História Believe me - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aposta, Romance, Yaoi
Visualizações 6
Palavras 909
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii, bom... Estou pensando em.a cada capítulo ir alterando de Povs, um o Acael e o outro ser o Erus. O que acha?

Capítulo 2 - Volta às aulas part 2


Povs Eros.

Logo depois saio me distanciando do bochechudo e daquela menina doida, será que eles namoram? Não, ela não iria ficar normal depois que nos visse naquela posição... Ele muito fofo e ela é bem esquisita. Bom, logo depois que eu respondi a garota fui indo, já havia percebido pessoas nos olhando. Fui ao encontro do Scout, meu primo, na pizzaria.

-Oi mano, tudo bem? -Cheguei e sentei o cumprimentando.

-Tá de boas, e você?- ele responde logo desligando o celular que mostrava a imagem minha e do bochechudo, então ele estava espionando... Olhos atentos sempre.

-Por acaso eu entrei no Big Brother Canadá?-Reclamei.

-Esperto, o negócio é o seguinte: Não se envolva com o Acael, ligou? Ele é minha propriedade e apenas eu posso judiar ou brincar com ele, não tente nada com ele. Ele é meu. -Ele falou, sério.

Não consegui me conter, caí na gargalhada

TEM ALGUM PALHAÇO AQUI?! -Ele se estressa batendo forte a mão da mesa, suas orelhas avermelhão, Acael meche tanto assim com ele?

-Além de você? Não. Para de besteira, ele não é seu namorado e você é homofóbico. Já te conheço há um tempo. Deixa o menino livre e segue o baile. Pode continuar com as tuas putas e sobre o menino deixa para quem presta e vá faze-lo feliz, não estou falando que sou eu, pois pretendo apenas brincar com ele, mas ele não é nem meu e nem seu. Vou brincar com ele até quando me der na telha, cuida da tua vida, brow.- falei alto, não gritando. Alto e imperativo, espero que ele se contenha, também sei “ser macho.”

Não, não pretendo nada com aquele bochechudo mesmo eu sendo bissexual, mas o que o Scout acabou de falar foi um monte de merda. Quem ele acha que é para sair dizendo que os outros são propriedades dele? Pelo amor.

-Como é? Até parece que você se importa com ele! Eu nunca deixaria ele com você, você é pior que eu, ele não iria gostar de você. Até parece, se toca. Você só sabe brincar com o que você não tem, sentimentos. Vai dar o cu para os Gajos que tu arranja por aí e deixa o meu.

Quantos quilos de merda ele fumou hoje?

-Eu com certeza o faria mais feliz do que você. Pelo menos eu não sou covarde e não bato nele por que tenho medo do que a sociedade vai pensar de mim caso eu me assumisse gay ou bissexual. Aposto que eu o conquistaria e o faria feliz mais rápido e melhor que você, seu monstro.- Ele está estrapolando, pobre bochechudo.

-EU sou um monstro agora? Você dá buxo em toda puta que acha e depois foge e eu que sou o monstro? (Posso dar um murro nele?) Cuidado com o que aposta, a gente só aposta o que sabe.

-Mais do que você eu tenho certeza que sei. Eu aposto! -cuspi palavras sem pensar.

-Eu também! Vamos ver, se você ganhar eu me declaro gay, se você perder eu contarei a todos o verdadeiro Erus.

Bufei e demos um aperto de mão, mais apertado impossível.

Comemos uma pizza sem olhar um na cara do outro, falei muita merda e sem perceber cometi um erro. Não quis prometer aquilo, por mais que tudo o que ele tenha falado é verdade, eu não tenho medo de não conseguir, eu tenho medo que quebrar mais um coração. Vim para cá para mudar e formar um novo Erus Scarlett. Não está dando certo. Agora se caso eu não conquistar o inocente bochechudo todos irão descobrir de mim, não sei quem está na pior. Eu ou o bochechudo.

Logo pago a conta e vou, merda. Estou estressado. Eu podia simplesmente deixar essa promessa de lado, mas infelizmente o desgraçado do meu primo sabe de meu passado, tenho que ser cauteloso. Não pretendo magoá-lo tanto.

Fui correndo para o colégio, logo o intervalo iria acabar.

×××

A aula de álgebra começa e continuo sentado ao lado do bochechudo, ele não presta atenção nenhuma na existência do professor e apenas fica escutando música e olhando para o nada, cara de paisagem, nunca havia percebido seus detalhes antes. Provavelmente ele já sabia de tudo aquilo que saia da boca do Gama, professor de matemática geral, e não precisava saber de novo.

- Bochechudo, porque a Mar...(como era o nome dela?) A senhora Avner não está na mesma sala nas suas aulas?

Seus olhos lentamente perceberam minha existência, e seus ouvidos os meus sons. Ele tirou um fone.

-Meus pais não gostam dela, digamos que ela está neste colégio por conta de uma bolsa que ela ganhou. Ela foi a única que conseguiu fazer e completar 100% a prova deste colégio, sua família não é tão rica assim, e meus pais n querem que eu me envolva com pessoas de classe menor que a minha. Uma baboseira. Marjorie, seu nome é Marjorie.

-Sim, é uma baboseira... Vocês estão aqui desde quando? -Falei curioso.

-Eu sou desde que me entendo por gente, já ela entrou há cinco anos... -falou sem se importar.

-Mais a bolsa só dura um ano, não?

-E a exatos 5 anos ela sempre faz a bolsa e é a única que consegue, seu QI é admirável.

-Entendi... Por que ela não gosta do Scout?

Ele neste instante ficou surpreso, mas pela sua salvação o professor chamou minha atenção.

Estou procedendo com o 1° passo para cumprir uma aposta idiota.


Notas Finais


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