História Believer - Jughead Jones - Capítulo 6


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Categorias Riverdale, The Vampire Diaries
Personagens Aaron Whitmore, Abigail "Abby" Bennett Wilson, Agnes, Aimee Bradley, Alaric Saltzman, Alice, Alice Cooper, Andie Star, Annabelle "Anna" Zhu, Antoinette "Toni" Topaz, April Young, Archibald "Archie" Andrews, Ayana, Beau, Benjamin "Ben" McKittrick, Bill Forbes, Bonnie Bennett, Brady, Bree, Camille O'Connell, Carol Lockwood, Caroline Forbes, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Clifford "Cliff" Blossom, Connor Jordan, Damon Salvatore, Dana, Davina Claire, Dilton Doiley, Dr. Wesley "Wes" Maxfield, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Betty" Cooper, Elizabeth "Liz" Forbes, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Emilly Bennett, Enzo, Esther Mikaelson, Ethel Muggs, Finn Mikaelson, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Frederick, Frederick "Fred" Andrews, George Lockwood, Ginger Lopez, Giuseppe Salvatore, Gloria, Greta Martin, Hal Cooper, Harper, Henrik Mikaelson, Hermione Lodge, Hiram Lodge, Hope Mikaelson, Isobel Flemming, Jamie Wilson, Jane-Anne Deveraux, Jason Blossom, Jenna Sommers, Jeremy Gilbert, Joaquin, John Gilbert II, Johnathan Gilbert, Jonas Martin, Josephine "Josie" McCoy, Josette "Jo" Laughlin-Saltzman, Josette "Josie" Saltzman, Jules, Julian (bruxo), Julian (vampiro), Katherine Pierce, Kelly Donovan, Kevin Keller, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lee, Lexi Branson, Lilian "Lily" Salvatore, Logan Fell, Lucas "Luke" Parker, Lucy Bennett, Luka Martin, Maddox, Malachai "Kai" Parker, Malachai "Kai" Parker, Malcolm, Marmaduke "Moose" Mason, Mary Andrews, Mary Louise, Mason Lockwood, Matt Donovan, Melody Valentine, Meredith Fell, Mikael, Mikael Mikaelson, Noah, Nora Hildegard, Olivia "Liv" Parker, Oscar, Oscar Castillo, Pearl Zhu, Penelope Blossom, Personagens Originais, Polly Cooper, Pop Tate, Ray Sutton, Rebekah Mikaelson, Reginald "Reggie" Mantle, Richard Lockwood, Rose-Marie, Sage, Sheila Bennett, Sierra McCoy, Slater, Smithers, Stefan Salvatore, Thierry Vanchure, Tina Patel, Treinador Clayton, Trev Brown, Trevor, Trudie Peterson, Tyler Lockwood, Valerie Brown, Valerie Tulle, Vanessa Monroe, Veronica "Ronnie" Lodge, Vicki Donovan, Vincent Griffith, Waldo Weatherbee, William Tanner, Xerife Keller, Zachary "Zach" Salvatore
Tags Archie, Betty, Cole Sprouse, Dylan Sprouse, Jones, Jug, Jughead, Riverdale, Sadomasoquismo, Sangue, Teen Wolf, The Vampire Diares, Tortura, Verônica, Violencia
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Palavras 2.858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Chapter 1.3


Rezando sem esperança, a luz não está apagando

Escondendo o choque e o frio em meus ossos

Eles te levaram em uma mesa

Caminho para lá e para cá enquanto você está imóvel

Eles te pegam para sentir seus batimentos

Você pode me ouvir gritando: Por favor, não me deixe?

Hold on - Chord Overstreet​

...

15 de julho, Vancouver 

Canadá, 04:32 am 

Riverdale 

Elle~ 

••Sonho•• 

 

Acordo em um quarto velho com cheiro de mofo, olho em volta reconhecendo aquele lugar com aparência decadente, abro a porta daquele pequeno quarto e me retirei do quarto passando pelo corredor onde nas paredes havia mofo com alguns rasgos no papel de parede velho.

Um grito estridente invade meus ouvidos me fazendo tomar um susto, outro grito foi ouvido, me ponho a correr o mais rápido que eu consigo ao final daquele corredor de onde vinha os gritos.

