História Believe In The Shield - Capítulo 45


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Categorias WWE
Personagens Dean Ambrose, Jeff Hardy, Pamela "Bayley" Martinez, Personagens Originais, Roman Reigns, Seth Rollins, Stephanie McMahon, Triple H (Hunter Hearst Helmsley)
Tags Aaron Taylor- Johnson, Bayley, Becky Lynch, Chloe Bennet, Cobie Smulders, Dean Ambrose, Jeff Hardy, Personagens Originais, Roman Reigns, Seth Rollins, Wwe
Visualizações 42
Palavras 3.458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey, everyone!

Demorei, mas voltei! Kkkkk
Já peço desculpas pela demora e agradeço por todos os comentários e favoritos!
Estou com o capítulo pronto desde cedo, mas só agora que consegui postar.
Hoje foi meu aniversário, então já vou aproveitar o momento para agradecer a todos que se lembraram, com um capítulo! ❤ Obrigada, amores!

Não pude revisar o capítulo hoje, então qualquer erro grave, me avisem, por favor. (amanhã tentarei revisar tudo).

Boa leitura!
Bring It!

Capítulo 45 - Road To WrestleMania


Fanfic / Fanfiction Believe In The Shield - Capítulo 45 - Road To WrestleMania

Monday Night Raw - 27 de abril de 2017

Bayley POV

– Ai, sério, me solta! – Sasha gritou mais uma vez.

– Não! – respondi rindo, enquanto ela me empurrava, tentando quebrar o forte abraço em que eu a prendia. Bem, ela logo conseguiu. – Você é muito mal humorada, sabia?

– Eu não gosto de abraços. Você sabe disso muito bem. – cruzou os braços.

– É, eu sei. – sorri e ela revirou os olhos. – Só estava te desejando um 'boa sorte'.

– Por que boa sorte? Se eu ganhar da Fox hoje, você vai ter que lutar contra mim no domingo. Deveria querer que eu perdesse.

– Eu não sou assim. – respondi, ofendida e ela riu.

– Que bom, porque eu vou ganhar hoje e bater todas vocês no domingo, para me tornar campeã!

– Vai sonhando. – respondi, rindo.

– Certo, você é uma ótima amiga. – revirou os olhos.

– Sim, uma ótima amiga, que merece ter seus abraços correspondidos! – protestei.

– Você é impossível. – dei de ombros e logo em seguida, a porta foi aberta.

– Sasha, sua luta é a próxima. – um dos funcionários da produção falou e ela assentiu. Ele saiu, deixando a porta aberta.

– Bem, até mais tarde. – levantou-se, mas antes que ela saísse da sala, tomei sua frente com os braços abertos. Sasha fez uma careta.

– Com licença? – Seth apareceu na porta, vestido de terno e usando muletas. – Estou atrapalhando alguma coisa?

– Sim. – minha amiga respondeu. – E muito obrigada mesmo por isso! – comecei a rir, enquanto a mesma desviava de mim e saía do camarim feminino.
– O que está fazendo aqui? – perguntei, curiosa.

– Estava entediado de esperar a hora da assinatura do contrato. – deu de ombros. Naquela noite, último Raw antes da WrestleMania, Seth iria assinar o contrato, que validaria o combate que o mesmo teria contra Triple H. Peguei meu celular e saí do camarim, pois se o encontrassem ali, ia dar merda.

– Tem certeza que esse joelho está bom para lutar? – perguntei, enquanto caminhávamos pelos corredores do ginásio.

– Até meu médico me liberou, por que você insiste em me perguntar isso?

– Porque sei que Triple H irá se aproveitar de sua lesão. – suspirei e ele parou de andar. Logo me virei para ele.

– Escute, isso aqui – levantou uma das muletas. – é só para apoiar o joelho, por enquanto. Até domingo, vou estar com ele cem por cento. De qualquer jeito, Triple H vai se aproveitar dessa lesão. Mas eu não vou desistir, até deixá-lo no chão. Eu vou bater o King Of Kings. Serei o King Slayer. – ele falou olhando para cima, como se visualizasse uma faixa com essa palavra.

