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História Beijo Roubado - Capítulo 1


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Notas do Autor


oi gente! era pra isso aqui ser uma oneshot, mas eu fiquei com preguiça de escrever tudo em um só capítulo e queria postar isso aqui logo. Então, eu resolvi fazer disso aqui uma two-shot.

Baseado em um vídeo que eu vi no twitter e que com certeza deve ter milhares de plots por aí sobre esse vídeo, e quase iguais a esse aqui, mas que eu não perdi a chance de vir postar. E que eu poderia dar os créditos pra quem postou o vídeo, se eu ainda lembrasse o user da pessoa (tenho memória de velho mesmo, sem querer ofender os velhinhos).

Enfim, vou parar de enrolar. E o segundo capítulo é o final, boa leitura!

Capítulo 1 - Fui assaltado no primeiro dia de trabalho e olha no que deu!


Fanfic / Fanfiction Beijo Roubado - Capítulo 1 - Fui assaltado no primeiro dia de trabalho e olha no que deu!

— Eu nem acredito nisso! — proferiu, completamente animado com a situação, enquanto Jimin – seu melhor amigo – lhe encarava com um semblante confuso, esperando por explicações vindas da parte de Taehyung. — Eu consegui um emprego! — respondeu ao olhar do amigo, levantando o punho para cima e sibilando um “yes” silencioso.

— Quem foi o doido que aceitou você? — brincou, recebendo um tapa do azulado. — Enfim, meus parabéns, caro amigo. Ou devo dizer, caro Senhor Lúcifer, oh todo poderoso? — disse sério, fazendo Taehyung sorrir convencido, mas seu sorriso logo sendo desfeito pela gargalhada que Jimin havia soltado. — É brincadeira, viado. O rei aqui sou eu, se você não concorda, se fode aí então otário!

— E são com essas palavras que eu declaro oficialmente que: Park Jimin é um tremendo de um cuzão. Agora faça o favor de ir tomar bem no centro do seu orifício anal de onde saem as fezes, estou falando desse jeito porque eu sou evangélica e uma pessoa culta.

— Ata! — respondeu, fazendo ambos gargalharem.

[...]

Eu tava animado! Porra, era o meu primeiro dia em um emprego novo e eu de jeito algum, podia fracassar! Eu não ia admitir o fracasso e muito menos, ser demitido no meu primeiro dia de trabalho. Meu sorriso era tão grande que deveria irritar até às pessoas mais felizes do mundo, e acho que ninguém se sente tão feliz assim em trabalhar, né? Pois bem diferente das outras pessoas — como minha mãe já dizia, eu não sou igual as outras pessoas —, eu me sentia feliz em ir trabalhar. E para chegarmos neste ponto, existem dois fatores. O primeiro é que: é o meu primeiro dia de trabalho em um emprego novo, e não posso agir como um idiota que eu sou, tenho que no mínimo estar apresentável. Vai que tem um chefe gato lá? Ah, mas eu vou usar meus truques de fanfiqueiro pra conseguir dar uns pegas marotos nele.

O segundo fator é que: eu estou ganhando dinheiro e só de ouvir a palavra dinheiro, eu já fico feliz. Porque dinheiro é bom e dá pra comprar várias coisas, e todo mundo gosta de dinheiro né? Principalmente a minha mãe, que eu também considero como lenda anti capitalismo. Pelo fato de quase nunca ela precisar sair pra comprar alguma coisa — exceto comida —, parece que tudo na mão dela se torna inquebrável. Ela tá com o mesmo celular, já vai fazer quatro anos! E ela não larga aquele — que eu considero — Nokia tijolão. Lembro de quando ela comprou o celular e eu não tinha um, ficava baixando vários joguinhos no dela e ficava travando depois, ela ficava full pistola comigo.

Céus, como cheguei nesse assunto?

Enfim, havia acabado de entrar no ônibus e me sentado nos últimos lugares vagos enquanto ficava encarando a cidade passar em borrões pela janela, enquanto me imaginava no clipe de Hello da Adelle — uma deusa, vale ressaltar —. Um garoto de capuz preto e uma calça de couro, sentou–se ao meu lado. Pelo pouco que vi de seu rosto, ele tinha uma expressão séria mais ainda poderia ser considerado um gato. Eu quis muito fazer aquele sonzinho que é pra chamar gato “pspspsps”, só pra ver se ele ia miar. Que ele tinha uma cara de bad boy, ele tinha.

