História Bela Redenção - Capítulo 32


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Categorias As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Camille Belcourt, Clary Fairchild (Clary Fray), Emma Carstairs, Isabelle Lightwood, Jace Herondale, Julian Blackthorn, Magnus Bane, Maia Roberts, Mark Blackthorn, Raphael Santiago, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Stephen Herondale, Tessa Gray, Will Herondale
Visualizações 220
Palavras 2.962
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu ia postar antes como prometido
MAAAAS ontem foi o aniversário de 20 anos da minha gay kkkkk
Revisar de ressaca é uma droga, então qualquer erro...
BOA LEITURA DOCINHOS 💚

Capítulo 32 - 32


Julian puxou Emma para seus braços e a inclinou um pouco para trás enquanto a beijava. Todos aplaudimos, e Jace encontrou meu olhar e piscou.

O véu da Emma flutuava com a brisa do Caribe, e eu levantei o celular para tirar uma foto. Aline, ao meu lado, e Cristina, do outro, fizeram o mesmo.

Quando Julian finalmente soltou Emma, os irmãos Herondale e Alec comemoraram. Magnus estava parado ao lado da noiva, segurando o buquê com uma das mãos e secando os olhos com a outra. Ele apontou e riu para Maryse, que também estava secando os olhos.

— Apresento a todos vocês o sr. e a sra. Julian Herondale — o pastor disse, a voz deformada pelo vento, pelas ondas e pela comemoração.

Julian ajudou Emma a descer os degraus do gazebo, e os dois caminharam pelo corredor formado pelos assentos antes de desaparecer entre uma parede de árvores e arbustos.

— O sr. e a sra. Herondale pedem que todos se juntem a eles no restaurante Sails para o jantar e a recepção. Eles agradecem a presença de vocês neste dia tão especial.

Ele fez um sinal de positivo com a cabeça, e todo mundo se levantou, pegando suas coisas.

Com um sorriso amplo, Jace se juntou a mim, parecendo aliviado com o fim da cerimônia.

— Digam xis! — Cristina pediu, levantando o celular.

Jace me envolveu nos braços e beijou meu rosto. Eu sorri.

Cristina também sorriu, nos mostrando a foto no aparelho.

— Perfeita.

Jace me apertou.

— Ela é mesmo.

— Ah, que fofo — Cristina comentou.

Mark deu um tapinha no ombro dela, e ela virou para abraçá-lo.

Uma tensão palpável tomou o espaço ao redor quando Helen puxou Aline para si e a beijou.

Stephen bateu palmas e esfregou as mãos.

— Peguem suas garotas, meninos. Estou morto de fome. Vamos comer.

Jace e eu seguimos de mãos dadas, logo atrás de Stephen com Helen e Aline. Mark e Cristina e Will e Tessa não estavam muito atrás de nós.

— O Mark parece aliviado — sussurrei.

Jace assentiu.

— Achei que ele fosse desmaiar quando ela mandou uma mensagem avisando que o avião tinha pousado. Acho que até então ele não acreditava que ela vinha.

Andamos até o restaurante ao ar livre. Uma grande lona branca protegia as mesas do brilho do pôr do sol. Jace me conduziu até a mesa em que Alec e Magnus estavam sentados com as pessoas que, pela pesquisa que fiz antes da viagem, reconheci como Robert e Maryse. Nós mal havíamos sentado quando o garçom se aproximou, perguntando o que queríamos beber.

— Estou tão feliz em te ver, querido — Maryse disse. Seus longos cílios piscaram uma vez sobre os olhos azuis-claros.

— É bom vê-la também, tia Maryse — Jace falou. — Já conheceu a Clary?

Ela balançou a cabeça e estendeu a mão.

— Não tivemos oportunidade de nos conhecer antes da cerimônia. Seu vestido é absolutamente maravilhoso. Esse tom de verde é tão vivo. Você está praticamente brilhando. Ficou perfeito com a sua pele, seus olhos e o seu cabelo.

— Obrigada — falei, apertando a mão dela.

Ela e Robert viraram para pedir suas bebidas.

Eu me aproximei do ouvido de Jace.

— Sem contar o cabelo, ela é muito parecida com a sua mãe. Se eu não tivesse lido sobre ela antes, teria ficado muito confusa. Você e o Alec podiam ser irmãos.

— As pessoas sempre se surpreendem — ele disse. — Aliás, ela está certa. Você está maravilhosa. Não tive a oportunidade de comentar, mas, quando você apareceu, precisei me forçar a permanecer no gazebo.

— É só um vestido longo verde.

— Não é o vestido.

— Ah — falei, meus lábios se curvando.

Emma e Julian entraram, e a mestre de cerimônias anunciou a chegada deles pelo alto-falante. Uma balada de rock começou a tocar, e Julian puxou Emma para dançar.