Abro a porta lentamente que range por estar velha, o quarto mal iluminado, ainda era de noite mas dava para ver perfeitamente uma garotinha chorando e implorando por socorro, em cima da garotinha tinha um homem velho de barba mal feita com cheiro de bebida e cigarro.

A garotinha chorava e implorava por socorro, a menina no auge de seus oito anos, olhos azuis e cabelos de fogo, seus olhos já não eram mais inocentes, aqueles olhos azuis que tinham um brilho da inocência não existia mais, agora era apenas um vazio.

O homem gemia rouco enquanto abusava do corpo pequeno daquela garotinha que já não chorava mais, não gritava. 

As lágrimas já tinham secado, os gritos cessaram pois a garganta já doía, mas em seus olhos a dor ainda permanecia. 

••Sonho Off•• 

 

Acordo em um sobressalto, me sento na cama com o coração quase saindo pela boca, meu rosto coberto pelas lágrimas e suando frio.

Aquilo não era apenas um sonho, e sim uma lembrança de oito anos atrás, um ano após minha mãe ter abandonado no primeiro orfanato, minha vida após aquele dia só foi de mal a pior. 

Seco as lágrimas respirando fundo para não voltar a chorar e me levanto, ainda estava escuro, provavelmente estava de madrugada, abro a porta do meu quarto indo até o banheiro lavando meu rosto para tirar a cara de choro.

Volto para o quarto fechando a porta, caminho até a janela abrindo a mesma, me sento na beirada da janela e fico olhando para a lua e as estrelas.

Olho para minhas mãos e respirando fundo, me encosto na parede pondo a mão no meu colar tentando me lembrar de momentos bons no meu passado. 

Fecho os olhos me lembrando da minha infância, onde eu acordava cedo para ir brincar com meu melhor amigo, minha mãe me dava panquecas de chocolate e um beijo doce.

(...) 

Ouço a porta do meu quarto abri tendo visão do Kevin já arrumado, o mesmo se assusta ao me ver já acordada sentada na janela lendo um de meus livros.

ㅡ Acordou que horas? -se encostou na porta- 

ㅡ Não sei, ainda estava escuro -digo voltando a atenção ao meu livro- 

ㅡ Tá tudo bem? -senti a preocupação em seu tom de voz- qualquer coisa eu tô aqui 

ㅡ Tá tudo bem sim -sorri de leve o olhando- foi só um pesadelo, já está tudo bem 

ㅡ Okay -disse sorrindo- se arruma Fire já tá na hora de ir para a escola -bufei jogando o livro em cima da cama- 

Saio da janela indo em direção ao meu armário, ontem durante a tarde eu dei uma organizada deixando o quarto ao meu agrado e Kevin me obrigou a ir comprar algumas roupas, apesar de eu dizer que não queria.

Abri o armário em busca de qualquer coisa para vestir, pego um cropped de manga comprida da Calvin Klein, da cor cinza, escrito “New York 199X”, uma calça jeans velha, minha jaqueta xadrez cinza amarrada na cintura, um tênis da Adidas, de acessório um relógio e meu colar da amizade. [1] 

Pego minha roupa mais uma conjunto de peça íntima e vou até o banheiro, tomo meu banho e faço minhas higienes matinais, visto meu look e faço um coque despojado por preguiça de pentear o cabelo.

Desço para o andar de baixo encontrando Kevin tomando um café do Pop’s, pego minha mochila e Keller junior me entrega meu café e nos encaminhamos para fora da casa, no qual o mesmo tranca e nos pusemos a caminhar para a escola.

ㅡ Fire, hoje vamos ver se você conhece o Jughead -o garoto enlaçou seu braço no meu e caminha saltitante quase me fazendo derramar meu café- 

ㅡ Qual é essa de você querer tanto me apresentar esse garoto? -o olho desconfiada- 

ㅡ Quem sabe vocês não dão um casal lindo? -me olha sugestivo- 

ㅡ Sem essa de querer me juntar a alguém Baby -reviro os olhos e dou um sorriso malicioso- eu não me prendo a ninguém 

ㅡ Então vamos ter que arrumar um magic boy para você, Bitch -o mesmo gargalha- 

ㅡ Bitch é você meu amor -reviro os olhos e vejo a fachada da escola- 

Entramos na escola caminhando direto até o meu armário que consequentemente era ao lado do da Verônica, onde encontramos ela e Betty conversando sobre o seu encontro com o capitão do time, Chuck. 

