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História Believe in yourself, like a Hero! (Interativa) - Capítulo 5



Notas do Autor


Oi oi. (:
Estou eu, aqui de volta, com a ajuda dos meus co-autores, com um capítulo que foi muito divertido de ser feito. Não sei se vocês vão gostar da maneira como as lutas foram feitas e CALMA, se seu personagem não apareceu aqui não é porque ele não é nosso preferido (até pq nós não temos favoritos ainda :P), é porque foi um sorteio ksksksk. Mas TODOS vão aparecer no próximo capítulo, e eu juro que vou dar meu máximo junto com os co-autores pra usar as individualidades da melhor forma possível. "Tentar", porque "conseguir" vai ser complicado do jeito que eu ainda sou horrível em escrever lutas, mas eu tô tentando eu juro kskksksk.
Enfim..
》Boa leitura《

Capítulo 5 - Capítulo 4 - Segunda fase?


Anteriormente

- Vamos, Sayuri.. Sem pressão. Você vai conseguir.. Essa é a hora de se mostrar capaz, então não se decepcione. A única carta que vai chegar da U.A vai ser de um pedido do tamanho do seu uniforme.

Agora 

Parece que chegou o dia Sayuri, vai ter que deixar seu medo de lado e usar... Não tem que ficar achando que essa individualidade não lhe pertence, foi dada a você quando nasceu e durante todo esse tempo que esteve com eles treinou arduamente para fazê-la sua, sempre se segurou e não vai fazer isso agora...

Antes de terminar de me alongar pude ouvir o Present Mic gritar um "ARE YOU READY?!", o que significava que a prova iria finalmente começar. Todos foram se amontoando em um lugar onde foi aberto um grande portão, e claro que eu não fiz diferente.

- Oque estão esperando mocinhas?! Um convite formal?! Se esperarem a vida bater na porta desse jeito vão acabar morrendo por um vilão nas ruas!! - Gritou o herói.

Quando finalmente me toquei, percebi que todos já haviam corrido e que as únicas palhaças que estavam ali eram eu e mais uma menina. 

- Droga! - Digo para mim mesma e começo a correr como se não houvesse amanhã. - Não deve ser tão difícil são só robôs Sayuri, só robôs… - Sussurrava para mim mesma na tentativa de me encorajar mantendo uma expressão séria.

Depois de correr por um tempo viro a esquina de um prédio e dou de cara com um robô. Estava pronta para atacar, virei meu corpo para trás e me joguei para frente usando o impulso para conseguir mais força. Até que quando eu menos espero o robô tinha sido fatiado em 3 pedaços e estava estraçalhado no chão.

- O que? - Digo parando com dificuldade e quase caindo.

De trás do robô estava alguém, e esse alguém era aquela menina, a de cabelos brancos que ficou dando gritos abafados na apresentação do Present Mic, ela era alta e tinha uma pele bronzeada, parecia estrangeira. Enquanto eu analisava a situação ela apenas sorriu sincera com o resultado do robô e saiu correndo.

- Se eu não começar a ficar esperta vou virar isca para os robôs de outras pessoas. - Reclamava pra mim mesma com uma expressão séria no rosto enquanto corria procurando outros robôs.

- Ali! - Digo vendo um robô de três pontos.

Ele estava próximo a uma menina que parecia paralisada, literalmente, ela não se mexia de jeito nenhum. Corro até ela na esperança de poder ajudá-la antes que ele a encostasse. Sei que posso ser um pouco fria, mas não gosto de ver pessoas se machucando, principalmente nesse momento em que eu estou aqui, estou vendo, e posso ajudar.

Ele estava prestes a esmagá-la e eu estava um tanto longe.

- Droga.. - Rosno entre os dentes começando a correr o mais rápido possível. - Por que ela não sai de lá! - Penso.

Quando cheguei perto o suficiente, ou nem tanto assim, pulei em cima da menina e nós rolamos no asfalto, fazendo o robô quebrar apenas o local onde ela estava. Assim que me levantei junto com a menina, ela parecia ter acordado e não estava entendendo nada. Por sorte ela não se machucou.

- Oe, tá tudo bem com você menina? - Pergunto rapidamente ainda com um semblante sério enquanto olhava o robô com a mão na frente dela.