Não demorou muito tempo para que eu chegasse no meu ponto, e por pura coincidência, o garoto que havia se sentado ao meu lado desceu junto comigo. Ao olhar no relógio, comecei a correr, visto que logo eu estaria atrasado e eu como Kim Taehyung, não permito que eu fracasse no primeiro dia de trabalho. Quando eu cheguei na loja, já tava todo suado e tinha certeza que meu cabelo tava pior que o cabelo do Jimin quando acorda. Já não estava mais apresentável para o meu chefe, como eu iria dar uns pegas nele desse jeito? Bom, mesmo com o cabelo bagunçado, não deve ter anulado o fato de que eu ainda sou gostoso.

— Ah, olá! Você deve ser o garoto novo!  — uma garota de madeixas loiras, veio até mim com um sorriso no rosto. Ela também tinha um crachá preso em sua blusa, com o nome “Dahyun” escrito, e em baixo, o setor no qual ela trabalhava. Ela era muito bonita, se eu fosse hétero, claramente pegaria. — Vou te levar até a sala do chefe! — disse sem que eu pudesse responder ao seu cumprimento, e me arrastou para os fundos da loja.

Quando eu menos percebi, estava em frente a uma porta de madeira branca e que tinha uma plaquinha que parecia ser de ouro — ouro falso, amigos — com o nome “Kim Namjoon” escrito. Ela sorriu novamente como se estivesse me incentivando a entrar, e assim o fez, podendo ver um homem — muito bonito por sinal, que só Jesus na causa —, sentado na mesa e logo levantar seu olhar para mim. Eu juro que com aquele olhar, minhas pernas quase bambearam. Eu poderia ficar duro só com aquele olhar dele.

— Você deve ser Kim Taehyung, certo? — indagou, enquanto eu me aproximava, meio tímido do jeito que eu sou. Tem que pagar de santo antes de sentar no chefe, né amores? 

— S-sim… — respondi, gaguejando pra fazer aquela pose de menino tímido virgem, enquanto assentia com a cabeça.

— Oh, certo. É um prazer em conhecê–lo, me chamo Kim Namjoon! — estendeu a mão para mim, que demorei alguns segundos, no entanto, apertei em seguida. — Bom, acho melhor pararmos de enrolar com essa conversa e você ir trabalhar. Não me decepcione, Kim.

Disse por fim, e eu saí de sua sala indo até o caixa, onde eu ficaria. Nossa, meu deus! Que homem! Eu tava quase salivando ali mesmo, e não precisava vir ninguém me explicar como as coisas funcionavam, porque eu havia feito muito bem o meu dever de casa. E eu agradeci mentalmente aos céus por realmente não ter vindo ninguém me explicar nada. Acho que já tinham sacado a minha inteligência. 

E eu fiquei lá, naquele mais puro tédio, a loja estava vazia e nenhum sinal da garota de antes e de mais nenhuma outra pessoa. Era um pouco entediante ficar ali, todavia, um rapaz que usava roupas completamente pretas entrou na loja, e me parecia bastante estranho, principalmente pelo fato dele estar usando uma máscara. Ele então, começou a caminhar em direção ao balcão com as mãos no bolso, o que me deu um certo medo, já que ele poderia muito bem ser um assaltante, né? Mas ele parecia ser bonito.

— Me passa tudo o que você tem! — falou me puxando pela gola da camisa, enquanto retirava uma arma de seu bolso apontando para mim, me fazendo arregalar os olhos. Porra, ia ser assim mesmo no meu primeiro dia de trabalho?

Ao invés dele pegar uma arma, ele não poderia simplesmente colocar o pau pra fora e dizer “ajoelha aí, que eu vou te colocar pra mamar”? Ok, pensar nisso foi um pouco estranho agora. Entretanto, tal atitude havia me deixado assustado que só a porra. Eu sou muito jovem pra morrer dessa maneira tão drástica e terrível, ainda não tinha nem realizado meu sonho de virar modelo e desfilar com as roupas da Gucci! O que eu iria fazer agora? Ficar parado que nem um idiota e morrer ou passar o dinheiro pra ele e possivelmente com chances mínimas, sair vivo?

Nenhuma dessas opções.

Em meu mais puro desespero, tudo que eu soube fazer, foi segurar no rosto dele e beijar ele. Sim, eu beijei ele! Eu não sabia o que eu tava fazendo, mas eu só fui. E o pior, ele retribuiu o meu beijo. O beijo era tão bom que eu podia sentir sua língua praticamente abraçando a minha, é aquele típico convite “vamos dar um abraço de línguas?”. Me senti no céu por alguns segundos, até o maldito ar faltar, porém, o beijo tava bom demais. E assim que eu me afastei, o olhei assustado e creio que a cara dele, também era de puro susto.

— Que porra foi essa?


Notas Finais


quero agradecer a @Yoonminishot pela capa incrível e perfeita, um trabalho incrível dos deuses, uma obra de arte dívina.

enfim, nos vemos no próximo capítulo! Tchau!


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