 ㅡ Então como foi com o Chuck? -Kevin chegou afobado como sempre e Verônica me deu um abraço e Betty um aceno- 

ㅡ Ah, foi de bom a melhor -abriu seu armário- mas o papo dele não é coisa de Oscar Wilde e nem de Diablo Cody -rimos de leve- 

Abro meu armário jogando alguns livros dentro do mesmo enquanto escuto a conversa do trio ao meu lado, logo duas meninas passam por nós com celular nas mãos se intrometendo na conversa.

ㅡ Oi Verônica, como estava o xarope que você tomou ontem? -perguntou sorrindo malvada- 

ㅡ Xarope? -pergunto confusa- 

ㅡ Como é que é? - a morena pergunta tão confusa quanto eu- 

ㅡ O xarope que o Chuck te deu -a outra garota diz dando uma voltinha ficando de frente para nós- como estava? 

ㅡ Eu tomei sundae com brownie -a morena diz se virando para seu armário fechando o mesmo, enquanto eu, Betty e Kevin observamos confusos- se o que vocês querem dizer 

Fechei meu armário e a morena faz o mesmo, estava pronta para perguntar o que estava acontecendo quando o celular de Kevin apitou e o mesmo tirou do bolso.

ㅡ Ai meu Deus -Kevin diz pausadamente ao ver o que era, Betty e eu enfiamos a cara na frente de Kevin para ver o que era- 

ㅡ Que, que foi? -Vee pega o celular da mão de Kevin para ver a foto- que droga é essa de xarope? 

Chuck tinha postado uma foto dele e da Ronnie na internet, a na foto a morena tava com xarope escorrendo pelo rosto, simbolizando algo bem escroto, as pessoas passavam olhando para a mesma e riam.

ㅡ Parece isso mesmo -Ronnie se virá para nós- é coisa de The Riverdale 

ㅡ Não Kevin, isso é coisa de vadia -digo me encostando no armário e Verônica concorda comigo- 

ㅡ E eu não sou vadia -sua voz soava nervosa- e eu não vou ser difama por alguém que se chama, fala sério, Chuck Clayton -ela olha a foto novamente- ele acha que vai se dar bem nessa.

ㅡ Que cara babaca -reviro os olhos cruzando os braços-

ㅡ Ele não sabe quem eu sou, eu vou cortar os freios daquele símbolo fálico dele -conseguia ver a raiva em seu olhar- 

ㅡ Ou pode falar com o diretor Weatherbee -Betty sugere querendo apaziguar a situação e Kevin apenas concorda- 

ㅡ Sobre o filho do técnico? -perguntei irônica- 

ㅡ O capitão do time de futebol, o jogador favorito da escola Riverdale? -a morena continua- 

ㅡ Eu posso desmascará-lo nas páginas do Blue and Gold -olha para mim e para Kevin em busca de apoio- eu posso fazer isso 

ㅡ Não, isso é coisa de garotinha que sempre segue as regras -ela empurra Kevin no armário e me pega pelo braço me puxando junto a ela- eu não sigo as regras eu faço elas -Betty nos olha sem saber o que fazer e depois nos segue- e quando é necessário eu quebro elas 

ㅡ Calma Verônica -tento para-lá que continua me puxando- 

ㅡ Você quer me ajudar a me vingar do Chuck Betty? Ótimo mas então se prepara para a guerra sem medo, o que vocês acham? Topam ou não? -ela se vira para nós duas e continua andando até o vestiário masculino- 

Sei que ela tá nervosa por causa disso mas tinha a necessidade de me arrastar junto? 

Betty ainda não parecia muito à vontade com isso mas ignorou e seguiu Verônica para o vestiário, que por sua vez continuava a me arrastar.

Logo paramos em frente a porta do vestiário que logo é aberta por um Verônica estressada, Betty a acompanha tapando os olhos para não ver os garotos seminus que ali estavam, já eu estava quase babando naqueles tanquinhos.