- E-eu.. - Gaguejou ela enquanto olhava as palmas das mãos com seu rosto tenso.

- Corre daqui. - Digo calma assustando a garota que apenas concordou e fugiu.

No mesmo segundo em que ela saiu o robô deu um soco naquele local fazendo eu dar um pulo para trás para não ser acertada, aparentemente seu alvo era ela.

Cerro meus punhos tentando me concentrar em todo o poder que passava pelo meu corpo, meu cabelo balançava com aquela energia e eu podia me sentir cada vez mais leve. 

Assim que o robô me definiu como seu alvo começou a dar vários socos, eu desviava de cada um com uma certa dificuldade. Parei em um lugar e esperei ele dar mais um, assim que ele o fez eu subi em seu braço metálico colocando toda a força em um soco que veio junto de um grito de encorajamento estilhaçando sua cabeça por completo.

Chegando ao chão e vendo aquela enorme estrutura de metal cair impotente, senti um leve formigamento na mão e logo pensei.

- Que sensação boa…

Depois disso fiquei bem mais viva e confiante, corri por aí com uma expressão convicta que era estampada por um pequeno sorriso. "Eu vou passar", era o que meu rosto dizia.

[Quebra de tempo]

Ao longo da prova tinha quebrado mais 2 robôs. Nesse momento eu achei mais um, ele era pequeno e eu já estava pulando para dar um chute nele. Até que quando eu ia encostá-lo ele simplesmente desapareceu, dando lugar a alguém que quase levou o meu chute, mas desviou com facilidade fazendo eu cair com tudo no chão assim ralando praticamente toda a parte de trás da minha coxa, gemi de dor no chão enquanto mantinha minha cabeça abaixada.

- Por acaso você não me viu?! - Grito agora olhando para cima com uma expressão raivosa tentando parecer calma.

Ele olhou para mim com a cara mais debochada que eu já vi na minha vida.

- Claro que vi, não sou cego. - Diz ele pronto para sair. - Se você é lenta não é problema meu.

O menino saiu e me deixou lá com cara de nuvem, fiquei no chão raciocinando o que tinha acontecido e porque ele não tinha pelo menos me ajudado a levantar, é o mínimo de educação que as pessoas precisam ter, certo? 

Me levantei com dificuldade sentindo o local machucado queimar.

- Mas que merda! - Digo para mim mesma com a raiva bem visível no meu rosto.

Corri do jeito que estava a procura de mais alguns robôs, afinal a partida ainda não tinha acabado e eu acho que preciso de mais pontos. 

- Quando eu achar o próximo robô ninguém vai me impedir de acabar co- 

Sou interrompida por um clarão que vinha junto de um estrondo enorme e ensurdecedor, parecia muito com o som de um trovão. Me abaixei imediatamente com as mãos nos ouvidos e de olhos fechados, fazer aquilo doeu por conta do machucado.

- Mas o que… Será que isso é efeito da individualidade de alguém? - Digo abrindo os olhos levemente.

Tinha sido bem longe dali, provavelmente no centro de batalha B, então depois daquilo eu resolvi apenas continuar a fazer o que eu já estava fazendo. Nem corri tanto e já tinha achado um… não, dois robôs. Eles eram pequenos também, um estava no chão se levantando porém sem um de seus braços, devem ter achado que dando qualquer golpe ele seria derrotado.

Eu ia correr para perto deles mas aparentemente já tinham alguém para lutar, vi dezenas de bolinhas brilhantes ao redor de um dos robôs que apenas as analisava, e o que estava sem um braço parecia procurar por algo. Quando eu já estava chegando perto, o primeiro robô encostou em uma das bolinhas fazendo todas, sem exceção, explodirem. Confesso que me assustei um pouco ao ver aquelas coisinhas antes inofensivas estrassalharem o robô do nada, mas apenas continuei correndo na direção do outro robô. Estava me preparando para pular nele e dar um soco por cima, já no ar pude ver uma pequena gosma preta no chão subindo na perna do robô, ela em alguns segundos rodeou ele inteiro e de repente o robô foi ESMAGADO por ela como uma latinha de refrigerante.

- O que..?! - Foi a última coisa que disse antes de dar um grande soco no chão que estremeceu as coisas por perto.