– King Slayer... Gostei. – falei sorrindo.

– Ótimo. Vem cá. – ele pegou minha mão, me guiou para outro corredor e entramos em uma sala. – Me mandaram ficar aqui, até a hora de assinar os contratos. Eu não devia nem ter saído daqui, mas estava tão solitário... – ele deixou as muletas de lado e se sentou no braço do único sofá no cômodo, em frente a uma TV, e me puxou pela cintura, encaixando-me entre suas pernas.

– Hey, aqui não... – reclamei, quando ele começou a beijar meu pescoço.

– Por que não? – perguntou, sem parar de me beijar, enquanto suas mãos já entravam pela parte de traz da minha camiseta.

– Porque vamos acabar esquecendo da hora ou alguém pode entrar aqui e ver isso.

– Ia ser um show e tanto. – ele sorriu malicioso.

– Para, Seth! – o afastei, rindo e ele revirou os olhos, emburrado.

– Okay.  – falou, contra a vontade, e segurou minha mão, me guiando até o sofá. – Vamos somente ver o Raw, então.

– Bom garoto.

(...)

 

Alice POV

Estava sentada no sofá da sala do apartamento de minha irmã, enquanto pulava, com o controle da televisão, de canal em canal, até que achasse algo de interessante para acabar com meu tédio. Até o momento, nada havia me entretido o bastante. 

Acabei deixando na Discovery Channel e larguei o controle sobre o sofá, enquanto voltava a me enrolar nas cobertas, afinal estava um frio do caralho, de três graus negativos. 

– Ali, o Roman acabou de me mandar uma mensagem, avisando que já está subindo. – Lize falou, saindo de seu quarto, com uma mochila nas costas e roupas de treino. Ela não estava mais lutando, mas não parava de fazer seus treinamentos, para não perder a forma. 

– Ótimo, minha babá do dia chegou. – falei, rindo e minha irmã revirou os olhos. 

– Nós não somos suas babás. – falou caminhando até mim. – Só fazemos companhia para você, durante 24 horas do seu dia. – dessa vez ela que riu e eu que revirei os olhos. 

– Me explica a diferença? – perguntei retoricamente. Antes que Lize respondesse, alguém, obviamente Roman, bateu na porta. – Por que ele ainda bate na porta? – perguntei, esticando meu pescoço para ver além do encosto do sofá. 

– Porque ele tem educação, diferente do seu marido. – respondeu como se fosse óbvio, antes de abrir a porta. Com essa eu tive que rir alto. – Oi, amor. – ela o recepcionou com um beijo, daqueles que você fica desconfortável de olhar. Não existia uma casal mais meloso do que aqueles dois. Voltei minha atenção para a televisão. – Eu vou logo, para voltar antes do almoço. – ainda eram oito e meia da manhã, e ela já estava preocupada com almoço? 

– Tudo bem, até mais tarde. – Roman respondeu e eu ouvi um barulho de beijo novamente, antes da porta se fechar. – E aí, baixinha. 

– E aí, Thor de Samoa. – falei sorrindo, enquanto ele se sentava ao lado meu lado, onde meus pés estavam. 

– Então, como vai? – perguntou, jogando as costas, contra o encosto do sofá. 

– Entediada. Eu estou até assistindo um reality show de pessoas perdidas numa floresta... Pelados... 

– Largados e Pelados? – ele falou, rindo. Arqueei a sobrancelha. 

– Eu podia ter adivinhado essa. – dei de ombros e desliguei a televisão. – Não me leve a mal, mas eu não queria estar congelando no sofá da minha irmã, com o meu cunhado de babá. 

– Babá? – ele riu e eu acabei o acompanhando. – Escute, você conseguiu aguentar toda essa situação dos últimos meses. Agora é que vem parte fácil. – ele tinha razão. Eu tinha melhorado muito nas últimas semanas. Não havia mais enjoos e eu conseguia me alimentar bem. Inclusive, o médico havia suspendido as quimioterapias e eu só estava fazendo o tratamento através de medicamentos. Mas claro que isso não fez muita diferença para minha irmã, que ainda não me deixava sozinha nem por um minuto sequer. – Aliás, se anime um pouco. No final de semana estaremos viajando para Orlando. 