ㅡ Da licença -a morena saia empurrando os garotos enquanto alguns nos encaravam- 

Enquanto eu viajava nos tanquinhos dos garotos, Verônica acabou trombando em Archie que quase deixou a toalha cair. 

ㅡ Verônica? -O ruivo disse arrumando a toalha em volta da cintura- Betty? Elle? Tão fazendo o que aqui? 

ㅡ Não esquenta -a morena diz arrumando o cabelo tentando passar mas é barrada pelo ruivo seminu- 

ㅡ Não pera aí -o garoto ruivo confuso tenta parar a morena- 

ㅡ Eu tô falando sério Andrews -empurrou o garoto para o lado enquanto me puxava e eu segurava uma loira envergonhada- sai da minha frente 

Eu tava quase começando a suar com o calor que fazia ali dentro, daqui a pouco eu arrancava a roupa e brincava com alguns gatos semi-nus ali dentro, um garoto moreno passou por mim me encarando enquanto mordia o lábio e eu devolvi a encarada, mas mudo a atenção quando Verônica chama o tal de Chuck.

O mesmo estava conversando com seu grupo de amigos que logo se vira tendo a visão de nós três paradas olhando para o mesmo, que dá um sorrisinho malicioso.

ㅡ E ai partiu fazer um ménage agora moças? -esfregou a mão uma na outra enquanto nos analisava-

ㅡ Até iria se não fosse com você -eu disse e seus amigos riram e ele sorriu de lado- 

ㅡ Isso é nojento -a morena mostrou a foto no celular para o mesmo- Apaga. 

ㅡ Ou ou ou porque tá nervosinha? -fez uma cara de desentendido- é uma medalha de honra -Vee riu indignada- você também não é uma mata virgem depois da sua noite no armário com o Andrews -desviou seu olhar para mim- ela é nova aqui né?  -apontou pra mim sorrindo malicioso e me limitei a revirar os olhos- 

ㅡ Tá bom isso é muito irrelevante Chuck -a loira diz com seu senso de ética- não pode sair por aí humilhando meninas por nenhum motivo, sob nenhuma circunstância, seu babaca 

ㅡ Aí eu sei que tu não é chegada no armário mas olha se quiser pegar o Chuck o pai resolve -o garoto diz em terceira pessoa- 

ㅡ Vamos simplificar pro seu cérebro assassino de mauricinho poder entender -a esse ponto eu já tava segurando para não rir- apaga isso agora mesmo -a morena diz pausadamente enquanto se aproxima dele- 

ㅡ Esse chilique de vadia mandona pode funcionar com os manés que namorava em Nova York mas você tá no território buldogue -enquanto o mesmo dizia um amigo idiota dele latiu atrás dele- manda vê pode se vingar só vai piorar tudo pra você 

O mesmo passou por ela e foi saindo, quando passou por mim e pela Betty me lançou um olhar de desejo que quase me fez vomitar ali mesmo, que cara mais babaca.

(...)

Depois daquele episódio nojento e tedioso com Chuck Clayton as meninas voltaram a fazer suas atividades que realmente não me importam e eu voltei as minhas aulas.

Verônica apesar de ter uma postura de patricinha forte e mandona mas por dentro tenho certeza que ela tá muito triste e se sentindo abusada talvez.

Saio de uma tediosa aula de química e como eu tenho horário livre caminhei até a quadra me sentando na arquibancada.

Me encostei na parede, suspirei enquanto pegava meu livro abrindo na página da qual eu parei, quando fui ler a primeira palavra da página vejo uma figura loira passar desesperada pela porta da quadra.

ㅡ Elle! Te encontrei -subiu as escadas da arquibancada correndo- 

ㅡ Percebe-se que sim -fecho o livro suspirando pesadamente- em que posso lhe ajudar Cooper? 

ㅡ Comecei a procurar se mais alguma como aquela aconteceu com mais alguém e encontrei várias meninas que quiseram falar sobre isso -a loira diz em um fôlego só- 

ㅡ Então agora vai poder denunciar o Chuck? -ela assentiu- 

ㅡ Já liguei para a Verônica e ela tá vindo para cá -assenti de leve- vem vamos lá -ela diz me puxando-

Guardo meu livro dentro da mochila e vou correndo atrás da Cooper, corremos iguais loucas pelos corredores até entrarmos na sala do jornal da escola.