— Eles são tão fofos — disse Maryse, o lábio inferior estremecendo. — Queria que a Céline estivesse aqui para ver isso.

— Todos nós queríamos, baby — Robert comentou, passando o braço pelos ombros da esposa e a puxando para si.

Olhei para o Stephen. Ele estava sentado conversando com Helen e Aline. Quando viu Julian e Emma dançando, ficou com o mesmo sorriso emotivo no rosto. Eu sabia que ele também estava pensando em Céline.

O sol desapareceu aos poucos no mar, enquanto os não-tão-recém-casados dançavam sua música. Quando terminaram, todos aplaudimos, e o primeiro prato foi servido.

Comemos e rimos enquanto os irmãos provocavam uns aos outros e contavam histórias nas mesas.

Depois da sobremesa, Alec ficou de pé e bateu na taça com o garfo.

— Tive um ano para escrever este discurso, mas fiz isso ontem à noite.

Risos ecoaram pelo espaço.

— Como padrinho e melhor amigo do noivo, é meu dever homenagear e envergonhar o Julian. Começando com uma história da nossa infância, uma vez coloquei meu burrito de feijão no banco, e o Julian escolheu esse exato momento para ver se conseguia pular por cima do encosto e sentar ao meu lado.

Magnus gargalhou.

— O Julian não é só meu primo. Ele também é meu melhor amigo e irmão. Estou convencido de que, sem sua orientação enquanto crescíamos, eu seria metade do homem que sou hoje... com metade dos inimigos.

Os irmãos cobriram a boca e gargalharam.

— Este momento devia ser usado para falar sobre como ele conheceu a Emma, e eu posso falar sobre isso porque estava presente na ocasião. Apesar de nem sempre eu ter sido o maior entusiasta dos dois, o Julian não precisava disso. Desde o início, ele sabia que pertencia à Emma, e ela, a ele. O casamento reforçou o que eu sempre pensei e no que me baseio: perseguir, assediar e provocar sofrimento em uma mulher compensa em algum momento.

— Ah, meu Deus, Alec Herondale! — Maryse reclamou.

— Não vou usar este momento para nada disso. Em vez disso, vou simplesmente erguer minha taça para o sr. e a sra. Herondale. Desde o começo e em todos os altos e baixos ao longo do último ano, enquanto todo mundo dizia que eles eram malucos e que não iam dar certo, eles se amaram. Essa sempre foi a constante, e eu sei que sempre será. Um brinde à noiva e ao noivo.

— Saúde! Saúde! — Stephen gritou, levantando sua taça.

Erguemos nossas taças enquanto gritávamos a mesma coisa e então aplaudimos quando Julian e Emma se beijaram. Ele olhou nos olhos dela com muito carinho. Era um carinho conhecido — o mesmo com que Jace olhava para mim.

Apoiei o queixo na palma da mão, observando o céu ficar marcado por tons de rosa e roxo. As luzes penduradas nas bordas da lona branca balançavam com a brisa suave.

Depois que Magnus fez seu discurso, a música começou a tocar. No início, ninguém dançou, mas, depois da terceira rodada de drinques, quase todo mundo estava na pista de dança. Os irmãos, incluindo Jace, estavam provocando Julian com passos de dança que o imitavam, e eu ria tanto que lágrimas escorriam pelo meu rosto.

Emma atravessou o salão e sentou ao meu lado, observando os meninos.

— Uau — ela disse. — Acho que eles estão tentando assustar a pobre Aline.

— Acho que não é possível — falei, secando o rosto.

Emma me observou até eu olhar para ela.

— Ouvi dizer que em breve ela vai ser minha cunhada.

— Sim. O pedido foi bem divertido.

Ela virou a cabeça um pouco para o lado e soltou um muxoxo.

— A Helen sempre é divertida. Então você estava lá?

— Estava. — Eu queria que Jace nunca tivesse me avisado sobre como ela é inteligente. Seus olhos calculistas me davam vontade de afundar na cadeira.

— O tempo todo? — ela perguntou.

— A maior parte. O Julian foi o primeiro a ir embora.

— Tinha strippers?

Suspirei aliviada.

— Só a Helen.

— Meu Deus — ela disse, balançando a cabeça.

Depois de alguns segundos de silêncio desconfortável, eu falei:

— Foi uma linda cerimônia. Parabéns.

— Obrigada. Você é a Clarissa, certo?

Fiz que sim com a cabeça.

— Clary Fray. É um prazer finalmente te conhecer. Já ouvi falar muito de você. Fenômeno do pôquer? Impressionante! — falei sem uma gota de arrogância.

— O que mais o Jace te contou? — ela perguntou.

— Ele me contou do incêndio.

Emma olhou para baixo e depois para o marido.

— Hoje faz um ano. — Sua mente vagou para algum lugar desagradável, depois ela voltou à realidade. — A gente não estava lá, graças a Deus. Estávamos em Vegas. Obviamente. Casando.