– Acredita que é a primeira vez que estou indo à WrestleMania? – perguntei, rindo. – Isso até que me anima um pouco. 

– Então vamos animar mais um pouco. Trouxe uma coisa para te distrair. – ele puxou uma mochila, que até o momento era despercebido por mim, que estava no chão ao seu lado e retirou uma caixa grande de lá, me entregando em seguida. 

– War? Essa é sua ideia? – falei, lendo a caixa do jogo de tabuleiro. 

– Prefere ficar morrendo de tédio? 

– Não, até porque eu adoro esse jogo. – levantei do sofá e me sentei no chão, colocando a caixa do jogo sobre a mesinha de centro. – Mas faz tempo que eu não jogo, então vai ter que me lembrar das regras. 

– Pode deixar. – ele se sentou à minha frente. – E prepare-se para perder, porque eu sou muito bom nesse jogo.

– Nem um pouco convencido... – ri, colocando o tabuleiro e as peças sobre a mesa. – Eu fico com as peças vermelhas. 

...

– E a América do Norte é minha. – Roman falou, acabando com meu único exército e substituindo por suas peças pretas. – E junto com a África, conquistada há dez minutos atrás, eu cumpri meu objetivo e você perdeu, de novo!

– É, acabo de lembrar que eu sempre fui horrível jogando isso... – revirei os olhos, jogando minhas cartas sobre a mesa.

– Que bom que sabe. – riu e recolheu as peças que estava sobre o tabuleiro. – Eu, por outro lado, sempre fui bom nesse jogo. Sempre ganho de todo mundo. Por esse motivo, Joelle odeia esse jogo. – comecei a rir também, juntando minhas peças, quando a porta da sala foi aberta por Lize. 

– Oi, gente! – entrou sorrindo. 

– E aí, Liz! – acenei e voltei minha atenção para o jogo, enquanto Roman fazia o mesmo movimento. 

– Nossa, que bela recepção. – revirou os olhos e jogou a mochila sobre o sofá, sentando-se ali ao lado, enquanto Roman e eu segurávamos o riso. – Vocês estão jogando War? 

– Uhum. Lembra que nós jogávamos isso, quando éramos crianças? – perguntei, me lembrando daquela época. 

– Claro! Você era péssima nisso, eu sempre ganhava de você. – revirei os olhos, ao ouvir a risada de Roman. – Mas quando o Seth estava jogando, não tinha quem ganhasse dele. 

– Verdade, ele ganhava uma rodada atrás da outra. Ele fazia um monte de estratégias, era um grande arquiteto de War. – falei, rindo. 

– Ele sempre foi muito bom em tomar decisões no jogo... – minha irmã completou. 

– Pena que nunca usou isso na vida real. – Roman falou, mais consigo mesmo do que com a gente - praticamente inaudível, de maneira que, se não estivéssemos ao seu lado, nenhuma de nós duas iríamos ouvir - enquanto encarava fixamente o chão. Liz e eu trocamos um breve olhar, antes que ela se levantasse, num pulo. 

– Vamos almoçar, então? – perguntou, coçando a nuca. 

– Claro, mas primeiro me fala que sorriso é esse, que está quase rasgando sua cara. – falei, levantando-me do chão, e sentando-me na poltrona atrás de mim. Roman a encarou também, prestando mais atenção na conversa. 

– Ah, é, já ia esquecendo... – sentou-se novamente. – Eu tenho novidades! 

(...)

 

Lize POV

Após Roman chegar em meu apartamento para ficar com Alice, saí para ir à academia. Não é porque eu não estava mais lutando, que eu deixaria de manter minha forma, afinal queria estar pronta para quando eu quiser voltar, sem ter que me "preparar" antes. 

Eu treinava durante todos os sábados e dias da semana, salvo os dias em que Não tinha ninguém para ficar com a Alice. Por mais que ela odiasse ter que sempre ficar com uma "babá", eu não conseguiria ficar tranquila em deixá-la sozinha. 