Olhei por todos os lados e não encontrei quase ninguém por perto, apenas um menino médio e loiro que corria encolhido para bem longe dali.

- Aaaah… - Dou um suspiro derrotado tirando com dificuldade minha mão do asfalto e a massageando. - Se isso continuar assim eu não vou passar mesmo. - Digo cruzando os braços e colocando a mão no queixo pensativa.

- Ok pra mim já deu. Não sei quando tempo eu tô aqui mas ficar correndo pra lá e pra cá com minha perna desse jeito é um grande erro. - Sento em cima de um dos robôs e apenas olho para cima esperando o tempo passar. - Tomara que eu já tenha pontos o suficiente. - Penso.

O vento passava pelo meu rosto enquanto eu mantinha meus olhos fechados. Era possível ouvir pessoas correndo, gritos, brigas, lástimas, o tilintar do encontro do metal com o chão e finalmente o alto barulho de uma sirene, que como todos ali sabiam, indicava o final da prova.

- É.. Agora eu só posso esperar...

...

Já tinha pego minhas coisas e saído do campo A, não estava tão suada quanto os outros mas mesmo assim estava bem cansada. Antes de sair da U.A passei na enfermaria da escola pois um menino tinha me dito para ir por conta do meu machucado.

Chego na frente da porta onde estava escrito "Enfermaria" e bato podendo escutar um "Entre" abafado como resposta, abro a porta me deparando com algumas pessoas que provavelmente estavam lá pelo mesmo motivo que eu sendo atendidas por um homem jovem de cabelos grisalhos e óculos.

- Você.. É o médico? - Pergunto entrando.

- Hun.. Sim, sou eu. Como posso ajudá-la? - Diz para mim com um sorriso convidativo em seu rosto enquanto enfaixava o pulso de uma menina.

- Acho que como todos aqui eu me machuquei no teste prático. - Digo olhando as pessoas que estavam a espera.

- Tudo bem. - Ele ri soprado. - Fique à vontade enquanto espera junto com eles, não vai demorar muito. - Sorriu docemente mais uma vez, arrumando o óculos e voltando a enfaixar o pulso da menina.

Me sentei no sofá ao lado da porta um pouco distante das pessoas que estavam lá e me permiti relaxar um pouco levantando a minha perna machucada. Peguei meu celular da bolsa, desbloqueei e entrei na minhas conversas procurando a Clarisse.

Celular on

[Clarisse Mãe]

Online

> Sai logo desse banho Sayuri!

Eu já terminei! <

Só tô me secando! <

> Ah! Parece que morreu

no banheiro!

Eu já disse que <

                                tô saindo!

Hoje

Clarisse? <

Tá aí Clarisse? <

> Oi oi minha querida.

> Tô sim.

Que bom. <

Pode vir me buscar já? <

> Posso sim.

> Já acabou tudo aí?

> Você tá do lado de fora?

Ainda não exatamente. <

> Ué, então por que eu

tenho que ir aí agora?

Porque eu sei que se 

a senhorita fala que vai 

vir às 16:00 quer dizer 

que só vai chegar as 17:30. <

>:O

> Quanta calúnia sobre mim!!

Calma, pelo menos você 

chega com seu sorriso 

bonito perguntando o que 

poderia ter acontecido. <

Beijos, tchau. <

> Obrigada pela parte

que me toca.

> Beijos flor!!

Celular off

Desligo meu celular sorrindo e coloco ele na bolsa me apoiando nela enquanto eu esperava minha vez chegar. Nem percebi que naquele pouco espaço de tempo ele já tinha atendido quase todos e estava terminando de ajudar o último.

- Obrigada Doutor. - Disse um menino colocando a mão na bochecha sentindo o trabalho do médico.

- Por nada. - Sorri amigavelmente. - E você mocinha, como se machucou?

Me levanto do sofá com um suspiro por ter que explicar o que havia acontecido. É, vai ser dolorido tratar desse machucado, só espero não ter que tomar nenhuma injeção....

...

- Sayuri! Aqui!! - Grita uma voz familiar juntamente de uma buzina.

Me virei na direção do grito e pude ver Clarisse acenando para mim com um doce sorriso no rosto de dentro do carro. Corro na direção dela logo vendo seu sorriso se fechar enquanto olhava para minha perna enfaixada, entro no carro e apenas relaxo por estar com ela.

