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História Believe - Capítulo 25


Escrita por:


Notas do Autor


AMADAS

Eu sei que teoricamente era pra ter postado ontem, mas estava com uma dor de cabeça enorme!

Porém, esta ai um capitulo saindo do forno diretamente pra vocês ! Não gostei muito dele mas prometo que o próximo será melhor

Devo dizer que esse capítulo tem um spoiler do que acontecerá no final da fanfic, não sei se alguma de vocês perceberá

QUEM NÃO ESTA NO GRUPO DO WPP, ENTRAAAA, fico muito feliz quando vocês falam sobre a fanfic lá, meu coração aquece de um jeito <3

Capítulo 25 - Long Way Home


Fanfic / Fanfiction Believe - Capítulo 25 - Long Way Home

Eu só quero saber se você está aqui
E toda vez que eu estou com você, garota, eu quero te beijar
Tenho essa sensação em mim, tipo lá
E eu só quero curtir, não quero parar, parar

 

08 OF 30

Ontario, Canadá ​

04:57 P.M.

P.O.V. Justin Bieber

Estávamos dentro do meu jatinho particular e Ariel não falava comigo desde o ocorrido no shopping. Liguei para Scooter e apesar de não gostar muito da ideia, o empresário acabou mexendo os pauzinhos para agilizar a partida. 

Agora, na adega, bebendo meu whisky, me perguntava o que poderia fazer para acabar com aquele clima péssimo instalado entre mim e a garota. Uma ideia interessante surgiu então peguei dois copos de vidro, a garrafa com o álcool, um balde de gelo e sai em direção a Ariel que estava acomodada nos assentos do avião. 

Como cheguei por trás a garota não me viu, mas observei seu celular e observei também que apesar de nervosa, era a minha musica que ela estava escutando. Sorri sem nem perceber. Dei a volta na sua cadeira e me sentei de frente para Ariel que assim que notou minha presença, aumentou ainda mais o volume de “Sorry”. Coloquei os objetos que trazia em cima da mesa que separava nossos dois lados e cruzei os braços esperando Griffin se render. 

Isso deve ter durado cinco minutos  

- Tá legal, o que você quer?- Ela retirou os fones de ouvido 

- Vamos beber – Peguei o balde, depositei três pedras de gelo em cada copo, e em seguida coloquei o álcool - Não quero você nervosa comigo – Ela parecia pensativa 

- Você sempre fode tudo. - Não pude discordar disso – Mas tá, vamos beber. - Sorri em comemoração - Com uma condição - Arqueei a sobrancelha –  A gente vai brincar um pouco antes – Ela colocou o celular de lado e deu um gole em sua bebida  

- Eu adoro brincadeiras – Ariel sorriu de forma sensual 

Sério, não sei o que está dando nela para de repente não me deixar tocá-la mais, porém vou mudar isso nessa viagem. Nem fodendo vou ficar com essa gostosa do meu lado e não arrombá-la de todas as formas possíveis.  Ariel pegou a garrafa e colocou no meio das suas pernas, indicando que seja lá qual for o jogo que iremos jogar, ela é quem vai comandar 

- Funciona assim – Sua voz me tirou dos meus pensamentos – A gente diz um fato sobre nós mesmos e a outra pessoa tem que dizer se é falso ou verdadeiro. Se acertar, quem bebe é você. Se errar, ela é quem bebe – Gostei da ideia, de qualquer forma todo mundo bebia – Eu começo - Ariel sorriu animada, inclusive deu algumas palminhas de incentivo a si própria -Ok... Eu já fui directioner  

- Falso – Ela arqueou a sobrancelha - Você é só minha – Ariel engoliu em seco e como resposta, deu um gole na bebida, ou seja, eu tinha acertado. 

 - Sua vez Bieber – A boca dela tinha adquirido um vermelho mais intenso devido ao álcool. Céus, como quero beijá-la 

- A primeira vez que eu usei drogas, tinha treze anos – Ela me encarou surpresa, talvez não esperasse tal afirmação 

- Por favor, me diz que é mentira – Lentamente, neguei com a cabeça. Percebi que as iris de Ariel marejaram mas ela foi orgulhosa o bastante para apenas pegar a bebida e tomar um gole  

- Já me masturbei pensando em você - Ela não pode ta falando sério comigo 

- Puta que pariu, Ariel, como você quer que eu tenha algum auto controle ? - Ela passou a língua nos lábios antes de sorrir achando engraçada a minha situação. Que filha da puta. - Puta que pariu – Me mexi desconfortável, eu queria errar pois precisava urgentemente de um gole de bebida 

- Responde, Justin – Ela esta brincando com fogo 

- Falso 

- Verdadeiro – Rapidamente engoli uma dose daquele liquido que desceu rasgando a minha garganta 

De repente meu corpo pediu por mais, não só bebida, eu sabia bem que pelo tempo sem usar nada ele queria algo forte. Pensei na afirmação que disse minutos atrás para Ariel, sim, a cocaína eu experimentei pela primeira vez com Twist e Butler, mas a maconha, foi aos 13 anos. Um trago apenas, me senti um merda logo depois, entretanto, aquela foi a primeira vez. 