Sim, eu estava meio paranóica. Mesmo com os médicos dizendo que ela estava bem e que seu estado só estava a melhorar, meu medo não desaparecia por completo. A agonia que senti quando ela ficou em coma, era algo que eu não queria sentir nunca mais, então, sim, eu seria paranóica se necessário. 

Por aquele motivo, pedi para que Roman ficasse com ela hoje. Afinal, Dean e Becky já haviam viajado para o SmackDown e, de lá, seguiram para Orlando. Meu namorado e meu irmão, iriam para lá hoje, enquanto Alice, Dylan e eu, só iríamos no final da semana. Quanto a Jeff, esse só andara sumido nas últimas semanas, assim como Matt. Motivo? Isso eu já não sabia. 

Fiquei pelo menos uma hora e meia na academia, até que resolvi ir embora. Tomei um banho ali mesmo e, após me vestir, vi que havia uma chamada perdida de Brie no meu celular. Não tardei a retornar a ligação. 

– Oi, Lize! – ela atendeu animada. 

– Oi! Desculpe não ter atendido antes, eu estava treinando um pouco. 

– Não tem problema. Mas já que está na academia, poderia passar aqui na volta? Preciso falar com você. – me pediu, parecendo séria. 

– Posso sim... Aconteceu alguma coisa. – perguntei preocupada, enquanto pegava minha mochila no armário, às pressas. 

– Sim, mas não é nada que deva ficar preocupada. – riu um pouco. 

– Certo. Eu já estou de saída. – concluí, encerrando a ligação. 

Tomei um banho rápido e vesti uma roupa limpa, que estava em minha mochila – tratando-se apenas de um short jeans escuro e uma regata preta. Peguei minhas coisas e segui para o estacionamento. 

A casa de Brie e Daniel, não ficava muito longe da academia em que eu estava. Em menos de quinze minutos, eu já estava parando em frente à casa, onde havia um cara com uma câmera, gravando minha chegada. Eles estavam filmando o Total Divas, então, pelo visto, ali tinha coisa. 

Saí do carro, apenas com meu celular e minhas chaves nas mãos, e caminhei até a porta. Toquei a campainha e segundos depois, a porta foi aberta por Brie. 

– Que bom que veio! – sorriu animada e nos abraçamos. – Entre. 

– Claro que eu viria. Acabei ficando curiosa demais para deixar para um outro dia e estava sentindo falta da minha parceira de treino. – falei, enquanto entrava na casa e a acompanhava até o sofá. Ali dentro, havia mais um cara filmando e o que estava lá fora, havia entrado também. Apenas fingi que eles não estavam ali. 

– Claro que você estava sentindo a minha falta. Você me ama. – revirei os olhos, enquanto ríamos juntas. – Também senti sua falta. 

– Eu sei que isso foi culpa minha... Estive muito ausente, mas os últimos meses não foram muito fáceis. – suspirei, pousando as costas sobre o encosto do sofá. 

– Eu sei, não se preocupe. A Alice precisava de você. – me falou, compreensiva. – Aliás, como ela está?

– Bem. Bem melhor. – soltei um sorriso. – Os médicos disseram que o tratamento químico, fez um ótimo efeito e ela já nem precisa mais deles. Logo logo, ela vai estar cem por cento! 

– Isso é ótimo! Fico muito feliz por ela e por você. Aliás, já faz um tempo que não a vejo também... Acha uma boa ideia combinarmos um dia para sairmos? – sugeriu. 

– Para mim, é uma ótima ideia. 

– Então combinamos depois. – sorriu, animada. – Nossa, que cabeça a minha! Você não quer algo para beber ou comer? – ia se levantar, para correr para a cozinha, mas eu a segurei, a puxando de volta para o sofá. 

– Hey, não se preocupe! Eu não vou poder ficar por muito tempo. Prometi que iria almoçar com a Alice e o Roman. Agora me conta o porquê me chamou aqui, porque estou muito curiosa para saber. 