Na sala estava cheio de meninas, ao todo sete garotas, Betty se sentou em cima de uma mesa e eu me encostei na parede perto da janela apenas observando, logo vejo Verônica entrar pela porta da sala.

ㅡ A história é maior do que pensamos -a loira se apoiou em seu joelho e a morena se aproximou ainda confusa- comecei a perguntar se o que aconteceu com você aconteceu com mais alguém, se alguém quiser denunciar 

ㅡ Eu quero -uma garota gorda de cabelos cacheados se pronuncia- 100% 

ㅡ Tá bom -tombei a cabeça de leve escutando a loira falar- são cinco do time de futebol, o Chuck e o bando dele -a morena revirou os olhos- a Ethel ia contar para a gente 

ㅡ Um dia ano passado conversei com Chuck na biblioteca por dez minutos, o ajudei num problema de cálculo - se ajeitou na cadeira desconfortável- e não rolou nada, mas no dia seguinte ele começou a contar por aí que eu o deixei fazer coisas comigo, tipo coisas sexuais -reviro os olhos cruzando os braços- 

ㅡ Que babaca -digo entre dentes e as meninas me olham e a gordinha volta a falar- 

ㅡ E aí ele..-sua voz ficou trêmula- um dos amigos escreveu “já transei com ela” no meu armário -nesse momento Cheryl chega se escorando na porta- 

ㅡ Tá bem todo mundo já ouviu sua história trágica -pois a mão em sua cintura e eu segurei a vontade de sorrir- 

ㅡ Eu sinto muito mesmo Ethel -a loira diz pondo a mão no ombro da gordinha- isso é horrível e -foi interrompida pela ruiva exibida- 

ㅡ Não tão horrível como ser suspeita no caso de homicídio do seu próprio irmão -a ruiva diz entrando na sala- mas cada um tem o seu fardo, enquanto isso o treino das Rivervixiens começam em cinco minutos vadias 

ㅡ Arrasam nossas vidas e para eles é só um jogo -Ethel continua a dizer e eu quase pego no sono- eles têm um placar e -a morena que até agora estava calada se pronuncia- 

ㅡ Peraí como assim tem um placar? -sua voz soa indignada- 

ㅡ Cada conquista vale tantos pontos e eles registram em algum livro secreto -reviro os olhos entediada- 

ㅡ Essa cidade é tão podre -digo com uma voz entediada e o olhar de Cheryl vem em minha direção- 

ㅡ Tá bom a gente tem que falar com Weatherbee -Betty diz já indignada com toda essa situação- 

ㅡ Eu já tentei -Ethel volta a dizer- Weatherbee disse que não encontrou nada 

ㅡ Tá a gente precisa de uma prova incontestável -a loira diz caçando uma solução- 

ㅡ Prova de que Nancy Drew, que é coisa de garoto? -a ruiva se intromete- e o tal livro fede a lenda urbana 

ㅡ Como saberia Cheryl? -a morena se vira para Cheryl- 

ㅡ Porque sua fútil antes de morrer meu irmão era co-capitão do time com o Chuck -me sento em uma mesa já me cansando de ficar em pé- e o Jason nunca falou disso ele nunca permitiria 

ㅡ Tá só que eu não conheci seu irmão -a morena se aproxima da ruiva- mas eu não tô mentindo sobre o que aconteceu comigo e a Ethel não tá mentindo -a gordinha sorri e eu reviro os olhos- e com prova ou sem prova, com livro ou sem livro eu vou até o fim com esse infelizes privilegiados e desprezíveis 

ㅡ Você quer que isso respingue em você Ruivinha -sorrio de lado e ela me olha séria- 

ㅡ Me chama ou chama qualquer uma dessas lindas jovens e fortes mulheres inteligentes de vadia -a morena disse pausadamente- mais uma vez 

Cheryl pisca sem saber o que dizer e vira de costas para ir embora mas se vira novamente e olha para mim ainda com um semblante sério.

ㅡ Quero você fazendo o teste para as Rivervixiens -apontou o dedo para mim e saiu da sala deixando todas as meninas me encarando- 


Notas Finais




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