— O Elvis estava lá?

Emma riu.

— Estava! Estava, sim. Casamos na Capela Graceland. Foi perfeito.

— Você tem família lá, né?

Seus ombros relaxaram. Ela era bem controlada. Eu me perguntei se Izzy seria capaz de decifrá-la.

— Meu pai. A gente não se fala.

— Então acho que ele não foi ao casamento.

— Não. A gente não contou para ninguém.

— Sério? Achei que a Helen e a Aline sabiam. Mas isso não pode estar certo, porque ela estava na luta naquela noite, não é? Meu Deus, isso é assustador. Temos sorte de estar olhando para ela fazendo papel de boba agora.

Emma fez que sim com a cabeça.

— A gente não estava lá. As pessoas dizem — ela deu uma risadinha — que a gente foi a Vegas para casar para o Julian ter um álibi. Que ridículo.

— Eu sei — falei, tentando parecer desinteressada. — Seria loucura. E você obviamente o ama.

— Amo — ela disse com convicção. — Dizem que casei com ele por outro motivo que não amor. Mesmo que fosse verdade, e não é, isso é tão... bom, é idiota pra caralho. Se eu tivesse fugido pra casar com ele para o Jules ter um álibi, teria sido por amor, certo? Não seria esse o objetivo? Não seria um ato extremo de amor por alguém? Ir contra suas regras porque você ama demais essa pessoa?

Quanto mais ela falava, mais raiva sentia.

— Com certeza — falei.

— Se eu o salvei, foi porque o amava. Não existe nenhum outro motivo para fazer isso por alguém, existe?

— Não que eu saiba — respondi.

— Mas eu não estava salvando o Julian do incêndio. A gente nem estava lá. É isso que me deixa mais puta.

— Não, eu entendo perfeitamente. Não deixe nada estragar sua noite. Se eles não querem ver ninguém feliz, deixa pra lá. Você determina o resultado. A história não é deles.

Ela me ofereceu um sorriso, se remexendo na cadeira de um jeito nervoso.

— Obrigada. Estou contente que você tenha vindo. É bom ver o Jace feliz de novo. É bom ver o Jace, ponto. — Ela sorriu e suspirou, satisfeita. — Me promete que vocês vão casar aqui, para eu ter uma desculpa pra voltar.

— Como é que é?

— Você e o Jace ainda estão no início, certo? E ele trouxe você para um casamento. Isso é algo tão não Herondale pra fazer se ele não estiver de quatro, o que eu aposto que está. — Ela virou para observar a pista de dança, satisfeita. — E eu nunca perco uma aposta.

— Ele não queria ser o único desacompanhado.

— Mentira. Vocês dois são sólidos como uma rocha. Você está bem apaixonada. Dá pra ver — ela disse com um sorriso travesso. Ela estava tentando me deixar envergonhada, e se divertindo absurdamente com isso.

— Essa é a sua versão de um ritual de iniciação? — perguntei.

Ela riu e se aproximou, encostando o ombro nu no meu.

— Me pegou.

— O que vocês estão fazendo, suas vacas? — Magnus disse, se aproximando de nós. — É uma festa, porra! Vamos dançar!

Ele pegou a mão de Emma e depois a minha. Nós nos juntamos à galera na pista de dança. Jace agarrou minha mão, me girou, me puxou até minhas costas encostarem nele e passou o braço pela minha cintura.

Dançamos até meus pés doerem, então percebi Emma e Magnus abraçando os pais de Alec e se despedindo. Em seguida, Robert e Maryse partiram, e nós todos abraçamos Stephen antes de ele ir para o quarto.

Julian e Emma estavam ansiosos para ficar sozinhos, então agradeceram a presença de todos, e ele a carregou para a escuridão da noite.

Nós nos despedimos, e Jace me puxou pelo caminho sinuoso com iluminação fraca até chegarmos à praia. 

— Rede — ele disse, apontando para uma forma escura a uns vinte metros da água.

Tirei os sapatos, e Jace fez o mesmo antes de seguirmos pela areia branca. Ele sentou sobre as cordas entrelaçadas, e eu me juntei a ele. A rede balançou enquanto nos esforçávamos para nos acomodar sem cair.

— Isso devia ser mais fácil pra nós — Jace provocou.

— Você provavelmente devia...

A rede deu um tranco. Nós nos seguramos um no outro e paralisamos, com os olhos arregalados. Depois caímos na gargalhada.

Assim que nos ajeitamos, uma gota de chuva atingiu meu rosto.

Mais gotas caíram, e Jace secou o olho.

— Só pode ser brincadeira.

A chuva começou a desabar em grandes gotas quentes, batendo na areia e na água.

— Não vou me mexer — ele disse, me apertando nos braços fortes.

