe, avistou seu pai ao telefone. Ao lado dele, Marinette Dupain-Cheng — sua nova aprendiz e uma quase pupila — parecia atenta aos arredores. Seus olhares se cruzaram, e ele sorriu casualmente para a garota, que parecia tão bela mesmo estando tão normal.

 

Não usava mais do que uma camiseta soltinha e acinzentada, combinada com uma calça preta e um casaco amarrado devidamente na cintura. Uma das maiores diferenças da Marinette daquele momento e a dos dias anteriores era que seus belos fios azulados estavam soltos, apenas uma parte da franja estava presa atrás da cabeça em um pequeno coque tão frouxo que mal segurava aquele cabelo sedoso.

 

Adrien sentiu uma exorbitante vontade de ir até ela, e dar beijinhos pela pele pálida. Não o fez.

 

Seu pai ainda não sabia da espécie de “relacionamento“ em que estavam, bem, ele esperava que ninguém da empresa soubesse. Não queria expor Marinette a burburinhos ou qualquer outra coisa, por isso, estavam levando aquilo com o máximo de sigilo possível.

 

Soltou um suspiro, o único que conseguiu escapar antes de ser puxado e engolido pelo monte de corpos que falavam simultaneamente e o empurravam o centro de um fundo branco, enquanto faziam as diversas coisas possíveis: ajeitavam o cabelo, retocavam o pó de arroz — ele quase entrou em crise de espirros quando um dos profissionais empurrou o outro, fazendo com que a mulher enfiasse o pincel enfestado pelo pó dentro de seu nariz — ajeitavam a roupa, e quase o engoliam por inteiro.

 

Ficou feliz quando se afastaram ao ouvirem os gritos de Vincent para que começassem logo.

 

Fez uma, duas, três poses, mas nada agradava o fotógrafo, que havia até mesmo deitado no chão a procura de um ângulo. Após minutos, o homem percebeu que o problema não estava no ângulo, mas sim, em Adrien.

 

Aquele bendito batom estava certinho demais.

 

— Marinette, vem cá. — Chamou a garota, que atendeu prontamente largando o caderninho onde anotava as principais instruções passadas por Gabriel Agreste em um canto. — Dê umas beijocas no seu namorado e borre esse batom vermelho, se não essas fotos não ficarão nada boas.

 

Adrien e Marinette travaram com aquela afirmação. Trocaram um olhar quase imperceptível, e Marinette pigarreou.

 

— Não...  não somos namorados...

 

Vincent revirou os olhos.

 

— Como não? O vídeo vazado do almoxarifado já confirmou tudo. Todos já sabem. Nem façam essas carinhas. — Deu-os um sorriso ‘pra lá de perverso. — Agora, Marinette, ajude o Adrien com esses beijos, ou prefere que eu peça para outra?

 

— Não! — Disparou, e olhou para trás. Gabriel Agreste observava a cena, seu rosto imparcial como sempre.

 

Por momentos, pensou se o vídeo do almoxarifado já havia chego nele, e pensou como beijaria Adrien naquele momento.

 

Seu tempo esgotou-se quando a canhota de Adrien girou sua cintura esguia, puxando seu corpo pequenino contra o dele. Sentiu o peito malhado contra seus seios, e logo a boca do Agreste contra a sua. O beijo havia começado daquele jeito em sua mera opinião. Se Adrien estava fazendo aquilo apenas por irritação pelo vídeo ou para que o fotógrafo ficasse quieto, ela não sabia, mas sabia que era um verdadeiro beijo molha-calcinhas.

 

Quando ele soltou seus lábios — deixando-a com o mínimo de fôlego possível — começou a distribuir selares por todo o seu rosto branquinho, dando um pouco de cor — e marcas de seus lábios bonitos — para o rosto já tão vivo da garota. Beijou a testa, a bochecha, sob os olhos, o cantinho da boca e surpreendeu ao beijar seu pescoço, tascando uma mordidinha que arrancou um suspiro da boca dela.

 

Para, enfim terminar, depositou um selar nas costas de sua mão.

 

— Muito obrigado pela ajuda, princesa. Estou grato por não ter me deixado cair nas mãos de um dragão.

 

Marinette prendeu uma gargalhada no fundo da garganta.

 

— De nada. — As maçãs do rosto fino e delicado ficaram rosadas, e ela se afastou. Ficou ao lado de Gabriel Agreste novamente, e de lá, observou a animação de Vincent — que mais parecia ter achado a Monalisa que inspirava Da Vinci no Adrien com os lábios inchados, pintados por vermelho e borrados pelo beijo lascivo que havia trocado há pouco com aquela aprendiz.

 

O sorriso fofo dançou nos lábios enquanto mordiscava a ponta da caneta azul que carregava para a anotações, enquanto observava o loiro com olhos de água.

 

Algo que não passou despercebido por Gabriel Agreste.

 

— Bom trabalho. — O Agreste mais velho comentou, sem desviar o olhar para ela. Marinette, por sua vez, o olhou curiosa.

 

— Hã? 

 

— Fez um bom trabalho ali, ajudando Vincent com... o que ele precisava. — Gabriel pigarreou. — E... também fez um bom trabalhando conseguindo a atenção e o afeto de Adrien. É um bom rapaz, e não digo só porque é meu filho. Se quiserem namorar, saiba que tem minha aprovação.

 

Um brilho surgiu nos olhos dela.

 

— Então... não teria problemas comigo namorando seu filho?!

 

Marinette pensou que explodiria em felicidade quando ele meneou a cabeça.

 

— Apenas... não usem mais o almoxarifado para suas necessidades carnais.


Notas Finais


E aí, gostaram? UHAUAUAH

espero que tenham :3

Um pouco de fluffy eh sempre bom u.u <3

Obrigada por lerem!
Comentarios sempre bem vindos!
Espero que tenham gostado!! <3
Beijoooo!!! <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...