- O que é isso na sua perna, querida? - Pergunta a mais velha torcendo o nariz enquanto olhava para as faixas.

- Só um pequeno machucado da prova, nada demais. - Dou um sorriso singelo para ela.

- Nada demais.. - Diz com um tom desconfiado na voz enquanto girava a chave pronta para partir.

Quando chegamos em casa contei tudo para Clarisse que tinha acontecido na prova, o que rendeu muitas risadas e uma mais velha querendo matar alguns participantes. Depois disso tomei um banho demorado, comi qualquer coisa que tinha na cozinha e fui para porta de casa esperar um pequeno papel chegar. 

- Sayuri! - Ouço Clarisse me chamar de longe.

- Oi! - Grito de volta sem tirar minha atenção da porta.

- ….

- Que foi?! - Grito mais uma vez pensando que ela não tinha escutado de primeira.

- …

- Acho que escutei errado. - Penso comigo dando de ombros.

- Sayuri!! - Grita Clarisse mais alto.

- O que é! - Grito de volta não tendo resposta. - Aaaah.. - Suspiro me levantando e indo até ela.

- O que foi? - Pergunto calmamente para ela esperando que ela pedisse algo como a chave do porão ou o controle da TV do seu quarto que vive perdendo.

- Não fique esperando a carta, ok? Vai pegar uma friagem se ficar na porta. - Diz ela calmamente fazendo eu arregalar os olhos.

- C-como você..

- Eu te conheço Say, te conheço tanto que sei que isso só vai fazer você ficar mais ansiosa, o que não faz bem. Vai pro quarto e descansa, deve ter sido um dia longo e cansativo para você. - Diz a mais alta se aproximando de mim e fazendo um carinho na minha bochecha. 

Enquanto ela falava eu só olhava para ela de boca aberta sabendo que ela estava certa.

[Quebra de tempo]

Passado-se uma semana desde que fiz a prova já tinha começado a ficar angustiada por ainda não ter recebido nenhum tipo de resposta da U.A. Até agora.

- Clarisse, ainda não chegou? - Perguntei para a mais velha que estava na cozinha preparando algo.

- Ainda não minha flor... - Diz ela fazendo bico pra mim. - Mas seu pai já vai chegar de viagem pra você poder contar tudinho para ele! - Se animou fazendo uma dancinha. 

- Ele ainda não chegou? Pensei que já estava na cidade. - Disse me sentando à mesa e apoiando meus braços nela enquanto descansava minha cabeça neles. - E o que você tá fazendo aí? - Disse sem levantar a cabeça.

- Ah. - Dá uma leve risada. - Achei uma receita fácil na internet de bolachinha d-

Clarisse foi interrompida no meio da fala pela campainha, então resolveu parar de fazer a receita e ir ver quem era.

- Deixa que eu vou Cla, continua aí. - Me levanto na hora sem esperar sua resposta.

Vou até a porta e olho no olho mágico para ver quem era, mas resolvi abrir a porta já que não tinha visto ninguém.

- Olá? - Olho para os dois lados do corredor do nosso andar sem ver absolutamente ninguém. 

Quando fechei a porta percebi que tinha algo preso embaixo dela, parecia um papel.

- Será que é a carta?! - Pergunto a mim mesma me agachando para pegar o papel. - Não acredito...

==============================

A academia de heróis U.A vem por meio deste documento informar a senhorita Sayuri Hirai, inscrita e praticante de nossa prova prática, que ela está sendo solicitada a participar da segunda fase.

Esteja amanhã, 6:30 da manhã, em frente a academia U.A se quiser participar. Leve este documento como prova de que passou, caso contrário, não entrará.

Esperamos que participe.

Parabéns e boa sorte!

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- ….. Eu..... Passei!! - Gritei alegre começando a dar pulinhos na direção da cozinha e ouvir uma risada gostosa da Clarisse - Tá rindo do que? -Falei cruzando os braços.

- Nada não pequena - Ela disse de forma doce. - Só foi engraçado sua empolgação quando eu já sabia que você ia passar.

- Não sei não, você me superestima demais. - Falei semi-cerrando os olhos.

- Não, você é quem se subestima demais. - Falou ela se agachando e dando um sorriso doce pra mim.