— Então eu também não — falei, aninhando o rosto no peito dele. — Por que a babá do Church e a Aline te chamam de J.C.?

— Era o jeito como elas falavam de mim sem deixar as pessoas saberem que era eu.

— Jonathan Cristopher — falei com sarcasmo. — Eu nunca imaginaria. A outra garota também é sua ex?

Ele deu uma risadinha.

— Não. Ela era colega de quarto da Aline.

— Ah.

Jace ancorou o pé na areia e empurrou, fazendo a rede balançar um pouco.

— Isso aqui é incrível. Eu definitivamente poderia me aposentar aqui. É tão... Nem consigo descrever — eu disse.

Ele beijou minha têmpora.

— Parece muito com amor.

As nuvens carregadas tinham escondido a lua, deixando o céu muito escuro. A música abafada que ainda tocava no Sails parecia estar a um quilômetro de distância, e os hóspedes estavam correndo para escapar da chuva. Podíamos estar em uma ilha afastada, longe de todo mundo, deitados juntos na nossa pequena e tranquila parte da praia.

— De cara no chão?

— Obliterado — ele respondeu.

Eu o apertei, e ele respirou fundo pelo nariz.

— Odeio dizer isso, mas a gente devia entrar. Temos que acordar cedo.

Olhei para ele.

— Vai dar tudo certo, sabe. O Julian vai ficar bem. A gente vai se livrar do Axel. Vai funcionar direitinho.

— Só quero pensar em você hoje à noite. Amanhã vai ser difícil.

— Vou fazer meu melhor para prender sua atenção. — Saltei da rede e fiquei de pé. Então o ajudei a se levantar e puxei sua boca para encontrar a minha, sugando seu lábio inferior quando me afastei.

Ele gemeu.

— Não tenho a menor dúvida. Você é uma distração e tanto.

Meu coração afundou.

— O que foi? — ele perguntou, vendo o sofrimento em meus olhos.

— Por que você simplesmente não admite? Fala em voz alta. Você está me usando para esquecê-la. Isso não é um encerramento. É protelar.

Seu rosto desabou.

— Não foi isso que eu quis dizer.

— Isso não é amor, Jace. Você disse com perfeição. Eu sou um escudo.

Acima de nós, um movimento chamou minha atenção, e Jace também olhou para cima. Helen estava girando Aline na varanda do Sails, e em seguida ela a puxou para seus braços. Aline soltou um gritinho de prazer, as duas riram e desapareceram da nossa visão.

Jace baixou o olhar e esfregou a nuca. Suas sobrancelhas se aproximaram.

— Ficar com ela foi um erro. A Helen a ama desde que elas eram crianças, mas eu não achava que a Helen era séria o suficiente em relação a Aline. Eu estava errado.

— Então por que simplesmente não consegue se libertar?

— Estou tentando.

— Me usar pra fazer isso não conta.

Ele soltou uma risada.

— Minhas maneiras de explicar isso a você estão se esgotando.

— Então para. Preciso de uma resposta diferente, e você não tem.

— Você age como se amar alguém pudesse ser desligado com um interruptor de luz. Já tivemos essa conversa várias vezes. Eu quero você. Estou com você.

— Enquanto está sentindo saudade dela, desejando estar com ela. E você quer que eu mude tudo em que confio por isso?

Ele balançou a cabeça, sem acreditar.

— Essa situação é impossível. Achei que éramos perfeitos porque somos parecidos, mas talvez sejamos iguais demais. Talvez você seja minha vingança, e não minha redenção.

— Sua vingança? Você me fez passar o fim de semana todo acreditando que estava se apaixonando por mim!

— Eu estou! Já me apaixonei! Meu Deus, Aline, como é que eu posso enfiar isso na sua cabeça?

Congelei, e, quando Jace percebeu seu erro, também congelou.

— Merda. Sinto muito mesmo — ele disse, estendendo a mão para mim.

Balancei a cabeça, e meus olhos arderam.

— Sou tão... burra.

Ele deixou as mãos caírem nas coxas.

— Não, não é. É por isso que você está se segurando. Desde a primeira noite, você sabia que era melhor manter distância. Você está certa. Não posso te amar do jeito que você precisa. Não amo nem a mim mesmo. — Sua voz falhou na última frase.

Meus lábios viraram uma linha dura.

— Não posso te redimir, Jace. Você vai ter que resolver sozinho o que fez com a Helen.

Jace assentiu e virou na direção da calçada. Fiquei para trás, observando o mar escuro rolar na areia, com o céu chorando sobre os meus ombros.


Notas Finais


😱😱😱 Agora fudeu
Vocês queriam treta?? Então TOMA

E aí meninas, o que vocês fariam se o boy te chamasse pelo nome da ex???
Me conteeem!!!

Até mais 💚
Beijão suas DIVAS 💚


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