– Ah, claro! Chamei você aqui, porque queria que fosse uma das primeiras pessoas a saber. 

– Não precisa de tanto suspense, sabia? – revirei os olhos. – Conta logo!

– Está bem! – revirou os olhos também e ficou séria ao suspirar, antes de dar um enorme sorriso. – Estou grávida! – nessa hora, as palavras fugiram de mim, fazendo meus lábios apenas formarem um largo sorriso. Olhei para a barriga dela e, claro, ainda não dava para ver nada, mas não pude evitar. 

– Brie... Ai, meu Deus! – praticamente gritei, quando encontrei minhas palavras. – Cara, eu não acredito! Parabéns! – a abracei, enquanto ela ria do meu jeito espontâneo. 

– Obrigada, Liz! Nossa, o Bryan ficou tão feliz! 

– É claro que sim, isso é maravilhoso! – concordei, ainda sorrindo como uma boba. 

Ficamos ali conversando sobre o bebê, por quase uma hora, até eu me lembrar que Roman e Alice me esperavam para o almoço. 

Despedi-me de Brie e segui para meu carro, ainda sendo filmada. Aliás, toda a conversa havia sido filmada, apesar de eu ter esquecido da existência daqueles dois homens. Dei de ombros e segui para meu apartamento. 

(...)

 

Autora POV

O final de semana, havia chegado rápido. Como previsto, na sexta-feira Lize, Alice e Dylan embarcaram juntos num voo para Orlando, Flórida. Inclusive chegaram a participar do Hall Of Fame, no dia seguinte, acompanhando seus respectivos pares. 

Enfim, domingo havia chego, para a alegria de todos os fãs da WWE, onde muitos realizavam o sonho de sua primeira WrestleMania e outros felizes pela sua consecutiva ida ao evento. 

Do lado de fora do Camping World Stadium, as filas dobravam para todos os lados, enquanto outras pessoas, preferiam ficar de plantão no estacionando, aguardando a chegada de seus superstars favoritos, na expectativa de conseguirem fotos ou autógrafos. 

Muitos lutadores e lutadoras haviam chegado cedo, como Neville, Jinder Mahal, Charlotte Flair, Natalya, Seth Rollins, Bayley, Luke Gallows, Karl Anderson, Finn Bálor, Natalya, Sasha Banks, Mickie James, Baron Corbin...

Outros, ainda chegavam, como Roman, que acabara de estacionar seu carro e saía do mesmo, acompanhado de Lize, no banco do carona, e Alice e Dean, nos bancos de trás. Os homens pegaram suas bagagens, no porta-malas do carro, enquanto seus ring-names, eram gritados o mais alto possível. 

– Podem ir até lá. Eu cuido das malas. – Alice falou para os demais, que assentiram e seguiram até a multidão de fãs. Logo em seguida, levou sua atenção ao celular, enquanto Becky e Dylan se aproximavam. 

– Alice! – a irlandesa abraçou a menor, com força. – Caramba, quanto tempo! 

– Becky, faz uma semana. Não exagera. – a morena riu, fazendo os outros dois a acompanharem. 

– Para mim, é muito tempo. – deu de ombros e olhou em volta. – Poxa vida, isso é demais, não é? – seus olhos brilhavam e seu sorriso só aumentava ao ouvir os fãs a chamar seu nome. – Não é minha primeira WrestleMania, mas a sensação, é de entrar pela primeira vez no ringue. Só que com milhões de pessoa assistindo você...

– Aí, já tivemos essa conversa, certo? Se acalme, que vai dar tudo certo. – Dylan falou, colocando ambas as mãos sobre os ombros de Becky, a encarando firmemente nos olhos. 

– Ele tem razão. Por que não vai lá falar com essa multidão que te agora? – Alice sugeriu. 

– É... É uma boa ideia. Cuidem das minhas malas! – gritou, enquanto corria para onde Dean, Lize e Roman estavam. 

– Claro! Minha profissão agora, é cuidadora de bagagens dos wrestlers da WWE. Sou importante, eu acho. – Alice respondeu, encostando-se no carro, enquanto Dylan ria. – O que foi que deu nela hoje?