Dou um abraço nela que foi retribuído pela mesma.

- Eu passei… - Disse mais uma vez sem acreditar. - Eu vou pra segunda fase…

...

No dia seguinte, acordei ansiosa. Fiz minhas higienes matinais, peguei minha carta e desci pra tomar café da manhã.

- Bom dia Clarisse, bom dia pai. - Digo me sentando ao lado do herói.

- Bom dia Say-chan! - Disse Clarisse doce como sempre.

- Bom dia filha. - Disse meu pai comendo seu café da manhã - Ansiosa?

- Um pouco… - Virei o rosto pro lado, pegando um copo e pondo suco dentro dela.

- Entendo.. - Sorri. - Fica tranquila, vai dar tudo certo! Confiamos em você, aposto que vai se sair bem. 

- É o que eu espero. - Digo encarando a carta em minha mão que dessa vez não iria soltar de jeito nenhum.

- Filha... Se você ficar nervosa só vai piorar a situação.. - Fala o herói pondo a mão em minha cabeça. - Se acalma, aposto que você vai passar! - Diz ele com aquele sorriso enorme. - E quem liga se você não passar? Se você for para qualquer academia de heróis tenho certeza que vai brilhar.

- .....Obrigado pai… - Digo sorrindo e dando um abraço nele que foi retribuído.

...

No portão da U.A

Assim que cheguei, consegui ver Nishimya e o menino que até agora eu não sei o que ele é dela, mas como são as únicas pessoas que eu conheço no momento, fui para perto deles.

- Oi?... - Falei atrás da Nishimya e logo encostei no ombro dela, pra que ela me percebesse.

- Hm? - Ela olha pra trás e logo mostra um sorriso pra mim, começando a escrever em um bloquinho que já estava na sua mão.

- "Que bom que passou Sayuri-chan! Tudo bem?" - Ela mostrou o caderno pra mim e eu peguei o caderno escrevendo a resposta.

- "Tudo, e com você Nishimya-chan?".

A garota acenou positivamente com a cabeça. 

Demorou um pouco até todos os alunos que passaram chegarem na frente da escola. Nesse meio tempo, eu conversava com Nishimya-chan e Todoroki-kun enquanto olhava para as pessoas que chegavam no local. Por mais que estivesse animada com o teste, ver aquela quantidade de pessoas que passaram era um pouco… Assustador, ou algo do tipo.

Depois de um tempo conversando, os portões se abriram, foi um desafio entrar, mas nada é impossível. 

Depois de um tempo no trânsito de pessoas, cheguei no local marcado pela escola. Todos um ao lado do outro, olhando pra extensa floresta a sua frente, ela era escura, com árvores enormes. 

Depois de um tempo, um certo herói, mais especificamente Present Mic, se posicionou na frente de todos os alunos, em frente a entrada da floresta e respirou bem fundo antes de se pronunciar.

-IEIEEE! BEM-VINDOS DE VOLTA! - ﹰBota os braços pra cima, com um enorme sorriso- FALA MOLECADA! HOJE, NOSSO EXAME VAI SER.... DEIXAR CRIANÇAS NO MATO A PRÓPRIA SOBREVIVÊNCIA SEM TERMOS CONTROLE NENHUM SOBRE ESSA PROVA! AGORA VAMO LÁ QUE EU TO LOUCO PRA VER NEGUINHO PASSAR MAL - Risada baixa- DENTRO DO MATO... - Risada.

Um garoto levantou sua mão, mas logo Mic pediu pra abaixar o braço, ele já iria explicar como funcionaria aquela prova. 

A ansiedade provavelmente já batia no peito de cada um dos participantes ali presentes. Essa prova parecia ser bem mais empolgante que a outra, e também bem mais acirrada. Todos aqui vão ter que dar muito duro, afinal a concorrência está bem maior simplesmente pelo fato de estarmos aqui.


Notas Finais


E aí gostaram? Esperavam uma segunda fase? As lutas escritas dessa forma estão boas ou eu preciso melhorar?
Sejam sinceros ksksk :Þ
Desculpem qualquer erro ortográfico, vou revisar o capítulo assim que postar.
Espero de coração que vocês tenham gostado! E não se preocupem, o capítulo 5 já está sendo feito :3
Obrigada por ler!
Até o próximo capítulo.^^


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