A garota me encarava em silencio, como se percebesse que havia algo errado comigo. Pensei em ir até a caixa e ser discreto quanto ao meu destino mas Griffin claramente perceberia na minha primeira frase. 

Coloquei os cotovelos nos joelhos e apoiei a cabeça nas minhas mãos. Fechei os olhos por um instante e quando os abri, percebi que Ariel tirava o seu cinto de segurança e vinha até mim. Deixei que a garota fizesse o que queria. Griffin se ajoelhou na minha frente e depositou suas duas mãos pequenininhas no meu joelho. Ela me encarava esperançosa, apontou para a garrafa em cima da mesa e balbuciou um “aguenta continuar?” , apenas afirmei. 

- Quero muito usar alguma coisa agora – Ela assentiu zero surpresa com a minha frase  

- Verdadeiro – Bebi outro gole, o que só aumentou a vontade. Comecei então a tremer as pernas. Ariel percebendo minha mudança, se levantou e antes mesmo que eu pudesse pensar no que ela estava fazendo, a garota sentou em meu colo, colocando uma perna em cada lado da minha cintura – Melhorou ? - De fato a tremedeira havia passado, confirmei a segurando em cima de mim, na intenção de impedir que ela vá há qualquer lugar – Antes de ter câncer, meu sonho era ser psicóloga - 

- Verdadeiro – Griffin revirou os olhos, mas pegou seu copo, e bebeu outro gole, fazendo uma careta em seguida – Vai com calma – Eu a alertei 

- Você que trouxe o álcool -  Seu rosto estava tão próximo ao meu que senti o hálito de whisky que ela exalava -  

- Prefiro pizza do que hamburguer - Não me lembrava de alguma vez ter dito isso na mídia  

- Verdadeiro – Ah vai se foder, revirei os olhos e coloquei mais whisky para outra dose, Ariel sorriu orgulhosa de si mesma 

- Eu sou fodastica – Gargalhei da sua modéstia, a vontade da droga estava quase passando 

-  Sua vez, senhora fodastica – Ela apertou os joelhos em volta da minha cintura na intenção provável de me irritar porem aquilo so aproximou ainda mais nossos corpos 

- Minha cor favorita é roxo 

- Verdadeiro – Ariel revirou os olhos, mas bebeu - eu já peguei a Miley Cyrus – A garota parecia em êxtase depois dessa afirmação, era clara a sua vontade de saber a resposta 

- Vou chutar sim, porque você já passou o rodo em geral – Tive de rir da sua cara de brava 

- Errou bebê, nunca peguei a loirinha -  A morena abriu a boca em um perfeito O, de fato surpresa com aquilo, apontei o copo e a contra gosto, Ariel bebeu 

- Sempre quis ser mãe  

- Verdadeiro – Ela me deu um tapa – Ai, o que foi isso ?- Perguntei passando a mão no local 

- Para de acertar, estou ficando bêbada – Fez um biquinho extremamente sexy 

Continuamos o jogo até chegar um ponto em que nenhum dos dois tinha cognição para responder alguma coisa. A garrafa havia sido zerada e Ariel ainda em cima do meu colo, não parava de rir. A risada dela deve ser a coisa que mais adoro na garota, é tão leve e tão contagiante que seria capaz de deixar qualquer um animado.  

- Você é tão lindo – Iria respondê-la mas a mesma colocou o dedo indicador nos meus lábios impedindo-me que prosseguisse – Chega a ser irritante. Tipo, você canta bem, tem o sorriso maravilhoso, um corpo dos DEUSES e ainda por cima possui o rosto mais perfeito que já vi na vida. - O contato entre nossos olhares estava tão profundo que tive que cortar 

- E por que não me beija ? - Perguntei olhando para a mesa, o corpo de Ariel pareceu endurecer em cima de mim 

- Vamos mudar de assunto  

- Quero saber por que de repente, esta me evitando tanto – Tomei coragem e voltei a encará-la, Griffin pendeu a cabeça para o lado e contra todas as possibilidades, sorriu pra mim. 