– Um ataque de ansiedade, pelo visto. – desviou seu olhar de Becky para Alice. – Como está se sentindo? 

– Arg! Você está fazendo de novo. – resmungou e o outro arqueou a sobrancelha, confuso. 

– O que eu estou fazendo de novo?

– Perguntando que nem um médico. Está pior que a Lize, caramba. 

– Eu pergunto que nem um médico? – perguntou irônico, enquanto ria. – Que bom, porque acho que essa é minha profissão. 

– Você entendeu. Nesse final de semana, eu quero somente esquecer o que aconteceu nos últimos meses, então se quiser saber como eu estou, pergunte como um amigo 'não-médico'. – deu de ombros e o outro assentiu. 

– Vou tentar fazer isso da próxima vez. – sorriu e a outra o acompanhou. 

– Desculpa por isso. Acho que fiquei traumatizada nos últimos meses. Você entende, certo?

– Claro que entendo. – também encostou-se no carro de Roman. – Aliás, gostei do cabelo. – ele elogiou e Alice olhou brevemente para seu reflexo. Seus cabelos estavam bem curtinhos, mas foi o suficiente para fazer uma trança embutida do lado direito e o resto do cabelos solto do lado esquerdo. Ela sentia falta dos cabelos longos e cor de mel, porém havia gostado deles curtinhos e escuros. 

– Valeu. – sorriu de lado. – Conseguiu aquilo que eu te pedi?

– Claro. – pegou um cartãozinho comercial em seu bolso da calça. – O nome dela é Emily. Ela é uma ótima advogada. Vai ajudar você e o Dean a conseguirem a guarda do Harry. 

– Obrigada. – agradeceu, olhando o cartão em sua mão, antes de encarar o amigo. – Acha que é uma boa ideia fazer isso agora? Minha saúde não vai prejudicar em nada?

– Olha, já falei do seu caso com ela e a mesma me disse que quanto mais cedo você der entrada nesse pedido de adoção, é melhor, porque essas coisas demoram um pouco. Eu conversei com o Dr. Reid também e ele me disse que seu estado está estável. De acordo com os exames, não há nada que indique que o tumor vá se manifestar outra vez, então eles não podem te impedir de tentar uma adoção. 

– Isso é bom. – sorriu agradecida. 

Após mais alguns minutos, Becky, Lize, Roman e Dean voltaram para perto deles e, juntos, seguiram para dentro do estádio. 

Dylan e Alice receberam um crachá de passe livre e acompanharam Lize, enquanto os outros se arrumavam para seus combates. 

Dean foi o primeiro a aparecer novamente e no mesmo instante, Alice o puxou para conversarem a sós. 

– Dylan indicou essa advogada para tentarmos a adoção do Harry. Ela disse que já podemos fazer isso. – entregou ao loiro o cartãozinho da advogada. 

– Isso é ótimo, amor. Por que está com essa cara? – perguntou, passando uma das mãos no rosto da morena. 

– É que eu não consigo parar de pensar no que vai acontecer, se nada disso der certo. Eu, realmente, não sei o que faria... – Dean balançou a cabeça levemente, enquanto levava o polegar até os lábios da esposa, calando-a. 

– Shh. Eu sei que isso não é fácil, mas combinamos de não trazer e nem pensar em problemas aqui, certo? – ela assentiu. – Então tenta se acalmar e vamos ser otimistas nesse momento. É o que mais importa agora, okay? – ela assentiu novamente e o abraçou pela cintura, sobre o cinturão. Levantando-se nas pontas dos pés, alcançou seus lábios nos do loiro, em um beijo calmo. Ao se separarem, viu a irmã acenando com a mão, indicando que o show já ia começar e que eles precisavam ir para seus lugares reservados. – Boa sorte e acabe com o Corbin.


Notas Finais


It's all!

Deixem críticas, sugestões e opiniões nos comentários sempre que quiserem! Eles ajudam bastante no andamento da fic...

So long, babies! ;*****


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