- Você é tãooooo lindo – Arqueei a sobrancelhas percebendo que de nada adiantaria falar com a mesma agora, pois ela estava bêbada. 

Sem nenhum aviso prévio, Ariel me abraçou. Em primeiro instante, não soube como reagir, pois não estou acostumado a um contato tão intimo. Veja bem, para mim, sexo é apenas uma necessidade carnal, não necessariamente envolve intimidade. Agora abraço, já é um nível muito alto.  

Como se lesse meus pensamentos, ela apertou ainda mais seu corpo no meu, e sussurrou um “me abraça por favor”. Queria responder que não sei fazer isso, não sei ter esse contato, mas ao invés de me obedecer, minhas mãos que estavam posicionadas na sua cintura foram direto para as costas dela.  

Uma pequena parte, quase nula de mim, estava adorando aquilo 

Comecei a acariciar sua pele por cima da roupa e ouvi um suspiro manhoso como resposta, confesso que tê-la ali, nos meus braços, me causava uma sensação de poder. Era como se o câncer não pudesse afetá-la ali, como se ele não fosse importante, como se sua força fosse mínima. Ariel beijou meu ombro e aquilo foi o ponto de partida para o desejo retornar e o momento reflexivo passar 

- Preciso que me beije – Sussurrei no seu ouvido e observei os pelos do seu pescoço se arrepiarem 

- Chega de abraços - Ela cortou o abraço e ainda em cima do meu colo, me deu um beijo estalado no nariz, estava prestes a beijá-la quando a garota saiu de cima de mim – Estou com sono, você não teria uma cama por aqui ? - Ariel só pode estar testando a minha pessoa.  

- Ter eu até tenho... mas poderíamos fazer outra coisa nela – Me levantei da cadeira e dei dois passos de encontro a garota  

- Justin, não. - Ela se afastou um pouco – Aonde esta a cama ? - Revirei os olhos  

- Segue no corredor, primeira porta a esquerda – Ariel assentiu e cambaleando foi pelo caminho que lhe instrui. Assim que ela saiu de vista, voltei a adega, peguei meu celular, e disquei o primeiro numero que pensei. Foda-se se é proibido o uso de aparelhos aqui em cima. - Preciso de você - Balbuciei assim que a pessoa atendeu – Estou chegando no Brasil – Comecei a andar de um lado para o outro 

- O que foi? - Butler perguntou preocupado 

- Será que perdi a habilidade de sentir? Será que só sei enfiar meu pau em uma buceta e que se não puder fazer isso a graça acaba pra mim ?  Será que e...- Ele me cortou 

- Justin, calma, o que aconteceu?  

- Tem alguma coisa errada comigo, dude. - Butler soltou um suspiro alto  

- Senta em algum lugar e conversa comigo um pouco – Passei a mão pelo cabelo e me acomodei no primeiro banco que vi. 

Conversar com o Ryan por alguns minutos foi bom, mas ele de fato não respondeu minhas questões sobre os meus diversos problemas mentais. Assim que desliguei a ligação fui direto para a caixa que tinha trazido da casa de Christian. Afinal, já adiei bastante o uso daquelas substancias. 

Quando abri a caixa soltei um sorriso sincero me esquecendo de todas as perguntas sem respostas. Havia tanta coisa maravilhosa dentro daquela porra! Desde maconha à LSD, cocaína, bala, ecstasy e inclusive duas garrafas de lança. Me sentei em frente ao paraíso, e ainda com a felicidade estampada no rosto, escolhi o que usaria.  

Cocaína, minha amada cocaína. 

Peguei um canudo pequeno que havia ali, tirei um saquinho do pó branco e montei cuidadosamente a carreirinha de droga ao lado da caixa. Abaixei a cabeça, posicionei o reduzido tubo no nariz e inalei a substancia rapidamente, era claro que apenas um pouco não mataria a minha vontade então logo providenciei outra e mais outra rodada até me sentir completamente satisfeito.  

Me levantei cambaleando e comecei a gargalhar sozinho. Ah, como eu amo essa sensação. As vezes questiono porque isso é proibido, afinal todos deveriam ter acesso a essa felicidade na Terra. 

Fiquei ali, preso naquela brisa até chegarmos no Brasil, sem saber que dentro daquela caixa que nomeei paraíso, meu inferno estaria decretado.  Afinal, aquelas, seriam as ultimas drogas que eu usaria na vida. 


Notas Finais


Comentem meninas, os comentários me ajudam muito na vontade de escrever huasdfhuasdfhuasdfhu

É isso

Perdoem se mandei mensagem de divulgação repetida </3

Xoxo

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